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Posts na categoria "Vancouver"

O papo desta terça é sobre Vancouver, no Canadá

25 de setembro de 2012 0

VANCOUVER é daquelas cidades que estava na minha mira e, depois, se foi…

Eu tinha passagem para embarcar para lá em setembro de 2001… Lembra o que aconteceu em setembro de 2001? Colocaram abaixo as torres gêmeas, viajar para a América do Norte por um tempo era impossível, a viagem foi cancelada e, nunca mais…

Cada vez que vejo o nome da cidade, como agora, que ela será tema do Papo Viajante do STB Brasas me vem à memória aquele mês em que eu passaria estudando inglês por lá… Quem sabe um dia, de novo?!

Enquanto isso, o jeito é falar sobre ela, que já ganhou mais de uma vez o título de a melhor cidade do mundo para se viver.

Última sede dos jogos olímpicos de inverno, é um dos destinos mais procurados por estudantes brasileiros para intercâmbios e cursos de inglês.

No papo desta terça, quem fala sobre Vancouver é Vinícius Motta, 28 anos, turismólogo e orientador do STB. Durante a conversa, ele vai contar omo foi a experiência de guiar um grupo de adolescentes no verão canadense.

O evento é gratuito, mas é necessário confirmar presença (4001-3010).

Serviço

  • Local: STB Brasas (Rua Anita Garibaldi, 1.515, em Porto Alegre)
  • Horário: terça, dia 25, às 19h30min
  • Telefone para confirmação: 4001-3010

Os jardins de Vancouver

14 de maio de 2010 6

Na volta das minhas férias, semana passada, postei fotos que mostravam os canteiros floridos de Washington. Me encantei com o cuidado dos jardins (se quiser ver o post, clique aqui).

Pois o leitor do blog Constantin Sokolski viu e mandou sua contribuição desde VANCOUVER, no Canadá, mostrando como são lindos e cuidados os jardins de lá. E como isso exige dedicação. Lá vão as belas fotos e as observações do Constantin:

“Dias atrás, você mencionou que, ao visitar Washington, apesar de encontrá-la com muitas flores, lamentou que as cerejeiras não estavam mais floridas. Como quase todas as cidades canadenses, Vancouver é repleta de parques, alguns enormes e famosos na América do Norte, como o Stanley Park, o Elizabeth Park ou o Van Dusen Botanical Gardens. Mas não são destes que irei falar.

O fato, é que a cidade é embelezada por milhares de pequenos jardins ou seja, quase todas as propriedades possuem alguma planta ou canteiro com flores. Exige trabalho, dedicação e investimento, pois, devido ao clima, geralmente é necessário plantar novas mudas três vezes ano.

Citaste que irias verificar como anda Porto Alegre neste quesito. Aqui, trata-se de fato comum encontrar-se ambientes com plantas e flores. As fotos que seguem não são dos parques especializados e enfeitados para o turista, mas sim de locações comuns nas ruas de Vancouver, inclusive do jardim do prédio onde resido.”

Em 2010, um inverno pouco rigoroso fez com que milhares de cerejeiras florissem mais cedo, entre fevereiro e março.

Existem cerca de 20 mil cerejeiras em Vancouver, plantadas em centenas de ruas. Com um pouco de imaginação, dá para dizer “que vão até onde a vista alcança”.

Todos os anos, o Parks Canada, que cuida da manutenção dos parques e avenidas, lança milhares de “ladybugs” (esqueci o nome do simpático inseto em português) nas árvores, para combater a proliferação de fungos e doenças nas mesmas.

Vaso ornamental em acesso de prédio. Esta é a versão de verão.

No inverno são plantadas as tulipas, que florescem entre abril e maio.

Um tipo de gerâneo, aqui conhecido como Martha Washington. Típica do verão.

Lições de Vancouver para o Brasil

02 de março de 2010 5

Eu não poderia querer colaborador melhor. Constantin Sokolski enviou no ano passado textos e fotos falando sobre os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver. Depois mandou nova colaboração às vésperas do evento. Ontem, dia seguinte ao encerramento, remeteu uma análise com contribuições aos brasileiros que terão Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016) na sequência. Não pense que está muito longe não. Você reparou que há minutos estava vendo os fogos do Réveillon e já se passaram dois meses de 2010…?!

Vamos então ao texto e às fotos de Constantin:

Neste globo encontra-se o Science World, museu interativo dedicado às ciências. Possui também um cinema IMAX (invenção canadense). Parte do mesmo foi utilizado pela delegação de Sochi, cidade da Rússia sede dos próximos jogos em 2014.

“Terminaram os Jogos Olímpicos de InvernoForam 17 dias empolgantes.

Vancouver, no seu dia a dia cosmopolita e multicultural, ficou ainda mais global, com a vinda de pessoas do mundo inteiro.
Ao acompanhar a emoção provocada pelo evento, não pude deixar de lembrar de Porto Alegre e do Rio, que num futuro próximo sediarão também eventos importantes.


Seguem algumas observações:


a) Vancouver procurou fazer uma Olimpíada Verde. Ou seja: todas as pessoas utilizaram o transporte público para se deslocar aos eventos.
Apresentando o ingresso , o transporte era de graça.
Verifiquei que isto foi obedecido. Não houve carros particulares e muito menos congestionamentos em torno dos estádios.


b) Civilidade das pessoas. Não ocorreu nenhum empurra-empurra na entrada ou saída dos eventos. Ninguém tentou furar as filas existentes.

c) Todos os ginásios estiveram quase sempre com a lotação completa, independente do evento ou dos países participantes. Todos os atletas foram aplaudidos e incentivados.

d) Políticos, quando presentes, não fizeram nenhum discurso.

e) Houve atividades culturais paralelas aos jogos.

O sistema de segurança similar ao dos aeroportos, antes do embarque.  Foi vedado inclusive levar líquidos para dentro dos estádios. A olimpíada custou 6 bilhões de dólares canadenses, dos quais 900  milhões foram dispendidos com a segurança da olimpiada. Veja como é  alto este índice.

Vista noturna dos totens no Stanley Park (o maior parque urbano do mundo) com parte do centro ao fundo. Durante as 17 noites do evento, houve espetáculos de raios laser em Vancouver.

Vancouver a dois dias dos Jogos Olímpicos de Inverno

10 de fevereiro de 2010 1

Constantin Sokolski, leitor e colaborador assíduo, manda notícias do CANADÁ, mais exatamente de VANCOUVER, que está a dois dias dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Constantin mandou fotos e textos que dão uma ideia de como estão as cidades-sedes às vésperas da competição.

“Olá Rosane,
Apenas dois dias nos separam da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.
Na condição de vancouverite ( assim são chamadas as pessoas que vivem em Vancouver ) acompanhei todo o processo, desde a escolha das sedes ( Vancouver e Whistler ) em 2003, à elaboração dos planos, a realização de obras (ficaram prontas em Agosto do ano passado ) etc…
A cidade só pode se candidatar após a aprovação em referendo popular. Claro que houve muitas controvérsias.
Agora tudo está pronto.
Já há centenas de jornalistas, atletas e turistas percorrendo as ruas centrais da cidade.
As fachadas dos prédios, vitrines, parques, estão ornamentadas com temas olímpicos, dando as boas-vindas aos visitantes.

Há 25 mil voluntários trabalhando.
Há um grande aparato de segurança. Nesta parte do mundo, sempre pode haver a possibilidade de um atentado terrorista.

Os ingressos para as diversas modalidades estão praticamente esgotados.
A cidade que já é linda, ficou ainda melhor. Seguem algumas fotos ( sem neve ) tiradas em downtown. Agora só falta esperar o grande momento.

Saudações, 
Constantin”

Vancouver, bonita e acolhedora

13 de junho de 2008 2
Eu tinha passagem marcada para VANCOUVER, no Canadá, em setembro de 2001. Nem preciso contar o que aconteceu, mas lá vai: depois do 11 de Setembro, cancelaram-se vôos, todo mundo ficou com medo e eu também. Minha viagem de um mês de estudos de inglês foi para as cucuias. Nunca mais retomei.

Já a Roberta Pschichholz (não tente pronunciar o sobrenome), nossa repórter no Vale do Sinos, esteve lá entre abril e maio últimos, justamente num intercâmbio para aprender inglês. Veja lá o relato da Roberta:


Para todo lado que se olha, montanhas cobertas de neve. Foto: Roberta Pschichholz


Quando resolvi estudar inglês para valer, tinha duas coisas em mente: ir para um país onde o idioma tivesse o mínimo possível de gírias e que a viagem ficasse dentro do meu modesto orçamento. A resposta da agência foi imediata: vá para Vancouver, no Canadá.

_ Hein? Vancouver? Nunca ouvi falar dessa cidade!!!
Então, tratei de pesquisar e descobrir pessoas do meu círculo de amizades que estiveram por lá. Acabei vendo por minha conta: a cidade vale o investimento e a experiência é intensa, inesquecível. Por milhares de motivos. Talvez o principal deles, pelo menos pra mim, que gosto de puxar papo e me sentir acolhida, tenha sido a recepção dos canadenses. São, em sua maioria, ótimos anfitriões. Desde a família onde fiquei aos motoristas de ônibus, quase sempre dispostos a entender seu inglês “meia-boca” e lhe ajudar a chegar a seu destino.


Tulipas para todo lado na cidade. Foto: Roberta Pschichholz


A cidade que fica lá do outro lado do mapa, bem a oeste do país, vizinha ao Pacífico e aos Estados Unidos, reserva agradáveis descobertas. Primeiro, para onde quer que você olhe, tem montanhas cobertas de neve compondo a paisagem. Para quem adora uma plantinha, como eu, a segunda constatação é de encher os olhos: o povo de lá adora flores, principalmente tulipas. Estão por toda parte, em canteiros públicos e particulares. Sobre o clima, se parece muito com o nosso, com a diferença de que o frio é mais seco e mais frio.

Se você pensa em fazer compras, eletrônicos realmente valem a pena. Mas deixe para comprar roupas, calçados e perfumes nos outlet malls de Seattle, se você tiver visto norte-americano. O imposto lá é mais baixo (é 8%, enquanto no Canadá é 12%) e o passeio é superlegal. De carro, dá quase três horas. E é preciso cruzar os dedos para não pegar fila na alfândega, caso contrário, esteja disposto a gastar algumas horas para cruzar a fronteira.


Um rápido passeio pelo centro de Seattle é suficiente para você perceber que está num país diferente, mais politizado. Quando estive lá, em questão de uma quadra, cruzei com diversas manifestações. Um bando pedindo a legalização da maconha, outro protestando pelo impeachment do Bush, garotos fantasiados distribuindo “free hugs” e gente do movimento Free Tibet. Todos convivendo pacificamente.


O protesto antiBush em Seattle


Voltando a Vancouver, se você manja de inglês, sugiro um programa barato e muito divertido. Vá a Granville Island, bairro colado ao Centro que fica, mesmo, numa ilha e assista a uma apresentação da TheatreSports League (www.vtsl.com), de preferência, a que começa às 22h. São 90 minutos de riso certo com dois grupos de atores competindo para ver quem arranca mais gargalhadas do público. Tudo no improviso. Caso seu inglês não esteja lá essas coisas, é só você ir na onda da platéia e rir quando todo mundo rir.”


Postado por Rosane Tremea