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Posts na categoria "Equador"

Um restaurante (bem querido) em Porto Alegre e uma exposição em homenagem ao Equador

25 de junho de 2014 0

Embora já tivesse ouvido falar e amigos e amigos de amigos já tivessem recomendado, nunca tinha ido ao Consultório Culinário, restaurante que fica na Rua da República (número 125), num daqueles casarões de dois pisos que todos nós gostaríamos de ver preservados para sempre em Porto Alegre.

O que me levou até lá no sábado foi na verdade o anúncio de uma exposição, das várias concebidas para a Copa do Mundo.

No caso do Consultório, o tema é o Equador, a seleção que Viamão abriga e que não se sai lá muito bem.

Reprodução

Reprodução

A exposição, com fotos de Guilherme Santos, fica em cartaz até o dia 31 de julho.

E ela pode ser também uma boa desculpa para você conhecer o restaurante, simpático e com boa comida.

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São várias pequenas salas, com mesas também pequenas, mas pratos bem servidos.

Tudo é feito na hora, garantem as atendentes, que parece terem sido escolhidas pela simpatia.

E é isso que chama a atenção no lugar, além da boa comida (escolhi o entrecot recheado com gorgonzola, acompanhado de batatas): o atendimento.

Vá sem pressa, aproveite e observe as fotos. Os pratos demoram para ser elaborados. Mas a espera vale a pena.

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A visita de um leitor ao Equador (2)

08 de janeiro de 2014 1

E já que o EQUADOR escolheu fazer sua preparação para a Copa do Mundo em um hotel de Viamão, aqui vai a segunda parte de um post enviado pelo leitor Constantin Sokolski, que mora no Canadá, para homenagear aquele país.

Quando em Quito, o destino inicial do visitante é o seu centro histórico. 

Está foi a primeira cidade do mundo a ser escolhida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 1978.

Estávamos hospedados num bairro moderno, defronte ao Parque Carolina, um dos pulmões da cidade, distante uns 5 quilômetros do centro histórico.

Como viajantes experimentados, o percurso foi feito utilizando-se o transporte urbano, neste caso o metrobus.

 

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

Fotos Constantin Sokolski, arquivo pessoal

A Basílica de Quito, em estilo gótico, erguida sobre um morro, reina imponente sobre parte da cidade. Defronte vendedoras em trajes típicos cuja língua materna é o quechua. Ressalve-se que “típicos” para nós, já que se tratam de vestimentas de uso corriqueiro para os descendentes do povo que habitou a região, desde antes da chegada dos espanhóis.

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Vista parcial da Plaza de La Independencia ou Plaza Mayor, em torno da qual quatro prédios, representando os poderes do período colonial se abrigam. Ao fundo vemos parte da Catedral. Ao lado, o Palácio do Governo, o Palácio Municipal e o Arcebispado.

Aos domingos o coração da urbe pulsa mais forte na plaza.

É onde turistas, artistas de rua,vendedores ambulantes se misturam com o povo local, a maioria aparentemente de origem humilde, perambulando pela centenária praça.

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Igreja e Convento de São Francisco, ocupando dois quarteirões, formando a maior edificação religiosa da cidade.

Iguais a esta, dezenas de igrejas, em diversos estilos arquitetônicos espalham-se pelo centro histórico há quase cinco séculos, testemunhando a arte, a cultura e a religiosidade do período colonial.

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Qual não foi a criança que nos bancos escolares não ficava fascinada ao ouvir falar de uma linha imaginária que dividia a Terra em duas metades?

Pois, a linha existe, e dista uns 47 quilometros da capital.

Localizada em San Antonio de Pichincha no cidade de “Mitad del Mundo”, onde o tema é exaustivamente abordado num museu, planetário, monumentos, etc…

Ao fundo vê-se o Monumento Equinocial, em forma de pirâmide. No trajeto homenagem a cientistas, cartógrafos e destacados vultos da geografia.

Depois da emoção de colocar um pé no Hemisfério Norte e outro no Sul, latitude 0, Linha do Equador, regressamos a Quito.

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Quito é a capital mais alta do mundo.

Lembre que La Paz, apesar de ser mais alta, não é a capital da Bolívia.

Erguida em vales e nos anteparos dos Andes.

Seus bairros estendem-se ao longo das encostas de montanhas, numa média de altitude de 2.850 metros. Algumas partes passam dos 4 mil metros.

Ao percorrer o centro histórico e suas íngremes ruelas, o corpo humano não acostumado sente o ar rarefeito.

A reação varia de pessoa a pessoa.

Os sintomas iniciais são, além do cansaço, uma certa dificuldade para respirar, desconforto no peito e garganta acompanhado de dor de cabeça.

Na foto, a congestionada Calle Garcia Moreno onde os resquícios coloniais são abundantes.

 quito5As cúpulas da Igreja e Convento de La Merced, data do Século 16.

Ao explorar estes prédios, a mente embalada pelo olhar e alma do viajante, entrecortado pela respiração levemente ofegante, invejou estas paredes que, silenciosas, foram testemunhas da evolução de uma nação, acompanhando suas conquistas e fracassos, num emaranhado de doces e amargas experiências, atos relevantes ou nem tanto…

 Quantos olhares cúmplices e furtivos não se trocaram à sombra destas paredes seculares?

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Vista panorâmica parcial de Quito.

No primeiro plano, o centro histórico.

Ao fundo a contemporânea Quito, com seus prédios modernos, parques e…. shopping centers.

Ao deixar a capital equatoriana, instantes após decolar, estávamos deixando para trás o singelo prato de “Menestras de frijols/ lentellas”, que por diversas vezes nos acompanhou nas refeições.

Tudo regado a jugo de Guanávana.

Momentos após, descortinando os picos dos Andes, dava adeus ao 99º pais visitado.

Felicidades,

Constantin

A visita de um leitor ao Equador (1)

16 de dezembro de 2013 0

Alguns posts atrás, o leitor Constantin Sokolski, que mora no Canadá, contou sobre uma incursão por aquele país.

Hoje, ele descreve uma recente viagem ao EQUADOR, por onde ele diz ter encontrado poucos brasileiros.

Vamos às observações e fotos de Constantin.

“Iniciamos por Guayaquil, a cidade mais populosa do país.

Esta cidade é ponto de partida para as famosas Ilhas Galápagos.

Talvez por isso, no Parque Seminário, no coração da cidade, defronte à Catedral, como num trailer das Galápagos, dezenas de iguanas vivem livremente entre as árvores e a vegetação.

São mansas e parecem gostar de posar para fotos.

 

Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

A alta umidade aliada ao calor durante grande parte do ano faz com que a natureza seja exuberante. 

Perto do centro, algumas ruas de acesso a um cerro são flanqueadas por residências formando um agradável conjunto num estilo colonial próprio. As venezianas das janelas, assim como em algumas Ilhas do Caribe, abrem-se de forma a amenizar a entrada do calor.

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Dois morros, Cerro de Santa Ana e Cerro del Carmen, são considerados o berço  da cidade, fundada há 479 anos. As coloridas paredes das casas debruçadas nas encostas dos morros, suas ruelas íngremes e estreitas formam um dos símbolos de Guayaquil.

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Não longe dos morros, prédios erguidos recentemente às margens do Rio Guayas indicam o dinamismo desta região, como que disputando com Quito a liderança do país.

Às margens do rio, largos e longos espaços públicos, arborizadas e repleto de serviços convidando famílias a passar o dia.

São remanescentes dos “malecon”, tão comuns nas orlas de países de colonização espanhola.

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O famoso “Chapéu Panamá” que, ao contrário do nome, é produzido de forma artesanal no Equador, sendo uma das instituições do país andino.

Seus preços iniciam em 20 dólares podendo, dependendo da qualidade, alcançar 500, 700 ou até mais dólares americanos.

Não se pode deixar o país sem levar um autêntico “Montecristo”.

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O “sucre” como moeda nacional foi substituído pelo dólar americano alguns anos atrás.

Foi uma pena.

Perdeu-se o charme ao abolir o “sucre”.

Dos velhos tempos, somente moedas de baixo valor, em centavos, continuam em uso.

O Equador também é o país do futebol. Nas ruas, dezenas de pessoas transitam com as camisetas de seus times prediletos.

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Mercadoria exposta como acima espalham-se pelas ruas e calçadas.

A cor predominante é o amarelo, das cores pátrias.

Há uma sensação de que as pessoas admiram a seleção nacional.

 

 Em menos de 50 minutos de vôo sairíamos do nível do mar para as elevadas alturas da capital e a possível dificuldade inicial de adaptação.

Bem, em outra mensagem seguem fotos e vivências em Quito.

Constantin”

Um achado num caminho do Equador

10 de dezembro de 2012 0

A LUCIANA BUENO SANTOS, leitora do caderno Viagem de ZH, acompanhou, durante um mês e pouco, a publicação CEMITÉRIOS PELO MUNDO.

Embora eu já tivesse encerrado a porção cemitérios no período, sempre é tempo de falar sobre eles, e Luciana enviou sua colaboração, que é muito curiosa.

Com a foto, veio o recado abaixo:

“Oi, Rosane!

Aprecio muito o caderno, torço para que continuem nos trazendo boas novidades!

Estive em uma viagem a trabalho, no Equador, em outubro, e percebi um cemitério nas alturas. Este foi captado no caminho Durán – Guayaquil, de dentro do carro. Tenho viajado bastante pela América do Sul e nunca tinha visto similar.

Espero ter contribuído com os teus recortes de viagem.

Atenciosamente, Luciana Bueno Santos”

Quer saber mais sobre Galápagos? E sobre a Oceania?

07 de novembro de 2011 0

Dois eventos nesta terça-feira, dia 8, têm esses dois destinos como tema em Porto Alegre.

*****

Austrália e Nova Zelândia, dois dos países mais procurados por jovens brasileiros que querem trabalhar, estudar outro idioma, são o tema de bate-papo na CI Porto Alegre.

O workshop é dirigido para quem pensar em passar uma temporada por lá, com dicas de escolas, cursos e roteiros turísticos.


Serviço

  • Nesta terça-feira, às 19h, na Padre Chagas, 80, no Moinhos de Vento
  • A entrada é franca e os interessados precisam confirmar presença pelo telefone  (51) 3346-4654


*****


GALÁPAGOS, o arquipélago conhecido como o laboratório de Charles Darwin e sua teoria da evolução das espécies, é o tema do Papo Viajante desta terça-feira no STB Brasas.

Quem conversa sobre o Equador e seu arquipélago mais famoso é Renato Pozzobon, dando dicas de como viajar por lá.

Além de falar sobre a fauna de Galápagos, ele também destacará o legado colonial da capital Quito e de sua herança indígena.

Serviço

  • terça-feira, dia 8 de novembro, às 19h30min
  • no Espaço STB BRASAS (Anita Garibaldi, 1.515, em Porto Alegre
  • atividade gratuita, mas com lugares limitados
  • informações e confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010



Um cruzeiro por Galápagos

01 de abril de 2011 0

Daquelas viagens que eu nunca fiz, mas gostaria muito de fazer: um cruzeiro pelas Ilhas Galápagos, na costa do Equador, o laboratório a céu aberto que alimentou a Teoria da Evolução de Charles Darwin.

O que atiçou minha lista foi a divulgação de um cruzeiro pelas ilhas, para avistar tartarugas e pinguins, flamingos e tubarões, cormorões, iguanas marinhas, baleias e golfinhos, vulcões e espetaculares paisagens.

A bordo dos iates que circulam por lá, a aventura se junta ao conforto.

O das fotos é o Isabela II, mas há outros, com preços variados (nesse, os pacotes de quatro a oito dias variam de US$ 1,7 mil a US$ 4 mil.


Dei uma pesquisada na internet e encontrei as seguintes empresas/agências que fazem pacotes, com sites em português:

www.metropolitan-touring.com

www.pisa.tur.br

www.stanfordtravel.com

www.intravel.com.br

www.argentinianexplorer-br.com

www.odysseysouthamerica.com.br

www.galapagos-inc.com