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Posts na categoria "Garibaldi"

Como anda a construção de um sonho em Garibaldi

02 de maio de 2013 2

Há dois anos, acompanho, com admiração e uma certa ansiedade, a concretização de um sonho idealizado pelo veterinário Luiz Henrique Fitarelli.

Com as próprias mãos e uma garimpagem cuidadosa, ele está erguendo a VILLA FITARELLI, no interior de GARIBALDI.

O sonho de Fitarelli ganha forma no interior do município de colonização italiana da serra gaúcha e deve dar origem ao MUSEU ETNOGRÁFICO DA IMIGRAÇÃO ITALIANA.

Na semana passada, ele me mandou uma foto para mostrar a quantas anda a capela da réplica de uma vila italiana da época da colonização.

O construtor aparece orgulhoso no interior da capela que está acabando de rechear, já que a igrejinha propriamente dita já estava pronta.

Sigo aqui na torcida para que o projeto avance e seja possível abri-lo o quanto antes para visitação do público.

Aqui vão três sugestões de restaurante pra quem for à serra gaúcha no feriadão de Páscoa

29 de março de 2013 0

Só um deles será novidade neste blog, mas decidi reuni-los num só post como sugestão para quem for à serra gaúcha neste feriadão de Páscoa.

São restaurantes dos quais gosto muito, não só pela comida, mas pela atmosfera e pelo atendimento.

São lugares onde eu gosto de estar. Espero que você goste também:

No Vale dos Vinhedos, em BENTO GONÇALVES


Acho que ouvi falar do Valle Rústico há quatro anos, logo que abriu, mas a ida até lá foi ficando, até que finalmente há umas duas semanas o dia chegou.

É um lugar típico da colônia italiana. O jeito da casa, o jardim, os tipos de árvores, a horta...

O restaurante fica no porão da casa que, em 2007, estava abandonada e começou a ser recuperada até renascer como restaurante em 2009.

O cardápio foi sendo construído aos poucos, começando com pizzas artesanais e acrescentando depois risotos, massas, carnes exóticas e polentas.

É um porão pequeno e aconchegante, climatizado. Os meninos que atendem às mesas têm o típico sotaque das pequenas cidades de colonização e são muito atenciosos.

Tem um jardim muito bonito, com mesas, bancos e pufes na varanda.

Serviço:

Abre de quarta a sábado para jantar, das 20h às 22h.

Almoço aos domingos, das 12h às 14h (neste sábado também haverá almoço).

www.vallerustico.com.br

GARIBALDI


Você já ouviu falar aqui mais de uma vez na OSTERIA DELLA COLOMBINA.

A comida, servida em rodízio, sai do fogão à lenha de Odete Bettú Lazzari.

É tudo muito gostoso, acrescido da gentileza e do carinho de Odete e suas filhas.

Fica a uns 10 quilômetros do centro da cidade, na ESTRADA DO SABOR, que você pode aproveitar para conhecer, com pequenas vinícolas e venda de produtos coloniais.

Serviço

Fones 54 3464-7755 ou 9121-1040).


NOVA PETRÓPOLIS


Deste eu tenho saudade. Acho que faz mais de um ano que não vou.

BISTRÔ CHALET GOURMAND fica na Linha Imperial, entre Nova Petrópolis e Gramado.

É um lugar muito querido, para saborear sem pressa, com um cardápio bem contemporâneo.


Serviço

Endereço: Rua Antônio Schoeler, 2.679, na Linha Imperial - Nova Petrópolis
Fone: (54) 3298-1098
O que oferece: 3 ambientes, 2 lareiras, música ambiente, atendimento pelos proprietários, promove eventos fechados

ATENÇÃO AOS HORÁRIOS: no feriado, ligue para consultar. Abre para jantar na sexta e no sábado e para almoço no sábado e domingo.

Mulheres que vencem os medos

08 de março de 2012 3

Parecia que as palavras não saíam daquela boca feminina.

Quem ouvisse, sem prestar atenção, poderia achar que falava ali um velho agricultor, calejado pela roça e pelas intempéries.

Não que o tom fosse masculino. Mas o que ela dizia não combinava com sua figura.

Falava de temporais, de granizos, de ventos, de secas infinitas, de folhas murchas e grãos esparramados sob os parreirais.

Falava com a autoridade de quem sabe o que está dizendo, de quem aprendeu na escola, mas muito mais com a vida e a observação do mundo que a cerca.

É uma guria estudada, diria minha mãe, mas que reserva boa parte do tempo a prestar atenção em coisas simples.

Quando descrevia a época da vindima, não falava só das uvas e de suas complexidades. Ela descrevia a paisagem, os sons das tempestades que se aproximam, a direção de raios e trovões, o dia e a noite entre os montes da paisagem serrana, os verões que podem ser de muita alegria e colheita farta ou de imensa tristeza, com a inclemência dos fenômenos naturais sempre à espreita. E resumiu:

- É um tempo de medos.

Confesso não lembrar o nome dela. Talvez Camila. Ou seria Clarissa? Fernanda?!

Não importa. Num porão de Garibaldi, num pequeno e bem-sucedido empreendimento familiar comandado por mulheres, ouvi alguém que mistura conhecimento acadêmico e a leitura da natureza. Que ajudou a transformar terra quase arrasada num simpático ponto turístico.

Ela, e as outras mulheres da família, vencem seus medos todos os dias.

E, com seus saberes, me remeteram ao trecho que uma amiga enviou extraído de E se Obama fosse Africano, do escritor Mia Couto:

"Estamos todos amarrados aos códigos colectivos com que comunicamos na vida quotidiana. Mas quem escreve quer dizer coisas que estão para além da vida quotidiana. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Sou biólogo e viajo muito pela savana do meu país. Nessas regiões encontro gente que não sabe ler livros. Mas que sabe ler o seu mundo. Nesse universo de outros saberes, sou eu o analfabeto. Não sei ler sinais da terra, das árvores e dos bichos. Não sei ler nuvens, nem o prenúncio das chuvas. Não sei falar com os mortos, perdi contacto com os antepassados que nos concedem o sentido da eternidade. Nessas visitas que faço à savana, vou aprendendo sensibilidades que me ajudam a sair de mim e afastar-me das certezas. Nesse território, eu não tenho apenas sonhos. Eu sou sonhável."

P.S.: o nome dela é Raíssa, me recorda uma amiga que ouviu o mesmo relato e compartilha da impressão.


Pra ir de novo, de novo, de novo...

09 de fevereiro de 2012 10

Pra ir no final de semana e pra voltar, no verão, no inverno...

Nunca tinha ido antes no verão, mas já havia publicado aqui sobre outras vezes que passei por ali no outono, num quase inverno...

É sempre igual, mas é diferente, dá pra explicar?

Se você quiser um passeiozinho com comida boa, perto de Porto Alegre, pra beliscar uva sob um parreiral (tudo orgânico!), fora dos roteiros das grandes vinícolas, a dica é uma que já foi dada aqui outras vezes: a Osteria della Colombina, em GARIBALDI.

São pouco mais de 100 quilômetros e vale a pena ir só para almoçar, como eu fiz em todas as vezes em que estive lá (não esqueça de reservar!!!).

É no porão da casa da dona Odete, com a atenção da própria e de suas filhas, que se é recebido com licores de frutas colhidas no pomar, com comida caseira, com doces deliciosos, no salão de chão batido.

Além de sair dali com aquela alegria típica que se segue às melhores refeições, ainda dá para fazer um ranchinho com geléias, doces, vinhos, licores...

(O marmelo no pomar e na forma de marmelada no porão!)

Tudo feito com o cuidado, o carinho e o suor da família.

É muito bom se sentir acolhido num lugar. E, pra não esquecer dele, sair com uma "colombina", as pombinhas de pão que já se acumulam na minha janela.

Moda para ver no final de semana

07 de fevereiro de 2012 3

Mesmo que você não se interesse pelo mundo fashion e se sinta arrastado pela mulher, pela mãe, pela namorada, pela amiga, dê um crédito! Pense no passeio como uma viagem pela História e visite o MUSEU DA MODA, na estrada Gramado-Canela.

Eu fui dias atrás, atraída mais pela construção que se destaca na paisagem de prédios faraônicos da rodovia e menos pelas informações de que já dispunha.

Arrastei outras pessoas comigo e todos nós acabamos passeando com gosto pelos 4 mil de anos de História da moda que o museu conta, pelas 19 vitrines temáticas, pelos mais de 3 mil metros quadrados...

São 150 modelos confeccionados especialmente para a mostra, aberta no final de 2011, mas que só terá inauguração oficial em 23 de março.

Quem idealizou o museu foi a estilista porto-alegrense Milka Wolff, 69 anos e 53 anos de moda.

As peças tentam reproduzir com fidelidade os tecidos e os modelos, da Antiguidade até os nossos dias.

Entre as de maior destaque está um de Maria Antonieta, réplica de um vestido do final do século 18, em tafetá de seda pura e fios de ouro.

Entre os que meus companheiros de jornada mais gostaram estão os 10 modelos recriados para o museu para lembrar o guarda-roupa da princesa Diana.

Preste atenção também na música, que muda à medida em que se muda de época.

Na entrada, mais três atrações:

1 - Uma cafeteria onde se destacam as mesas feitas com pés de máquinas de costura antigas, a coleção de miniaturas de máquinas de costura de Milka e, dizem, por que eu não experimentei, o pudim quente.

2 - Uma lojinha com suvenires, bijuterias, antiguidades...

3 - Um vestido à Maria Antonieta onde, com uma peruca apropriada, você pode ficar parecida com ela (custa R$ 5 para tirar a foto).

Serviço

  • Rodovia Gramado-Canela (ERS-235), 1.810
  • Aberto diariamente, das 9h às 18h
  • R$ 30 (adultos) e R$ 15 (crianças e pessoas acima de 60 anos)
  • Telefone: (54) 3282-1121

Natureza morta

25 de agosto de 2011 1

As duas fotos foram tiradas em GARIBALDI.

Em geral, eu consigo identificar quando uma fruta ou flor é artificial. Mas com essa primeira abaixo eu me atrapalhei. Achei que as berinjelas fossem "de mentira". Não eram. Não resisti e fotografei.

Sobre a foto abaixo eu confesso não lembrar, por que é mais antiga. Acho que é tudo natural, mas já não posso afirmar.

Janelas para a imigração

19 de maio de 2011 9

Volta e meia registro aqui a mania de fotografar JANELAS DE VIAGEM.

Você tem alguma mania? O que costuma fotografar?

Pois sempre que vejo uma janela, não resisto. Procuro ver o que ela enquadra, o que quer mostrar, o que esconde, o que revela.

Essas três foram tiradas em construções tipicamente italianas de GRAMADO e GARIBALDI, janelas para a imigração italiana.

Um sonho está sendo construído aos poucos no interior de Garibaldi

04 de maio de 2011 1

Se eu estou ansiosa, posso imaginar como é para o idealizador da VILLA FITARELLI esperar a concretização de um sonho que está sendo construído aos poucos no interior de GARIBALDI.

Veterinário casado com uma médica, LUIZ HENRIQUE FITARELLI sabe de onde vem cada prego, cada tijolo, cada objeto que usa para compor ao longo dos últimos anos essa pequena miragem que dá origem ao MUSEU ETNOGRÁFICO DA IMIGRAÇÃO ITALIANA.

Visitei o lugar no ano passado, sobre ele escrevi uma matéria que mereceu capa e duas páginas no caderno Cultura de Zero Hora, mas nunca havia registrado aqui (talvez por saber que ainda não é possível visitá-lo, e só ia provocar água na boca de muita gente).

Mas é um desperdício não falar dele, ainda mais agora que tem um site próprio (www.villafitarelli.com.br). Mais do que falar, mostro algumas imagens, para que você também vá sonhando junto o dia em que será possível conhecê-lo, completo, reproduzindo uma cidadezinha dos tempos da colonização italiana no Rio Grande do Sul.

A idéia de construir o museu, conta o próprio Fitarelli em seu site,  surgiu da necessidade de expor a coleção de peças iniciada há mais de 30 anos. Elas já chegam a 6 mil peças.

Até agora estão prontos ferraria, capela, casa com armazém, moinho, tanoaria, marcenaria, cantina e estrebaria.

A previsão, quando lá estive, era de inauguração para 2012. Tomara que se mantenha. Estamos todos na torcida.

Voltar ou não a um lugar do qual se gostou muito? Eu voltei à "Colombina"

03 de maio de 2011 8

Quando vou a algum lugar e acho que é muito especial, sempre tenho medo de voltar. É que parece que, da segunda vez, a mágica toda da primeira vez se perde... Você não sente assim?

Mesmo pensando desse jeito, resolvi ir, pela segunda vez, quase um ano depois, até a OSTERIA DELLA COLOMBINA, em Garibaldi (daquela vez, registrei num post aqui do blog).

Naquele dia de maio de 2010, embora já soubesse daquele lugar especial num porão de uma casa da Estrada do Sabor, foi tudo obra do acaso. Íamos em direção à Villa Fitarelli, onde eu faria uma matéria para o caderno Cultura, de Zero Hora, sobre uma "villa" italiana que está sendo construída ali perto, e foi ideia do idealizador do projeto, Luiz Henrique, parar ali para o almoço (sobre a Villa Fitarelli, leia no próximo post).

Agora, desta vez, no sábado de Páscoa de 2011, foi tudo premeditado. Fomos ali de caso pensado, lembrando do cardápio que recorda o de toda família italiana tradicional da nossa região: polenta brustolada, sopa de capeletti, pien, nhoque de pão, moranga recheada e muitos doces...

Há apenas duas mesas coletivas no porão de chão batido, e a comida é servida em sequência, num horário determinado (aos sábados e domingos, sempre, ou durante a semana com reserva prévia).

Nesse dia, havia ali, por coincidência, várias pessoas de Curitiba, um texano, alguns porto-alegrenses, em torno de umas 25 pessoas.

Um menino de uns seis ou sete anos, encantado com as delícias às quais não cansava de elogiar, entrevistou dona Odete Bettú Lazzari, a proprietária, querendo saber como fazer uma sopa tão boa quanto aquela que havia experimentado (veja o videozinho abaixo).


O almoço que começou silencioso acabou barulhento, após o consumo de algumas garrafas de vinho (produzido ali mesmo, um corte de cabernet sauvignon com uma outra uva da qual não lembro agora), e a visita se encerrou no pátio, onde fica o forno a lenha no qual são assadas as pombinhas (as colombinas do título do lugar) e sob o qual gatos (sempre eles) dóceis ficam dispostos a aceitar o carinho de todo mundo.

Dali, em estrada asfaltada, dá para seguir diretamente, uns poucos quilômetros à frente, rumo ao Vale dos Vinhedos, em BENTO GONÇALVES. É um bom jeito de continuar ou encerrar o dia.

A mágica não só permaneceu, como ficou mais forte.


O Vale dos Vinhedos e a dica de um bistrô para o inverno que começa hoje

21 de junho de 2010 2

Chegou o inverno, mais uma vez, e todo mundo fica querendo dar uma chegadinha à Serra, que faz tempo não se limita mais a Gramado e Canela.

Há boas atrações em São Francisco de Paula, Cambará do Sul e São José dos Ausentes. Há muito boas atrações em Nova Petrópolis e outras cidadezinhas da redondeza. Há excelentes atrações no Vale dos Vinhedos que, eu não canso de dizer, há pouco mais de 10 anos praticamente não existia.

Estava tudo lá: a paisagem, a produção vinícola, a boa comida, tudo... Só faltava aquele "plus a mais" que veio especialmente com o trabalho de vinícolas e moradores. E com ele vieram os turistas e mais atrações, e os números indicam que o caminho é esse mesmo.

A projeção, para este ano, é de 15% a mais do que no ano passado (77.318 visitantes) no mesmo período, de junho a agosto.

Veja os números de turistas no Vale, ano a ano:

2001 - 45.000
2002 - 60.000 
2003 - 82.000 
2004 - 102.000 
2005 - 115.737 
2006 - 105.617 
2007 - 120.962 
2008 - 153.779 
2009 - 182.229

Fonte: Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale)

E A DICA DO BISTRÔ DO TÍTULO

E pra quem for ao Vale, uma dica de um bistrô. Ela fica em um "castelo" (se poderá falar do estranho que é aquele castelo à beira da RST-470, mas tudo bem), em Garibaldi, um pouquinho antes da entrada do Vale (o castelo à direita, o Vale à esquerda, no sentido Capital-Interior).

Se chama VIN CAFFÉ, tem mesas no pátio interno do castelo e um ambiente agradável na área interna. O serviço é bem correto e a comida muito recomendável.

Tem sanduíches, sopas, quiches, peixes, risotos, saladas, omeletes e um cardápio especial polonês. Não lembro exatamente quanto gastei, mas acho que foi algo como R$ 35 por pessoa, com uma taça de vinho. Como o serviço é à la carte, depende do que você escolher, é claro.

Ah, o castelo tem outras atrações, como o Hotel Boutique Zamek e outros restaurantes, lojas etc. Mas isso vai ser motivo de um outro post.

Em Garibaldi, um restaurante no porão

20 de maio de 2010 10

Com o friozinho chegando, nos últimos dias, todo mundo se ouriça para ir à Serra. Bom para hotéis, restaurantes e bom, obviamente, para quem vai. Ainda na terça-feira, amigos que tentavam hospedagem em hotéis de que gostam conseguiram a última vaga de um deles.

O que muita gente não considera é que vale a pena só passar o dia em uma das tantas cidades da serra gaúcha. Só para almoçar. Fiz isso no último sábado e foi tãaaaaaaaaao bom. Almocei, com amigos queridos, na OSTERIA DELLA COLOMBINA, em Garibaldi.


Considere aqui a minha ascendência italiana e dê um desconto. Mas seja lá qual for a origem do seu sobrenome, a satisfação é garantida (ou o seu post de volta!).

As comidas da Odete Bettú Lazzari (em pé na foto abaixo) e da família pareciam saídas do fogão a lenha de minha mãe. Tudo tão saboroso, com um serviço correto, um bom vinho acompanhando... O almoço é servido no porão da casa, ainda com chão batido, decorado com móveis e objetos típicos da colônia italiana.

Fica a uns 10 quilômetros do centro da cidade, por uma estradinha sinuosa, mas asfaltada, num roteiro conhecido como ESTRADA DO SABOR que envolve outras cinco famílias, cada uma apresentando seus produtos. É preciso sempre reservar com antecedência, mas quem sabe você ainda tem sorte e consegue (os fones são 54 3464-7755 ou 9121-1040).

Há mais de ano, já tinha em casa as pombinhas de pão que dão nome à Osteria da família Lazzari, presente de uma amiga. Desde sábado, mais uma habita a janela de minha cozinha. É uma pequena gentileza da casa, oferecida ao final do almoço. As minhas estão lá a lembrar não só a Estrada do Sabor, mas muitos dos sabores gravados na minha memória desde sempre.

P.S.: atendendo ao pedido do Luis Delano, um resuminho do que tem no cardápio da Osteria. Começa com uma tábua de queijo, salame e copa, seguida de polenta brustolada (assada na chapa). Depois seguem pratos como abóbora recheada, carne "lessa" e pien, galinha ao molho, nhoque com salame, fortaia (para quem não conhece, uma espécie de omelete) e saladas. As sobremesas são deliciosas: sorvete artesanal, doce de puína (ricota), ambrosia e frutas.