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GP Brasil de Fórmula-1

26 de maio de 2012 0

O GP do Brasil será só lá no final de novembro, mas já há pacotes disponíveis para os aficionados se organizarem.

Com saídas de Porto Alegre,TAM Viagens, que é a operadora oficial do evento, tem um roteiro de dois ou três dias na capital paulista, incluindo ingressos para a arquibancada exclusiva da TAM Viagens, no setor S de Interlagos, traslados e hotel.

Os pacotes custam a partir de R$ 2.945,00.

Gatos (esquecidos) de Paris

25 de maio de 2012 0

Há meses, meu colega e colaborador eventual MARCELO SARKIS enviou fotos de gatos tiradas numa longa temporada em que passou pela capital francesa.

Confesso que fazia meses por que, às vezes, não por má vontade, a seção GATOS DE VIAGEM acaba deixada de lado.

Tenho medo de chatear os não amantes de gatos, que podem não entender essa mania de fotografá-los em viagens. A mim eles aparecem aos borbotões, e as lentes da câmera ou a tela do celular não resistem (se bem que na última viagem vi muito mais cães do que gatos, mas ainda assim eles estavam lá...).

Voltando aos gatos de PARIS, ei-los abaixo. Esses estavam há tanto tempo à espera da vez que entraram na categoria esquecidos...


A Capela de Santo Antão, de Encantado

24 de maio de 2012 0

Me dei conta de que não vinha alimentando a categoria igrejas, capelas, templos e assemelhados no meu blog, e resolvi voltar a fazê-lo, já que por vezes seguidas acabo falando deles por aqui.

A capela do dia é a de Santo Antão, de ENCANTADO, que fica a pouco mais de 140 quilômetros de Porto Alegre.

Eu visito a cidade há décadas. É a terra natal de minha mãe e onde vive hoje meu irmão mais novo, além de incontáveis primos, tios etc... Nunca, porém, tinha parado para reparar na capela que existe no bairro com o mesmo nome.

É o templo mais antigo da cidade criada por imigrantes italianos.

Agora, lendo a história da capela erguida em 1889, vejo que tem até o sobrenome da família entre os doadores do terreno (além de João Rossetto, Anna de Conto, que leva o mesmo sobrenome de minha mãe!).

Construída no alto de um morro, ela tem ainda uma pequena torre de madeira, que lhe dá um toque especial.


Não consegui entrar, pois estava fechada àquela hora, mas a área externa é muito bem conservada. Imagino que o interior também.

O santo que dá nome à capela é também conhecido como Antão do Deserto - nascido no Egito, ele teria vivido até os 105 anos e passado boa parte de sua vida no deserto.


Um empório no Mercado Municipal de Curitiba

23 de maio de 2012 0

Meus informantes de CURITIBA me contam que ainda falta um pouquinho para ser concluída a reforma do Mercado Municipal, um dos meus lugares favoritos na capital do Paraná.

O lugar, que já era bacana, deve ficar ainda melhor.

Na minha última passagem por lá, uma das bancas por onde andei foi a do Empório Kaveh Kanes, especializado em cafés e acessórios.

Entrei só para conhecer e tomar um cafezinho (que deve ter sido o décimo quinto do dia)... Além do bom expresso saboreado numa das poucas mesas da banca, saí de lá com um café especial. Não resisti ao aroma e à embalagem!



Livro, documentário e exposição no Centro Cultural Erico Verissimo, na Capital

22 de maio de 2012 0

Nesta terça, dia 22, o livro Museu do Pão - Caminho dos Moinhos tem lançamento no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, em PORTO ALEGRE.

Organizada por João Grinspum Ferraz, com fotografias de Nelson Kon, o livro será autografado a partir das 19h.

Também será mostrado o documentário O Milagre do Pão (55 min), com roteiro e direção de Isa Grinspum Ferraz.

Ambas as obras registram e contextualizam a criação do Museu do Pão, no Moinho Colognese, construído em 1917 em Ilópolis, que fica a cerca de 200 quilômetros de Porto Alegre.

Projetado pelos arquitetos Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, o restauro do Moinho Colognese e as construções do Museu do Pão e da Escola de Panificação e Confeitaria unem o antigo e o novo, e são considerados marcos da arquitetura.

No próprio centro cultural, até o dia 2 de junho, segue em exposição Brasil Arquitetura: a Tradição do Novo, dos dois arquitetos (sala O Arquipélago, 1º andar, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h, com entrada franca).

A exposição apresenta outros dois projetos desenvolvidos pelos arquitetos –Museu Rodin Bahia, também chamado de Palacete das Artes Rodin Bahia, e Memorial de Imigração Japonesa (Museu KKKK), em Registro (SP).

Abaixo, só para ilustrar, o convite da abertura da mostra.

E, enfim, a (minha) Colônia do Sacramento

21 de maio de 2012 0

Não consegui contabilizar por que o blog, lá pelas tantas, perdeu a classificação das postagens mais antigas.

Mas há muitos e muitos posts nos meus Recortes de Viagem sobre Colônia do Sacramento.

Nunca havia ido e já tinha sido promessa de viagem do ano passado, reprometida para 2012.

Enfim, cheguei. Cheguei num dia de outono à tardinha. E ela não me decepcionou. O primeiro encontro!? Arrebatador! Quer ver?

Colônia fica a 177 quilômetros de Montevidéu, a capital uruguaia.

Há várias formas de se chegar até lá, mas vou contar como foi o meu jeito, bem fácil:

  • Tomei um voo de Porto Alegre, que tem duração de 1h15min (fui pela Gol, mas TAM, Pluna e Aerolíneas Argentinas também fazem o trajeto), para Montevidéu.
  • Do aeroporto de Carrasco, fui em táxi ao Terminal Tres Cruces, o terminal rodoviário, um roteirinho de meia hora.
  • Dali, um ônibus da COT me deixou no terminal de Colônia em pouco mais de duas horas (ônibus relativamente confortável, em estrada quase toda duplicada e em boas condições).

Fiquei na cidade quatro dias, o que causou certo espanto a mais de uma pessoa (gente da cidade): um "montón"! Até dava para entender a surpresa. É que Colônia é pequenininha, especialmente o centro histórico. São pouco mais de 25 mil habitantes e, aparentemente, não muitas atrações. A maioria dos visitantes vem pelo Buquebus, que cruza o Rio da Prata, desde Buenos Aires, em 50 minutos, para em geral passar apenas o dia. Ou vem para o final de semana. Por isso os quatro dias pareciam uma eternidade. Para eles. Para mim, não foram.

Colônia é daqueles lugares em que o tempo é valorizado. O muito e o pouco tempo. Quando éramos adolescentes, um dos meus irmãos dizia que acordava cedo para ficar mais tempo sem fazer nada. Parece desperdício, mas tem lá sua sabedoria. Eu acordava cedo, em Colônia, para ver o dia passar.

Num desses dias, sentei em um banco do Muelle Viejo, o mesmo lugar da foto acima, para esperar o pôr do sol. Podia ter chegado minutos antes, como ouvi de uma pessoa (o sol, segundo ela, teria seu ocaso exatamente às 17h45min). Mas compareci mais de duas horas antes disso. Sentei ali com um livro, me enrolei em uma manta e fiquei, observando as pessoas, o dia que ia embora, os barcos, o movimento do rio... Não desperdicei um só momento.


A Colônia que eu imaginava era exatamente essa. Antes descrita por outros, agora vista por mim. Vou falar ainda muito sobre ela.

***

P.S.: estou retornando de férias hoje, depois de 20 dias reconfortantes. Não foram muitas as peripécias. O vizinho Uruguai, o destino mais longínquo. Ainda assim, voltei com muitos recortes!

A Virgínia como destino de vinho

18 de maio de 2012 2


Com regiões de Itália, Nova Zelândia, Espanha, Hungria, Alemanha, França, Chile e duas áreas da Califórnia, a VÍRGINIA, na costa leste dos EUA, é apontada pela revista Wine Enthusiast como um dos 10 melhores destinos turísticos do mundo para apreciadores de vinhos. Entre as razões para a escolha, além da vinicultura, estão a história e as belezas naturais do estado americano.

Em outubro, é comemorado por lá o “Wine Month”, o “Mês do Vinho”, com festivais de vinhos gratuitos ou a preços acessíveis, degustações etc.

A estimativa dos órgãos de turismo locais é de que um milhão de pessoas visitam as vínicolas da região todos os anos.

Virgínia é a quinta maior produtora de vinho e a sétima maior produtora de uvas dos Estados Unidos.


No meio do caminho, uma igreja

17 de maio de 2012 2

Sabe a piada aquela do cachorro que entra na igreja só porque a porta está aberta?!

Eu gosto de entrar em igrejas, qualquer que seja, pequena, grande, catedral, capela, de qualquer religião.

Se não posso entrar, pelo menos fotografo as que passam por meu caminho.

Essa, de pedra, eu gosto especialmente. Fica à beira do caminho entre Nova Petrópolis e Gramado.

Não entrei, mas guardei a foto na minha lista.


Restaurante em Nova York

16 de maio de 2012 0

Uma sugestão de restaurante para quem for a NOVA YORK.

Minha amiga Alessandra esteve lá há pouco e recomenda muito o BALABOOSTA.

Ela adorou as azeitonas fritas servidas como entrada.

Segundo o New York Times, é um restaurante "charmoso e casual".

Fica na Mulberry Street, no West Village. Abriu em 2010.



Coisas de Londres para copiar

15 de maio de 2012 1

Sim, se poderá dizer que há coisas boas e coisas ruins em LONDRES, como em qualquer grande cidade, mas vamos nos fixar nas boas e que merecem ser copiadas. A primeira veio de um leitor, as outras são minhas:

1 - LEITURA NO METRÔ

Inácio Knapp, jornalista/turista atento que anda pelo mundo, enviou a foto e a observação:

"Andando de metrô em Londres, fiquei impressionado com a leitura naqueles vagões lotados. Muita gente sentada ou em pé, com livro, jornal ou iPad, pessoas inteiramente absorvidas em suas leituras.

Confesso que fiquei com um pouco de inveja..."

2 - INDICAÇÕES NA RUA PARA AJUDAR NA LOCALIZAÇÃO

3 - UM DETALHE PARA NINGUÉM SE ATRAPALHAR COM A MÃO INGLESA (e mesmo que não fosse, não é uma boa ideia para ajudar o pedestre?!)

Exposição de design em Londres

14 de maio de 2012 0

Na terra dos Jogos Olímpicos, não faltam atrações para quem quiser conjugar esportes com muitas outras coisas.

Desde o final de março e até 12 de agosto, o Victoria & Albert Museum, em LONDRES, apresenta a exposição British Design 1948-2012, documentando a transformação do design na Grã-Bretanha desde os “Jogos da Austeridade", que aconteceram em 1948, após a II Guerra Mundial.

Os objetos da mostra foram reunidos a partir de acervos do museu e incluem design de produto, moda e tecidos, mobiliário, cerâmica e vidro, design de teatro, artes gráficas, fotografia, arquitetura, quadros e esculturas.

Ao todo, são mais de 300 objetos expostos, incluindo os desenhos de um Jaguar E-Type de 1961, obras de David Hockney, tecidos de Laura Ashley e um vestido de gala de Alexander McQueen.

SERVIÇO

  • O museu Victoria & Albert (também conhecido pelas abreviação V&A) abre todos os dias das 10h às 17h45min (sextas até as 22h), como entrada gratuita.
  • A exposição British Design 1948–2012 fica até 12 de agosto de 2012, com ingresso a £ 12.
  • Victoria & Albert Museum, Cromwell Road, Londres SW7 2RL
  • Informações: www.vam.ac.uk


Em Legoland, um hotel para crianças

11 de maio de 2012 0

Desde março, o parque temático de Legoland Windsor, emLONDRES, conta com seu próprio hotel.

No Legoland Windsor Resort Hotel, há três tipos de quartos temáticos: Pirata (foto abaixo), Reino e Aventura.

Também como atrações para crianças há uma piscina temática dos Piratas do Lego e áreas de lazer, programação, filmes e cardápio com produtos especiais para os pequenos. O Legoland Windsor é um parque temático familiar para crianças com idade entre três e 12 anos, com mais de 55 atrações interativas. Há ainda oficinas de construção e 55 milhões de peças de Lego.

O hotel e o parque ficam a meia hora de trem da estação de Paddington, em LONDRES, até Windsor & Eton Central.

Informações: www.legoland.co.uk

Vendo a vida passar em Colônia de Sacramento

10 de maio de 2012 0

Muito tempo atrás, inspirada por outra leitora, a Luciana Diedrich encontrou um destino e um "elemento" que ela também tinha fotografado. Me refiro à seção GATOS DE VIAGEM, que tem começo, mas não tem fim.

Luciana escreveu e mandou fotos:

"Lendo o seu blog esse final de semana, não resisti em lhe enviar as fotos de mais um gato de viagem, e veja só, no mesmo local onde outra leitora enviou: Colônia de Sacramento!

Vou aproveitar e falar um pouquinho dessa cidade tão próxima de Montevideo, a capital uruguaia (entre 1h15min e 1h30min de carro), charmosa por sua arquitetura que mistura dois estilos europeus: o de Portugal e o de Espanha, pois este local desde que foi descoberto (em meados de 1500, assim como o Brasil) foi palco de muitas disputas entre ambos os países no domínio destas terras.

O local é ideal para uma boa caminhada com algumas paradas para fotos ou simplesmente uma pausa para apreciar as paisagens, que são muitas!

Fica a dica de passeio tão perto de nós, gaúchos, e que nos remete aos tempos da escola. Afinal, quem nunca ouviu falar em alguma aula de História sobre Colonia, não é?

Um abraço, Luciana"


















Jardins de colônia

09 de maio de 2012 3

Quando eu era criança, tinha quase vergonha do jardim cuidado com zelo por minha mãe. Achava uma bagunça aqueles canteiros entremeados de caminhos construídos com restos de tijolos, telhas quebradas, pedras recolhidas no quintal.

Desgostava da profusão de tipos e cores, da mistura de espécies de flores que se engalfinhavam, cada uma buscando seu espaço.

Minha mãe raramente voltava da visita a uma vizinha ou parente sem trazer mais uma muda, uma semente, um acréscimo àquela babilônia botânica.

Eu preferia um jardim alinhado, só de rosas ou de espécies mais nobres. Muito, mas muito, mais tarde encontrei beleza naqueles projetos paisagísticos maternos e, hoje, uma das coisas de que eu mais gosto é o que eu chamo de "jardim de colônia". Com liberdade para plantas flores e, especialmente, para os jardineiros!

Pensamentos desalinhados, para começar a semana.

Em Curitiba, dois coelhos numa rua só

08 de maio de 2012 0

Da série "Coisas para comer em viagem":

Nas minhas férias do ano passado, andei por CURITIBA e conheci dois lugares que vale a pena recomendar. O legal é que ficam um em frente ao outro. Dá pra almoçar de um lado da rua e saborear a sobremesa do outro lado, quase em frente. Foi o que eu fiz. Fica na Rua Itupava, no Alto da Rua XV.

Cantina do Délio - Numa casa de madeira antiga, o restaurante lembra a casa da nonna. E é, claro, um lugar de comida italiana. De comida caseira italiana. As porções são generosas e o cardápio é descomplicado.

Pode-se escolher entre o salão principal, a varanda e o que, na minha terra, se chamaria de sobrado, o segundo piso.

Para comer escolhi, de entrada, bruschettas, e depois, um risoto. Acompanhados de um chianti honesto.

Bella Banoffi - Especializada em tortas, bolos, sanduíches e doces, mas também serve pratos a la carte no almoço e no jantar.

O balcão de doces é um atentado a qualquer dieta.

E o atendimento simpático não o deixará constrangido se mudar o pedido, diante de tanta variedade de doces. A vontade é pedir um pouco de tudo.