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Posts na categoria "Dica de livro"

Como viajar sozinho em tempos de crise

26 de julho de 2016 0

comoviajarsozinho
Ainda não li, mas o título é absolutamente inspirador: Como viajar sozinho em tempos de crise financeira e existencial.

O livro de Hermés Galvão foi lançado um tempinho atrás (Record, 112 páginas, R$ 22,90) e é qualificado como um “anti-guia e manual prático para escapar de roubadas, brasileiros em excursões, adolescentes e famílias com bebês”.

A preocupação com o politicamente correto passou longe nesse texto que promete bom humor e dicas para lá do lugar-comum.

Um trecho da introdução:

“Viajar sozinho em tempos de crise financeira e existencial pode ser um santo remédio. (…) Não saber onde estamos, e saber que onde estamos não passamos de meros desconhecidos, é das sensações mais libertárias que se tem em vida”.

Uma frase, especialmente, pode inspirar quem sempre dá a desculpa da falta de dinheiro para adiar indefinidamente a viagem tão sonhada:

“Nunca deixei de fazer nada por falta de dinheiro”.

Sobre o autor

Hermés Galvão nasceu em 1975, no Rio de Janeiro. É jornalista e cronista da Vogue Brasil, onde escreve sobre as idiossincrasias do povo carioca na coluna “Notícias da Corte”.
Começou a carreira aos 19 anos na revista Caras e, com um ano de casa, pegou todas as economias e fugiu para Londres.
Vive pelo mundo, sem destino conhecido, entre Paris e os espressos mal tirados dos aeroportos do Brasil.
Como viajar sozinho em tempos de crise financeira e existencial é seu primeiro livro.

Histórias por trás das paisagens

26 de dezembro de 2015 0

A escritora e bióloga Nurit Bensusan lançou, dias atrás, em Brasília, o livro 7 Histórias de Paisagens e uma Biografia (Editora Mil Folhas e Três Joaninhas, R$ 60).

Ela faz faz uma contextualização histórica e cultural das principais paisagens pelo mundo.

A ideia é desconstruir clichês e destacar a importância da conservação desses espaços, mesmo que tenham sido transformados pelas atividades humanas.

Reprodução

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Entre as paisagens estão:

  • Savana africana
  • Amazônia
  • Bosques de Minnesota
  • Terra do Fuego (na Patagônia)
  • Madagascar

A mulher que criou uma cidade

07 de novembro de 2015 1

Neste domingo, dia 8, será lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, “Victória, uma Saga Italiana no Interior do Rio Grande”.

Escrito pela atriz e bailarina gaúcha Ana Guasque, em parceria com a atriz Rosi Campos, o romance histórico terá sessão de autógrafos às 18h, antecedido de uma performance, às 17h30min.

“Victória” conta a história real de uma mulher que criou uma cidade no interior do Rio Grande do Sul, Chiapetta.

No enredo estão as imigrações italiana e alemã, a saga do ouro, a saga do gado, as revoluções de 1893 e de 1923…

Segundo a autora, foram dois anos dedicados à pesquisa para preparar o livro, estudando centenas de materiais históricos e documentos, além de inúmeras entrevistas com pessoas da família da personagem-tema e moradores antigos da cidade.

ANA GUASQUE – Atriz e bailarina gaúcha, formada pela Escola de Arte Dramática da USP, em São Paulo, atualmente reside no Rio de Janeiro, onde fez participação nas novelas Boogie Oogie e Sete Vidas na Rede Globo de Televisão.

ROSI CAMPOS – Veterana das novelas da Rede Globo de Televisão que esteve no ar recentemente com a novela Babilônia de Gilberto Braga, Rosi assina a apresentação do livro.

 

Dica de livro: "Nós" e uma viagem pela Europa

10 de setembro de 2015 0
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Assim como a obra anterior de David Nicholls - Um Dia, que também virou filme -, Nós é um livro de leitura fácil, fluida, simples, agradável, apesar de todos os conflitos.

Não é um grande livro, uma obra que tenha mudado minha vida, como diria uma amiga minha sobre os filmes que vê, mas vale a leitura e o recorte, aqui, é a viagem pela Europa.

Do que trata, afinal? Da crise de um casal de meia-idade que sai com o filho por um “Grand Tour” pela Europa antes que ele entre para a faculdade, carregando na bagagem todas as dúvidas, os ressentimentos, os mal-entendidos, as ansiedades…

De Londres, que aparece como pano de fundo principal nos flashbacks de Douglas, o pai-narrador, a viagem segue por Paris, Amsterdã, Veneza, Florença, Siena e Madri para acabar em Barcelona.

Fui buscar na facilidade da Wikipédia as origens do Grand Tour e reproduzo aqui:

“Grand Tour era o nome dado a uma tradicional viagem pela Europa, feita principalmente por jovens de classe média alta. O costume floresceu desde cerca de 1600 até o surgimento do tráfego ferroviário em grande escala, na década de 1840, e costumava estar sempre associado a um determinado itinerário. A tradição ainda continuou depois que as viagens por trem e navio a vapor facilitaram os deslocamentos, e jovens americanos e de outros locais do mundo também a realizaram.A Grand Tour servia como um rito de passagem educacional. Associado primordialmente com a Grã-Bretanha, especialmente com a gentry e a nobreza britânica, viagens semelhantes foram feitas por jovens endinheirados de nações protestantes do Norte da Europa por todo o Continente. O jornal americano The New York Times descreveu assim a Grand Tour:

‘Há trezentos anos, ingleses jovens e ricos começaram a realizar uma viagem pós-Oxbridge através da França e da Itália, em busca de arte, cultura, e das raízes da civilização ocidental. Com fundos quase ilimitados, ligações aristocráticas e meses (ou anos) disponíveis, eles comissionavam pinturas, aperfeiçoavam seus dotes linguísticos e se misturavam com a nobreza local. O valor primário da Grand Tour, acreditava-se, estava na exposição tanto ao legado cultural da Antiguidade Clássica e do Renascimento, quanto à sociedade aristocrática e chique do continente europeu. Além disso, era a única oportunidade existente de se ver certas obras de arte, e, possivelmente, a única chance de se ouvir certas peças musicais. Um grand tour podia durar de alguns meses até alguns anos. Era comumente realizada em companhia de algum guia conhecedor, ou de um tutor. A Grand Tour teve mais do que uma importância cultural superficial; nas palavras do historiador inglês E.P. Thompson, “o controle da classe dominante, no século XVII, localizava-se antes de tudo numa hegemonia cultural, e, somente depois, numa expressão de poder econômico ou físico (militar)’.”

 

 

Um programa de TV sobre viagens, um livro e duas notas sem a frase final

08 de setembro de 2015 0

Na coluna da edição impressa desta terça-feira, por um problema técnico, duas notas do Recortes de Viagem ficaram sem final.

Seguem as duas notas completas e o pedido de desculpas aos leitores.

Destino Certo

A jornalista e atriz gaúcha Mel Fronckowiak estreou na quinta-feira, às 21h, o programa de viagens Destino Certo, no canal fechado +Globosat.

Em 13 episódios, promete mostrar o melhor de 65 destinos imperdíveis na Europa.

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Dica de livro

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Assim como a obra anterior de David NichollsUm Dia, que virou filme –, Nós é um livro de leitura fácil, fluida, simples, agradável, apesar de todos os conflitos dos personagens.

Não vai mudar sua vida, mas vale a leitura. O recorte, aqui, é a viagem pela Europa.

Trata da crise de um casal de meia-idade que sai com o filho por um “Grand Tour” pela Europa antes que ele entre para a faculdade, carregando na bagagem todas as dúvidas, os ressentimentos, os mal-entendidos, a s ansiedades…

De Londres, que aparece como pano de fundo principal nos flashbacks de Douglas, o pai-narrador, a viagem segue por Paris, Amsterdã, Veneza, Florença, Siena e Madri para acabar em Barcelona.

O Grand Tour do personagem não é invenção literária. Era o nome dado a uma tradicional viagem pela Europa, feita por jovens de classe média alta desde os anos 1600 até o surgimento das viagens ferroviárias em grande escala, na década de 1840.

Servia como uma espécie de rito de passagem educacional.

Sobre a China e para passear por Pequim e Xangai

08 de agosto de 2015 0

china

Quando começa o planejamento você pesquisa na internet, na viagem baixa aplicativos no smartphone, usa georreferenciamento e todas as possibilidades que as traquitanas tecnológicas permitem etc e tal.

Eu também.

Mas eu não dispenso guias de viagem impressos e o olhar de alguém que vive/viveu naquele lugar.

Por que? Porque eles não dependem de disponibilidade de redes de internet, nem de caros serviços de roaming e podem me levar além dos roteiros tradicionais.

Tudo para dar a dica de um guia lançado há alguns meses por aqui sobre a China e, especialmente, sobre duas cidades daquele país gigantesco e, por mais que o desbravem, misterioso – Pequim e Xangai.

A autora deste guia é uma jornalista gaúcha que morou em Pequim entre 2007 e 2013. Ao longo deste tempo, Janaína Camara da Silveira, percorreu outras cidades e Xangai está entre suas preferidas.

Em Pequim, ela atuou na agência estatal Xinhua e deu início ao projeto Radar China (www.radarchina.co), que analisa as relações sinobrasileiras.

No guia de Janaína há dicas para destrinchar as cidades, mesmo para quem viaja sozinho. São endereços de atrações, hotéis, restaurantes, bares, lojas e pontos de interesse imperdíveis, além de conselhos para aproveitar a culinária local.

Ficha técnica

 

O Mundo em Minas, uma exposição, um livro e a Casa Nômade de um casal pelas Américas

05 de agosto de 2015 0

Na versão impressa do Recortes de Viagem, publiquei essa entrevista reduzida, já que não cabe tuuudo no papel.

Também só consegui mostrar quatro fotos deste casal de jornalistas que transformou em livro e exposição uma ideia muito bacana: encontrar similaridades entre a terra natal deles e o mundo afora. Então, confira mais fotos e a íntegra do texto

“As férias ficaram pequenas para acomodar nossa paixão por viajar”

ENTREVISTA: Glória Tupinambás e Renato Weil

No dia 11 de agosto, o casal de jornalistas Glória Tupinambás e Renato Weil lança O Mundo em Minas, livro que traça um paralelo entre cultura local e mundial. Depois de viajar por 59 países e de reunir todas as aventuras e semelhanças no livro com mais de 150 fotos e numa exposição no Memorial Minas Gerais Vale, em Belo Horizonte, os dois também aproveitam para lançar a Casa Nômade, por onde viajarão pelas Américas nos próximos cinco anos.
Por e-mail, eles contaram sobre o livro e sobre o futuro a bordo da Casa Nômade.

Em que momento “caiu a ficha” e vocês começaram a perceber as semelhanças entre os lugares que visitavam e Minas?
Nós viajamos por 59 países, dos cinco continentes, sem nenhuma pretensão de escrever um livro e sem aguçar o olhar para quaisquer semelhanças entre os lugares que visitávamos e a nossa terra, Minas Gerais. Mas, em uma dessas idas e vindas ao Brasil, o amigo e produtor cultural Dalton Miranda apontou para uma similaridade entre o Uluru (Ayers Rock), uma imensa rocha presente no outback Australiano, e um paredão de pedras na Serra da Canastra. A partir daí, ficamos fascinados com a possibilidade de buscar o elo que liga Minas à cultura de outros países.

Virou uma obsessão?
Ao perceber que imagens e flagrantes captados nos lugares mais remotos do mundo remetiam ao que há de mais arraigado na cultura de Minas Gerais, a necessidade de buscar um paralelo entre o local e o universal se tornou uma verdadeira obsessão. Com um mapa de Minas nas mãos, nós dividimos o Estado em 10 regiões e visitamos mais de 100 cidades. Nessas viagens, nós comprovamos que culturas que, à primeira vista são distantes de nós, vão, aos poucos, se aproximando de universos paralelos e com impressionantes afinidades. Esta correlação se faz presente em crenças, folclores, ofícios, paisagens, transações, meios de transporte…

Qual a semelhança mais curiosa na opinião dos dois?
A religião rende as semelhanças mais complexas e interessantes. Os cânticos, mantras e orações entoadas pelos muçulmanos nas mesquitas árabes nos remetem ao repique dos sinos nas igrejas barrocas de Minas Gerais. Monges budistas fazendo a Ronda das Almas nas ruas de Luang Prabang, no Laos, nos lembram as procissões de Corpus Christi nas cidades coloniais mineiras, como Ouro Preto e Sabará. Paisagens também rendem curiosos paralelos. As águas do Rio São Francisco costuram a diversidade cultural dessa colcha de retalhos que são as Minas Gerais; e, no Rio Nilo, elas transmitem paz aos egípcios durante os conflitos da Primavera Árabe.
Mas acreditamos que é na poeira das estradas de terra que Minas Gerais se revela ao mundo. Seja no rastro de cavaleiros de Santana do Araçuaí ou no charme rudimentar dos carroções de bois que cortam o sertão mineiro e fazem lembrar, com o ranger de suas rodas empenadas, a trilha sonora de Myanmar, um país que, depois de meio século fechado sob as mãos de ferro da ditadura militar, começa a sentir o sopro dos ventos da mudança.

E para essa nova aventura, vocês pretendem continuar a busca por semelhanças? Ou o foco será outro?
Nossa intenção inicial é apenas levar a alma para passear e viajar em busca do inesperado. Mas, com nosso faro de repórter, estaremos sempre com a máquina fotográfica e um bloco de anotações em mãos para fazer um retrato bem colorido da vida. E como temos o maior orgulho de dizer que o Brasil é a nossa casa no mundo, acreditamos que, a partir de agora, será impossível viajar sem buscar sempre semelhanças e correlações.

O que imaginam encontrar nas Américas com a “casa nômade”?
Uma de nossas escritoras prediletas, Martha Medeiros (colunista do Jornal Zero Hora), diz que “viajar é abrir um parêntese na vida, escapar de um esquema já organizado e se predispor ao desconhecido”. Pois bem! Nós concluímos que as férias estavam ficando pequenas para acomodar nossa paixão por viajar e decidimos fazer das viagens a nossa profissão. A bordo da Casa Nômade, nós pretendemos percorrer as três Américas, nos próximos cinco anos, para desbravar paisagens incríveis e conhecer culturas que, apesar de serem irmãs, guardam peculiaridades que as transformam em valores únicos. E como contadores de histórias que somos, nosso maior sonho é, ao fim da jornada, retratar todas as descobertas e sensações em um novo livro.

 

Fotos o Mundo em Minas, divulgação. IR E VIR - Carroções de boi em frente a um templo budista na cidade de Bagan, em Myanmar, no Sudeste Asiático

Fotos o Mundo em Minas, divulgação. IR E VIR – Carroções de boi em frente a um templo budista na cidade de Bagan, em Myanmar, no Sudeste Asiático

IR E VIR - Cavaleiros no distrito de Santana do Araçuai, na cidade de Ponto dos Volantes, no norte de Minas

IR E VIR – Cavaleiros no distrito de Santana do Araçuai na cidade de Ponto dos Volantes no Norte de Minas

HORIZONTES - Uluru (Ayers Rock), no Outback australiano. Este monolito é sagrado para os aborígenes da Austrália

Uluru (Ayers Rock), no Outback australiano. Este monolito é sagrado para os aborígenes da Austrália

HORIZONTES - Ponte da Estrada Real em Santana do Riacho, na Serra do Cipó

Ponte da Estrada Real em Santana do Riacho, na Serra do Cipó

OFÍCIOS - Foto de costureiro em Katmandu, Nepal

Foto de costureiro em Katmandu, Nepal

OFÍCIOS - Foto de sanfoneiro na Serra do Brigadeiro, em Minas Gerais

Foto de sanfoneiro na Serra do Brigadeiro, em Minas Gerais

ÁGUAS - Ilha de Kanawa, na Indonésia

ÁGUAS – Ilha de Kanawa, na Indonésia

ÁGUAS - Pôr do sol no Rio São Francisco, na cidade de São Francisco, no norte de Minas

ÁGUAS – Pôr do sol no Rio São Francisco, na cidade de São Francisco, no norte de Minas

Guias online da Hoteis.com

01 de maio de 2015 0

Um recurso novo na Hoteis.com, site de reservas de hospedagem, oferece guias de viagem sobre destinos que estão entre os mais procurados, no país e no Exterior.

Por enquanto, estão disponíveis guias de oito cidades (clique na foto para acessar cada um dos guias):

  • Curitiba

 

Fotos hoteis.com, divulgação

Fotos hoteis.com, divulgação

  • Gramado

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  • Fortaleza

Aerial view of coastline, Fortaleza, Ceara, Brazil - Canoa - Meireles beach

  • Salvador

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  • Miami

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  • Nova York

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  • Paris

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  • Buenos Aires

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Eles oferecem opções de compras, alimentação, hospedagem e outras atividades.

Um casal, uma longa viagem e um livro sobre um roteiro por 31 países no Velho Continente

29 de abril de 2015 2
Fotos Viajo Logo Existo, Divulgação

Fotos Viajo Logo Existo, Divulgação

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Da série casais que largam tudo para viajar juntos…

Leonardo e Rachel Spencer rodam pelo mundo de carro e estão lançando seu segundo livro, Viajo logo Existo no Velho Continente.

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Eles narram suas aventuras viajando 31 países na Europa.

O projeto do casal tem meio milhão de seguidores no Facebook. O roteiro todo deve ter duração de 42 meses e se encerrar na Austrália no final de 2016.

O livro em capa dura tem 160 páginas em papel couché e traz dezenas de fotografias. As que estão nesse post dá uma ideia do que eles andam vendo por aí.

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Para viabilizar o segundo livro, o casal lançou um projeto de financiamento coletivo no site Catarse, assim como havia feito no primeiro.

 

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Banco de Tempo, de novo

14 de abril de 2015 0
Reprodução

Reprodução

Tempos atrás, fiz um post sobre o projeto Banco de Tempo. É das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa.

No Banco de Tempo, elas registraram bancos instalados em toda parte (já são mais de 500 imagens), fizeram exposição e lançaram um livro, em fevereiro.

O primeiro post que eu fiz foi às vésperas do lançamento do livro, em meados de fevereiro.

A Patricia leu o que escrevi no Facebook e, gentilmente, me enviou o livro.

Que, agora posso atestar mesmo, é lindo!

Fotos divulgação

Fotos divulgação

Palermo(Italia)Pondicherry(India)

Não vou descrever para não estragar a surpresa. Só acrescento um resuminho que elas fizeram pra explicar o que é o projeto todo:

“Banco de Tempo usou dois elementos principais como motes para pensar o tempo e seus usos: o banco – mobiliário urbano ao mesmo tempo específico e universal –, como símbolo de repouso e lugar de afetos compartilhados, e uma mala antiga, como símbolo de deslocamento e viagens ora vividas, ora imaginadas.”

Se quiser conferir mais, tem um site oficial do projeto aqui.

PortoSeguro(BA)PortoSeguro(BA)

Amsterda(Holanda)Florianopolis(Brasil)

Olinda(PE)Olinda(PE)

Palermo(Italia)SerradoRolaMoça(MG)

Para viajar pela gastronomia francesa

27 de agosto de 2014 0

francaUma francesa e um brasileiro escreveram a quatro mãos esse livro que propõe um passeio pela gastronomia francesa: Viagem gastronômica à França – Um passeio pelo país mais apetitoso do mundo, da editora Alaúde.

Sobre os autores

Odile Grand-Clément nasceu em Nice, na França. Passou seus primeiros três anos de vida em Camarões e cresceu em Paris, onde estudou. Formada pela Sorbonne, é professora de francês para estrangeiros há mais de 30 anos e escreveu diversos livros para ensino da língua. Atualmente, divide seu tempo entre Côte d’Azur e Paris, onde mora. É mãe de três filhos e apaixonada por boa comida e a história da gastronomia.
Paulo Bitelman é formado em gastronomia pela Auguste Escoffier Schoolof Culinary Arts, em Paris, e sommelier de cervejas pelo Instituto da Cerveja e a Associação Brasileira de Sommeliers.

Sobre o livro

Os autores destacam os mais importantes alimentos e bebidas de cada região da França, além de montarem tabelas comparativas de pães, queijos e vinhos e de oferecerem um apanhado histórico da culinária francesa desde o começo dos tempos. Tem 288 páginas e custa R$ 49,90.

O que comer no Brasil

19 de junho de 2014 0

Vale para estrangeiros e vale muito para nós, brasileiros, que pouco conhecemos do nosso país.

Ainda que proliferem programas que divulguem a cozinha de todas as nossas regiões  (tenho gostado muito do Tempero de Família, pra citar só um), a gente sempre se surpreende com pratos, temperos, ingredientes, jeitos de fazer diferente.

E por isso achei legal este e-book O QUE COMER NO BRASIL (Editora Alpendre, 2014), um glossário com as principais características de 131 receitas e ingredientes representativos da culinária nacional.

Reprodução

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Só em formato digital, pode ser consultado em celulares, tablets e e-readers, sem necessidade de conexão com a internet. Com edições bilíngues português-inglês e português-espanhol (R$ 4,90) tem ma terceira versão com os três idiomas (R$ 9,80), incluindo 10 receitas simples que podem ser feitas com ingredientes encontrados no Brasil e no Exterior.

Se quiser dar uma olhadinha no que você pode encontrar, veja o video abaixo:

O que comer no Brasil from Editora Alpendre on Vimeo.

Viagens de volta ao mundo, quem não quer?

09 de junho de 2014 0

É nesta segunda que acaba o prazo para quem quiser se inscrever num concurso cultural da KLM que dá uma viagem ao redor do mundo como prêmio (clique para ver o post que fala sobre o concurso).

E aí, pensando no prazo, lembrei de duas coisas sobre viagens ao redor do mundo.

Primeiro, de dois blogs que falam sobre isso e que foram mencionados num caderno Turismo da Folha de S.Paulo duas semanas atrás. Aqui vão os endereços, caso você esteja pensando em fazer o mesmo:

WORLDPACKERS.COM - Criado pelo empresário Riq Lima, que viajou dois anos e meio pelo mundo, o blog divulga hostels de 82 países que aceitam voluntários para trabalhar em troca de estadia (sim, porque viajar pelo mundo durante tanto tempo não sai barato!).

QUATROCANTOSDOMUNDO - O engenheiro Eder Davalo de Rezende Jr, viajou um ano e meio e dá dicas para quem quer fazer o mesmo.

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Depois, de um livro lançado já há algum tempo (é de 2008) pela jornalista Cindy Wilk que também dá dicas para quem quiser se aventurar.

Cindy fez um trajeto longo num tempo bem mais curto que os blogueiros acima: em 35 dias percorreu quase 34 mil milhas, começando e encerrando a viagem em São Paulo, indo de Chicago em direção à China, passando pelo norte da África, com escalas na Europa.

Vale a pena dar uma conferida em A Volta ao Mundo em 101 Dicas, da Ediouro.

 

Guia em português sobre o Uruguai

23 de abril de 2014 0
Reprodução

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Como convidada do Ministério do Turismo do Uruguai, a editora do “viajante” Zizo Asnis produziu um guia destinado a brasileiros sobre o nosso vizinho.

O resultado pode ser conferido a partir desta quarta, dia 23, quando o Guia O Viajante Uruguai será lançado em Porto Alegre.

Bem bom, já que cada vez mais brasileiros, especialmente gaúchos, se dedicam a explorar o país vizinho que chama a atenção do mundo inteiro, nos últimos tempos, por conta das posições/projetos de seu presidente, Mujica.

Para conferir

  • O lançamento será dia 23 de abril, a partir das 19h30min
  • Na Fnac do BarraShoppingSul
  • www.oviajante.com

 

Escrever (e viver) a cidade

20 de março de 2014 0
StudioClio, divulgação

Na foto, a Rua do Ouvidor, no Rio. StudioClio, divulgação

Mais de uma vez comentei o quanto eu gosto da coleção O ESCRITOR E A CIDADE, da Companhia das Letras.

Numa estada mais longa em Florença, uma década atrás (credo!), meu fiel companheiro de viagem foi Florença, um caso delicado, de David Leavitt.

Mais recente, da mesma editora, é a coleção Amores Expressos, que remeteu 17 escritores a 17 cidades mundo afora.

E aí vem sobre o que este post quer falar mesmo (é que um assunto leva ao outro, esse me lembrou aquele e sabe como é…): é que o incansável professor Luís Augusto Fischer vai ministrar uma oficina literária chamada “Escrever a cidade”.

Não exatamente com esse espírito das minhas coleções citadas acima, mas mostrando que muitas obras de grandes escritores têm em comum a proeza de detalhar a vida urbana e cotidiana das cidades onde se passam suas histórias.

- A descrição da cidade enriquece a obra e é capaz de fazê-la tornar-se um personagem fundamental na trama, sendo ela prosa ou verso – explica o material de divulgação do curso.

De minha parte, há livros que só me interessam por isso (pela cidade!), como já escrevi aqui sobre os best-sellers de Dan Brown e suas cidades.

Sobre a oficina

  • Dias 27 de março, 3, 17, 24 de abril, 8, 15, 22, 29 de maio, 5, 12, 26 de junho, 3, 10 e 17 de julho, quintas-feiras, das 10h às 12h.
  • StudioClio – Instituto de Arte e Humanismo
  • Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa – (51) 3254-7200
  • www.studioclio.com.br
  • Até o dia 20 de março as inscrições podem ser feitas pelos valores de R$ 840 (público geral) e R$ 756 (professores e estudantes). A partir do dia 21, os valores passam para R$ 924 (público geral) e R$ 832 (professores e estudantes). Ao término do curso, os participantes receberão certificado de 28h/a.