
Mais uma contribuição de minha colega Caroline Torma, ainda sobre BOGOTÁ, a capital colombiana. Ela fala sobre os efeitos da altitude:
"Antes de chegar a Bogotá eu nunca tinha ouvido a expressão “mal de altura”. Ao colocar os pés na cidade, no entanto, achei que ela tinha sido cunhada especialmente em minha homenagem.
Eu costumo enjoar em barcos, navios e coisas que se movem sobre a água de todos os tamanhos. Nem nos meus piores pesadelos pensei que poderia marear em terra firme. Mas foi exatamente o que ocorreu.
Acontece que Bogotá foi construída aos pés da Cordilheira dos Andes, a 2.640 metros de altitude. A paisagem é linda. Mas eu fiquei com uma cor branca esverdeada em todas as fotos da viagem.
Resumindo: é como uma ressaca interminável, só que sem beber nenhuma gota de álcool (fui orientada pelos colombianos a não beber porque o álcool ampliaria os efeitos do mal de altura. Em uma semana, não pude provar nem uma gota sequer de Club Colombia, a marca de cerveja mais famosa do país).
Um remédio para enxaqueca e chá de coca ajudam a conviver com a sensação. O bom de tudo isso é que, com o passar dos dias, a coisa vai melhorando. Acho que se eu vivesse uns 50 anos na Colômbia, não teria problema nenhum."
Postado por Rosane Tremea






