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Posts na categoria "Curitiba"

O que eu vi por aí do legado de Niemeyer

06 de dezembro de 2012 0

Não conheço muito da obra do Niemeyer. Gosto muito das ideias, talvez mais do que das obras.

Mas admirei todas as que eu tive oportunidade de conhecer ao longo dos anos.

Elas aparecem, aqui, na minha ordem cronológica, a da visitação:


Farão falta as obras, as ideias, o homem.


Em Curitiba, a cave ao lado do mercado

24 de outubro de 2011 0

Visitar mercados públicos é um hobby. E eu não cozinho… Fico imaginando se cozinhasse… Acho que seria mais do que um hobby, um vício…

Gosto muito do de CURITIBA, do qual já falei aqui.

Pois na minha última visita à capital paranaense, em setembro, estava saindo do mercado público, onde passei parte da manhã e almocei, quando dei de cara, do outro lado da rua, com a Cave & Empório Família Scopel.

Saí dali sem levar nada, só visitei. Mas dá vontade de carregar tudo.


Tem mil metros quadrados, com mais de 2,5 mil rótulos de vinhos e cervejas, queijos, salumeria, especiarias, utensílios de cozinha, especialmente panelas…

É um lugar bonito, que vale a pena conhecer, no mínimo como extensão da visita ao mercado.

E, quem sabe, pode ser uma dica pra se comprar coisas gostosas pra um piquenique num dos muitos parques de Curitiba.

O mercado público de Curitiba

01 de março de 2010 6

Apaixonada por mercados públicos em geral, proponho hoje um passeio pelo de CURITIBA, já que é aniversário de minha cunhada Rosaura, que mora lá. Foi ela que, com meu irmão Germano e minha irmã, me acompanhou numa visita tempos atrás.

Apesar de ir a Curitiba pelo menos uma vez por ano, nunca tinha ido ao mercado local. E me apaixonei por ele. O prédio não é antigo, é de 1958 (o anterior foi demolido em 1914 para dar lugar ao Paço Municipal). Não é, portanto, a arquitetura o principal atrativo, como no caso do de Porto Alegre.

O que me fez gostar muito do mercado foi a incrível quantidade de produtos, especiarias, vinhos, bebidas em geral, frutas, verduras, legumes, utensílios de cozinha, cafés, doces… Que é, afinal, o que se quer encontrar num mercado, não?

Há um ano, surgiu um setor só de produtos orgânicos, com mais de 1.000 produtos vendidos livres de agrotóxicos, todas as bancas com degustação, organizadas, caprichadas.

Passamos praticamente o dia inteiro ali. Chegamos pela manhã, almoçamos no ANARCO, um restaurante italiano que fica bem no coração do mercado e tem também uma loja com adega e dezenas de produtos, das massas aos azeites… Funciona de segunda a sábado e com almoço aos domingos. Pessoalmente, não gosto de música ao vivo, mas é bem agradável o trio que toca bossa nova e jazz para acompanhar a refeição.

Achei engraçado o aviso dessa banca, cujos donos devem estar cansados de ser fotografados e o número de cliques não corresponder ao tilintar das moedas no caixa… Eu não me intimidei: pedi licença, fotografei, mas não levei nenhuma pimenta…