Recém chegado da capital chilena, Claudio Thomas mandou essas observações e um pequeno roteiro.
"Três coisas chamam a atenção em Santiago.
Primeiro, a limpeza de ruas, avenidas, parques e calçadas da capital chilena.
Segundo, a simpatia dos moradores, bem prestativos para ajudar os turistas. Perdidos ou não.
E, por último, a quantidade de cachorros - alguns até de raças nobres como pastor alemão e husky - que vivem soltos nas ruas. Não são maltratados por ninguém. Ao contrário, recebem restos de alimentação de restaurantes e são vacinados e castrados pelos estudantes de universidades.
Santiago pode ser conhecida com boas caminhadas, porque é uma cidade plana. E, para encurtar distâncias, o serviço de metrô é excelente.
O Centro concentra os principais pontos turísticos, que merecem ser visitados.
O Palácio La Moneda é a sede da Presidência da República. Nos dias ímpares, pode ser conferida a troca de guarda, solenidade realizada sempre a partir das 10h.

A Catedral Metropolitana de Santiago, que é a sede da arquidiocese, chama a atenção pela beleza do prédio, cuja construção começou em 1748.

O Mercado Central, inaugurado em 1872, é imperdível. Toda a estrutura é de ferro fundido. É claro que o cheiro de peixe predonima nos principais corredores do prédio.
O assédio de garçons é grande, mas vale a pena saborear um almoço no local.

O Cerro Santa Lucia está no coração da Capital. Do alto dá para visualizar toda a cidade, assim como parte da Cordilheira dos Andes, que também pode ser avistada de vários outros pontos.

Um pouco mais distante do Centro está o Cerro San Cristóbal, que também permite uma visão completa de Santiago e da Cordilheira. Tem 280 metros de altura.
O topo pode ser alcançado com uma boa caminhada ou por um funicular, com 400 metros de extensão.

O Zoológico de Santiago fica no pé do cerro. Um dos destaques é o Tigre Branco."
