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Promoção em site de viagens

O tempo é mesmo de promoções. Não só as companhias áreas, mas agências de viagem e sites se esmeram para manter em alta a clientela obtida durante as férias, com preços especiais.

Na Submarino Viagens, uma página especial oferece mais de 20 destinos em promoção, com passagens aéreas nacionais e internacionais, cruzeiros marítimos e pacotes.

A campanha dura até o dia 12 de março, às 18h.

No hotsite “72 horas de Preços Baixos” estão em destaque passagens aéreas para Curitiba (a partir de R$ 67), Belo Horizonte (a partir de R$ 69) e Rio de Janeiro (a partir de R$ 79). Na seção internacional, as passagens aéreas para Buenos Aires estão a partir de 10 vezes de US$ 21, Miami, 10 vezes de US$ 61, e Madrid, 10 vezes de US$ 62.

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Procura-se dono de câmera fotográfica em viagem aos EUA

Ontem, recebi um pedido inusitado: uma leitora quer ajuda para localizar um casal que aparentemente perdeu ou esqueceu uma câmera fotográfica em Orlando, nos EUA.

Como eu não poderia publicar as fotos sem autorização, faço aqui uma descrição do material encontrado pela leitora na câmera:

- Há fotos do casal em Las Vegas e Orlando (EUA).

- Pelas imagens, eles devem ter alugado um carro branco Nissan.

- Há outras fotos em que eles aparecem com camisetas do Inter, o que indica que possam ser gaúchos ou que tenham alguma ligação com o Rio Grande do Sul.

- As últimas imagens, tiradas às 20h do dia em que a câmera foi localizada, são do shopping Millenia, em Orlando.

E o recado final da leitora: “Penso que esse casal devia estar viajando em lua de mel e gostaria muito de encontrá-los para que tivessem essas lembranças. Acho triste perder algo importante. Sinto que eles não tenham colocado uma etiqueta na bolsinha da câmera, pois assim ela já teria sido entregue.”

SE VOCÊ TIVER NOTÍCIAS DE UMA VIAGEM COM A DESCRIÇÃO ACIMA OU CONHECER O CASAL, DEIXE UM COMENTÁRIO AQUI.

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Pirenópolis, joia de Goiás

De repente, comecei a ouvir falar sobre Pirenópolis por todos os lados. A Cris, que é fotógrafa, e o marido Jeferson, arquiteto, foram e se encantaram. Voltaram falando de um almoço em uma fazenda do século 17 em que servem refeições como se no século 17 fosse. Minha amiga Helena deve estar por lá a essa altura. E um ex-colega de ZH, o Marcos Giesteira, gentilmente e por acaso, me mandou fotos e dicas de lá… Fiquei muito a fim de conhecer e saber mais. Vamos às informações do Marcos.

“Como te disse antes, Pirenópolis é um paraíso a cerca de duas horas de Brasília (140 km). Fundada por garimpeiros em 1727, a cidade - que recebeu esse nome em homenagem à Serra dos Pireneus, que cerca toda ela - é uma das mais antigas de Goiás e se desenvolveu com rapidez durante o ciclo do ouro. Hoje, as bases da economia são a agricultura, o turismo e o artesanato, além da extração da “Pedra-de-Pirenópolis” (aquela usada nas bordas de piscinas), que decora ruas e casas da cidade.

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), a cidade mantém conservados vários monumentos da sua construção original, como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário (1728-1732) e a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim (1750-1754), além de prédios de relevante beleza arquitetônica como o Teatro de Pirenópolis, o Cine Teatro Pireneus e a Casa de Câmara e Cadeia.

Outra grande atração são as cachoeiras. Existem inúmeras próximas à cidade onde as pessoas podem passar o dia. Algumas possuem infraestrutura com banheiros e restaurantes. Paga-se para entrar em todas. O ingresso médio fica entre R$ 10 e R$ 15.

Para descansar e comer, também não faltam opções. São mais de 50 pousadas e uma boa estrutura de restaurantes e lojas, principalmente de artesanato e jóias.

Ao longo do ano, Pirenópolis sedia muitos eventos culturais. O maior destaque é a Festa do Divino, uma comemoração típica entre os moradores - realizada 50 dias após a Páscoa e com quase um mês de duração - e que inclui as “Cavalhadas”, uma representação da disputa entre “mouros e cristãos”. Durante essa festa, os “mascarados” (homens escondidos atrás de máscaras de boi e roupas coloridas) tomam as ruas da cidade, promovem brincadeiras e divertem a todos. Outros destaques são a Festa Literária de Pirenópolis (FliPiri) e o festival de jazz.”

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Janelas para ciumentos

Até meu colaborador ANDRÉ MAGS se rendeu à categoria JANELAS DE VIAGEM e manda texto sobre algumas que viu e fotografou em OURO PRETO. Veja abaixo:

“Portugal tem uma vasta herança dos árabes, que dominaram o país do século 8 ao século 13. O Brasil, por sua vez, carrega um legado gigante do colonizador, incluindo um pedaço originário dos mouros. Ouro Preto, em Minas Gerais, é um exemplo. Nas janelas da antiga capital mineira e em cidades dos arredores se vê o que passou de árabes para portugueses para brasileiros.

As janelas treliçadas serviam, nos primórdios do Brasil colônia, para deixar passar um arzinho e observar a rua. Também, lá entre os árabes, para não ser observado. Ou melhor, observada. Na origem desse recurso arquitetônico, as muçulmanas podiam ficar socadas em casa e ainda contavam com o benefício da espiadela através das treliças.

Esse gênero de janela treliçada é chamado de gelosia — uma palavra que em italiano, por exemplo, quer dizer ciúme. Coincidência? Saca só: jealousy (inglês) e jalousie (francês) significam a mesma coisa.

Outro tipo é o muxarabi, que inclui uma espécie de caixa proeminente engrossando a janela. Abaixo, alguns exemplos de janelas que se pode achar em Ouro Preto e região.”

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Artistas de Barcelona e os cinemas

Minha amiga Clarinha está estudando em BARCELONA, na Espanha. Nos seus relatos periódicos, tem enviado fotos de artistas de rua (veja as fotos abaixo), que são muitos pelas ramblas, e tem falado com curiosidade e estranheza sobre os cinemas locais, nos quais os filmes são dublados sempre para o espanhol, sem a opção da legenda. Só cinemas ou sessões especiais oferecem a possibilidade de ver o filme no idioma original.


Não sei como é em outros países da Europa, mas na Itália me chamou mesmo à atenção isso, o fato de os filmes todos serem dublados para o italiano. E mais: de fazerem intervalo, em geral de 10 a 15 minutos, para o público tomar um café, ir ao banheiro… É interessante, e às vezes dá margem para se conhecer gente no cinema, trocar impressões sobre a história etc e tal… Mas é chato também interromper o filme em momentos às vezes dramáticos…

Uma vez, para tentar ver uma produção não dublada, acabei no ODEON, em FLORENÇA, e fiquei encantada. O cinema fica num prédio construído em 1462, o Palazzo Strozzino, um dos mais interessantes exemplares da arquitetura renascentista. Virou cinema em 1922, conservando esculturas, tapeçarias e a cúpula com vitrais.

Por ali passaram músicos - Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, por exemplo - e atrizes como Isabelle Adjani e Anjelica Huston, além dos diretores Bertolucci, Branagh, Salvatores e Benigni, entre muitos outros, por ocasião do Festival Internacional de Cinema de Florença. No caso do ODEON, adorei o intervalo. É que a sessão, no meio da tarde, era lotada de homens e mulheres ingleses que pareciam saídos do elenco de CHÁ COM MUSSOLINI (veja o trailer do filme abaixo).

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Longe de Casa

Ponha na agenda: em abril, a RBS TV estreia uma série chamada LONGE DE CASA.

Desde o dia 20 de janeiro, Gilson Vargas (diretor, camaraman, roteirista, produtor) e Gabriela Bervian (técnica de som, camaraman, produtora) viajaram pelos cinco continentes mostrando cinco gaúchos que vivem longe de casa. Como a aventura duraria 55 dias, eles devem estar de volta por esses dias, com todo o material produzido.

Saiba mais sobre o documentário:

A expedição percorreu cinco continentes, em 70 mil quilômetros. As distâncias foram vencidas por ar, terra e água e vão das alturas da Cordilheira do Himalaia ao oeste norte-americano; do calor de Moçambique ao fado de Lisboa e à natureza da Nova Zelândia. LONGE DE CASA vai mostrar como vivem aqueles que optaram construir uma nova vida em terras distantes: uma viagem com o monge Gabriel na Índia; a médica Sílvia em Moçambique; Andrea e sua família americana no Arizona; Raquel e sua vida circense em Lisboa; e o dia a dia de Samuel na pequena cidade de Cromwell, no sul da Nova Zelândia.

O programa será exibido aos sábados, depois do Jornal do Almoço.

O itinerário
- Começa pelos Estados Unidos, entrando por Nova York e saindo por Los Angeles.

- Nova Zelândia, entrando por Auckland (1.500 quilômetros distante da cidade de Cromwell, o destino da dupla).

- Índia, entrando por Bombaim, chegando a Nova Delhi, seguindo para Léh até a Cordilheira do Himalaia.

- Moçambique, entrando por Johannesburgo indo até Maputo.

- Europa, entrando por Paris rumo a Lisboa.

Alguns números

- Foram cerca de 300 contatos, em mais de 30 países.
- A viagem completa soma mais de 70 mil quilômetros (duas voltas no globo pela linha do Equador são cerca de 80 mil).
- A linha do Equador foi cruzada seis vezes.
- Três programas foram produzidos no Hemisfério Norte e dois no Hemisfério Sul.
- Foram 24 vôos entre diretos, escalas e trechos internos nos países, com mais de 90 horas voando.
- Temperaturas variando de -15ºC a 40ºC.

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A Transiberiana virtual

A linha Transiberiana corta dois continentes, 12 regiões e 87 cidades. Ela conecta a Rússia Europeia com as províncias do Extremo-Oriente Russo, Mongólia, China e o Mar do Japão.

Tem um total de 9.289 quilômetros de extensão, abrangendo oito fusos horários. Leva-se dias para percorrê-la.

Com um programinha criado pelo Google, é possível fazer uma viagem pela rota lendária sem sair de casa.


Clique aqui para acompanhar o roteiro.

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Lições de Vancouver para o Brasil

Eu não poderia querer colaborador melhor. Constantin Sokolski enviou no ano passado textos e fotos falando sobre os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver. Depois mandou nova colaboração às vésperas do evento. Ontem, dia seguinte ao encerramento, remeteu uma análise com contribuições aos brasileiros que terão Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016) na sequência. Não pense que está muito longe não. Você reparou que há minutos estava vendo os fogos do Réveillon e já se passaram dois meses de 2010…?!

Vamos então ao texto e às fotos de Constantin:

Neste globo encontra-se o Science World, museu interativo dedicado às ciências. Possui também um cinema IMAX (invenção canadense). Parte do mesmo foi utilizado pela delegação de Sochi, cidade da Rússia sede dos próximos jogos em 2014.

“Terminaram os Jogos Olímpicos de InvernoForam 17 dias empolgantes.

Vancouver, no seu dia a dia cosmopolita e multicultural, ficou ainda mais global, com a vinda de pessoas do mundo inteiro.
Ao acompanhar a emoção provocada pelo evento, não pude deixar de lembrar de Porto Alegre e do Rio, que num futuro próximo sediarão também eventos importantes.


Seguem algumas observações:


a) Vancouver procurou fazer uma Olimpíada Verde. Ou seja: todas as pessoas utilizaram o transporte público para se deslocar aos eventos.
Apresentando o ingresso , o transporte era de graça.
Verifiquei que isto foi obedecido. Não houve carros particulares e muito menos congestionamentos em torno dos estádios.


b) Civilidade das pessoas. Não ocorreu nenhum empurra-empurra na entrada ou saída dos eventos. Ninguém tentou furar as filas existentes.

c) Todos os ginásios estiveram quase sempre com a lotação completa, independente do evento ou dos países participantes. Todos os atletas foram aplaudidos e incentivados.

d) Políticos, quando presentes, não fizeram nenhum discurso.

e) Houve atividades culturais paralelas aos jogos.

O sistema de segurança similar ao dos aeroportos, antes do embarque.  Foi vedado inclusive levar líquidos para dentro dos estádios. A olimpíada custou 6 bilhões de dólares canadenses, dos quais 900  milhões foram dispendidos com a segurança da olimpiada. Veja como é  alto este índice.

Vista noturna dos totens no Stanley Park (o maior parque urbano do mundo) com parte do centro ao fundo. Durante as 17 noites do evento, houve espetáculos de raios laser em Vancouver.

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Passeio pelas cataratas no Viagem de terça

Pergunte a qualquer estrangeiro com viagem marcada para o Brasil qual roteiro ele quer fazer no país e ele lhe responderá: Rio e “Iguaçu”. Ele se refere a Foz do Iguaçu e suas belíssimas cataratas que, de tão perto, às vezes ficam longe do nosso roteiro (quando eu digo “nosso” quero dizer de gaúchos em geral e porto-alegrenses em particular).

Quem não conhece ainda pode colocar na sua lista de falhas como turista. E trate de corrigi-la. Para entusiasmá-lo com a ideia, leia o VIAGEM desta terça-feira. A capa e a central do caderno são uma visita da repórter Maria Rita Horn ao parque das Cataratas do Iguaçu, uma das 28 finalistas do concurso das sete maravilhas naturais do mundo. Não deixe de ver - o caderno e as cataratas!

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O mercado público de Curitiba

Apaixonada por mercados públicos em geral, proponho hoje um passeio pelo de CURITIBA, já que é aniversário de minha cunhada Rosaura, que mora lá. Foi ela que, com meu irmão Germano e minha irmã, me acompanhou numa visita tempos atrás.

Apesar de ir a Curitiba pelo menos uma vez por ano, nunca tinha ido ao mercado local. E me apaixonei por ele. O prédio não é antigo, é de 1958 (o anterior foi demolido em 1914 para dar lugar ao Paço Municipal). Não é, portanto, a arquitetura o principal atrativo, como no caso do de Porto Alegre.

O que me fez gostar muito do mercado foi a incrível quantidade de produtos, especiarias, vinhos, bebidas em geral, frutas, verduras, legumes, utensílios de cozinha, cafés, doces… Que é, afinal, o que se quer encontrar num mercado, não?

Há um ano, surgiu um setor só de produtos orgânicos, com mais de 1.000 produtos vendidos livres de agrotóxicos, todas as bancas com degustação, organizadas, caprichadas.

Passamos praticamente o dia inteiro ali. Chegamos pela manhã, almoçamos no ANARCO, um restaurante italiano que fica bem no coração do mercado e tem também uma loja com adega e dezenas de produtos, das massas aos azeites… Funciona de segunda a sábado e com almoço aos domingos. Pessoalmente, não gosto de música ao vivo, mas é bem agradável o trio que toca bossa nova e jazz para acompanhar a refeição.

Achei engraçado o aviso dessa banca, cujos donos devem estar cansados de ser fotografados e o número de cliques não corresponder ao tilintar das moedas no caixa… Eu não me intimidei: pedi licença, fotografei, mas não levei nenhuma pimenta…

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Manual pós-férias

Dias atrás, a Folha de S.Paulo produziu uma espécie de manual interessante sobre como conservar equipamento usado em férias, para a prática de esportes, camping, organização de fotos etc. Muito útil.

Fiz um resumo do que foi publicado, com a intenção de ajudar quem está retornando agora, e acrescentei algumas sugestões (no caso das fotos!). Veja abaixo:

Barraca de camping

- Não deve ser guardada suja nem úmida. O ideal é limpá-la ainda no camping, com pano úmido ou escova macia, e guardá-la em sacola própria, na posição horizontal, para que as varas não estraguem o tecido.

Equipamento de esqui
- Guarde as botas com os ganchos fechados, exceto o último, para que a borracha não resseque. A prancha deve ser limpa com pano úmico e seca, para depois ser guardada em plástico bolha.

Roupas de inverno
- Podem ser guardadas em capas de TNT ou em caixas de plástico transparente, caso não haja lugar no armário.

Roupas de neoprene
- Devem ser lavadas com água doce, assim como todo o equipamento usado para mergulhar ou surfar. Não use prendedores para pendurar a roupa; utilize cabides.

Roupas de banho
- Podem ser lavadas na máquina de lavar, sem necessidade de separação, porque não desbotam.

Fotos
- Copie em pastas fáceis de localizar no computador e faça cópias de segurança em DVD.
- Para facilitar a organização e localização posterior, coloque em ordem cronológica e com o nome da cidade, identificando-as com legendas.
- Você pode fazer uma seleção das melhores para imprimi-las, para montar photobooks ou compartilhar em sites como Flickr ou Picasa.

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Os lagos de George Clooney

E todos os sites/blogs de fofocas falavam ontem que o ator George Clooney estaria trocando sua casa no LAGO DI COMO, no norte da Itália, por um castelinho na ILHA DE LORETO, no Lago d’Iseo, na mesma região, a Lombardia. Eu ouvi na RAI, enquanto atualizava o blog…

O astro em cartaz em AMOR SEM ESCALAS teria comprado a ilha para a namorada, Elisabetta Canalis, apresentadora de TV e modelo.

Como eu me interesso por George Clooney e pela Itália, fui dar uma pesquisada sobre a singela ilha. Não tenho fotos de lá, mas clique nos links acima e veja que inveja dá para se ter da Elisabetta…

Agora propriedade privada, a Ilha de Loreto é habitada há muitos séculos. É rodeada por muralhas e tem duas torres quadradas, restos de antigas fortificações. No final do século 15, passou a pertencer à ordem das irmãs de Santa Clara, que ergueram ali um convento.

Depois, um eremita criou uma escola no lugar e, posteriormente, foi abandonada.

Os registros mostram que, em 1910, já havia o castelo em estilo neogótico, cercado por um bosque de coníferas. Pertenceu a uma duquesa e, com a morte dela, aos herdeiros.

Um lugar com história e acesso dificultado aos turistas e fãs. O assédio é que estaria incomodando o astro e o forçado a mudar de endereço. Ele pode ser acusado de tudo, menos de mau gosto!

 

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Programinha para o final de semana

Tem VIVA O CENTRO A PÉ no próximo sábado, a partir das 10h.

A saída será na Praça Conde de Porto Alegre (antiga Praça do Portão), entre as ruas Duque de Caxias e Riachuelo (próximo à confeitaria Rocco).

Na caminhada turística promovida pela prefeitura, a visita interna será ao Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM), que abre especialmente para o evento, já que seu horário normal é das 14h às 19h nos finais de semana.

O MUHM tem entrada gratuita para suas exposições e eventos no prédio histórico do Hospital Beneficência Portuguesa (Avenida Independência, 270).

Tem um bom motivo a visita. Amanhã, sexta-feira, o prédio completa 140 anos.

Os locais por onde também passa a caminhada: Confeitaria Rocco, Praça do Portão, Santa Casa de Misericórdia, Praça Dom Feliciano, Igreja Nossa Senhora da Conceição e Colégio e Praça do Rosário.

Como participar:
- Gratuito, mas você pode/deve fazer a doação de um quilo de feijão, arroz ou óleo de cozinha, alimentos que serão encaminhados a instituições do município.

- Reservas: pelos telefones (51) 3289-6745 e 3289-6744 ou pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com

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Nova classificação para os hotéis

Começa nesta quarta-feira, às 17h, em PORTO ALEGRE, o primeiro encontro para discutir a nova classificação hoteleira brasileira. Promovido pelo Ministério do Turismo, em conjunto com o Inmetro e a Sociedade Brasileira de Metrologia, o evento vai até sexta no Hotel Everest, com apoio da Secretaria de Turismo de Porto Alegre.

Serão oito encontros nas cinco regiões do país, entre fevereiro e maio, para discutir a nova classificação hoteleira.

Devem ser estabelecidos critérios para oito tipos de empreendimentos:

- resorts
- pousadas
- hotéis urbanos
- flats
- hotéis fazenda
- hotéis de floresta
- hotéis históricos
- cama e café

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Duas atrações em Canguçu

Entrou no ar ontem um site do Grupo RBS que é dedicado especialmente a Canguçu. É um projeto de jornalismo colaborativo, o site feito com a participação dos moradores (já há outros dois em Pelotas e Camaquã). Se chama Canguçu Mais. Foi por causa dele que eu conheci a cidade do sul do Estado.

E lá, numa breve passagem, visitei dois pontos interessantes.

- Estátua de Nossa Senhora da Conceição: uma escultura de 20 metros de altura que deve ser inaugurada neste ano. Esculpida por Vinício Cassiano, um artista de Canoas, a obra pode ser vista nestas fotos como estava uns 20 dias atrás. Fica no Parque Mirante Nossa Senhora da Conceição, uma área de sete hectares, localizada em um morro de 520 metros de altura, de onde se observa toda a cidade. A ideia é atrair para ali o turismo religioso.

- Casa de Cultura Marlene Barbosa Coelho: o casarão do século 19 foi construído em estilo neoclássico para servir de residência à família Piegas. Os herdeiros do palacete o venderam ao município em 1901. A escada principal é em mármore italiano e, na entrada, tem um trabalho de pintura escariola e um lindo vitral. O Salão Nobre, onde estão os retratos dos prefeitos, conserva móveis originais. Hoje funcionam ali a Biblioteca Pública Erico Verissimo, o Museu Municipal Capitão Henrique Barbosa, o Salão Nobre Municipal e a Secretaria de Cultura.

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