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A visita de um leitor ao Equador (1)

16 de dezembro de 2013 0

Alguns posts atrás, o leitor Constantin Sokolski, que mora no Canadá, contou sobre uma incursão por aquele país.

Hoje, ele descreve uma recente viagem ao EQUADOR, por onde ele diz ter encontrado poucos brasileiros.

Vamos às observações e fotos de Constantin.

“Iniciamos por Guayaquil, a cidade mais populosa do país.

Esta cidade é ponto de partida para as famosas Ilhas Galápagos.

Talvez por isso, no Parque Seminário, no coração da cidade, defronte à Catedral, como num trailer das Galápagos, dezenas de iguanas vivem livremente entre as árvores e a vegetação.

São mansas e parecem gostar de posar para fotos.

 

Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

A alta umidade aliada ao calor durante grande parte do ano faz com que a natureza seja exuberante. 

Perto do centro, algumas ruas de acesso a um cerro são flanqueadas por residências formando um agradável conjunto num estilo colonial próprio. As venezianas das janelas, assim como em algumas Ilhas do Caribe, abrem-se de forma a amenizar a entrada do calor.

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Dois morros, Cerro de Santa Ana e Cerro del Carmen, são considerados o berço  da cidade, fundada há 479 anos. As coloridas paredes das casas debruçadas nas encostas dos morros, suas ruelas íngremes e estreitas formam um dos símbolos de Guayaquil.

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Não longe dos morros, prédios erguidos recentemente às margens do Rio Guayas indicam o dinamismo desta região, como que disputando com Quito a liderança do país.

Às margens do rio, largos e longos espaços públicos, arborizadas e repleto de serviços convidando famílias a passar o dia.

São remanescentes dos “malecon”, tão comuns nas orlas de países de colonização espanhola.

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O famoso “Chapéu Panamá” que, ao contrário do nome, é produzido de forma artesanal no Equador, sendo uma das instituições do país andino.

Seus preços iniciam em 20 dólares podendo, dependendo da qualidade, alcançar 500, 700 ou até mais dólares americanos.

Não se pode deixar o país sem levar um autêntico “Montecristo”.

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O “sucre” como moeda nacional foi substituído pelo dólar americano alguns anos atrás.

Foi uma pena.

Perdeu-se o charme ao abolir o “sucre”.

Dos velhos tempos, somente moedas de baixo valor, em centavos, continuam em uso.

O Equador também é o país do futebol. Nas ruas, dezenas de pessoas transitam com as camisetas de seus times prediletos.

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Mercadoria exposta como acima espalham-se pelas ruas e calçadas.

A cor predominante é o amarelo, das cores pátrias.

Há uma sensação de que as pessoas admiram a seleção nacional.

 

 Em menos de 50 minutos de vôo sairíamos do nível do mar para as elevadas alturas da capital e a possível dificuldade inicial de adaptação.

Bem, em outra mensagem seguem fotos e vivências em Quito.

Constantin”