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Posts na categoria "Coisas para comer em viagem"

Na Cidade da Olimpíada (3), a Confeitaria Colombo

22 de junho de 2016 0
Foto Rosane Tremea, arquivo pessoal

Foto Rosane Tremea, arquivo pessoal

É um clássico que merece sempre uma (re)visita.

Numa primeira ida ao Rio, certamente você receberá a sugestão para conhecer a Confeitaria Colombo, que lá está desde 1894.

Mesmo que já tenha ido, volte. Patrimônio cultural e artístico da cidade, é sempre bom conferir que seus salões continuam ali, lotados e bem conservados.

Foto Confeitaria Colombo, divulgação

Fotos Confeitaria Colombo, divulgação

E não se incomode com a quantidade de gente. Ainda assim, você será bem atendido. Eu fui.

Por agora, está aberta a temporada de chá e, nesta semana, dia 24, há um especial, que comemora os 200 Anos da Missão Francesa e oferece receitas do século 19.

O menu tradicional da temporada de chá seguirá nos dias 23 e 30 de junho e 1 de julho.

É servido sempre no Restaurante Cristóvão, no 2º piso, das 17h às 19h30min (o bufê custa R$ 65,50 por pessoa).

Foto Confeitaria Colombo, divulgação

A confeitaria fica na Rua Gonçalves Dias, 32, no centro do Rio de Janeiro.

E ela mantém também o Café do Forte – na Praça Coronel Eugênio Franco, nº1 – Posto 6, Copacabana (RJ) – e um quiosque e um trailer no Corcovado.

Detalhe simpático, o guardanapo de papel usado na confeitaria. Foto Rosane Tremea, arquivo pessoal

Detalhe simpático, o guardanapo de papel usado na confeitaria. Foto Rosane Tremea, arquivo pessoal

Lugar bacana pra almoçar no centro de Porto Alegre

08 de janeiro de 2016 0
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Pelo menos uma vez por semana, arrumo alguma coisa para fazer no centro de Porto Alegre e vou aos restaurantes/bares/cafés/bistrôs que gosto de frequentar por ali.

Faço questão de repetir meus preferidos (o Del Barbiere e o Atelier de Massas que o digam!), mas fico mais feliz ainda quando me falam ou descubro novidades.

No caso deste, o Cocina 640, foi uma amiga que trabalha no Centro que deu a dica.

Abriu há quatro semanas, num dos pontos mais movimentados (e barulhentos) da Borges de Medeiros.

Fica exatamente no número 640 da avenida, bem em frente àquela que talvez seja a principal parada de ônibus da via, mas abstraia isso. No fim, não será importante, a não ser, claro que você vá de ônibus ou de lotação até lá, o que também pode ser uma boa ideia.

No corredor comprido, há também um balcão comprido e banquetas, pequenas mesas de dois lugares logo na entrada e umas poucas mesas para quatro pessoas mais nos fundos, que foi nossa opção.

Ali, apesar da porta permanentemente aberta e do dia abafado, a temperatura e o som estavam ótimos.

O Cocina 640 se diz “Hamburgueria · Tapas Bar & Restaurante · Café”. E é isso que está no cardápio: hambúrgueres (que vêm numa caixinha de madeira, do tipo dessas de feira), a la minutas (comi um delicioso, de entrecot, na medida certa da minha fome e da minha saudade de um bom a la minuta), tapas e doces (que ficam numa vitrine na entrada e quase me seduziram, mas resisti e só encarei um alfajor, feito ali mesmo e dividido por três, para acompanhar o café).

Foto Cocina 640, divulgação

Foto Cocina 640, divulgação

O lugar é muito bonitinho, com uma arquitetura que feita dessas coisas que estão na moda agora – como paredes descascadas, pisos de cimento polido e de ladrilhos hidráulicos, madeiras rústicas e um forro desenhado por caixotes de madeiras que despertam curiosidade e deixam tudo mais acolhedor – e que pode muito bem resistir ao tempo.

É uma boa desculpa para um passeio no Centro.

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Peru Week no Brasil, em outubro

08 de setembro de 2015 0
Ceviche. Fotos Promperú, divulgação

Ceviche.
Fotos Promperú, divulgação

E por falar em gastronomia peruana (se você não leu, veja o post anterior!), a Comissão de Promoção do Peru para a Exportação e o Turismo (Promperú) está divulgando a terceira edição da Peru Week, entre 22 de outubro e 8 de novembro, exatamente para isso: divulgar o turismo e a gastronomia daquele país no Brasil.

Lomo saltado. José Cáceres, Promperú, divulgação

Lomo saltado.
José Cáceres, Promperú, divulgação

Durante a semana, cardápios especiais serão servidos por restaurantes peruanos em várias cidades brasileiras:

  • São Paulo
  • Campinas
  • Rio de Janeiro
  • Brasília
  • Belo Horizonte
  • Curitiba
  • Florianópolis
  • Fortaleza
  • Maceió
  • Porto Alegre
  • Porto Velho
  • Recife
  • Rio Branco
  • Vitória
Pisco Sour Renzo Uccelli, Promperú, divulgação

Pisco Sour
Renzo Uccelli, Promperú, divulgação

Suspiro de limeña. José Cáceres, Promperú, divulgação

Suspiro de limeña.
José Cáceres, Promperú, divulgação


Mais informações: 

www.peru.travel/pt-br/

www.facebook.com/visitperu

twitter.com/peru

www.youtube.com/user/VisitPeru

Gastronomia no Peru (2): o El Tupay, em Cusco

07 de setembro de 2015 0
Fotos Belmond Hotel Monasterio, divulgação

Fotos Belmond Hotel Monasterio, divulgação

Contei a experiência de jantar no La Barra Casa Moreyra, da rede Astrid y Gastón, em Lima, no Peru, alguns posts atrás.

O post de hoje fala de uma outra refeição inesquecível, no restaurante El Tupay, do hotel Monastério, em Cusco, nessa mesma viagem.

Foi tão ou mais especial. São diferentes, na verdade, acho que não dá para comparar.

Em Cusco, assim como em Lima, come-se muito bem. Como estava acompanhada de um adolescente, teve inclusive a noite da pizza. Nossa opção, nesses caso, com dica do Lonely Planet, foi o La Bodega 138. Um ambiente bacana e uma pizza idem.

Mas, voltando ao restaurante do Monastério. Pedi à recepção do nosso hotel que fizesse a reserva. Foi um dia intenso aquele, pois chegamos da visita a Machu Picchu em cima da hora do jantar. Mal deu tempo para um banho e para rumar até lá numa corrida de táxi de 5 soles (todas as corridas de táxi que fizemos em Cusco custavam 5 soles!).

O antigo mosteiro, que já é lindo visto da área externa durante o dia, é encantador à noite. Monumento nacional, ele data de 1592 e fica bem próximo da praça central da cidade.

O pátio interno iluminado deixa qualquer um boquiaberto.

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Há dois restaurantes no hotel: o Illary, o preferido para almoços ao ar livre, e o El Tupay, que tem “culinária peruana com inspiração internacional”.

Quando chegamos, não sabíamos que aquela era uma das noites de ópera, e nossa refeição começou acompanhada com música bem apropriada para aquele ambiente acolhedor e clássico.

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O lugar pode parecer um pouco solene (ou afetado?!) demais, mas nos deixaram tão à vontade que em pouco tempo aquelas paredes de quase 500 anos, emolduradas com obras de arte sacras, os arcos e a sequência de pratos deliciosos podiam até ser confundidas com um pequeno bistrô.

Os pães especiais do couvert foram seguidos por um tradicional/especial ceviche. Como prato principal, escolhi uma espécie de raviólis recheados com quinoa. Pulei a sobremesa e pedi café que veio acompanhado por uma seleção de minibombons espetaculares. (agradeci por ter pulado a sobremesa).

Saímos felizes e ainda fizemos uma parada no The Lobby Bar enquanto esperávamos o táxi.

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Um jantar que não será esquecido tão facilmente.

Doces árabes no Al Baba, em Curitiba

26 de agosto de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Quando criança, acostumada só aos tradicionais doces da mistura das culturas italiana e gaúcha, fica admirada com a confecção daqueles que saíam da cozinha das irmãs Linda e Soraia e da mãe delas, a inesquecível vó Maria.

Adorava os folhados e as caldas de açúcar, os recheios de nozes e as especiarias, sabores até então exóticos para mim.

Por isso, toda vez que vou a Curitiba minha porção de família de lá sabe que eu preciso bater ponto no Empório Árabe Al Baba, que melhor lembra aquele sabor de infância que me acompanhou a vida inteira.

A gente faz uma provinha lá, leva um tanto pra casa e eu normalmente trago para Porto Alegre o que sobreviveu do final de semana.

O empório foi inaugurado em 2005, a partir da fábrica de pães Al Baba de São José do Rio Preto, de Hussein e Hassam Ibrahim Ibrahim.

Na cozinha predominam os produtos e as receitas da cozinha libanesa.

Em Curitiba, fica no Batel, na Rua Emiliano Perneta, 865.

Gastronomia no Peru (1), o Astrid y Gastón, em Lima

13 de agosto de 2015 0
Fachada La Casa Moreyra. Fotos Astrid y Gastón, divulgação

Fachada La Casa Moreyra. Fotos Astrid y Gastón, divulgação

Quando anunciei à minha colega Marta Sfredo que voltaria ao Peru, passados mais de 10 anos, ela foi logo intimando:

- Não podes deixar de ir ao Astrid y Gastón!

Sim, eu já tinha ouvido falar muito do restaurante que está entre os melhores do mundo (em 2015 ficou na posição 14, no ranking da revista britânica Restaurant, o mais reconhecido da gastronomia mundial) e como a gastronomia sempre ganha um espaço fundamental nas minhas andanças, resolvi seguir o conselho/intimação da Marta.

Sabendo que é muito concorrido, reservei com mais de um mês de antecedência. A resposta foi imediata, com o pedido para que confirmasse uma semana antes da data (e eu não li as letras nem tão miúdas, mas no fim deu tudo certo).

Rumo a Machu Picchu, só teríamos uma noite em Lima.

Depois de ter “perneado” o dia inteiro pela cidade que eu conhecia razoavelmente, mas é sempre bom rever, confesso que a vontade era tomar banho e dormir. Mas, ainda que em cima da hora, lá estávamos nós à porta do restaurante depois de vencer o complicado trânsito da cidade (não parece que o mundo inteiro está engarrafado?!).

O casarão fica no bairro San Isidro, não muito longe de Miraflores, onde estava hospedada.

El Patio

El Patio

Ele, o casarão, aliás, é um capítulo à parte. A construção de mais de 300 anos, a Casa Moreyra, é a antiga casa da fazenda San Isidro, imponente numa esquina do bairro.

O casal Gastón Acurio e Astrid Gutsche, que criou o restaurante em 1994, desde setembro de 2014, quando foi transferido para a nova sede, deixou à frente da casa a equipe de Diego Muñoz. O chef Gastón Acurio passou a se dedicar, então, a divulgar e pesquisar a cozinha peruana e latinoamericana.

Mas voltemos ao restaurante de agora. No grande casarão funcionam vários espaços:

  • Astrid&Gastón Restaurante, onde só é servido o menu degustação de cada temporada
  • La Barra Casa Moreyra, um lugar mais informal, com um cardápio que muda a cada estação e sempre dependendo da oferta de produtos locais, pensado em pratos para serem compartilhados
  • El Cielo, com salões privados onde os pratos são personalizados
  • El Edén, a horta que serve à cozinha da casa
  • El Patio, que é usado para promover e ensinar gastronomia
  • El Taller, um centro de pesquisa e laboratório gastronômico
Salão dos espelhos do El Cielo

Salão dos espelhos do El Cielo

Bom, antes mesmo da reserva, em conversa com meu companheiro de viagem adolescente, optei pelo La Barra. O ambiente mais informal e a comida com menos cerimônia seriam mais adequados.

Ao chegarmos à porta, ainda veio a oferta: se quiséssemos, poderíamos mudar de ideia e optar pelo menu degustação com 23 sequências (!). Ele me olhou meio assustado com a possibilidade e mantivemos nossa escolha.

La Barra

La Barra

E ela se revelou perfeita. O ambiente, bem descontraído, é muito agradável (ainda não entendi aquelas plantas de cabeça para baixo pendendo do teto!).

Apesar do nosso portunhol (ou por causa dele), o garçom que nos atendeu percebeu a dificuldade em compreendermos o cardápio e nos explicou com paciência e delicadeza, reduzindo nosso pedido, que seria exagerado para duas pessoas.

No cardápio atual que está disponível online, só está ali a entrada que escolhemos – os mini hambúrgueres de quínua, deliciosos. Como eles mesmos avisam, o cardápio muda constantemente, ao sabor da estação e da oferta de produtos locais.

La Barra

La Barra

La Barra

La Barra

Embora não consiga descrever tudo o que desfrutamos naquela noite, foi muito especial, do início ao fim. Terminamos com uma seleção de doces de chocolate que nos sugeriram e um chá de camomila que veio num charmoso minibule, com florzinhas de camomila frescas, colhidas na horta da casa.

Um jantar para não esquecer.

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Doces portugueses em... Lisboa

22 de julho de 2015 0

Pastéis de Belém

Sempre fui louca por doces de ovos, aqueles típicos doces portugueses.

Louca por comer, que fique claro, porque fazer eu não sei.

Até tentei.

Uma vez, acho que tinha uns 10 ou 11 anos, minha mãe fez uma cirurgia às vésperas do Natal e estava hospitalizada numa cidade vizinha. Minha irmã e eu estávamos tristes com a possibilidade de passar as festas sem os doces que ela fazia – dias e dias de preparativos, biscoitos assados no forno de barro, bolos e tortas deliciosamente preparados na nossa cozinha.

Então, recorremos à nossa vizinha Vilma, que era uma doceira de mão cheia e fazia coisas mais “sofisticadas” do que nós.

Para rechear e enfeitar a torta natalina, ela sugeriu que fizéssemos fios de ovos, que também serviriam para enfeitar/acompanhar o peru ou frango.

Não sei quantas dúzias de ovos usamos. Numa receita que vi agora num site, não sei para qual quantidade, iriam 24 gemas. Acho que usamos umas 48, 56, 72… Não sei…

Fizemos fios de ovos que dariam para o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, dos Pais, o Natal do ano seguinte…

Foi minha primeira e última experiência em tentar fazer qualquer doce português.

Mas segui sendo fã, claro.

Na primeira vez em que visitei Portugal, minha querida amiga Fernanda me levou para experimentar os tradicionais pastéis de Belém na também tradicional pastelaria da Rua de Belém, em Lisboa, instalada ali desde 1837. Café preto e pastéis de Belém. Combinação perfeita.

Numa outra vez, apenas pegamos alguns na embalagem para viagem e fizemos um piquenique no alto do Castelo dos Mouros, em Sintra. Como a caixa foi carregada sem o devido cuidado, os pastéis viraram uma massaroca, um doce disforme mas, ainda assim, delicioso. Naquela viagem em que tudo era festa (difícil uma que não seja), rimos muito e comemos tudo assim mesmo, tirando nacos de massa que eram saboreados com um bom vinho português.

Dá para comer bons doces portugueses por aqui (em Porto Alegre mesmo, onde há um café, na Cidade Baixa, chamado Casa de Pelotas), especialmente nas confeitarias de Pelotas.

Mas em Portugal, claro, o sabor fica outro! Original?!

Tempos atrás, recebi um material do Turismo de Lisboa contando que, hoje, apenas três pessoas conhecem a receita, considerada mágica, dos pastéis de Belém – um pasteleiro, que trabalha na casa há meio século, e dois ajudantes, que também estão ali há décadas. Eles fazem um juramento e assinam um termo de responsabilidade para manter segredo sobre a receita.

A fábrica produz uma média de 10 mil pastéis por dia. Segundo os pasteleiros da casa, as diferenças entre os Pastéis de Belém e os pastéis de nata normais são, além da receita com as proporções certas, o investimento no trabalho manual e os ingredientes de primeira qualidade (farinha, açúcar, leite e ovos).

Queijadas de Sintra

Apesar de destacar os pastéis de Belém, eles sugerem que se experimente outras especialidades regionais: arroz doce, leite-creme, lampreia de ovos, queijadas de Sintra, fofos de Belas, trouxas da Malveira, ouriços e areias da Ericeira, lezírias de Vila Franca de Xira, marmelada branca de Odivelas, nozes e doces de ovos de Cascais, saloios de Bucelas e doce de abóbora com laranja.

Ah, e no final de abril também vi numa das crônicas de sábado do Jornal Hoje, da Globo, o que o correspondente de Lisboa, André Luiz Azevedo, contou, desvendando um pouco como são feitos esses doces. Clique e confira.

 

Café da manhã em Nova York

01 de julho de 2015 0

Eu adoro café da manhã, desde tempos imemoriais.

Sempre que vejo ao relacionado ao tema, paro. Como foi no caso desse vídeo do canal Amigo Gringo.

Ele mostra que o café da manhã dos moradores de Nova York não é exatamente como o idealizado por nós, turistas.

Vamos deixar que ele conte como é:

Um restaurante em Blumenau

05 de maio de 2015 0

Os queridíssimos Cláudio e Rossani Thomas, que volta e meia mandam colaborações de lugares em Santa Catarina, onde moram, para o blog, enviaram mais uma, dias atrás.

A sugestão deles, agora, é um restaurante em Blumenau.

É o Thomas quem escreve:

Fotos Claudio Thomas, arquivo pessoal

Fotos Claudio Thomas, arquivo pessoal

 

“Considerado um dos pontos mais alemães da cosmopolita Blumenau, a Vila Itoupava tem um restaurante típico que só abre aos domingos há mais de 25 anos.

É o Abendbrothaus, que conta com apenas um prato em seu cardápio: marreco assado, mais o recheio, acompanhado de repolho, aipim com bacon, purê de macã, língua ao molho de tomate, arroz, purê de batata, salada de maionese e repolho roxo. É preciso fazer a reserva no sábado ou até às 11h de domingo, no máximo.

O restaurante só abre à noite em outros dias se houver a reserva de grupos com pelo menos 30 pessoas. O atendimento é feito pela própria família proprietária do Abendbrothaus.

A Vila Itoupava fica a cerca de 14 quilômetros do Centro de Blumenau em direção ao município de Massaranduba.”

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Viagens temáticas com guias especiais

07 de abril de 2015 0

COM TEMAS VARIADOS

Até o final do ano, o StudioClio, centro cultural que promove eventos bacanas em Porto Alegre, tem agendadas viagem temáticas com encontros preparatórios e acompanhamento de especialistas.

A primeira de 2015 foi uma que levou aos museus da Moda na Europa, acompanhada por Renata Fratton.

Museus da Moda

Um resumo das próximas:

  • Grécia Turca: de Troia à filosofia, com o arqueólogo e historiador Francisco Marshall, entre maio e junho.

Grecia Turca

  • Paisagens nórdicas: Dinamarca, Islândia e Noruega, com o curador cultural do StudioClio Tiago Halewicz, em junho.

Nordicos

  • Países Bálticos, também com Tiago Halewicz, entre setembro e outubro.

Balticos

Informações: studioclio.com.br

 

ENOGASTRONOMIA

Está agendado para a segunda metade de maio o Tour de Vinhos 2015 – Champagne e Alsácia, acompanhado pela enóloga Maria Amélia Duarte Flores.

Por 10 dias, um grupo com no máximo 16 pessoas faz visitas aos melhores produtores de vinhos de cada região.

Informações: vinhoearte@gmail.com

Em Curitiba (3), passeio pelo Largo da Ordem

12 de março de 2015 0

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Nos últimos 25 anos, em geral visito Curitiba uma vez por ano, para rever a porção da família que mora lá.

Costumamos variar os restaurantes e cafeterias que visitamos (confira os últimos dois posts), mas há dois passeios que são quase obrigatórios: a ida ao Mercado Municipal e o passeio à feirinha dominical do Largo da Ordem.

E não é para fazer compras (sempre se encontra alguma coisinha diferente, mas isso é detalhes), mas para passear mesmo, andar no meio da multidão, bisbilhotar nas bancas, conversar com os artesãos.

Desta vez, entrei de novo na igreja que é a mais antiga da cidade.

Ao lado do templo, pela primeira vez, visitei o Museu de Arte Sacra. É gratuito e tem peças lindas, a maioria vinda de igrejas locais e de Minas Gerais.

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Outra visita inédita foi à igreja metodista que tem uma torre branca que impera no local. Simples e bonita.

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A última parada foi no Café e Livraria do Solar do Rosário. Fica bem na entrada de um centro cultural que também tem galeria de arte, auditório, restaurante…

Lugar bacana para dar uma descansada, tomar um refresco, sentar no deck e apreciar o movimento, escolher um livro com tranquilidade. Não conhecia, e gostei!

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Em Curitiba (2), dois restaurantes

11 de março de 2015 0

Também na capital paranaense, onde no post de ontem sugeri duas cafeterias, hoje é dia de sugerir dois restaurantes.

Nas minhas visitas à cidade para rever a família, tentamos ir a lugares que não visitamos ainda. Não são restaurantes estrelados, são lugares queridos, para almoços familiares de sábados/domingos.

Vamos então, aos dois da última vez, pela ordem cronológica.

1 – LIMOEIRO – CASA DE COMIDAS

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

A explicação para o nome está ali na foto acima.

O jardim/quintal da casa de madeira já dá o tom do que vai ser a comida.

Simples, mas gostosa, como numa casa de família (aliás, esses dias li uma coisa muito engraçada, que diz que nossos tempos são estranhos: a gente sai de casa para comer comida caseira!!!)

Do cardápio que mistura comida italiana e comida brasileira e outras coisas mais, escolhi o pierogi, uma massa recheada que é típica da Polônia e da Ucrânia e, nos cardápios de Porto Alegre, não é muito comum encontrar (uma das valorosas exceções é o restaurante polonês Polska, que eu conheci com minha querida mama Schnell).

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Gostei do ambiente, da comida (pedimos outros pratos, que dividimos, e estavam tão bons quanto o que eu escolhi), da cerveja, do atendimento.

Bem restaurante com cara de sábado.

Fica na Av. Mal. Humberto A C Branco, 669.

2 – LA LINDA – Carnes argentinas y otras cositas más

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A simpatia começa no nome. E o cardápio é bem assim, com carnes e muitas outras coisas mais.

Como costumo fazer quando vou a restaurantes argentinos, parrillas e etc, sugeri que pedíssemos um pouquinho de cada, vários pratos para que todos experimentassem tudo. E assim foi.

Quando os pratos chegaram, parecia pouco, mas todo mundo comeu bem e ainda sobrou. Gostei do jeito diferente como preparam os morrones (o pimentão assado), como se fosse um carpaccio.

Na sobremesa, dividimos uma “panqueque de dulce de leche”, um crepe recheado com doce de leite.

A decoração é simples, mas tem objetos antigos, da família da proprietária (como as charmosas xícaras do cafezinho), que dão um charme especial à casa.

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Do lado de fora, a pintura do anexo, que serve de depósito, imita as cores do Caminito, de Buenos Aires.

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Fica na Rua Presidente Rodrigo Otávio, 835, nos Altos da XV.

 

Chá da tarde na Grã-Bretanha

19 de fevereiro de 2015 0

Fã de seriados da TV britânica como Downton Abbey, Call the Midwife e Mr. Selfridge (se você nunca viu nenhuma delas, vá correndo ao Netflix!), adorei essas dicas do VisitBritain para lugares onde experimentar um tradicional chá da tarde na Grã-Bretanha, que guardam uma certa pompa e circunstância. Há das opções mais caras até umas bem razoáveis, pra incluir na lista de uma próxima viagem.

Aliás, na última vez em que preparei um chá da tarde, ganhei de presente um CD (sim, ainda há quem compre) chamado Music from the Tea Lands, da querida amiga Jussara, que eu recomendo muito. É perfeito para acompanhar a hora que ainda é “sagrada” para os britânicos.

Confira abaixo, editadas, as dicas do VisitBritain:

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

O chá faz parte da dieta básica dos britânicos há muito tempo, mas nem todos sabem que ele se tornou popular na Grã-Bretanha graças a uma princesa portuguesa. Quando Charles II se casou com Catarina de Bragança em 1662, o consorte da recém-coroada rainha logo espalhou pela corte real o apreço dela por chá. A moda se espalhou entre as classes mais abastadas e, por fim, dominou toda a nação – isso também se deve ao fato da expansão do comércio de chá durante o reinado de Charles II.

 

Avançando para os dias de hoje, é difícil encontrar britânicos que não bebam chá, no mínimo uma xícara por dia. A nação conhece bem e aperfeiçoou a arte de relaxar às 16h com uma xícara da bebida, incluindo no ritual apetitosas guloseimas para acompanhar a infusão.

 

Para escolher a opção ideal para seu paladar, saiba que há o cream tea, o high tea e o afternoon tea. Cream tea inclui um bule de chá servido com scones, tradicional pãozinho inglês, servido com creme de nata e geleia. Há um debate acalorado se essa combinação teria surgido na Cornualha ou em Devon, dois condados do sudoeste da Inglaterra. Independentemente da origem, é possível encontrar cream teas excelentes nessa região do país – só não se envolva no outro debate controverso, sobre o que se passa primeiro nos pãezinhos, geleia ou creme. A única regra é: quanto mais dos dois, melhor.

 

High tea e afternoon tea são confundidos com frequência – o primeiro envolve bolo ou qualquer tipo de doce e era, originalmente, uma refeição salgada feita no início da noite pelas classes mais baixas, que incluía uma caneca de chá, pão, legumes, queijo e, às vezes, carne. Afternoon tea, por sua vez, era entendido como uma “ponte entre as refeições”, pela sétima duquesa de Bedford, uma jovem chamada Anna. Na alta sociedade do século 19 em que ela vivia, era comum tomar café da manhã cedo e depois jantar por volta das 20h. Obviamente, ela sentia fome entre essas refeições e costumava tomar um lanche escondido em seu quarto! Com o tempo, outras pessoas do círculo da duquesa começaram a acompanhá-la, e assim nascia uma nova refeição. O hábito ganhou força e hoje em dia há chás da tarde de todos os tipos – até chá da tarde do Chapeleiro Maluco em um ônibus londrino ou em um trem a vapor escocês. Basta acrescentar companhia para conversar e uma tarde relaxante e agradável estará garantida!

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

 

LOCAIS CLÁSSICOS PARA SABOREAR O AFTERNOON TEA

 

Se você está em busca de um verdadeiro banquete, os hotéis Ritz, Claridges e The Goring de Londres são famosos por seus generosos chás da tarde com toda a pompa e estilo:

 

  • The Ritz é provavelmente a opção mais tradicional – quem não gostaria de voltar de férias e contar que tomou um chá no Ritz? O chá da tarde é servido no suntuoso Palm Court, um salão que esbanja luxo e glamour. Escolha entre 16 opções de chá de folhas antes de devorar minissanduíches, folhados e bolos, além do tradicional scone quentinho. O chá da tarde tradicional custa 50 libras (195 reais) por pessoa.

 

  • Claridges e The Goring, hotéis londrinos mundialmente famosos também (o último foi o local escolhido pela duquesa de Cambridge para passar a noite anterior ao seu casamento com o príncipe William), já ganharam o prêmio Tea Guild na categoria Melhor Chá da Tarde de Londres – sim, há prêmios para essa tradição – e ambos oferecem uma série de tentadoras guloseimas doces e salgadas para acompanhar os bules de chá e as longas conversas. O chá da tarde clássico do Claridges custa 50 libras (195 reais) por pessoa. O do Goring custa 42,50 libras (165 reais) por pessoa.

 

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  • Se quiser algo mais econômico, saiba que o Fan Museum em Greenwich foi eleito o local que serve o chá da tarde com melhor custo-benefício de Londres em várias ocasiões – um verdadeiro banquete em um belo ambiente. Por 7 libras (27 reais), é possível desfrutar de chá com pãezinhos, creme de nata e geleia, bolo caseiro e ingresso para um dos museus mais exóticos da capital.

 

  • Se o dia estiver ensolarado, siga para um dos tesouros mais bem guardados de Londres, o Chelsea Physic Garden. Situado no coração do bairro de Chelsea, é o oásis ideal para ir depois de fazer compras na Kings Road. Permita-se degustar pãezinhos de lavanda e geleia caseira no Tangerine Dream Café antes de admirar o belo jardim de plantas medicinais, fundado em 1673!

    Também vale a pena sair de Londres para um chá da tarde em uma das cidades ou aldeias interioranas da Grã-Bretanha – o cenário ideal para um encontro agradável em companhia de alguém estimado (ou de um bom livro). Várias cidades utilizam ingredientes locais para preparar deliciosas geleias, compotas e salgadinhos.

 

  • Ganhadora do “Oscar do mundo do chá” de 2013, o principal prêmio nacional do Tea Guild, a Davenports Tea Room em Cheshire, norte da Inglaterra, além de ser a favorita dos moradores, atrai clientes dos lugares mais distantes, como Escócia, ávidos para provar o chá da tarde. Por quê? Os scones são feitos com uma receita muito bem guardada da década de 1930, enquanto a decoração tem tema de Alice no País das Maravilhas (o autor Lewis Carroll nasceu a menos de 4 quilômetros dali). Davenports fica a 30 de minutos de carro de Cheshire, Manchester e Liverpool. Eles servem chá com creme de nata a 4,95 libras (19 reais) por pessoa e chá da tarde a 16,99 (66 reais) por pessoa.

 

  • Em 2011, The Angel Hotel em Abergavenny, no extremo de Brecon Beacons, no País de Gales, ganhou o principal prêmio do Tea Guild. O chá da tarde da histórica hospedaria é servido no salão Wedgwood, com iguarias preparadas diariamente pelo padeiro especializado e uma série de chás para matar a sede. Custa 21,80 libras (85 reais) por pessoa. O aconchegante hotel é uma ótima opção para se hospedar, principalmente se comida boa for um dos fatores que influenciam sua escolha de acomodação. A localização também é excelente para explorar o Parque Nacional de Brecon Beacons, que fica bem ali, ou as belas praias do País de Gales. Abergavenny fica a 45 de minutos de carro de Cardiff.

 

  • Se viajar para Edimburgo, visite “a grandiosa dama da Princes Street”, como é conhecido o Balmoral Hotel. Assim como no Ritz, o chá da tarde é servido no Palm Court do hotel e também ganhou dois prêmios do Tea Guild. O chá tradicional custa 58 libras (225,30 reais) para duas pessoas e inclui os indispensáveis sanduíches e folhados, scones assados na hora e um tentador carrinho repleto de sobremesas – com esse banquete, não precisa fazer nenhuma reserva para o jantar!

 

  • Um chá da tarde que você não vai esquecer tão fácil é o servido no The Old Course Hotel em St Andrews, Escócia. A cidade é famosa pelo golfe, mas deveria ser também por seus pãezinhos com frutas e panquecas de limão, servidos com creme de nata e compotas de morango e de champanhe rosé. O chá da tarde custa 22 libras (86 reais) por pessoa. O hotel também oferece chá da tarde para crianças, dando a oportunidade de apresentar a elas essa tradição. Essa opção infantil inclui uma variedade de sanduíches – mais do estilo Nutella e manteiga de amendoim do que salmão defumado! Dá direito ainda a gelatina e sorvete, bolos com glacê mármore e outros doces, tudo por 10 libras (39 reais) por criança.

 

  • Outro chá que vai agradar às crianças é o Chá da Tarde de Príncipes e Princesas do The Milestone, em Londres. Crianças com menos de 12 anos vão desfrutar de minissanduíches, scones assados na hora com creme de nata e compotas e folhados franceses, acompanhado de xícaras de um delicioso chocolate quente. Antes de começar essa refeição tentadora, o chef pasteleiro ajuda as crianças a decorar cupcakes, que depois elas podem comer juntamente com as outras guloseimas. O chá custa 15 libras (58 reais) por criança.

Afternoon tea at The Milestone Hotel, London (3)

 

  • Os salões de chá da Bettys em Harrogate, cidade na região norte de Yorkshire, Inglaterra, são lendários. São seis no total, mas Harrogate – antiga e elegante estância termal cercada por Yorkshire Dales – foi o local da primeira unidade Bettys, aberta em 1919. Com mais de 300 tipos de pães, bolos e chocolates para experimentar e 50 tipos de chá, vai ser difícil saber por onde começar. O carrinho de bolos e tortas, trazido até a mesa para os clientes escolherem o que degustar, é um toque clássico da casa de chá Bettys, assim como os “Fat Rascals” – bolinhos macios de fruta.

Food & Drink

 

  • Algumas pessoas viajam para Glasgow, na Escócia, só para experimentar o chá da Willow Tea Rooms e admirar a elegante arquitetura de Charles Rennie Mackintosh, um dos nativos mais famosos da cidade. A Room de Luxe, com mobília de prata e cristais adornados com contas, continua idêntica à época em que foi criada por Mackintosh, em 1904, assim como a Gallery, com decoração mais escura e masculina. Biscoito amanteigado é o acompanhamento clássico para o chá na Escócia, mas na Willow também vale a pena provar os merengues caseiros. A casa também oferece um cardápio especial de chá da tarde para crianças. O chá da tarde custa 12,95 libras (50 reais). Há duas filiais da Willow Tea Rooms no centro da cidade, uma na Sauchiehall Street (projetada por Charles Rennie Mackintosh) e outra na Buchanan Street.

 

O calendário do Gastronômade, em breve no RS

18 de fevereiro de 2015 0
Fotos Gastronômade, divulgação

Fotos Gastronômade, divulgação

O restaurante a céu aberto criado por um chef americano em 1999 e que percorre o Brasil desde 2012 divulgou seu calendário para 2015.

O Gastronômade começa bem intenso em março, incluindo uma etapa em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

Desde 2012, já foram 33 etapas em nove Estados.

A ideia é de proporcionar banquetes a céu aberto, com comida preparada por chefs e servida em grandes mesas coletivas, enfatizando a paisagem e os produtos do local.

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O calendário em março

Etapa São Paulo

  • 4 de março
  • Costa Verde Tabatinga Hotel, Praia de Tabatinga, Caraguatatuba (SP)
  • Chef Eudes Assis

Etapa Distrito Federal

  •  15 de março
  • Sítio Geranium, Chácara 29 Núcleo Rural Taguatinga​,  Samambaia (DF)
  • Chef Agenor Maia

Etapa Rio Grande do Sul

  • 21 de março
  • Spa do Vinho, ERS-444, Km 21, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves (RS)
  • Chef Felipe Pinelli

Etapa Rio de Janeiro

  • 22 de março
  • Fazenda do Cedro, BR-040, Km 45, Pedro do Rio, Petrópolis (RJ)
  • Ricardo Lapeyre

Etapa Santa Catarina

  • 28 de março
  • Mosteiro Vila Fátima
  • Rodovia SC-406, nº 2210, Morro das Pedras, Florianópolis (SC)
  • Chef Janete Borges
A Etapa do RS em 2014 foi em Pinto Bandeira

A Etapa do RS em 2014 foi em Pinto Bandeira

Um bar/bistrô em Buenos Aires (7)

20 de janeiro de 2015 0

 

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea



Já faz alguns meses, mas sigo falando da minha última ida à capital argentina. Este é, como o número do título indica, o sétimo post sobre essa incursão.

Não sei exatamente o que me chamou a atenção ao passar pela esquina e ver o Torcuato & Regina.

Não tinha lido nada sobre ele. Acho que foi a fachada, só, naquela esquina da Plaza San Martín, em BUENOS AIRES.

O que oferece o material publicitário deles, eu vi depois, me faria entrar: “uma esquina emblemática de Buenos Aires, com a melhor vista da Praça San Martín que revive a romântica história de amor entre o ex-presidente Marcelo Torcuato de Alvear e a soprano Regina Pacini”.

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Talvez tenha entrado também por ele transmitir aquela ideia que nós, turistas estrangeiros, tínhamos da mítica capital argentina com seus bares, cafés e restaurantes elegantes.

Certo é que passei algumas horas agradáveis ali, vendo a vida passar (e passa gente pra caramba pelas vitrines gigantes do Torcuato & Regina) e observando a vista privilegiada da Torre dos Ingleses, do monumento a San Martín, na praça, do edifício Kavanagh e do Palácio Paz.

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Ah, também comi bem na minha última despedida da cidade: carne, o quinquagésimo bife de chorizo, que nem é a especialidade do bistrô.

Não espere um atendimento espetacular. Fui atendida por uma xará, que não se comoveu com a coincidência, mas fez um atendimento correto.

Enfim, se for, concentre-se na atmosfera.

Ah, e eventualmente há saraus, conversas sobre história e arte e tango. A programação pode ser conferida no site.

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