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Pirenópolis, joia de Goiás

09 de março de 2010 7

De repente, comecei a ouvir falar sobre Pirenópolis por todos os lados. A Cris, que é fotógrafa, e o marido Jeferson, arquiteto, foram e se encantaram. Voltaram falando de um almoço em uma fazenda do século 17 em que servem refeições como se no século 17 fosse. Minha amiga Helena deve estar por lá a essa altura. E um ex-colega de ZH, o Marcos Giesteira, gentilmente e por acaso, me mandou fotos e dicas de lá… Fiquei muito a fim de conhecer e saber mais. Vamos às informações do Marcos.

“Como te disse antes, Pirenópolis é um paraíso a cerca de duas horas de Brasília (140 km). Fundada por garimpeiros em 1727, a cidade – que recebeu esse nome em homenagem à Serra dos Pireneus, que cerca toda ela – é uma das mais antigas de Goiás e se desenvolveu com rapidez durante o ciclo do ouro. Hoje, as bases da economia são a agricultura, o turismo e o artesanato, além da extração da “Pedra-de-Pirenópolis” (aquela usada nas bordas de piscinas), que decora ruas e casas da cidade.

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), a cidade mantém conservados vários monumentos da sua construção original, como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário (1728-1732) e a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim (1750-1754), além de prédios de relevante beleza arquitetônica como o Teatro de Pirenópolis, o Cine Teatro Pireneus e a Casa de Câmara e Cadeia.

Outra grande atração são as cachoeiras. Existem inúmeras próximas à cidade onde as pessoas podem passar o dia. Algumas possuem infraestrutura com banheiros e restaurantes. Paga-se para entrar em todas. O ingresso médio fica entre R$ 10 e R$ 15.

Para descansar e comer, também não faltam opções. São mais de 50 pousadas e uma boa estrutura de restaurantes e lojas, principalmente de artesanato e jóias.

Ao longo do ano, Pirenópolis sedia muitos eventos culturais. O maior destaque é a Festa do Divino, uma comemoração típica entre os moradores – realizada 50 dias após a Páscoa e com quase um mês de duração – e que inclui as “Cavalhadas”, uma representação da disputa entre “mouros e cristãos”. Durante essa festa, os “mascarados” (homens escondidos atrás de máscaras de boi e roupas coloridas) tomam as ruas da cidade, promovem brincadeiras e divertem a todos. Outros destaques são a Festa Literária de Pirenópolis (FliPiri) e o festival de jazz.”

P.S.: a partir desta quinta, dia 11, a cidade é o cenário da Festa Literária de Pirenópolis – Literatura e Cinema (FLIPIRI), que vai até o dia 14 de março.

Longas e curtas-metragens serão exibidos no Cine-Teatro Pirineus e haverá declamação de poesias, histórias infantis e apresentações musicais na Praça da Leitura. O Teatro de Pyrenópolis abrigará concertos musicais, e a Escola Municipal Dom Bosco oferecerá oficinas para todas as idades.