Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Guaíba"

Passeio de jardineira em Guaíba

15 de dezembro de 2014 4

foto

Confesso que cansei de esperar uma decisão sobre o novo roteiro do catamarã Porto Alegre-Guaíba, com parada prevista também no BarraShopping, para publicar esse post.

O início do novo roteiro era o tal do “gancho” que a gente costuma usar no jornalismo, um motivo, para falar de um determinado assunto.

Então, ainda sem essa definição, a sugestão para quem for atravessar o Guaíba a passeio e visitar a cidade de Guaíba é fazer um city tour numa jardineira, acompanhado por um guia.

Dá para conhecer parte da história da Revolução Farroupilha, incluindo a casa de Gomes Jardim, onde morreu Bento Gonçalves.

Serviço

  • Funciona de terça a domingo e feriados
  • Às 10h30min, 11h30min, 13h30min, 14h30min, 15h30min, 16h30min, 17h30min
  • R$ 8 por pessoa
  • R$ 11 (incluindo visitação à casa de Gomes Jardim)

Passeio pelo Guaíba no final de semana

20 de janeiro de 2012 17

Um colega meu brinca com minha permanente vontade de conhecer novidades (provavelmente já tenha mencionado isso). Diz que eu vou até a inauguração de supermercado. Exagero, é claro. Mas que eu gosto de ir a um lugar novo para conhecer, isso é verdade.

Por isso já estava preocupada com meu atraso em fazer a viagem de catamarã entre Porto Alegre e Guaíba, travessia iniciada em 28 de outubro do ano passado.

Não tenho nenhuma ligação com Guaíba, a não ser a querida dona Marta, mãe de minha amiga Helena, e algumas incursões por fazendas que ficam do outro lado e oferecem áreas de lazer.

Mas queria ir ao outro lado de catamarã, pra conferir como é. Já tinha ido até a hidroviária e até postei aqui, durante a Feira do Livro.

Pois foi na extensa programação natalina com a família (como conciliar interesses de 18 pessoas?!) que acabamos embarcando nessa.

Primeiro de tudo é bom ressaltar que não se trata de um passeio. É transporte coletivo, como se fosse ônibus ou metrô. Muito mais confortável, é verdade (ar-condicionado, poltronas confortáveis, wifi, bom atendimento…)

Mas as pessoas transformaram a travessia numa opção de passeio de final de semana (clique aqui para ver outras dicas de passeios rápidos), talvez ansiosas por aproveitar melhor esse mundo de água pouco explorada que temos à disposição na capital gaúcha.

AVISOS AOS NAVEGANTES DE PRIMEIRA VIAGEM:

  • A passagem custa R$ 7 nos sábados, domingos e feriados (nos dias úteis sai por R$ 6)
  • Se você for só fazer um passeio, compre a passagem de ida e volta em Porto Alegre. Nos finais de semana as viagens ocorrem de uma em uma hora. Você corre o risco de só conseguir voltar muito depois se deixar para comprar o ticket do outro lado, apesar de o catamarã ter 120 lugares.
  • Se você não sentar nas janelas, a viagem de apenas 20 minutos não terá muita graça. Para isso, chegue cedo e vá para o início da fila. E, se quiser ver Porto Alegre, sente do lado direito (se estiver de frente para a entrada).
  • Apesar dos esforços louváveis da prefeitura de Guaíba, ainda há muito pouco para se ver nos arredores da hidroviária (o único bar razoável na redondeza é o Caisinho, fechado no dia em que estivemos lá) e se o vento for muito forte ou frio, você terá dificuldade em caminhar no calçadão da orla.
  • Mas se você tiver um pouco de disposição (foi essa a forma que nós escolhemos, embora haja outras), pode vencer os muitos degraus que levam até a Praça Gomes Jardim, para conhecer o chamado berço da Revolução Farroupilha (1835-1845), e ter uma bela vista da cidade.

Na praça estão o busto e os restos mortais de Gomes Jardim, em cuja casa e sob a sombra do Cipreste Farroupilha foram acertados os planos para a invasão da capital da província, Porto Alegre, na noite do dia 19 para 20 de setembro de 1835.

Al otro lado del Guaíba

17 de março de 2008 5

Da ponta do trapiche, a imagem da casa onde fica o restaurante/Rosane Tremea
Não resisti ao trocadilho para descrever um lugar que visitei há pouco pela terceira vez “al otro lado del Guaíba” (que se eu chamar de rio me matam, que ele é lago).

O outro lado do Guaíba fica em…GUAÍBA, para onde fomos comemorar o aniversário de uma amiga.

Antes que acabe o verão, se quiser passar um dia curtindo a natureza, e vendo Porto Alegre do outro lado, vá ao Parque Fazenda Itaponã. É pertinho (35 quilômetros de Porto Alegre), desde que o motorista seja orientado.

Nosso comboio de quatro carros foi um desastre. Nos perdemos no centro de Guaíba. O mapa do site do parque não ajuda muito (tentei o Google Maps, mas não consegui).

Mas como quem tem boca vai a Roma, e o importante às vezes não é o caminho mas o destino (comecei com trocadilhos e vou continuar), mesmo se você se perder verá que o lugar justifica.

Nós fomos de carro, mas se você for um privilegiado proprietário de uma lancha, veleiro ou outra coisa que navegue, há um trapiche onde é possível atracar e dar um tempo para aproveitar a área de 35 hectares com restaurante, mata nativa, bosque de eucaliptos com churrasqueiras, praia, trilhas ecológicas, passeios a cavalo ou de dindinho, pescaria, quadras de futebol e vôlei

Depois de um almoço típico gaúcho (a R$ 15, com feijão mexido, moranga caramelada etc), não resistimos à sesta na beira do Guaíba, só ouvindo o barulhinho da água batendo nas pedras (Itaponã, se não entendi mal, significa Ponta das Pedras).

Para saber mais, veja o site do Parque: www.itapona.com.br

Se ficar com preguiça, aqui vão o endereço e o telefone:
Estrada Adão Fox, 5.300, Guaíba. Telefone para contato ou reservas: [51] 9982-7696 ou [51] 9915-0111

Ah, e o “al otro lado%22 a que eu me referia é a música do Jorge Drexler que ganhou Oscar em 2005 por Diários de Motocicleta. Se quiser ouvir a música, vá ao site do cantor uruguaio, que é uma gracinha (o site e o cantor) — www.jorgedrexler.com

Aí vai a letra:

Al otro lado del río


Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

El día le irá pudiendo
poco a poco al frío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Sobre todo creo que
no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima
y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama
casi un suspiro
Rema, rema, rema-a
Rema, rema, rema-a

En esta orilla del mundo
lo que no es presa es baldío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Yo muy serio voy remando
muy adentro sonrío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Sobre todo creo que
no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima
y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama
casi un suspiro
Rema, rema, rema-a
Rema, rema, rema-a

Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
creo que he visto una luz
al otro lado del río

Postado por Rosane Tremea