Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Diamantina"

A Cura em Diamantina

23 de agosto de 2010 0

Não é a primeira vez que falo em DIAMANTINA (clique aqui para ler os posts antigos), mas senti uma certa nostalgia ao assistir a um capítulo da minissérie A CURA, que começou no dia 10 e terá nove capítulos.

Diamantina fica um pouco fora do circuito das cidades coloniais mineiras. É relativamente longe de Belo Horizonte, numa região muito pobre, o Vale do Jequitinhonha, mas vale cada quilômetro rodado a mais.

Até outubro, na cidade, seguem em cartaz as vesperatas, saraus musicais que invadem as ruas e ladeiras da cidade que fica a 1,1 mil metros de altitude, terra do ex-presidente JK.

Considere-a nos seus próximos roteiros. Dê uma olhada na minissérie para conhecer um pouquinho de lá.

Música e história em Diamantina

11 de março de 2008 0

Na pousada Relíquias do Tempo, as peças de artesanato espalhadas pelo casarão estão todas à venda/Rosane Tremea
A quase 300 quilômetros de Belo Horizonte, DIAMANTINA vale o sacrifício das estradas pouco conservadas e da distância da capital mineira. Fica longe do eixo Ouro Preto-Tiradentes-Mariana-Congonhas-São João del Rey, mas tem um casario colonial de inspiração barroca igualmente bem conservado em seus quase 300 anos de história.

A luz esmaecida de seus lampiões se reveste de mais poesia ainda duas vezes por mês ao som das %22vesperatas%22, que ocorrem entre abril e outubro. Os músicos se esparramam pelas sacadas da Rua da Quitanda, e a acústica se encarrega do resto.

Os 1,1 mil metros de altitude são responsáveis pelo clima ameno, com média anual de 18ºC. Em visita à cidade, uma opção que casa com a atmosfera é a hospedagem num casarão do século 19 como o da pousada Relíquias do Tempo (www.pousadareliquiasdotempo.com.br).

Na terra da escrava Chica da Silva e do ex-presidente Juscelino Kubitschek, bom será acordar com o sol entrando através das cortinas de crochê, sentindo o cheiro do pão de queijo que vem da cozinha e invade a pousada de 18 quartos. Ou ser chamado pelo sino tocado pontualmente às 17h30min para tomar chá e comer biscoitos de polvilho junto ao fogão de lenha.

E, ao longo do dia, subir e descer ladeiras, visitar igrejas e museus, observar o movimento da cidade e sentir a história que está por todo lado.

Postado por Rosane Tremea

Tapetes arraiolos em Diamantina

11 de março de 2008 0

Os tapetes estão expostos na cooperativa que reúne 60 mulheres/Rosane Tremea
Do rico artesanato de DIAMANTINA (MG) não leve apenas as famosas bonecas. Concentre-se também nos tapetes arraiolos, boa parte deles produzidos em uma cooperativa de mulheres.

Há 60 artesãs reunidas na Cooperativa Artesanal Regional de Diamantina. Ali é possível não só observar os tapetes expostos e comprá-los, mas também observar o trabalho minucioso – um metro quadrado de tapete custa um mês de trabalho.

O ponto que dá origem a desenhos variados tem influência marroquina e foi divulgado pelos mouros na Espanha e em Portugal. Na cidade de 45 mil habitantes do empobrecido município do Vale do Jequitinhonha, virou um modo de ganhar a vida e manter a tradição trazida pelos portugueses.

Postado por Rosane Tremea

Filhote de Diamantina

10 de março de 2008 1

Leonardo da Vinci tem razão: é uma obra-prima/Rosane Tremea
GATOS DE VIAGEM

Diamantina, em MINAS GERAIS, é terra das vesperatas, das serenatas, de Juscelino, dos arraiolos, do artesanato, das igrejas, do Ciclo do Ouro.

É dela que eu vou falar amanhã, que a cidade vai aparecer como um dos destinos de Semana Santa no caderno VIAGEM, aqui da Zero Hora.

Por enquanto, fico com a imagem desse gatinho, fotografado numa das calçadas da cidade histórica, e com uma frase de Leonardo da Vinci:

%22O menor de todos os felinos é uma obra-prima.%22

Postado por Rosane Tremea