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Posts na categoria "Washington"

Festival da Cerejeira em Washington

01 de abril de 2016 0
David Luria, divulgação

David Luria, divulgação

Até 17 de abril, Washington fica linda, enfeitada pelas flores de cerejeiras.

É até essa data que ocorre o Festival Nacional da Flor de Cerejeira – além da capital americana, outras cidades dos Estados de Maryland e Virginia também celebram a floração da árvore nativa do Japão.

Divulgação

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Este ano, aliás, celebra o 104º aniversário da data em que o Japão presenteou os EUA com as mudas de cerejeiras (há anos, desde que visitei a cidade pela primeira vez, em 2011, falo disso aqui no blog!).

O início da primavera é marcado por três semanas recheadas de atividades. Em média, mais de 1,5 milhão de visitantes vão a Washington para admirar a floração das mais de 3 mil árvores.

A temporada, quando 20% das flores estão abertas antes das pétalas e folhas começarem a cair, pode durar até 14 dias, dependendo das condições climáticas.

Simon Williams, divulgação

Simon Williams, divulgação

Uma exposição sobre a Guerra do Vietnã no Newseum, em Washington

14 de julho de 2015 0
Newseum, divulgação

Newseum, divulgação

A capital dos Estados Unidos é um parque de diversões para quem gosta de museus.

Só nos do Instituto Smithsonian, na Independence Avenue, daria para gastar alguns dias.

Mas um dos que me encantou mesmo foi o Newseum, que fica na Pennsylvania Avenue, sobre o qual já escrevi aqui.

Na cidade, há muito da memória das grandes guerras do século 20, incluindo a I e a II Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã, e até setembro o Newseum exibe uma exposição especial sobre esta última.

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Reporting Vietnam celebra os 50 anos da guerra no sexto andar do museu e mostra, segundo seus organizadores de forma “provocativa”, como a imprensa cobriu o evento, o primeiro evento bélico a ser televisionado no mundo. Essa história é contada com fotos, jornais, revistas, músicas e artefatos.

Entre as fotos há algumas premiadas com o Pulitzer, o principal prêmio jornalístico dos EUA. Há ainda um documentário que mostra os principais momentos da guerra e os protestos contra ela.

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O museu abre todos os dias das 9h às 17h.
Fica na 555 Pennsylvania Avenue, em Washington.
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Dica de blog para viajar e aprender inglês

06 de fevereiro de 2015 0

Um ex-colega, o Mauro Belo Schneider viaja nesta semana para os Estados Unidos levando uma ideia bacana na bagagem: jornalista e professor de inglês, durante duas semanas ele vai passar pela Disney e por Washington alimentando seu blog com dicas de turismo, mas também de expressões em inglês para ajudar na viagem.

Mauro costuma publicar videocasts com dicas variadas em inglês.

Nesse abaixo, ele ensina a preparar chimarrão!

Pode ser útil quando receber um estrangeiro ou ao visitar alguém no Exterior que tiver curiosidade sobre a bebida:

Para acompanhar a viagem, confira em www.teachermauro.com

Para conhecer a Casa Branca, em Whashington

03 de outubro de 2014 0
White House, divulgação

White House, divulgação

Desde o dia 13 de setembro, e após dois anos de obras, o Centro de Visitantes da Casa Branca foi reaberto ao público, em Whashington D.C.

As novas atrações, que tiveram investimento de mais de US$ 12 milhões, são focadas na história da Casa Branca como residência, escritório, espaço cerimonial, além de museu e parque.

Com mais de 90 objetos, que em sua maioria nunca foram expostos antes, o visitante pode aprender sobre como era a vida dentro do local, além de ver alguns dos projetos mais importantes desenvolvidos na sede presidencial.

A exibição oferece projeções especiais para deficientes visuais, além de vídeos com legenda e áudio-descrição e elementos interativos.

O Centro de Visitantes da Casa Branca funciona diariamente das 7h30min às 16h e a visita é gratuita.

Cherry Blossom Festival, em Washington (ou quando as cerejeiras florescem na capital dos Estados Unidos)

02 de abril de 2014 0
Divulgação

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Será impossível não percebê-las se você visitar a cidade neste mês de abril (e em todos os outros meses de abril, há décadas).

As cerejeiras floridas se impõem na paisagem de Washington e são festejadas no National Cherry Blossom Festival (Festival Nacional da Flor de Cerejeira).

Mas vá que você esteja por lá e não se dê conta de que, além da beleza natural, ainda há uma série de atrações nesta época na capital dos EUA, e boa parte delas gratuita…

Há 102 anos as primeiras mudas de cerejeiras foram doadas à cidade vindas de  Tóquio (Japão) e desde então o festival celebra as flores, o início da primavera, a amizade entre EUA e Japão…

Neste ano, o festival ocorre até o próximo dia 13, com uma programação gratuita que inclui festas, desfiles na rua e shows de fogos de artifício.

Para atrair turistas, há também promoções especiais em hotéis, restaurantes e atrações em toda a cidade.

Ron Engle, divulgação

Ron Engle, divulgação

Alguns dos eventos previstos:

  • 3 de abril – Grand Sake Tasting (degustação de saquê)
  • 5 de abril – Show de fogos de artifício Southwest Waterfront Fireworks Festival
  • 12 de abril – National Cherry Blossom Festival Parade, das 10h às 12h, na Constitution Avenue, com performances emocionantes, carros alegóricos, balões de gás hélio gigantes, música e grupos de dança e o Japanese Street Festival, produzido pela Sociedade Americana/Japonesa de Washington.
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Para prestar atenção também:

  • A Big Bus Tours, empresa oficial de tours de ônibus do festival, oferece passeios onde é possível ver as floridas árvores de cerejeira do alto de um ônibus. O código NCBF2014 dá direito a um desconto de 25% em roteiros selecionados da companhia.
  • Durante a terceira edição da campanha City in Bloom, alguns dos edifícios mais icônicos da cidade e estações de transportes receberam uma iluminação rosa para celebrar a primavera. Centros comerciais e empresas também entraram no clima do festival e decoraram seus carros, janelas e vitrines com adesivos de flores de cerejeiras. O programa Petal Pass oferece descontos especiais em atrações locais, lojas, academias, restaurantes e outras atrações. O passe pode ser retirado gratuitamente nas agências do banco Capital One até 12 de abril e as promoções valem até dia 30 do mesmo mês.
  • Use o transporte público fora dos horários de pico
  • Use o SmarTrip para receber o desconto de 25 centavos por viagem
  • O Serviço Nacional de Parque oferece bicicletários gratuitos próximos ao Jefferson Memorial
  • O programa de aluguel de bicicletas Capital Bikeshare tem diversas estações próximas ao Tidal Basin e aos eventos do festival.
  • Para que os visitantes possam se planejar com antecedência ou em tempo real, o festival disponibilizou um aplicativo gratuito para iPhone e Android.
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Visita à Casa Branca, em Washington

20 de dezembro de 2013 0

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Em 5 de novembro foi reaberta a visitação à CASA BRANCA, sede do governo dos Estados Unidos.

As visitas podem ser feitas às terças e quintas, das 7h30min às 11h30min, e às sextas e sábados, das 7h30min às 13h30min – exceto em feriados nacionais.

Os estrangeiros devem pedir a permissão na embaixada de seu país na capital americana com no mínimo 21 dias de antecedência.

O edifício, habitado nesse momento por Barack Obama, tem mais de 100 anos de História.

 

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Às vésperas do Oscar, lugares de Washington que lembram o ex-presidente Lincoln

23 de fevereiro de 2013 0

Ao ler o caderno de Turismo da Folha de S.Paulo da última quinta, me dei conta de três coisas:

  • Já é véspera de festa do Oscar e isso, pra mim, é uma espécie de marcador do tempo (e eu sou das que gosta de cinema e gosta da festa, quase sempre kitsch – ainda se diz kitsch? -, do Oscar).
  • Eu ainda não vi Lincoln (clique aqui para ver o trailer), um dos filmes favoritos, do qual sei que muita gente não gostou (e eu quero ver mesmo assim!)
  • Já faz quase três anos que estive em WASHINGTON, uma cidade que me surpreendeu e onde há, obviamente, muitas referências a Lincoln (esse é o tema do caderno da Folha). Decidi lembrar de apenas duas delas, as que eu fotografei:

A primeira delas é o Lincoln Memorial. O  monumento, aberto à visitação o dia inteiro, é de 1922.

Foi também o palco do famoso discurso I Have a Dream, de Martin Luther King, em 1963.

É um lugar agradável e fácil de se visitar quando fizer o inevitável passeio pelo Mall, o grande parque que vai do Capitólio ao Monumento de Washington.

A segunda é o Teatro Ford, onde o décimo sexto presidente norte-americano foi morto, em 1865, enquanto assistia a uma peça com a mulher.

Meses depois do assassinato, o teatro foi fechado, para só reabrir 16 meses depois. Só em 1965 ele seria restaurado para reconstruir a mesma atmosfera da época do crime. Ali estão o diário e a pistola do assassino, o xale de Lincoln, materiais de campanha e fotos.

Eu só passei de ônibus por ali e fotografei de longe, fiquei devendo uma visita ao interior dele.

Para saber mais: www.fordstheatre.org

O centenário das cerejeiras de Washington

28 de março de 2012 3

Eu, que acho lindas as floradas de ipês, jacarandás, tipuanas, paineiras de Porto Alegre, me encantei com as cerejeiras de Washington e Nova York. Por obra do acaso, estive nas duas cidades sempre no mês de abril (em Washington, infelizmente, quando as flores já se iam, como mostra a foto acima).

Pois em 2012, Washington celebra o centenário de suas cerejeiras.

O  National Cherry Blossom Festival lembra todos os anos a chegada de 3 mil mudas da árvore, recebidas pela cidade como presente do prefeito de Tóquio Yukio Ozaki à capital norte-americana em 1912.

Em 2012, o festival, que começou no dia 20 de março, terá cinco semanas de duração, até 27 de abril, com uma programação cheia de eventos culturais, música etc.


Para ir em NY e Washington

11 de janeiro de 2012 0

COISAS PARA COMER EM VIAGEM

Minha querida amiga Alessandra, de quem eu tenho muita saudade, sugere três cafés/bares/restaurantes para quem for a NOVA YORK e/ou WASHINGTON.

Aqui vão os links para os respectivos sites das duas dicas de Nova York:

E a dica de Washington, onde Alessandra mora (entrei no site e fiquei morrendo de vontade de conhecer!!!):

“A minha dica mesmo, que há horas tô querendo te falar, é um lugar que descobri só há pouco aqui em D.C., o Co. Co. Sala, onde os pratos mais inusitados têm chocolate na receita, tudo delicioso.

E os drinks, então.. Tem um chamado Co Cojito, que é um tipo de mojito, mas feito com vodka de chocolate e servido coberto por raspas de chocolate. Um sonho…”

Leitura de férias

08 de junho de 2011 2

Terminei dois livros nessas últimas férias: O Castelo de Vidro, de Jeannete Walls, e O Símbolo Perdido, de Dan Brown.

Recomendo os dois.

Mas viajei mesmo, um ano depois de ter estado na cidade em que é ambientado, no livro de Dan Brown. Por vários motivos. Primeiro, por que é lá, em Washington, que mora minha amiga Alessandra. Foi ela quem me fez ler Dan Brown. Quando todo mundo lia O Código da Vinci, eu me recusava.

Alessandra me acusava de sofrer de “insegurança literária”. Dizia que eu não lia de medo de gostar de um best-seller, de um livro de fórmula fácil.

O desafio funcionou, a leitura é fácil mesmo, mas é inegável que a fórmula prende o leitor. Eu, que levo um tempão pra ler um livro, termino os dele rapidinho.

O Código me levou a Paris, e o Anjos e Demônios me levou a Roma e, agora, O Símbolo Perdido me transportou à capital norte-americana de novo.

Revi, pela descrição…

…o Capitólio…

… o complexo dos museus Smithsonian (dos quais eu destaco a National Gallery)…

…a Biblioteca do Congresso…

…o National Mall etc, etc.

Mas, Alessandra, Dan Brown continua me irritando. Ou o tradutor, não sei. Nenhum livro comporta tantas vezes os verbos assentir e aquiescer…

Pelo menos tem a cidade…

Washington e La Dolce DC

02 de março de 2011 0

A Itália não vive lá seus melhores momentos, citada a todo instante no noticiário pelas trapalhadas de seu primeiro-ministro, mas deixemos Berlusconi de lado e vamos às homenagens das quais é merecedora, independentemente de quem a governe…

Washington DC, a capital dos EUA, vai celebrar a cultura italiana com um festival em toda a cidade – “La Dolce DC” - de 1º de março a 31 de julho. A celebração é uma homenagem ao 150º aniversário da unificação italiana e mostra conexões entre Washington e Itália através de arquitetura, arte, dança, design, moda, música, teatro, cinema, enogastronomia.

Destination DC, a corporação de turismo da cidade, está produzindo o festival municipal em parceria com a National Italian American Foundation e a embaixada da Itália.

O nome da promoção é uma homenagem ao clássico filme de Fellini La Dolce Vita, que comemora seu 50º aniversário este ano.

Um dos exemplos do que acontecerá nesses cinco meses de comemorações: a magnífica National Gallery of Art vai transformar um de seus restaurantes no Garden Café Italia, servindo um cardápio de comida italiana clássica e contemporânea, desenvolvido pelo chef Fabio Trabocchi.

Para quem estiver na cidade ou for para lá, a programação toda está neste site especialwww.ladolcedc.org

O Newseum, para comemorar o Dia Internacional dos Museus

18 de maio de 2010 5

Dezoito de maio é o Dia Internacional dos Museus. Hoje, portanto.

Não sei explicar o motivo, mas adoro museus. Sempre gostei. Quando me mudei para Porto Alegre, 26 anos atrás, não havia muitos, nem o acervo era lá grande coisa, nem as mostras temporárias frequentes. Mas eu ia de um a outro no meu tempo livre de estudante. Era do Margs ao Júlio de Castilhos, do Júlio de Castilhos ao Margs. Para mim, um espaço de aprendizado, uma tentativa de entender a história e o tempo, o de outros e o nosso. 

E, viajando, “perco”, sim, meu tempo em museus. Nem tão pouco que me frustre as expectativas, nem tanto que me impeça de ver o mundo lá fora.

Há pouco tempo, numa entrevista, o vice-diretor para conservação e pesquisa dMuseu do Prado, de Madri, Gabriele Finaldi, disse que 45 minutos são suficientes para conhecer um museu como o que ajuda a dirigir (que é bem grandinho, diga-se). Basta escolher o que de melhor cada um oferece. 

Pode ser. Já fiz isso.

Mas, para conhecer o museu do título, o NEWSEUM, o museu da notícia, gastei uma tarde inteira. Claro que tem tudo a ver com meus interesses e minha atividade. Mas é que esse, especialmente, um dos 71 museus existentes em Washington, é tão interessante, que faltou tempo.

Começa que o dito cujo, inaugurado em 2008, tem seis andares e é totalmente interativo. São 14 galerias e 15 teatros.

Um resumo do que eu vi:

- o sensacional e emocionante vídeo de apresentação (Wath’s news – O que é notícia);
– todas as fotografias vencedoras do prêmio Pulitzer, o principal da imprensa americana;
– “Atletas”, mostra de fotos de esporte do lendário fotógrafo Walter Iooss (incluindo uma de Pelé!);

- um vídeo em 4D com um pouco da história do jornalismo investigativo e das coberturas de guerra capaz de transportar as pessoas para as cenas;
– exposição com dezenas de capas de jornais sobre o 11 de Setembro em todo mundo;


– diariamente, as capas de 80 dos principais jornais do mundo (entre eles, Zero Hora);


– a história de 500 anos de imprensa;

- uma exposição temporária sobre a história de Elvis Presley;


– estúdios de rádio e TV, espaços interativos e muito mais…

Pode parecer que só interessa aos jornalistas, escrevendo assim do jeito que escrevi. Mas não é, acredite. Havia ali dezenas de adolescentes e de pessoas que, à primeira vista, pouco tinham a ver com jornalismo. E pareciam interessadíssimas. Eu me emocionei. Concluí que fui jornalista em outra encarnação!!!

P.S.: a origem da palavra museu está no latim (museum), derivada do grego antigo (mouseion). Originalmente, o museu era o templo das musas, as deusas da memória.

O colorido natural de Washington

03 de maio de 2010 5

Voltei!
Embora o blog tenha sido programado durante minhas férias, que acabam de acabar, hoje retomo as atividades todas, inclusive esta, que me dá imenso prazer.
Nas últimas semanas, andei por Washington e Nova York (antes de um carro-bomba assombrar a frenética Times Square!) e, rapidamente, pelo Vale dos Vinhedos.

Como sempre, vou contando aos poucos o que vejo nessas andanças, tentando compartilhar o que encontrei de legal.

Pra começar, mostro o colorido de Washington D.C., a poderosa capital dos EUA que, confesso, nunca me atraiu como destino turístico, mas me surpreendeu. Ainda mais por ser primavera, e a cidade, naturalmente limpa e organizada, estar pintada de flores por todos os lados (pena eu ter chegado poucos dias depois de as cerejeiras terem já perdido suas flores!).

Quer ver uns exemplos?!

Estas duas fotos, abaixo, são de canteiros em ruas quaisquer de D.C., como a capital é chamada por seus moradores.

A combinação de cores fortes da foto abaixo é do Cemitério Nacional de Arlington. O local visitado anualmente por mais de 4 milhões de pessoas e onde estão enterrados mais de 300 mil militares e heróis americanos fica, na verdade, em Virginia, do outro lado do Rio Potomac, mas pode ser alcançado a pé, de metrô ou em ônibus de turismo circulares desde Washington D.C.

O bairro mais charmoso da cidade e talvez um dos mais floridos é, sem dúvida, Georgetown, pontilhado por restaurantes, casas e lojas lindas, galerias de arte e, naturalmente, por flores.

Nos arredores da Casa Branca, os jardins parecem ainda melhor cuidados, embora o capricho esteja por todo lado. Foi ali perto que fotografei o canteiro abaixo. Tulipas estão entre as minhas preferidas. Ah, e um aviso aos navegantes: se você um dia pretender visitar a morada de Obama e Michele, trate de fazer o agendamento, via internet, com seis meses de antecedência!

Mais arrumadinho é este último vaso flagrado em frente a um dos 19 sensacionais museus da Smithsonian Institution, sempre abarrotados de pessoas que podem desfrutar de todo o acervo gratuitamente todos os dias. Dá gosto de circular por ali.

Acho que um longo e rigoroso inverno valoriza a primavera. E o meu olhar descompromissado de férias também ajudou a enxergar melhor toda essa beleza. Vou procurar mais canteiros floridos em Porto Alegre!

Também é bom estar de volta!