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Posts na categoria "Morro Reuter"

Em qualquer lugar: portas, janelas, flores

30 de maio de 2015 0

Taí algo que eu (e a torcida do Flamengo!) sempre fotografo: portas e janelas e flores.

Combinadas são irresistíveis.

Não importa onde estejam: as flores da janela de um atelier querido em Morro Reuter, interior do Rio Grande do Sul, ou as colocadas à porta de uma casa antiga em Old Salem, interior da Carolina do Norte.

 

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

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Um roteiro (de novo!) por Morro Reuter

25 de fevereiro de 2015 0
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Fotos Rosane Tremea


Dias atrás, passei, de novo, por parte do roteiro turístico de Morro Reuter.

Destaco os lugares para onde eu voltei desta vez, mas há outros pontos, especialmente ateliês e restaurantes, que podem ser visitados.

Confira:

  • O restaurante El Paradiso (na VRS-873) aumentou de tamanho desde que o conheci.
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Se não quiser ficar na área interna, há mesas sob as árvores

Lota (muito!) aos domingos, mas a comida é boa, e o lugar continua bonito.

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Achei um amor o convite! Dá vontade mesmo de ficar para o café da tarde!

Apesar de não se poder mais chegar perto dos bichanos do gatil (sorte deles!), ainda é uma atração para crianças e adultos.

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A distância garante a paz dos bichanos

E tem a Kombi-loja, para bisbilhotar depois do almoço.

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Saí dali com uma casa de cerâmica para ninho de passarinho e um porquinho, também de cerâmica, para fazer companhia para outro que eu já tinha. Tudo depois de uma conversa superagradável com a dona do lugar.

 

  • O Ateliê Edelweiss, com mesas para apreciar a vista da varanda e, mesmo que não se esteja interessado em nenhum dos objetos, dá para experimentar uma excelente apfelstrudel.

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  • O Ateliê Flávio Scholles, onde se pode apreciar as obras e ainda ter uma aula sobre arte do próprio artista ou de sua sobrinha, adquirir originais ou cópias e objetos feitos a partir delas.

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  • O Ateliê Anelise Bredow, parada obrigatória. As peças de cerâmica de Anelise são inconfundíveis e já emolduraram cenários da Globo. Para apenas apreciar, conversar com a artista ou adquirir peças simples como plaquinhas para identificar temperos na horta ou outras bem sofisticadas.

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E tem mais (desta vez não fui, mas vale a pena conhecer no mesmo roteiro):

  • Armazém Kieling
  • Ateliê Claudia Sperb
  • Café Colonial Walachay
  • Restaurante Paradouro

Veja todas as atrações em turismoemmorroreuter.com.br

P.S.: se eu fosse da administração da cidade, tiraria todas as placas que enfeiam a paisagem. Há outras formas de divulgar o que há para se ver no trajeto

Olhares sobre Morro Reuter no El Paradiso

17 de maio de 2014 0

O sábado já passou, mas ainda dá para conferir neste domingo, no restaurante El Paradiso, em Morro Reuter, a exposição fotográfica “Olhares sobre Morro Reuter”, do fotojornalista Leonardo Boufleur.

São 30 fotos sobre a cidade, tiradas entre 2011 e 2014.

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A exposição ficará ao ar livre junto à Kombi-Loja da artista Debora Giovania Sarmento, que expõe artigos sustentáveis.

Fotos Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

Fotos Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

E o passeio ao restaurante, por si só, já é um belo programa.

  • No Restaurante El Paradiso
  • Na VRS-873, 440, km 8, na localidade de São José do Herval, das 11h às 17h

Morro Reuter, em exposição e ao vivo

21 de março de 2014 0
Casa enxaimel em São José do Herval, localidade interiorana de Morro Reuter. Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

Casa enxaimel em São José do Herval, no interior de Morro Reuter. Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

Tem uns roteiros dos quais a gente não cansa de falar e eu até pensei que até tinha superlotado o blog com lugares/impressões sobre MORRO REUTER.

Mas, não, fui lá buscar e a última postagem sobre a simpática cidade é de 2010 (!). Então, não é demais mesmo.

E o mote pra falar dela, desta vez, é uma exposição fotográfica marcada para este domingo, uma dica PARA O FINAL DE SEMANA.

“Olhares sobre Morro Reuter”, do estudante de Jornalismo da Universidade Feevale Leonardo Boufleur, é parte da festa de 22 anos da emancipação da cidade que integra a Rota Romântica e está a 60 quilômetros de Porto Alegre.

A mostra estará aberta em horário restrito, das 13h às 18h, com 30 fotos registradas entre 2011 e 2014. Mas quem sabe um almoço por lá, seguido da visita?!

As imagens retratam arquitetura, pessoas e belezas da cidade.

Ah, minhas sugestões de restaurante, para quem ampliar o passeio, são o El Paradiso e o Café Colonial Walachay, sem contar os ateliês do caminho.

E tem mais programação de aniversário para o domingo:

9h – Saída do 11° Trilhando os Caminhos de Morro Reuter. Mais informações pelo e-mail comunicacao@morroreuter.rs.gov.br ou pelo telefone 3569-1505, com Milene Worst.

14h - Inauguração oficial da Academia da Saúde (academia ao ar livre)

15h30min - Corte do bolo de 22 metros

16h30min – Show com Dudu Gaiteiro

17h às 21h - Show com Banda Portal da Serra

 

Julita Dilly, 90 anos, comercializando flores e hortaliças sem agrotóxico na sua Kombi, em Morro Reuter.  Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

Julita Dilly, 90 anos, vendendo flores e hortaliças sem agrotóxico na sua Kombi (Morro Reuter). Leonardo Boufleur, arquivo pessoal

Um passeio e uma imagem de primavera

23 de setembro de 2010 3

Pensei, pensei e pensei. Que passeio eu sugeriria para esse início de primavera? E que imagem representa a estação para mim.

Sério, acho que não existe um lugar específico pra uma estação. Pense num roteiro óbvio. Gramado, por exemplo. É bom no verão, no outono, no inverno e na primavera.

Mas se eu pudesse pegar a estrada hoje, agorinha, enquanto você lê este post, sabe pra onde eu iria? Praqui, bem pertinho. Iria para a minha indefectível Morro Reuter… Não para a cidade, que é uma gracinha, seguiria um pouco adiante. Depois de passar a zona urbana, a 70 quilômetros de Porto Alegre, indo pela BR-116, entra-se à direita na VRS-873 e se vai seguindo por aí até chegar ao EL PARADISO, no km 5, número 440.

Nem vou falar do que há no caminho (já falei aqui sobre um café colonial, um pouco antes, à esquerda), que isso rende outros tantos posts, mas especificamente do El Paradiso.

Não é o lugar mais lindo que já se viu no mundo, mas é tão tranquilo, tão tranquilo… Sabe aqueles lugares em que parece que ninguém desconfia de ninguém, você pode chegar e desfrutar e conhecer e explorar?

Eu só caminhei por ali e conheci o gatil, mas tem trekking, cavalgada, restaurante, gramado, animais domésticos…

Me parece um lugar pra se deixar ficar. Por que a primavera é uma estação para se deixar ficar, ao ar livre. Não tem a urgência do verão, não tem o claustro do inverno. Me parece a estação do equilíbrio, do bom senso. Quer algo melhor do que a temperatura a 22 graus e um carrinho de lomba?

Não vou mentir e dizer que é a minha época preferida do ano. Não é. Sou inverno. Mas reconheço todas as qualidades da primavera. Sempre que posso, tenho flores (de verdade) em casa. E admiro cada galho que floresce em cada uma de minhas janelas. Não tenho um jardim para cultivar, mas tem um que renasce sempre à memória, aquele da infância.

Era multicolorido, mas tinha um canteiro à parte, plantado por minha mãe com um único objetivo: as flores brancas, todas elas – lírios, copos-de-leite, palmas -, serviriam para homenagear avós, tios, primos distantes no Dia de Finados.

Era lindo o jardim. Um dia, porém, o canteiro branco amanheceu colorido. Todas as flores brancas pintadas de têmpera. Meu irmão mais novo, bem pequenininho, pintara os lírios, os copos-de-leite e as palmas com cores berrantes. Ele achava as flores brancas meio tristes. Para ele, jardim tinha de ser colorido. E alegre.

Desde então, minha imagem de primavera é essa: uma criança no meio das flores, pintando até mesmo aquelas, teimosas, que insistem em ser brancas.

O Caminho das Serpentes, em Morro Reuter

30 de junho de 2010 10

Lá pelas tantas, leio/vejo algo e lembro de lugares onde fui e que nem sempre dá tempo (outras vezes a memória falha!) de publicar neste blog.

De um deles recordei na semana passada, quando li em ZH sobre a série de mosaicos criados no ateliê Caminho das Serpentes pela artista plástica CLÁUDIA SPERB, em Morro Reuter.


A artista coordenou, com a ajuda de 175 voluntários, a produção de três toneladas de obras transportadas até São Paulo e instaladas na Praça Vital Brasil do Instituto Butantan, em São Paulo.

Para celebrar a obra também foi lançado um caderno-livro e um DVD sobre o projeto. Fragmentos e Sentimentos registra o processo de confecção e instalação dos mosaicos.

Em março, eu visitei o ateliê de Cláudia Sperb, onde também funciona uma pousadinha e há bastante espaço para crianças brincarem, oficinas e cursos individuais ou para grupos.

Se não quiser nada disso, dá só para conhecer a obra da artista, caminhar e deslumbrar-se com a vista.

Serviço:
– O ateliê fica no Km 11 da RS-833, em Morro Reuter (pela BR-116, a 60 quilômetros da Capital).
– Abre aos sábados e domingos, das 11h às 18h
– O ingresso para entrar no ateliê é de R$ 5
– Site: www.artecaminhodasserpentes.com

Café colonial em Morro Reuter

11 de março de 2010 12
Não apenas eu me apaixonei por Morro Reuter. Meu colega Cláudio Thomas, querido e eventual colaborador deste blog, passou por lá no domingo e mandou um recado:

“Rosane, no domingo percorri a BR-116 entre Caxias do Sul e Novo Hamburgo e fiquei surpreso com o belo município de Morro Reuter. A pequena cidade esbanja progresso, as ruas são limpas e existe boas opções de restaurantes que servem café colonial.
Um deles é o Café Colonial Walachay, que fica na Estrada do Walachai. A quantidade de doces e salgados impressiona. Do restaurante é possível olhar todo o vale, um visual deslumbrante.
Quem deseja conhecer mais detalhes pode ver o site www.cafewalachay.com.br
Em anexo, uma foto de parte do café colonial, cujo preço é bem acessível.”

P.S.: seguindo a dica do Thomas, fui lá conferir no final de semana. Ele tinha razão. É um belo passeio, o café vale por um almoço e a vista é realmente linda. Para acrescentar, os garçons são corretos, os proprietários simpáticos e cheios de planos para o futuro do café, incluindo ampliar a vista para o vale e construir um deck.
Acrescento duas informações práticas: o preço por pessoa é R$ 27 e, por falta de linha telefônica, por enquanto não são aceitos cartões de crédito, e o pagamento deve ser feito em dinheiro ou cheque. 

E vão mais algumas fotos feitas por mim também.

Pela Rota Romântica, três dicas

29 de janeiro de 2010 0

Sugeri no post anterior um restaurante em Nova Petrópolis para quem for passear no feriado. Pois se aceitar minha sugestão, aqui vão também três dicas de lugares bacanas para conhecer no caminho, na Rota Romântica:

MOINHO RASCHE
Fica na entrada de Nova Petrópolis, à esquerda de quem vai no sentido Capital-Interior. A construção, de 1953, é uma demonstração da evolução tecnológica. O que dizer da “trilhadeira” de madeira estacionada no pátio, uma precursora das modernas colheitadeiras?

O moinho me fez lembrar do tempo em que eu e meus irmãos saíamos de casa com alguns quilos de grãos de milho e cruzávamos uma “pinguela” sobre o Rio Zeferino rumo ao moinho dos Cavagnoli, na minha terra natal, onde eram transformados em farinha para polenta. Um dos momentos mais tristes que vivi na infância foi assistir ao moinho se incendiar, numa madrugada calorenta. Mas, voltando ao de Nova Petrópolis, ele está perfeitamente conservado. Saudosistas como eu vão adorar!

Serviço
BR-116, esquina com Avenida Germânia. Fone (54) 3281-1254. 
Abre de quarta a domingo, das 9h às 17h

CASA DE VINHOS ROTA ROMÂNTICA

Oferece vinhos, espumantes, grappa, sucos de uva produzidos na região… Dá para consumir ali mesmo ou comprar em quantidade na loja.

Serviço
Fica logo depois de Morro Reuter, na BR-116, à esquerda de quem vai no sentido Capital-Interior (minha sugestão, nessa estrada cheia de curvas, é conhecê-la no retorno, quando ela estiver à direita!). Fone: (51) 3569-2587

ECOARTE, em Morro Reuter

É uma loja de móveis em madeira de demolição, com objetos de bom gosto e um café agradável. Gustavo Ferro percorre o interior da região à busca de matéria-prima que é transformada nas peças que podem ser conferidas neste blog: www.ecoarteconceito.blogspot.com

Serviço:
Fica na BR-116, km 216, ao lado do Posto Ipiranga, em Morro Reuter