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Posts na categoria "Canadá"

Conversa sobre intercâmbio no Canadá em Taquara, Novo Hamburgo, Porto Alegre e Caxias

16 de março de 2015 0

Entre hoje e o dia 27 deste mês de março, será realizada a terceira edição do projeto “Brazil Education Tour – Canadá é com canadenses”.

No dia 23, será em Porto Alegre.

No dia 24, em Taquara e Novo Hamburgo.

No dia 25, o evento vai ocorrer em Caxias do Sul, Faculdade da Serra Gaúcha.

As palestras promovidas pela Canadá Intercâmbio estão marcadas para as seguintes cidades: Curitiba, Blumenau, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul e Jaguariúna.

A ideia é colocar em contato os interessados em fazer intercâmbio naquele país e ter contato direto com a cultura e com outros aspectos de vida naquele país: saúde pública, segurança, economia, entre outros.

Inscrições:

www.brazileducationtour.com.br

  • Dia 24, em Taquara e Novo Hamburgo

Na Faccat, em Taquara (Av. Oscar Martins, 4.500)

Na Ftec, em Novo Hamburgo (Rua Silveira Martins, 780)

  • Dia 25, em Caxias do Sul

FSG Caxias do Sul, Rua Os Dezoito do Forte, 2369, Caxias do Sul), as 19h, com entrada gratuita.

Às 19h

  • Em Porto Alegre, dia 23 de março

Ibgen
Na Rua Barão do Amazonas, 46
No bairro Petrópolis, no auditório de eventos.

 

Uma jornada particular pelo Canadá (2)

19 de novembro de 2013 0

Depois da primeira parte da viagem pelo interior do CANADÁ, contada ontem aqui pelo Constantin Sokolski, aqui vai a segunda parte descrita por este leitor que mora naquele país e manda sua contribuição para o blog:

Hello Rosane,

Segue a segunda parte da jornada que envolveu 4.400 quilômetros que, para as distâncias canadenses, assim como para as brasileiras, não é tanto assim. Cite-se que a mais longa rodovia do mundo é a Transcanada, que une o país de costa a costa, partindo de Victoria até Saint John totalizando 8 mil quilômetros. Parte de nossa jornada foi feita nesta rodovia.

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

Museu da Aviação em Edmonton. Como muitas instituições no Canadá, vive à custa do trabalho de voluntários. Neste caso, o museu costuma receber ou comprar aeronaves em mau estado ou acidentadas, e uma equipe de voluntários faz a completa restauração dos mesmos. Qualquer cidade ou vilarejo, cria alguma atração para reter o visitante.

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Hotel Delta Bessborough em Saskatoon. Este é um dos tantos hotéis estilo chateau construídos no início do século passado em diversas cidades, desde a costa leste à oeste. Na época, a companhia de trens, necessitando passageiros dispostos a ir ao interior, achou importante erguer estes enormes hotéis ao longo de sua rota. Hoje em dia, já reformados, tornaram-se uma atração. São muito requisitados, pela aura de elegância que transmitem, além da história que carregam. Alguns se tornaram mundialmente famosos, como o Banff Springs Hotel, em Banff, e o Chateau Frontenac, em Quebec. Este último é o hotel mais fotografado do mundo.

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Este é o Palácio Legislativo da Província de Saskatchevan, localizado em Regina, sua capital. Tem cerca de 240 mil habitantes. As províncias não têm governador, mas sim o premier. Note-se que há espaços de terra entre o gramado ainda débil. Em fins de maio são plantadas flores, que duram poucos meses, já que o inverno é muito rigoroso, e as plantas e flores não resistem. Tudo o que aparece nesta foto é coberto de neve em grande parte do ano.

Já em Vancouver, onde o inverno não é tão rigoroso, as flores, o verde das árvores e as folhagens permanecem quase que o ano todo, sendo trocadas apenas o tipo de flor ou planta.

A região das planícies tem invernos tenebrosos, com temperaturas oscilando entre -5ºC e -20ºC.

Bem, existem ainda algumas regiões ainda mais frias.

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O Victoria Park, no centro de Regina. Não deve existir nenhuma cidade em que alguma rua, praça ou parque não seja chamado de Victoria, que foi a rainha que reinou durante décadas no Império Britânico. Aliás, por lei, ainda somos súditos da rainha atual. Somos permanent residents.

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Além das lavouras de cereais, os artefatos de extração de gás e petróleo são uma constante ao longo da rodovia. Há milhares delas. O material é enviado via tubulação diretamente aos USA ou a centros de beneficiamentos.

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Chateau Lake Louise. Este hotel foi diversas vezes reconstruído, após vários incêndios no passado. Faz parte dos hotéis castelo. Lake Louise, junto com Banff, são os lugares mais famosos e visitados nas Montanhas Rochosas.O lago, apesar de a foto ter sido tirada na metade de maio, ainda está congelado. Como curiosidade, Banff , assim como Gramado, anualmente hospeda um Festival de Cinema e conta com cerca de 10 mil habitantes e recebe 8 milhões de visitantes por ano! O Brasil todo recebe pouco mais de 5 milhões.

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Este poderia ser um postal canadense. Afinal é isto que está no imaginário das pessoas. Este tipo de cenário repete-se muito. No caso é o Kicking Horse River ,no Yoho National Park.

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Em contraste com a cena anterior, zonas extremamente áridas também existem. Ao regressarmos para Vancouver, passamos pela região de Thompson – Okanagan, onde praticamente não chove e, portanto, o terreno é seco, destituído de  vegetação. Vê-se a estrada de ferro, com proteções, para o caso de avalanches ou deslizamento de rochas.

Bem, estas foram algumas das experiencias vividas em viagem pelo Hemisfério Norte.

Seguirá comentário futuro sobre o trânsito enfrentado durante os 4.400 quilômetros.

Saudações,

Constantin

Uma jornada particular pelo Canadá (1)

18 de novembro de 2013 0

Já fazia algum tempo que o Constantin Sokolski não enviava suas sempre bem-vindas contribuições, em suas jornadas pelo CANADÁ, onde mora, e por outros países da América Central e do Sul, por onde costuma viajar.

Pois ele agora mandou uma série completa, que começo a publicar hoje.

Com a crescente presença de turistas brasileiros pelo Canadá, especialmente para intercâmbio, esta vem bem a calhar.

Segue:

 

Olá Rosane,

Sempre interessado em viagens, quando possível, continuo a ler teu blog.

Depois do material que enviei de Vancouver onde continuo vivendo parte do ano, e do Caribe , etc… alguns anos atrás, resolvi escrever novamente. Verifiquei na relação (categoria) de locais / países e tomei a liberdade de enviar algo que não constava da lista do blog.

Estas três viagens foram feitas nos últimos cinco meses. Uma de carro pelo interior do Canadá , outra ao Equador e uma à desconhecida (turisticamente falando) Nicarágua. Acrescentei comentários, como faço quando envio fotos de viagens para meus amigos. Se quiseres, o que achares interessante, podes publicar.

 

Cruzando as Montanhas Rochosas e percorrendo as imensas planícies canadenses…..

Foram duas semanas de viagem. Iniciamos em Vancouver rumo às montanhas.

Visitamos três províncias.

O objetivo principal foi visitar as extensas planícies existentes em parte do país.

Tivemos de cruzar uma série de cadeias de montanhas, até alcançar as pradarias.

Encontramos, em geral rodovias em muito bom estado de conservação, farta sinalização, áreas de repouso, centros de informação e, principalmente, motoristas responsáveis e educados (este assunto deve merecer um outro comentário futuro).

Seguem fotos do inicio da viagem.

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

 

Após percorrer uns 200 quilômetros, era esta a paisagem ao longo da rodovia. Ensolarada manhã de domingo (início de maio).

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A Estrada de Ferro é uma constante no Canadá. Muitas rodovias foram construídas ao lado do leito das estradas de ferro. Dezenas de vezes,enormes composições nos acompanharam durante a viagem.

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Logo no primeiro dia, fomos contemplados com a visão de um urso, andando na beira da rodovia. Ressalve-se que toda região montanhosa é hábitat de animais selvagens. Há avisos por toda parte alertando para a presença de ursos, coiotes, lobos, renas, alces, linces,cabra montanhesa, etc…

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Panorama visto do vilarejo em que pernoitamos após percorrer cerca de 700 quilômetros. Trata-se de uma estação de inverno, que é pouco procurada em maio.

Por menor que seja o povoado, sempre existe a intenção de atrair o visitante (mesmo que em teoria haja pouco para se ver), seja por outdoors ou cartazes.

Qualquer vilarejo anuncia um museu, uma igreja ou algo semelhante para chamar a atenção.

 

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No interior do Mount Robson National Park.

Existem dezenas de parques municipais, regionais ou nacionais no país. Chega a ser uma instituição nacional.

A cada 100 quilômetros existem os “rest area”, que oferecem banheiros, água encanada, churrasqueira e mesas para pic-nic. Profusamente arborizadas, geralmente são localizadas em áreas privilegiadas, ao lado de uma lagoa, rio ou montanha.

Ainda bem que o pessoal do desmatamento desenfreado não anda por aqui.

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Mount Robson, com 3.954 metros, é a mais alta montanha das Rochosas Canadenses. Tem um “visitor centre” muito completo que, além, de um museu tipo história natural, oferece dezenas de panfletos, mapas, brochuras e todo tipo de informações sobre a região. Acompanha também local de venda de souvenirs, livros, guias, e… cartões postais. Existem diversas formas de avaliar o nível de adiantamento de uma nação. Consumo de energia per capita, índice de analfabetismo, expectativa de vida, etc… eu lançaria outro: seria a existencia de cartões-postais à venda nos diversos municipios. Quanto maior a dificuldade na sua obtenção, mais atrasado é o local. Parece esquisito, mas…
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O onipresente trem ao longo de um lago ainda parcialmente congelado.

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Um totem, um dos símbolos canadenses, em Jasper, na Província de Alberta. Estes são símbolos dos primeiros habitantes que representam cenas do cotidiano,dos mitos, das crenças, etc… esculpidas numa única peça.

Há mais material e histórias na sequência.

Saudações,

Constantin

 

E o (a) vencedor (a) do concurso cultural que dará uma viagem a Toronto é...

18 de abril de 2013 9

SYLVIA GONÇALVES RABELLO.

Assim como centenas de pessoas que participaram enviando respostas à pergunta Como você voltaria diferente de uma viagem a Toronto, Sylvia também enviou a sua:


Voltaria mais atual, com cultura plural, deslumbrada com o visual,

contaminada pelo alto astral, encantada com a beleza sem igual

e com uma saudade especial dessa cidade tão multicultural!


Parabéns, Sylvia!

O concurso cultural foi promovido pelo STB Trip&Travel e Recortes de Viagem/Zero Hora.





Sylvia Gonçalves Rabello

Contagem regressiva para concurso cultural

06 de abril de 2013 2

Não deixe pra ultimíssima hora.

Vai só até o dia 10, quarta-feira, o prazo para participar do concurso cultural que dará uma viagem a TORONTO, no Canadá.

Para concorrer você precisa responder à pergunta: Como você voltaria diferente de uma viagem a Toronto?

Clique aqui para conferir o regulamento e ENVIAR SUA RESPOSTA.

Participe do concurso cultural que pode levá-lo a Toronto

04 de março de 2013 37

Um concurso cultural do STB Trip&Travel e Recortes de Viagem/Zero Hora levará o vencedor a TORONTO, no Canadá.

Até as 18h do dia 10 de abril  de 2013, você pode participar respondendo à pergunta:

“Como você voltaria diferente de uma viagem a Toronto?”

Clique aqui para consultar o regulamento e enviar sua resposta.

ATENÇÃO, para participar, você precisa fazer seu cadastro e enviar a resposta no link acima. NÃO ENVIE POR MEIO DE COMENTÁRIO OU E-MAIL.

***

Como eu nunca estive em Toronto, pedi à Priscila De Martini (a da foto lá debaixo), editora do caderno VIAGEM, para que enviasse suas impressões sobre a cidade para dar uma ideia de como é lá. O que ela conta (e mostra!):

“Pense em uma cidade multicultural. Agora, multiplique por cem e você vai saber como é Toronto, a maior cidade do Canadá. No metrô, parece que se está em algum lugar do Oriente, tantos são os olhos puxados. Nas ruas, os rostos o transportam para a Ásia – Índia, Paquistão, Afeganistão… E canadenses, não há? Sim, basta procurar bem.


Imagine toda essa mistura reunida em uma cidade cosmopolita e moderna. O principal charme de Toronto é justamente esse: você visita o Canadá e conhece culturas de todo o mundo, vivendo com a benção do governo e convivendo em paz.”

O papo desta terça é sobre Vancouver, no Canadá

25 de setembro de 2012 0

VANCOUVER é daquelas cidades que estava na minha mira e, depois, se foi…

Eu tinha passagem para embarcar para lá em setembro de 2001… Lembra o que aconteceu em setembro de 2001? Colocaram abaixo as torres gêmeas, viajar para a América do Norte por um tempo era impossível, a viagem foi cancelada e, nunca mais…

Cada vez que vejo o nome da cidade, como agora, que ela será tema do Papo Viajante do STB Brasas me vem à memória aquele mês em que eu passaria estudando inglês por lá… Quem sabe um dia, de novo?!

Enquanto isso, o jeito é falar sobre ela, que já ganhou mais de uma vez o título de a melhor cidade do mundo para se viver.

Última sede dos jogos olímpicos de inverno, é um dos destinos mais procurados por estudantes brasileiros para intercâmbios e cursos de inglês.

No papo desta terça, quem fala sobre Vancouver é Vinícius Motta, 28 anos, turismólogo e orientador do STB. Durante a conversa, ele vai contar omo foi a experiência de guiar um grupo de adolescentes no verão canadense.

O evento é gratuito, mas é necessário confirmar presença (4001-3010).

Serviço

  • Local: STB Brasas (Rua Anita Garibaldi, 1.515, em Porto Alegre)
  • Horário: terça, dia 25, às 19h30min
  • Telefone para confirmação: 4001-3010

Duas conversas: sobre o Canadá e caminhadas

27 de março de 2012 0

Dois bate-papos gratuitos estão marcados para esta terça-feira em Porto Alegre: um sobre o Canadá, para intercâmbio, e outro sobre caminhadas. Confira:

CANADÁ

Destino muito procurado para viagens de intercâmbio e turismo, o Canadá é o tema de uma conversa para quem pretende estudar, trabalhar ou viajar como turista àquele país. A palestra será com a superintendente da CI no Rio Grande do Sul, Ana Flora Bestetti.

É nesta terça-feira, dia 27 de março, às 19h, na CI Porto Alegre (Rua Padre Chagas, 80, Moinhos de Vento).

A entrada é gratuita. Interessados devem reservar lugar através do telefone 51-3346-4654.


CAMINHADAS

No Papo Viajante de hoje no STB, os  ecocaminhantes Suzy Ma e Ronaldo Costa conversam sobre chaminhadas.

As curiosidades sobre a caminhada que circula o maciço montanhoso do Mont Blanc, cobrindo uma distância de 170km e passando pela França, Iltália e Suiça poderão ser conhecidas no relato de Suzy e Ronaldo a partir das 19h30.

O encontro é a oportunidade de saber mais sobre a “ecocaminhada” que acontece novamente em agosto de 2012.

Será no Espaço STB BRASAS (Anita Garibaldi, 1515).

O Papo Viajante é uma atividade gratuita e os lugares são limitados. Confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010.


Tropeada pelo Canadá

19 de julho de 2011 2

Eles já percorreram a PATAGÔNIA, até o Fim do Mundo, em 2010.

Agora, estão no CANADÁ, para onde embarcaram no último dia 13.

Doze integrantes dos CAVALEIROS DA PAZ participam da segunda etapa da Cavalgada dos Extremos.

O lugar escolhido para a cavalgada é uma região selvagem e isolada ao oeste do país da América do Norte.

De Vancouver, numa viagem de 90 minutos em um pequeno avião, eles partiram apara chegar  ao extremo norte do Lago Chilko.

É uma região repleta de grandes ursos e águias que, nesta época, disputam salmão nas correntezas geladas dos rios.

Apesar de ser verão no Hemisfério Norte, nessa região o frio chega a 0C nesta época do ano.

Toda viagem pode ser acompanhada pelo blog do fotógrafo Eduardo Rocha: www.eduardorocha.fot.br.

Nessa primeira foto, os cavaleiros ainda aparecem na cidade, curiosamente andando de limusine.

Mas logo, logo haverá imagens como essas, captadas na expedição da Patagônia.

Ôpa, eu já havia publicado o post, mas vi que no blog do Eduardo já há as primeiras fotos do grupo cavalgando por florestas do Canadá. Lá vai uma.

 

Os jardins de Vancouver

14 de maio de 2010 6

Na volta das minhas férias, semana passada, postei fotos que mostravam os canteiros floridos de Washington. Me encantei com o cuidado dos jardins (se quiser ver o post, clique aqui).

Pois o leitor do blog Constantin Sokolski viu e mandou sua contribuição desde VANCOUVER, no Canadá, mostrando como são lindos e cuidados os jardins de lá. E como isso exige dedicação. Lá vão as belas fotos e as observações do Constantin:

“Dias atrás, você mencionou que, ao visitar Washington, apesar de encontrá-la com muitas flores, lamentou que as cerejeiras não estavam mais floridas. Como quase todas as cidades canadenses, Vancouver é repleta de parques, alguns enormes e famosos na América do Norte, como o Stanley Park, o Elizabeth Park ou o Van Dusen Botanical Gardens. Mas não são destes que irei falar.

O fato, é que a cidade é embelezada por milhares de pequenos jardins ou seja, quase todas as propriedades possuem alguma planta ou canteiro com flores. Exige trabalho, dedicação e investimento, pois, devido ao clima, geralmente é necessário plantar novas mudas três vezes ano.

Citaste que irias verificar como anda Porto Alegre neste quesito. Aqui, trata-se de fato comum encontrar-se ambientes com plantas e flores. As fotos que seguem não são dos parques especializados e enfeitados para o turista, mas sim de locações comuns nas ruas de Vancouver, inclusive do jardim do prédio onde resido.”

Em 2010, um inverno pouco rigoroso fez com que milhares de cerejeiras florissem mais cedo, entre fevereiro e março.

Existem cerca de 20 mil cerejeiras em Vancouver, plantadas em centenas de ruas. Com um pouco de imaginação, dá para dizer “que vão até onde a vista alcança”.

Todos os anos, o Parks Canada, que cuida da manutenção dos parques e avenidas, lança milhares de “ladybugs” (esqueci o nome do simpático inseto em português) nas árvores, para combater a proliferação de fungos e doenças nas mesmas.

Vaso ornamental em acesso de prédio. Esta é a versão de verão.

No inverno são plantadas as tulipas, que florescem entre abril e maio.

Um tipo de gerâneo, aqui conhecido como Martha Washington. Típica do verão.

Lições de Vancouver para o Brasil

02 de março de 2010 5

Eu não poderia querer colaborador melhor. Constantin Sokolski enviou no ano passado textos e fotos falando sobre os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver. Depois mandou nova colaboração às vésperas do evento. Ontem, dia seguinte ao encerramento, remeteu uma análise com contribuições aos brasileiros que terão Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016) na sequência. Não pense que está muito longe não. Você reparou que há minutos estava vendo os fogos do Réveillon e já se passaram dois meses de 2010…?!

Vamos então ao texto e às fotos de Constantin:

Neste globo encontra-se o Science World, museu interativo dedicado às ciências. Possui também um cinema IMAX (invenção canadense). Parte do mesmo foi utilizado pela delegação de Sochi, cidade da Rússia sede dos próximos jogos em 2014.

“Terminaram os Jogos Olímpicos de InvernoForam 17 dias empolgantes.

Vancouver, no seu dia a dia cosmopolita e multicultural, ficou ainda mais global, com a vinda de pessoas do mundo inteiro.
Ao acompanhar a emoção provocada pelo evento, não pude deixar de lembrar de Porto Alegre e do Rio, que num futuro próximo sediarão também eventos importantes.


Seguem algumas observações:


a) Vancouver procurou fazer uma Olimpíada Verde. Ou seja: todas as pessoas utilizaram o transporte público para se deslocar aos eventos.
Apresentando o ingresso , o transporte era de graça.
Verifiquei que isto foi obedecido. Não houve carros particulares e muito menos congestionamentos em torno dos estádios.


b) Civilidade das pessoas. Não ocorreu nenhum empurra-empurra na entrada ou saída dos eventos. Ninguém tentou furar as filas existentes.

c) Todos os ginásios estiveram quase sempre com a lotação completa, independente do evento ou dos países participantes. Todos os atletas foram aplaudidos e incentivados.

d) Políticos, quando presentes, não fizeram nenhum discurso.

e) Houve atividades culturais paralelas aos jogos.

O sistema de segurança similar ao dos aeroportos, antes do embarque.  Foi vedado inclusive levar líquidos para dentro dos estádios. A olimpíada custou 6 bilhões de dólares canadenses, dos quais 900  milhões foram dispendidos com a segurança da olimpiada. Veja como é  alto este índice.

Vista noturna dos totens no Stanley Park (o maior parque urbano do mundo) com parte do centro ao fundo. Durante as 17 noites do evento, houve espetáculos de raios laser em Vancouver.

Vancouver a dois dias dos Jogos Olímpicos de Inverno

10 de fevereiro de 2010 1

Constantin Sokolski, leitor e colaborador assíduo, manda notícias do CANADÁ, mais exatamente de VANCOUVER, que está a dois dias dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Constantin mandou fotos e textos que dão uma ideia de como estão as cidades-sedes às vésperas da competição.

“Olá Rosane,
Apenas dois dias nos separam da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.
Na condição de vancouverite ( assim são chamadas as pessoas que vivem em Vancouver ) acompanhei todo o processo, desde a escolha das sedes ( Vancouver e Whistler ) em 2003, à elaboração dos planos, a realização de obras (ficaram prontas em Agosto do ano passado ) etc…
A cidade só pode se candidatar após a aprovação em referendo popular. Claro que houve muitas controvérsias.
Agora tudo está pronto.
Já há centenas de jornalistas, atletas e turistas percorrendo as ruas centrais da cidade.
As fachadas dos prédios, vitrines, parques, estão ornamentadas com temas olímpicos, dando as boas-vindas aos visitantes.

Há 25 mil voluntários trabalhando.
Há um grande aparato de segurança. Nesta parte do mundo, sempre pode haver a possibilidade de um atentado terrorista.

Os ingressos para as diversas modalidades estão praticamente esgotados.
A cidade que já é linda, ficou ainda melhor. Seguem algumas fotos ( sem neve ) tiradas em downtown. Agora só falta esperar o grande momento.

Saudações, 
Constantin”

Vancouver, bonita e acolhedora

13 de junho de 2008 2
Eu tinha passagem marcada para VANCOUVER, no Canadá, em setembro de 2001. Nem preciso contar o que aconteceu, mas lá vai: depois do 11 de Setembro, cancelaram-se vôos, todo mundo ficou com medo e eu também. Minha viagem de um mês de estudos de inglês foi para as cucuias. Nunca mais retomei.

Já a Roberta Pschichholz (não tente pronunciar o sobrenome), nossa repórter no Vale do Sinos, esteve lá entre abril e maio últimos, justamente num intercâmbio para aprender inglês. Veja lá o relato da Roberta:


Para todo lado que se olha, montanhas cobertas de neve. Foto: Roberta Pschichholz


Quando resolvi estudar inglês para valer, tinha duas coisas em mente: ir para um país onde o idioma tivesse o mínimo possível de gírias e que a viagem ficasse dentro do meu modesto orçamento. A resposta da agência foi imediata: vá para Vancouver, no Canadá.

_ Hein? Vancouver? Nunca ouvi falar dessa cidade!!!
Então, tratei de pesquisar e descobrir pessoas do meu círculo de amizades que estiveram por lá. Acabei vendo por minha conta: a cidade vale o investimento e a experiência é intensa, inesquecível. Por milhares de motivos. Talvez o principal deles, pelo menos pra mim, que gosto de puxar papo e me sentir acolhida, tenha sido a recepção dos canadenses. São, em sua maioria, ótimos anfitriões. Desde a família onde fiquei aos motoristas de ônibus, quase sempre dispostos a entender seu inglês “meia-boca” e lhe ajudar a chegar a seu destino.


Tulipas para todo lado na cidade. Foto: Roberta Pschichholz


A cidade que fica lá do outro lado do mapa, bem a oeste do país, vizinha ao Pacífico e aos Estados Unidos, reserva agradáveis descobertas. Primeiro, para onde quer que você olhe, tem montanhas cobertas de neve compondo a paisagem. Para quem adora uma plantinha, como eu, a segunda constatação é de encher os olhos: o povo de lá adora flores, principalmente tulipas. Estão por toda parte, em canteiros públicos e particulares. Sobre o clima, se parece muito com o nosso, com a diferença de que o frio é mais seco e mais frio.

Se você pensa em fazer compras, eletrônicos realmente valem a pena. Mas deixe para comprar roupas, calçados e perfumes nos outlet malls de Seattle, se você tiver visto norte-americano. O imposto lá é mais baixo (é 8%, enquanto no Canadá é 12%) e o passeio é superlegal. De carro, dá quase três horas. E é preciso cruzar os dedos para não pegar fila na alfândega, caso contrário, esteja disposto a gastar algumas horas para cruzar a fronteira.


Um rápido passeio pelo centro de Seattle é suficiente para você perceber que está num país diferente, mais politizado. Quando estive lá, em questão de uma quadra, cruzei com diversas manifestações. Um bando pedindo a legalização da maconha, outro protestando pelo impeachment do Bush, garotos fantasiados distribuindo “free hugs” e gente do movimento Free Tibet. Todos convivendo pacificamente.


O protesto antiBush em Seattle


Voltando a Vancouver, se você manja de inglês, sugiro um programa barato e muito divertido. Vá a Granville Island, bairro colado ao Centro que fica, mesmo, numa ilha e assista a uma apresentação da TheatreSports League (www.vtsl.com), de preferência, a que começa às 22h. São 90 minutos de riso certo com dois grupos de atores competindo para ver quem arranca mais gargalhadas do público. Tudo no improviso. Caso seu inglês não esteja lá essas coisas, é só você ir na onda da platéia e rir quando todo mundo rir.”


Postado por Rosane Tremea