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Concurso leva a Paris

Para comemorar a inauguração de seu 50º hotel no Brasil, em São José (SC), a  rede de hotéis Ibis lançou o concurso cultural “50 hotéis te levam a Paris”.

Para participar é preciso criar uma frase comemorativa para a inauguração e depositá-la numa urna escondida em um dos hotéis da rede. Para descobrir a localização da urna, é preciso seguir as pistas oferecidas no site: www.50hoteis.com.br

As cinco frases mais criativas terão como prêmio uma viagem de sete dias a Paris, com direito a acompanhante. O resultado será divulgado na primeira semana de março.

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Gelo, beleza e arte na Basileia

Na semana passada, minha colega MARLISE BRENOL esteve na Suíça, Alemanha e França. A esta altura, de férias, já deve estar sob o sol e o calor do Rio de Janeiro, mas antes ela enviou texto e fotos especialmente para serem publicados no blog. Confira:

“Fronteira tríplice entre Suíça, Alemanha e França, a Basileia é uma cidade ao estilo do Velho Mundo. O comércio e os restaurantes fecham cedo, o bonde elétrico é pontual, as pessoas são gentis e, aparentemente, desconhecem a palavra estresse.

Na cidade predominam prédios de estatura mais baixa, os motoristas param na faixa de pedestre sem precisar levantar a mão e as ruas não têm um único chiclete jogado no chão.

E como uma cidade exemplar de uma espécie rara no século 21, o melhor da cidade são os museus. O mais belo deles e relativamente recente, criado em 1997, é o da Fundação Beyeler.

Exposição de arte moderna conta com obras originais de Van Gogh, Paul Gauguin, Joan Miró, Paul Cézanne e até Andy Warhol, com o seu famoso autorretrato. Mas o que mais chama atenção, pelo tamanho e valor, é o quadro sem nome do expressionista abstrato Jackson Pollock, que chegou a ser considerado um dos mais caros do mundo.

Fora do museu a paisagem é igualmente admirável. Afastado uns 15 minutos do centro da Basileia, o prédio da fundação fica em uma área aberta próxima a pequenos alpes. Por isso, apesar de não nevar aqui nesta semana, flocos se acumulam no chao completando a paisagem.

Caminhar na noite de 1°C também é um programa legal para quem gosta de gastar sola de sapato para sentir o ambiente. Claro que depois das 19h a caminhada será sem possibilidade de entrar em muitos lugares. Uma exceção é o BarRouge, que fica no 31º andar do prédio mais alto da cidade. O arranha-céu é como a fundação Beyeler - traz um pouco do século 20 a uma cidade que guarda traços do século 15.”

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Refresco no nosso calorão

Já que eu não posso fugir do calor que faz em Porto Alegre (alguém aí consegue pensar ou falar em outra coisa na cidade?!), jogo um “balde de água gelada” no blog com imagens vinda de fora.

A primeira é bem recente. Minha amiga ALESSANDRA, que é correspondente da BBC desde o início de janeiro em Washington, tirou a foto abaixo da janela da casa dela durante o domingo. Tudo bem que na capital dos EUA e em boa parte da costa leste do país a neve tem causado problemas - e a orientação era para que as pessoas mantivessem em casa provisões para cinco dias, escolas e órgãos públicos devem fechar nesta segunda por conta da pior nevasca dos últimos 90 anos -, mas que dá inveja de um frio dá, não? Eu pelo menos fico com inveja…

As outras fotos foram enviadas pela leitora MARCELA PETRY no final de janeiro. Elas vieram acompanhadas do seguinte texto no e-mail:

“Eu sou uma leitora assídua do teu blog! Sempre que posso dou uma lida e adoro as fotos, os comentários e a tua maneira de falar sobre cada lugarzinho lindo que esse mundo tem…

No final de 2009 eu fui mais uma vez para a Itália, passeei bastante e conheci neve! Eu já tinha ido pra lá mas curti um calorão europeu, então dessa vez tudo foi mais charmoso, mais aconchegante… Os italianos são chiques, bonitos, bem arrumados e assim tudo se torna encantador! Dessa vez como fui com amigos, fiquei em Torino e demos uma passada em uma estação de esqui em Bardonecchia. Foi simplesmente maravilhoso!


Te mando em anexo algumas fotos da minha ótima viagem e espero que tu goste bastante!”

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Praga, sonho de consumo de turista

A colaboradora do blog MARLENE JUNGES, que mora na Alemanha, mas circula pela Europa toda, manda um texto sobre PRAGA, a capital da República Checa, que povoa os sonhos turísticos de muita gente. Eu mesma não conheço, e ela está sempre incluída nos meus planos.

Vamos ao texto e às fotos da Marlene:

“Praga é uma das cidades mais charmosas e bonitas da Europa e se localiza sobre colinas, nas duas margens do Rio Moldava. O rio atravessa a cidade num curso sinuoso, está repleto de antigas pontes e, em sua margem esquerda oriental, fica o imponente Castelo de Praga.

A mais charmosa e conhecida ponte é a “Ponte Carlos”, que liga a cidade velha ao castelo. Ela encanta turistas do mundo inteiro, que circulam entre as dezenas de artesãos que ali vendem gravuras e esculturas. A ponte foi construída a pedido do Rei Carlos IV, e as obras iniciaram em 1357, tendo sido concluída no início do século XV. Inicialmente foi chamada de Ponte de Pedra e Ponte de Praga e, a partir de 1870, foi denominada “Ponte Carlos”. São 520 metros de comprimento e 10 metros de largura, vigiados por 30 estátuas de santos, que ligam Malá Strana à Cidade Velha.

O impressionante Crucifixo foi a primeira imagem a ser colocada na ponte, em 1629 e, durante quase 100 anos era a única obra ali existente. As demais peças foram colocadas nos séculos 18 e 19. A mais conhecida é a de São João Nepomuceno, pois diz a lenda que basta tocá-la para um dia voltar a Praga. A ponte possui  três torres, e a que fica junto à Cidade Velha é considerada como uma das mais significativas construções góticas ainda existentes. Ela é conhecida como Torre de Pólvora. Origina-se do século 11, mas a construção atual teve início em 1475, por ordem do rei Vladislav II. Inaugurada como Torre Nova, foi renomeada no século 17 como Torre de Pólvora, por ser utilizada como paiol para armazenar o produto.


O patrimônio histórico e arquitetônico e a intensa vida cultural estão entre as maiores atrações da cidade. Os prédios históricos, as atraentes ruas estreitas de traçado irregular, os monumentos, os museus, os teatros e as antigas igrejas se misturam a prédios modernos e sofisticados. Destaque também para a Universidade de Carlos, a mais antiga da Europa, criada no século 14, e para a Universidade Técnica de Praga, fundada no século 18.

Há, também, preciosidades no Museu Nacional, fundado em 1818, e na Galeria de Arte do Castelo de Praga, onde é conservada uma coleção preciosa de objetos que pertenceram ao Rei Rodolfo II. O Museu Narodni, construído em 1890, oferece exposições de arqueologia, mineralogia, antropologia e história natural, além de um panteão com bustos de figuras importantes de história tcheca.

Passear pela praça da cidade velha é algo como voltar no tempo. Na época medieval, ela servia como mercado da cidade e, em seu entorno, foram construídos diversos prédios, em estilo romanesco, barroco e gótico. Aqui se encontram a Catedral de Nossa Senhora de Týn, a antiga prefeitura, o relógio astronômico e a igreja de São Nicolau. Pode-se escolher entre os diversos restaurantes, com acolhedoras mesas nas calçadas, e apreciar a beleza arquitetônica e o movimento das pessoas num indo e vindo sem fim. Outra opção é passar pelas bancas de artesanato da praça, para conhecer produtos tchecos ou comer lanches e doces típicos. Os turistas também procuram pelas famosas porcelanas e cristais tchecos, que podem ser facilmente encontrados em inúmeras lojas especializadas.

Imperdíveis são as badaladas do Radnice, o relógio medieval. No bater das horas abre-se uma portinhola, na parte superior do relógio, por onde se pode ver uma imagem de Cristo passando, seguido por seus 12 apóstolos e, na seqüência, figuras humanas representando a Avareza, a Vaidade, a Morte e o Turco. O relógio é do século 15, e abaixo dele foi instalado, em 1865,  um relógio astronômico, com os símbolos do zodíaco.

Como ir:

Quem mora na Europa, tem a opção de viajar a Praga de trem, e descer na estação central de Holesovice. Outra possibilidade é chegar de avião, sendo que o aeroporto de Ruzyne fica a 15 quilômetros da cidade, mas há transporte com a linha de ônibus Letiste Praha, que disponibiliza confortáveis ônibus para se locomover até o centro da cidade.

Praga é roteiro obrigatório, e não é possível descrevê-la em poucas linhas. É uma cidade fascinante, com uma atmosfera própria, tanto por sua arquitetura, cultura e beleza, como por tudo que representa a grandeza de sua história. Como já dizia Franz Kafka, escritor tcheco famoso: “Praga não deixa a gente ir embora, esta velha tem garras”. E esta velha  está cada vez mais sedutora, jovem e bela.”

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Buenos Aires em um bonde

Bem pertinho da minha casa, há um atelier num bonde. E no bonde, até o dia 10, tem uma mostra de fotos chamada BS AS - BRAÇOS ABERTOS, com uma seleção de fotografias de Buenos Aires.

A capital argentina foi fotografada pela artista plástica e estudante de Design Luísa Hervé no final de 2009.

Serviço

Exposição Bs As - Braços Abertos

Atelier do Bonde (Av. Otto Niemeyer, 1.173, bairro Tristeza, Porto Alegre)

Até 10 de fevereiro de 2010, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h

Entrada gratuita

Se quiser ver mais fotos: www.flickr.com/photos/luisaherve

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Beyoncé em Nova York

Quando vi o roteiro de Beyoncé no Brasil, que começa hoje em Florianópolis, lembrei de uma manhã gelada em Nova York.

Meu sobrinho Maurício e eu recém havíamos chegado à cidade, estávamos esperando para fazer o check-in no nosso hotel, e saímos a caminhar, com o embasbacamento natural que a cidade exige, pela Quinta Avenida.

Já estávamos na altura do Plaza quando vimos um burburinho. Era um show na rua da cantora, não lembro exatamente com qual propósito. Juntou um monte de gente e só não parou a avenida porque a polícia local é organizada demais para isso. Maurício adorou, e eu, que pouco sabia da mulher que já vendeu mais de 25 milhões de discos no mundo, gostei de vê-la ali, ao vivo.

Fizemos fotos, claro, e um pequeníssimo vídeo, reproduzido abaixo.

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Machu Picchu fechado por dois meses

Pelos próximos dois meses, Machu Picchu, a cidadela inca do PERU, ficará fechada aos visitantes. É uma pena, mas as chuvas que destruíram parte da ferrovia que liga Cuzco a Aguas Calientes ficou destruída, e os cerca de 4 mil turistas que estavam lá tiveram de ser retirados de helicópteros ao longo da semana passada.

Essa, definitivamente, não é a melhor época para se ir (os melhores meses são de maio a outubro!). Embora haja perdas significativas para o turismo, a vida das pessoas é sempre mais importante.

Zero Hora de ontem publicou um serviço para quem tiver comprado pacotes para lá. Confira as dicas abaixo:

Como o consumidor deve agir

O que fazer se você se encaixar em alguns dos casos abaixo: - Comprei um pacote de uma operadora ou agência de turismo para o período em que Machu Picchu estará fechada.
Cada caso deve ser analisado separadamente. Para isso, o consumidor deve entrar em contato com a agência ou a operadora que vendeu o pacote e ver o que é possível fazer, aponta o coordenador executivo do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) de Porto Alegre, Omar Ferri Júnior. Entre as opções, estão a devolução total dos valores pagos, a alteração do pacote para um destino diferente ou a remarcação da viagem para outro período. O importante, ressalta Ferri Júnior, é que o consumidor não pode ter nenhum prejuízo, porque não foi o causador do problema. Para Carmen Marun, diretora de eventos da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), é tudo uma questão de bom senso: A agência normalmente não vai querer que seu passageiro fique mal, vai tentar contornar o problema.
- Comprei passagem diretamente de uma companhia aérea. Como o motivo de cancelamento é de força maior e de conhecimento público, o consumidor tem direito a reembolso de 100% do valor pago, a remarcação da data da viagem sem a cobrança de multa ou o recebimento de um voucher para que utilize os créditos em outro momento, destaca Cláudio Candiota, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (Andep).

Caso as companhias aéreas aleguem que apenas uma região do país está bloqueada, para exigir o pagamento de multa, Ferri Júnior, do Procon-RS, observa que documentos que comprovem a intenção do consumidor de ir a Machu Picchu, como reservas de hotel ou bilhetes de trem ou ônibus, servirão como prova em uma ação judicial futura.

- Perdi metade da minha viagem porque Machu Picchu fechou. Quem quiser antecipar a volta ao Brasil não deverá pagar multa.

O consumidor deve, antes de tudo, entrar em contato com a agência de turismo ou companhia aérea para tentar resolver o problema. Se não houver acordo, o consumidor poderá acionar o Procon-RS – fone (51) 3286.8200 – ou até o Juizado de Pequenas Causas.

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Na semana passada, quando ainda era feito o resgate dos turistas, escrevi e publiquei o seguinte texto em ZH:

Quase inalcançável

Segue sendo um mistério como os incas construíram Machu Picchu, a uma altitude de 2,4 mil metros. Continua não sendo fácil de alcançar (que dirá à época!) mesmo o pé da montanha onde se encarapitou a cidade no século 15: ou se vai de trem em um trajeto de quase quatro horas desde Cuzco, ou se faz uma caminhada pela montanha (não esqueça de considerar a altitude) de no mínimo dois dias pela trilha mais curta ou, para quem tiver muito dinheiro no bolso, um voo de meia hora em helicóptero também saindo de Cuzco.

Se a opção for trem ou helicóptero, há mais meia hora de van a vencer por estrada sinuosa montanha acima, a partir de Águas Calientes. É difícil chegar à cidadela inca e é até bom que seja, para evitar o assédio às vezes predador do turismo.

Viajar no trem que leva a Machu Picchu, então, é uma experiência ímpar. Em poucos lugares se ouvirá tamanha diversidade de idiomas. Como o clima é, em geral, de euforia, a impressão de Babel é mais do que apropriada.

Cumpri o trajeto na pior época do ano: esta mesma em que estamos, as nossas férias de verão. Muitos desavisados fazem o mesmo. Chove muito e, entre as menores das consequências, a trilha inca pode ser fechada. No meu caso, dei graças a Deus, porque uma amiga que viajou comigo queria experimentar uma caminhada de dois dias pelas montanhas. Comodista, eu não fazia questão. Demos sorte, e, apesar da trilha já fechada, não choveu naqueles dias. Mas normalmente o aguaceiro é fatal.

Lendo agora na imprensa peruana sobre o drama dos turistas retidos em Águas Calientes, chamou-me a atenção um comentário de uma leitora do site do El Comercio, de Lima: “Todo mundo sabe que chove na serra nos primeiros meses do ano; é uma irresponsabilidade as agências de viagem venderem pacotes”.

De fato, quem optar por conhecer a “Velha Montanha” nesta época do ano deveria ser advertido. Será uma pena que os cerca de 2 mil turistas presos na região – sem contar as lamentáveis mortes de um turista e um guia já registradas – fiquem com más recordações *. Machu Picchu vale a visita sempre.

A propósito: a melhor época para ir vai de maio a outubro.

P.S.: * Depois se saberia que o número de turistas era quase o dobro, e o número de mortos também aumentou.

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Mais fotos do Mirante da Borússia

No RECORTES DE VIAGEM do caderno desta terça, o cartão-postal é uma foto tirada do Mirante do Morro da Borússia, em OSÓRIO. Como prometido no caderno, mais fotos tiradas lá do alto.

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Exposição sobre o Ártico

Vinte fotografias mostram a experiência de NEI MALDANER no ÁRTICO.
Ele viajou para lá no inverno de 2008, sob frio que variava de 20 a 50 graus negativos.
Fica só até 7 de fevereiro, no segundo piso do Shopping Iguatemi.

Com o calorão que está fazendo em Porto Alegre, ver fotos de gelo sob o ar-condicionado do shopping, pode ser uma boa ideia!

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Que viagem! Este é o post de número 500

O tempo passa, o tempo voa, e mais do que completar dois anos, o RECORTES DE VIAGEM está completando 500 posts.

É engraçado isso. Comecei a escrever este blog por sugestão de uma colega, que gostava de ouvir minhas histórias de viagens. Achei que não perseveraria. Por não ser uma viajante profissional, por achar que não teria tempo e paciência de atualizar nem material tão farto para publicar…

Mas a ideia de compartilhar experiências angariou a simpatia de muita gente, e confesso às vezes ter dificuldade para dar conta de todas as colaborações que recebo. Isso me deixa sinceramente feliz (o fato de receber muito material, antes que me entendam mal). Quando sento para escrever (”ao computador” e não “no computador”, como pede sempre meu mestre Leonam), com um copo ou xícara com qualquer coisa para beber, sou sinceramente feliz.

Pra comemorar este post de número 500, resolvi fazer uma lista. Fui buscar os 10 posts mais comentados pelos leitores para reproduzir, com uma frase que os identifica, a foto e o link para o respectivo. Houve empates, e o critério de desempate foi meu!

E para agradecer a você, que de vez em quando passa por aqui! Obrigada e vamos à lista.

SE QUISER VOTAR NO MAIS MAIS DOS 10, FIQUE À VONTADE.

1 - UM CASTELO NO PAMPA GAÚCHO, sobre o Castelo de Assis Brasil, em Pedras Altas.

2 - A COLÔNIA DE SACRAMENTO QUE EU NÃO CONHEÇO, sobre a cidade colonial uruguaia.

3 - EM ARAMBARÉ, A LAGOA DOS PATOS, sobre a cidade à margem da lagoa.

4 - UMA MIRAGEM EM SÃO FRANCISCO DE PAULA, sobre uma livraria improvável.

5 - QUE TAL UMA VOLTINHA PELO CENTRO?, sobre passeio guiado pelo centro de Porto Alegre.

6 - CARTAGENA, A COLÔMBIA DE GARCÍA MÁRQUEZ, sobre o lugar que inspirou o escritor.

7 - QUEM VAI, UM DIA VOLTA, sobre retorno das férias por Chile e Argentina.

8 - UM LUGAR NOS ALPES, NA ALEMANHA, sobre o Parque Nacional Berchtesgaden.

9 - TÜBINGEN, NA ALEMANHA, sobre a cidade à margem do Rio Neckar.

10 - COMO PRESENTE, UM CARTÃO-POSTAL, sobre um dos lugares do meu afeto.

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Pela Rota Romântica, três dicas

Sugeri no post anterior um restaurante em Nova Petrópolis para quem for passear no feriado. Pois se aceitar minha sugestão, aqui vão também três dicas de lugares bacanas para conhecer no caminho, na Rota Romântica:

MOINHO RASCHE
Fica na entrada de Nova Petrópolis, à esquerda de quem vai no sentido Capital-Interior. A construção, de 1953, é uma demonstração da evolução tecnológica. O que dizer da “trilhadeira” de madeira estacionada no pátio, uma precursora das modernas colheitadeiras?

O moinho me fez lembrar do tempo em que eu e meus irmãos saíamos de casa com alguns quilos de grãos de milho e cruzávamos uma “pinguela” sobre o Rio Zeferino rumo ao moinho dos Cavagnoli, na minha terra natal, onde eram transformados em farinha para polenta. Um dos momentos mais tristes que vivi na infância foi assistir ao moinho se incendiar, numa madrugada calorenta. Mas, voltando ao de Nova Petrópolis, ele está perfeitamente conservado. Saudosistas como eu vão adorar!

Serviço
BR-116, esquina com Avenida Germânia. Fone (54) 3281-1254. 
Abre de quarta a domingo, das 9h às 17h

CASA DE VINHOS ROTA ROMÂNTICA

Oferece vinhos, espumantes, grappa, sucos de uva produzidos na região… Dá para consumir ali mesmo ou comprar em quantidade na loja.

Serviço
Fica logo depois de Morro Reuter, na BR-116, à esquerda de quem vai no sentido Capital-Interior (minha sugestão, nessa estrada cheia de curvas, é conhecê-la no retorno, quando ela estiver à direita!). Fone: (51) 3569-2587

ECOARTE, em Morro Reuter

É uma loja de móveis em madeira de demolição, com objetos de bom gosto e um café agradável. Gustavo Ferro percorre o interior da região à busca de matéria-prima que é transformada nas peças que podem ser conferidas neste blog: www.ecoarteconceito.blogspot.com

Serviço:
Fica na BR-116, km 216, ao lado do Posto Ipiranga, em Morro Reuter

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Para o feriado que se aproxima, dica na Serra

Nem todo mundo vai à praia no verão, não é? Pois se a intenção é ir à Serra, minha sugestão é a seguinte: mesmo que você não tenha quatro dias de feriado (Nossa Senhora dos Navegantes é feriado em Porto Alegre e numa porção de cidades gaúchas, mas não na maioria), quem sabe uma saidinha por uma de minhas estradas favoritas, a Rota Romântica que leva até NOVA PETRÓPOLIS (lá venho eu de novo com Nova Petrópolis…)?

Embora a cidade seja pequenininha, toda vez dá para descobrir uma coisa nova, lá mesmo ou no caminho.

A dica de hoje é um restaurante na cidade (amanhã vou sugerir coisas para ver no caminho).

Num desses sábados quentes de janeiro, fui almoçar, com amigos, no UNSER HAUS, que prosaicamente significa “nossa casa”.

É que ali não só parece a casa do Luis Felipe Rambo, o proprietário, um jovem formado em Hotelaria pela UCS de Canela. É porque também parece a casa de todo e qualquer descendente de alemão ou italiano de nossas colônias, ainda que sirva só comida típica alemã.


Adorei, por exemplo, a ideia das mesas, cada uma delas com um tema, utilizando objetos como a coroa de casamento da avó do Luis Felipe, os instrumentos musicais do avô dele, entre muitos outros mimos.



Amostra do que tem no cardápio: strudel de ricota,  panquecas de maçã, kassler, eisbein, batata assada, chucrute com salsicha bock e etc.

Eu recomendo as entradas e as sobremesas, mais do que a comida alemã, que não está na lista das minhas três preferidas. Ah, e tem cervejas artesanais e especiais.

O lugar é bonito, e o serviço muito correto. Gasta-se, em média (com uma long neck pra quem não estiver dirigindo), cerca de R$ 25.

Serviço:

Unser Haus
Tem almoço típico alemão aos sábados e domingos e serviço a la carte às sextas e sábados à noite.
Av. XV de Novembro, 809, Nova Petrópolis

Fones: (54) 3281-3737 ou (54) 9161-6880

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A França e sua culinária simples

Está para começar mais um projeto legal na cidade. É hoje que a chef Valérie Lafay e a Nexo lançam À la Campagne, que divulgará a culinária simples da França, com aulas, workshops e eventos.

Vai ser na Barbarella Bakery (Dinarte Ribeiro, 56, fone 3346-7164, em Porto Alegre), com bate-papo e degustação, a partir das 19h30min.

Valérie, nascida em Paris, morou desde cedo na Provence, ao sul da França, onde fez sua formação em gastronomia desde a escola primária. A chef vai conversar e mostrar ingredientes que compõem uma culinária diferente da que se costuma ver em restaurantes franceses tradicionais.



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Paisagem de inverno é alento no verão

Não sei quanto a você, mas eu, definitivamente, não gosto de calor.

Por isso foi um refresco receber, em dia de 30°C de Porto Alegre, fotos de neve vindas de UTAH, nos Estados Unidos.

Quem mandou essas imagens lindas (embora descreva os problemas que a neve oferece também!) foi a Giórgia Bazotti Claudino, estudante de Jornalismo da Unisinos que faz intercâmbio em OREM. Deixemos que ela conte um pouco do que tem sido o inverno por lá:

“Estou morando na cidade de Orem em Utah. A esta altura aqui é inverno. E um inverno daqueles…

A temperatura média é em torno de -2ºC, mas já enfrentei frio de -10ºC.
Há dois dias nevou aqui. Não que isso seja uma coisa de outro mundo, pois neva toda semana. Mas durante quatro horas a cidade ficou completamente branca. Presenciei acidente de carro, pessoas apavoradas, carro atolado na neve…
Segue em anexo duas fotos que registrei na manhã do dia seguinte, quando a cidade ainda estava coberta pela neve!!!!



Espero que goste. Para mim, está sendo um sonho presenciar toda esta maravilha da natureza!!!!

Se quiser ver mais, o endereço do blog da Giórgia: www.giadventure.wordpress.com

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A gruta de Nova Esperança

Meu amigo Gilberto Jasper, que sempre lê e comenta aqui no blog, dias atrás mandou um texto e uma foto sobre a gruta de NOVA ESPERANÇA DO SUL. Quem conhece as regiões colonizadas por italianos sabe bem que onde eles encontravam uma gruta, uma cavidade qualquer na rocha, colocavam ali a imagem de uma santa. Não é diferente nessa retratada pelo Gilberto, com foto da Mariane de Quadros. Veja o que eles contam:

“Quem aprecia as belezas naturais do Estado e preserva as tradições religiosas não pode deixar de conhecer a Gruta de Nossa Senhora de Fátima, localizada no município de Nova Esperança do Sul, cidade de 5 mil habitantes na Região Central.

Com uma profundidade de 10 metros e encravada numa área de 10 mil metros quadrados à beira do Rio Jaguarizinho, o local recebe milhares de fiéis sempre no útlimo domingo de janeiro (este ano será no dia 31).

Segundo os registros dos órgãos públicos de turismo do município, cabem 7 mil pessoas na gruta que é emoldurada por uma queda d’água e fica às margens da RS-287, a oito quilômetros do centro de Nova Esperança do Sul.”



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