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Posts na categoria "Bolívia"

Imagens da Bolívia no Belezas do Mundo

12 de dezembro de 2011 0

Na segunda-feira, dia 12, o fotógrafo Egon Filter apresenta imagens da Bolívia Belezas do Mundo.

Às 19h30min, na Bazkaria (Comendador Caminha, 324, na Capital), ele mostra o impressionante altiplano boliviano, situado sempre acima dos 4 mil altitude.

A inesquecível experiência de viajar nestas paisagens surreais será o tema deste encontro, onde estão o incrível Salar de Uyuni, o deserto do sudoeste altiplânico, a região do Sajama e a Cordilheira Real.

Realizado em parceria pelo STB e pela Bazkaria, desde 2008, o Belezas do Mundo é um encontro mensal onde um convidado apresenta a diversidade natural e cultural de destinos diferentes.

Serviço

Evento gratuito, confirmação de presença pelo telefone (51)3346-1088 ou através do e-mail rp@bazkaria.com.br

La Paz en las alturas

19 de julho de 2010 0

Eu não conheço La Paz, a capital da Bolívia, mas gostaria.

Esse texto abaixo é de meu amigo e compadre José Antônio Silva, escritor, poeta, jornalista, que esteve por lá há pouco fazendo uma oficina de cinema.

Vamos ao que conta o Zé, com a edição de parte do post que ele publica em seu blog, o Lavra Livre (clique para acessá-lo):

“La Paz: bela e estranha paisagem lunar, pessoas educadas e acessíveis, cholitas de chapéu côco, temperos fortes, fôlego arfante. E um câmbio muito favorável aos nossos reais (dizem que a Bolívia é o país mais barato das Américas).

Estas algumas primeiras impressões de quem passou recentemente uma semana na capital boliviana, a 3.300 metros de altura. Primeiros dias, passos lentos e atividade física controlada, para que o ar não falte. Lábios ressecados, nariz sangrando. Aos poucos, o organismo se habitua. Mas sempre é bom manter um certo controle na alimentação, apimentada…

A paisagem é marcante, a cidade cercada por uma muralha de picos arenosos, em muitos dos quais equilibram-se casas e casebres, ao estilo das favelas brazucas. Ao longe, pelo céu azul – azul até demais, como diria Roberto Carlos – avista-se pelo menos um imponente pico nevado, a nos lembrar que estamos em um país andino: o Illimani.

Prédios históricos impressionantes, ruas limpas, passeios interessantes que não tivemos tempo de curtir, na capital de Evo Morales (aliás, um presidente discretamente apoiado pela maioria das pessoas com quem conversamos). Lojinhas, na Calle de las Brujas, oferecem aguaios, mochilas, sombreros de cholas, estatuetas e muito artesanato autêntico deste povo (majoritariamente das etnias quéchua e aimára). Ao menos a metade dos taxistas que nos conduziram pela cidade, naqueles dias, já havia morado ou tinha parentes trabalhando e vivendo em São Paulo…

Escarpas no Vale da Lua

Apesar da rígida programação do evento (da manhã à noite), ainda consegui passear com outros participantes pelas trilhas escavadas nas arenosas escarpas do Vale de La Luna, em Calacoto, sul da capital.

Enfim: eu como roteirista, mais Claudinho Pereira como diretor (e acompanhados de Preta, sua mulher), participamos do II BoliviaLab, evento de cinema patrocinado pelo Ministério da Cultura do país, um mix de concurso de projetos cinematográficos e oficina de produção, pishing, financiamento, etc.

Uma oportunidade de conhecer projetos e novos cineastas, produtores e conferencistas de toda a América Latina e da Europa (como o pessoal do Programa Ibermedia).

(…)

Navegar é preciso, mas…

A lamentar, pelo lado pessoal, somente o fato de perdermos o grande passeio de “buque” (navio) pelo Lago Titicaca no domingo de encerramento. Mas não houve como ir: por algum misterioso cochilo de produção, nossa conta de hotel foi fechada na manhã de domingo, enquanto nossas passagens de volta ao Brasil só serviam para o vôo da manhã de segunda-feira. Naquele domingo, preferimos garantir um lugar para ficar até o dia da viagem, ao invés de navegar…

ENTENDENDO MELHOR

Cholitas – Índias vestindo trajes típicos, como saias rodadas, aguaios e, em especial, chapéus côco, que de alguma maneira fantástica não desabam do alto de suas cabeleiras nem quando elas correm para atravessar a rua. São onipresentes: sempre haverá uma cholita ao alcance da vista.

Aguaios – Panos coloridos, com motivos indígenas, que as cholas usam para carregar compras, pacotes, crianças de colo, etc.

Aimáras e quéchuas – Etnias indígenas que formam a maioria da população de La Paz ( o restante é formado por brancos de classe média e alta). O povo fala espanhol, quase sempre: segundo me disseram, aimáras não entendem o idioma quéchua, e vice-versa.”

O Salar Uyuni, na Bolívia

22 de dezembro de 2009 5

Leitor de primeira hora, o EVANDRO COLARES mandou fotos lindas de uma viagem pelo Salar Uyuni, lagunas altiplânicas e vulcões na Bolívia.

E um relato que pode ajudar outros viajantes nesta aventura. Confira outras fotos além das publicadas nesta terça no CADERNO VIAGEM de ZH.

Sobre o que fizemos nesta viagem. Já havia comentado anteriormente que eu e minha esposa apreciamos as viagens de carro. Então, o mote da expedição foi uma viagem de automóvel com destino ao Salar Uyuni, localizado no sul da Bolívia, no Departamento de Potosí.

Este salar é muito atraente por ser o maior do planeta, com área aproximada de 12 mil km2, e por estar numa região muito remota e selvagem do altiplano andino, cercado por áridos desertos, lindos vulcões e exuberantes lagunas.

Em outubro passado nós partimos de Porto Alegre na companhia de um casal de amigos em direção ao sul da Bolívia. A viagem até lá tomou 6 dias, incluindo no caminho uma passagem pelo centro/norte da Argentina (Províncias de Corrientes, Chaco e Salta), o Departamento de Tarija na Bolívia (região de acentuada influência espanhola, com vinhedos de altitude) e uma visita na famosa cidade de Potosí.

Escolhemos este período porque de abril até novembro é possível rodar sobre o salar, pois ele fica completamente seco. Nos demais meses forma-se uma lâmina d’água que impede esse trajeto. Foi uma sensação impressionante cruzar a imensa superfície plana de sal! O local mais visitado no salar é a Isla Incahuasi, toda recoberta por gigantescos cactus e situada bem no centro do salar (distante uns 70 quilômetros de sua borda). Chega a ser algo surrealista!

Da visita ao salar rumamos em direção ao sul para atravessar o Deserto de Siloli, onde visitamos lagunas altiplânicas coloridas, repletas de belíssimos bandos de flamingos. As paisagens são fantásticas e no trajeto nos deparamos com diversos vulcões, dunas, terrenos rochosos e outros salares. Mas o trajeto é bem difícil, à noite as temperaturas são negativas e o isolamento da região é assustador. É preciso gostar de aventura!

Terminamos a visita chegando na fronteira da Bolívia com o Chile, no Deserto do Atacama. Fizemos o retorno pelo noroeste da Argentina, descendo os Vales Calchaquies, nas províncias de Jujuy e Salta, mas esta foi uma viagem à parte, sensacional da mesma forma! No total, entre ida e volta, rodamos 6.400 quilômetros.

Por fim, Rosane, embora a nossa opção seja por viagens independentes, quem estiver interessado no Salar Uyuni pode viajar para a Bolívia e contratar as excursões de até quatro dias nas cidades de Uyuni, Tupiza ou Potosi. No meu blog eu deixei alguns links interessantes para o planejamento de viagens para a Bolívia.

http://viajandopatagonia.blogspot.com

A Bolívia multimídia

13 de maio de 2008 3

A Marcela Donini, colega aqui de ZH, fez render uma viagem recente ao Salar de Uyuni, na BOLÍVIA. A saber:


1 - Escreveu para a capa e a página central do caderno Viagem desta terça-feira.
2 - Gravou um slideshow (fotos com áudio) bacana para zerohora.com, que está no ar hoje.
3 – Inaugura uma exposição fotográfica no Café Cantante (Rua Fernandes Vieira, 615, Bom Fim), no dia 15, às 19h30min.
4 – E ainda reservou esse textinho aí abaixo para o blog.
Valeu Marcela!


“Dizem que é melhor se arrepender de algo que tu fez do que deixar de fazer alguma coisa e se arrepender depois. Pois eu arranjei uma dívida comigo mesma quando deixei de mergulhar em uma piscina de águas termais no caminho para o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo, localizado na Bolívia.

Como o guia disse que teríamos 20 minutos e meu biquíni estava dentro da mochila, que estava com cadeado e coberta por uma lona presa por vários elásticos em cima do jipe, achei que não daria tempo. Além disso, eu não via onde trocar de roupa por ali, e minha cabeça doía pra caramba _ efeito dos mais de 4 mil metros onde nos encontrávamos.

Até botei a mão na água, pra me torturar um pouco mais, pois estava tri boa mesmo… Enquanto eu já me roía de arrependimento, as gringas tiravam suas calcinhas e biquínis gigantes sem um pingo de vergonha, na frente de todo mundo.”


Os turistas se deliciam nas águas quentes. Foto: Marcela Donini

Postado por Rosane Tremea

Diversão e arte na Bolívia

25 de fevereiro de 2008 1

Em viagem recente à BOLÍVIA, minha amiga Alessandra Corrêa enviou a dica abaixo. Como nós viajamos juntas algumas vezes e temos o mesmo gosto para esse tipo de lugar, eu assino embaixo de olhos fechados:

“A minha dica pra quem vai a La Paz é dar uma passada no novo prédio da Cinemateca Boliviana, que foi inaugurado no final do ano passado. Além das três salas de exibição, de uma videoteca e de uma biblioteca especializada, tem um café muito agradável.

O lugar já virou ponto de encontro dos intelectuais da cidade e é perfeito pra um cafezinho rápido entre uma atração turística e outra ou pra uma cerveja no fim de tarde (Paceña, claro!).”

Se quiser saber mais, você pode visitar o site da cinemateca:

http://cinemateca.siesis.com/