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Posts na categoria "Geral"

Uma janela ao sol em Gramado

27 de fevereiro de 2015 0
Foto Rosane Tremea

Foto Rosane Tremea

Para alimentar a seção JANELAS DE VIAGEM, acrescento esta aqui, fotografada em Gramado no inverno do ano passado.

Mais do que a janela, gosto da luz e da sombra e, especialmente, desse detalhe da arquitetura em madeira, os lambrequins, esses recortes na madeira típico das regiões de colonização europeia.

Memórias de Myanmar, um dos destinos de 2015

26 de fevereiro de 2015 0
Fotos Odete Pinzetta, arquivo pessoal

Fotos Odete Pinzetta, arquivo pessoal


A Odete Pinzetta, gaúcha de Casca, viu a lista dos destinos que devem ser destaque em 2015 aqui no blog e no caderno Viagem e mandou um texto sobre um deles: MYANMAR.

Seguem o relato e as fotos de Odete, que em breve embarca para mais uma viagem, rumo à Guatemala. 

Boa viagem, Odete, e obrigada pela contribuição.

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Memórias de Myanmar, um dos destinos de 2015

“Oi, Rosane! Sempre acompanho teus posts no blog e no caderno Viagem. Muitas vezes senti vontade de escrever para comentar, mas sempre foi passando…

O que me faz escrever é o fato de ter lido a reportagem “10 destinos que vão bombar em 2015”. Já estive em quase todos eles, inclusive em Myanmar!

Adoro viajar! Já andei por mais de 80 países. Sou eclética. Adoro visitar roteiros convencionais ou fazer turismo religioso com meus pais; brincar na neve, mergulhar com golfinhos ou descansar num resort com minha sobrinha/afilhada de 7 anos; fazer enoturismo com meu namorado; e, também, viajar por destinos exóticos …sozinha!

Em novembro de 2014, fiz uma dessas viagens a Myanmar, antiga Birmânia, um lugar único, situado no sudeste asiático, que esteve fechado ao turismo por muito tempo. País um tanto misterioso para nós, é mais conhecido por aqui pela Revolução Açafrão, liderada pelos monges budistas que, em 2007, saíram em passeatas silenciosas contra o governo de então, acusado de corrupção e de violação dos direitos humanos, e por Aung San Suu Kyi, líder da oposição da época, agraciada pelo Prêmio Nobel da Paz em 1991, mantida em prisão domiciliar por 15 anos, cuja história foi contada no filme Além da Liberdade.

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Mas, em viagem recente para outros destinos exóticos da região (Laos, Camboja e Vietnã), tive minha atenção despertada para este país fascinante, de 60 milhões de habitantes. O povo e a cultura estão entre os mais charmosos e autênticos da região, onde mulheres pintam o rosto com “thanaka”, um pó amarelo feito da casca de uma árvore, e homens vestem saia até os tornozelos, o “longyi”. Com 88% da população budista, tem inúmeros templos e monumentos milenares reluzentes, e, por isso, é conhecido como “o reino dos templos dourados”.

Depois de 1h40min de voo até São Paulo, mais 13h30min até Doha (Qatar), mais 6h10min até Bangkok (Tailândia), mais 1h20min, cheguei a Yangon, antiga capital do Myanmar. A cidade, de mais de 6 milhões de habitantes e trânsito caótico, também tem ruas estreitas, parques e lagos, mansões coloniais britânicas deterioradas ao lado de reluzentes templos budistas, entre eles o templo religioso mais importante da Ásia, o Shwedagon Pagoda, também conhecido como Pagode de Ouro, que guarda relíquias de Buda, com stupa principal de quase 100m de altura, coberta por placas de ouro, circundada por mais de 60 pequenos templos.

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Após mais 1h de voo partindo de Yangon, cheguei a Mandalay, última capital real do Reino da Birmânia. Ali, no pagode Arakan, a imagem de Buda mais venerada do país continua sendo coberta pelos fiéis com finas folhas de ouro.

Em Amarapura, conheci a lendária ponte U-Bein, a mais longa ponte de madeira do mundo (1.200m), erguida para os pedestres há mais de 200 anos com mais de 900 postes de madeira. Ver o sol se pondo por entre os pilares, passeando num antigo barquinho a remo, é um programa imperdível.

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Depois, embarquei no Road To Mandalay para um cruzeiro pelo Rio Ayeyarwady, parando em vilarejos interessantes e surpreendentes.

Em Shwe Kyet Yet, testemunhei a cerimônia da oferenda, quando os monges saem cedo dos templos para recolher nas ruas o alimento que irão consumir até o final da manhã (no restante do dia, somente podem beber água ou suco).

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Em Ava, sacolejando numa charrete, fui desfrutando da paisagem do caminho, formada por vilas, templos e monastérios até chegar a Inwa, onde o secular Mosteiro Bagaya, todo esculpido de madeira teca, abriga uma escola que parece ter parado no tempo.

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Em Nyaung-u, o impressionante Pagoda Shwezigon, concluído no século 12, uma stupa coberta de ouro, rodeada de templos e santuários menores, que abriga relíquias de Buda.

Em Bagan, numa área de 41km2 localizada numa planície próxima ao Rio Ayeyarwady, a impressionante vista sobre mais de 3 mil stupas e templos budistas antigos é um momento inesquecível. Considerado um dos mais impressionantes sítios arqueológicos da Ásia (ao lado de Angkor Wat/Camboja), teve seu auge no século 10, quando o rei levou para a região artistas, artesões, monges e mais de 30 elefantes carregados com as escrituras budistas.

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Enfim, Myanmar é um destino que eu recomendo!!! Nas minhas lembranças de viagens ao oriente, está empatado com Laos no quesito “memórias inesquecíveis”. Mas, essa é outra história…

Abraço,

Odete Pinzetta”

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Um roteiro (de novo!) por Morro Reuter

25 de fevereiro de 2015 0
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Fotos Rosane Tremea


Dias atrás, passei, de novo, por parte do roteiro turístico de Morro Reuter.

Destaco os lugares para onde eu voltei desta vez, mas há outros pontos, especialmente ateliês e restaurantes, que podem ser visitados.

Confira:

  • O restaurante El Paradiso (na VRS-873) aumentou de tamanho desde que o conheci.
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Se não quiser ficar na área interna, há mesas sob as árvores

Lota (muito!) aos domingos, mas a comida é boa, e o lugar continua bonito.

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Achei um amor o convite! Dá vontade mesmo de ficar para o café da tarde!

Apesar de não se poder mais chegar perto dos bichanos do gatil (sorte deles!), ainda é uma atração para crianças e adultos.

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A distância garante a paz dos bichanos

E tem a Kombi-loja, para bisbilhotar depois do almoço.

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Saí dali com uma casa de cerâmica para ninho de passarinho e um porquinho, também de cerâmica, para fazer companhia para outro que eu já tinha. Tudo depois de uma conversa superagradável com a dona do lugar.

 

  • O Ateliê Edelweiss, com mesas para apreciar a vista da varanda e, mesmo que não se esteja interessado em nenhum dos objetos, dá para experimentar uma excelente apfelstrudel.

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  • O Ateliê Flávio Scholles, onde se pode apreciar as obras e ainda ter uma aula sobre arte do próprio artista ou de sua sobrinha, adquirir originais ou cópias e objetos feitos a partir delas.

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  • O Ateliê Anelise Bredow, parada obrigatória. As peças de cerâmica de Anelise são inconfundíveis e já emolduraram cenários da Globo. Para apenas apreciar, conversar com a artista ou adquirir peças simples como plaquinhas para identificar temperos na horta ou outras bem sofisticadas.

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E tem mais (desta vez não fui, mas vale a pena conhecer no mesmo roteiro):

  • Armazém Kieling
  • Ateliê Claudia Sperb
  • Café Colonial Walachay
  • Restaurante Paradouro

Veja todas as atrações em turismoemmorroreuter.com.br

P.S.: se eu fosse da administração da cidade, tiraria todas as placas que enfeiam a paisagem. Há outras formas de divulgar o que há para se ver no trajeto

A Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, e as praias mais lindas do Brasil e do mundo

24 de fevereiro de 2015 0

Ainda que tenham se passado alguns dias desde que o ranking foi divulgado, fica aqui o registro sobre as melhores praias do mundo, segundo os usuários do site de viagens TripAdvisor.

Não sou rato de praia, mas conheço algumas lindas, incluindo a vencedora (que é bicampeã), e assino embaixo. É realmente uma linda praia a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha.

Esta é a terceira edição do Travelers’ Choice Praias.

A lista tem 332 praias no mundo inteiro.

A Baía do Sancho, conhecida por ser um dos melhores pontos para mergulho livre do país, é a única representante brasileira na lista das 25 melhores do mundo.

Veja a lista das 10 mais do Brasil e do Mundo abaixo:

 

As 10 Melhores Praias do Mundo

 

1. Baia do Sancho, Fernando de Noronha (PE), Brasil

Baía do Sancho, Fernando de Noronha, Brasil

Baía do Sancho, Fernando de Noronha, Brasil

2. Grace Bay, Caribe

3. Rabbit Beach, Itália

Rabbit Beach, em Lampedusa, na Itália. TripAdvisor, divulgação

Rabbit Beach, em Lampedusa, na Itália. TripAdvisor, divulgação

4. Playa Paraiso Beach, Cuba

5. Playa de Ses Illetes, Espanha

6. Anse Lazio, Ihas Seychelles

7. White Beach, Filipinas

8. Flamenco Beach, Porto Rico

9. Whitehaven Beach, Austrália

10. Elafonissi Beach, Grécia

 

 

As 10 Melhores Praias do Brasil

 

1. Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE)

2. Praia de Lopes Mendes, Ilha Grande (RJ)

3. Praia dos Carneiros, Tamandaré (PE)

Praia dos Carneiros (PE), TripAdvisor, divulgação

Praia dos Carneiros (PE), TripAdvisor, divulgação

4. Praia do Forno, Arraial do Cabo (RJ)

5. Baía dos Golfinhos, Praia de Pipa (RN)

6. Praia do Grumari, Rio de Janeiro (RJ)

7. Galés, Maragogi (AL)

8. Praia do Rosa, Praia do Rosa (SC)

Praia do Rosa (SC), TripAdvisor, divulgação

Praia do Rosa (SC), TripAdvisor, divulgação

9. Prainha, Rio de Janeiro (RJ)

10. Praia do Farol, Arraial do Cabo (RJ)

 

Veja a lista completa com todas as vencedoras: www.tripadvisor.com.br/TravelersChoice-Beaches

 

Que tal passear de bike pelo Vale dos Vinhedos e arredores?!

23 de fevereiro de 2015 0
Fotos Hotéis Dall'Onder, divulgação

Fotos Hotéis Dall’Onder, divulgação

Eu diria “de bici”, que é o modo carinhoso como os gaúchos, pelo menos os do Interior, costumavam se referir ao seu veículo de duas rodas.

Mas, vá lá, vamos “de bike”mesmo.

Ainda em tempos de vindima, esse é um bom jeito de passear pelo Vale dos Vinhedos e arredores e um dos seus hotéis disponibiliza passeios acompanhados em bicicletas desde o final de novembro.

“Que tal de bike?” é um projeto da Rede de Hotéis Dall’Onder, de Bento Gonçalves.

Há vários roteiros, passando por cinco cidades:

  • Vale dos Vinhedos
  • Caminhos de Pedra
  • Rota do Sabor
  • Vale do Rio das Antas

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As pedaladas podem ter de três a oito horas de duração, dependendo do roteiro, com percursos de 10 a 34 quilômetros.

Em todas as opções, há acompanhamento de uma equipe treinada e um veículo de apoio com toda estrutura necessária.

Todos os roteiros terminam com visitação e degustação nas vinícolas da região.

A volta ao hotel é feita de carro, van ou micro-ônibus.

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Serviço

  • Os valores dos passeios variam de R$ 185 a R$ 270.
  • Para grupos a partir de 10 pessoas o hotel oferece valores diferenciados.
  • Todo passeio deve ser agendado com antecedência, podendo ser feito em qualquer dia da semana.
  • Informações: www.dallonder.com.br ou (54) 3455-3555

 

Sobre domingos de Oscar e locações dos indicados

22 de fevereiro de 2015 0

Sobre a principal premiação do cinema, um texto que eu publiquei na edição deste domingo em ZH e, mais abaixo, lugares que serviram de locações para alguns dos filmes que concorrem a prêmios que o site Trivago destaca:

ATUAR, FINGIR, MENTIR

Dos 52 domingos do ano, este é um dos meus preferidos. Adoro domingo de Oscar. Sou do tipo que compromete o início da semana dormindo só depois da entrega da última estatueta, de conhecer os prêmios principais, o ator, a atriz, o diretor e o filme vencedores. Para acompanhar a cerimônia, já fiz reunião com amigos, já vi com a família, já assisti em quarto de hotel, em bar, já comentei online em redes sociais, tudo para me manter acordada até o fim. É que naquele tapete vermelho desfilam mais do que o George Clooney e a Angelina Jolie, mais do que estrelas de cinema e celebridades, do que a nossa diversão e as fugas de nosso dia a dia. Desfila a ficção, mas também percorrem o tapete muitos retratos de nossas realidades. Desfilam nossa humanidade e os monstros que às vezes somos.

Além deste domingo de Oscar, especialmente, adoro esta época para ir ao cinema – como a maioria, não dou conta de assistir, nas limitadas horas de folga, a todas as produções. Dos oito indicados a melhor filme, vi cinco e confesso: não tenho um preferido. Gosto de todos e de todas as atuações. Me impressionaram o Stephen Hawking de Eddie Redmayne, assim como o Alan Turing de Benedict Cumberbatch.

Quando o cinema dá vida a personagens conhecidos – e eles nos impressionam não apenas pela semelhança física, mas por gestos, olhares, esgares, pela alma –, o arrebatamento costuma ser maior ainda. Não à toa, muitos dos filmes indicados se baseiam em histórias reais e não em roteiros originais. A realidade costuma superar em muito a ficção, com o perdão do lugar-comum.

Se me perguntassem o que eu gostaria de ser (se não fosse o que escolhi), teria uma das respostas para o porquê de eu acordar com expectativa quase infantil neste domingo: queria ser cantora ou, muito mais, atriz. Não canto nada e nunca fiz sequer um curso de teatro. O máximo que me aproximei de uma atuação é mais um pesadelo do que um sonho: uma vez, provocada por uma amiga, me fiz passar por uma estrangeira diante de amigos dela. Foram horas de mais sofrimento do que gozo. Minha interpretação, merecedora do prêmio Framboesa de Ouro (aquele dado às piores produções e atores), durou muito tempo para o meu gosto. Quando vi que a coisa ia longe demais, eu mesma me entreguei. A plateia era pior do que eu, nem havia percebido meu fingimento, revelando uma faceta (querida) do porto-alegrense, que é a de tratar com mais atenção a quem vem de fora. Carreira encerrada.

Na vida real, quando via uma entrevista na TV e desconfiava do que a pessoa dizia, minha mãe pedia atenção à boca do sujeito. Ela dizia que uma forma de mexer o canto da boca, quase imperceptível, revelava se a pessoa estava interpretando, mentindo ou dizendo a verdade. Mais por afeto do que por crença, passei a observar não a boca, mas aquele determinado canto da boca. Nesses tempos de delações premiadas, porém, de pessoas entregando os comparsas sem dó nem piedade para salvar a própria pele, está cada vez mais difícil decifrar quem está atuando, fingindo ou mentindo. E com quais intenções.

Vou mergulhar no cinema e aproveitar meu domingo de Oscar. Na tela, pelo menos, vou ter (quase) certeza de que estão todos interpretando um papel.

SEIS LOCAÇÕES “DE CINEMA”

O site www.trivago.com.br, comparador de preços de hotéis do mundo, selecionou 6 locações de filmes indicados ao Oscar deste ano para inspirar novas viagens.

Reproduzo tal e qual:

1. O Grande Hotel Budapeste – Görlitz (Alemanha) & Karlovy Vary (República Checa)

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O Grande Hotel Budapeste foi nomeado em nada menos do que nove categorias, incluindo a mais prestigiosa, o Oscar de melhor filme. Conta a história de um gerente (interpretado por Ralph Fiennes) de um famoso hotel europeu. No período entre as duas guerras mundiais, ele faz amizade com um jovem empregado (interpretado por Tony Revolori) que se torna confidente dele.

O diretor Wes Anderson escolheu filmar as cenas dentro do Grande Hotel Budapeste em Görlitz. O local é perfeito para as cenas mais importantes do filme e fica perto da fronteira entre a Alemanha e a Polônia. Anderson escolheu uma antiga loja de departamento no estilo arquitetônico art nouveau, construída em 1913. As colunas, as janelas e o grande lustre no meio são originais, o resto é construído em torno dele. A escadaria, que abriga a recepção do Grande Budapeste no filme, são cópias exatas das escadas na loja de departamento.

A loja de departamento, deserta desde 2010, estava no meio de uma situação de falência difícil e chegou a trocar de donos durante a filmagem. Anderson cogitou até comprar o edifício, o que depois não foi necessário. Devido à exposição no filme, a loja ganhou um novo investidor e será reformada e abrirá suas portas novamente este ano.

O exterior do hotel do filme foi baseado no estilo arquitetônico de dois hotéis em Karlovy Vary, cidade termal localizada na República Checa, mais conhecida como Carlsbad. No século 19, ficou famosa pelos spas para os ricos e famosos e serviu como cenário de 007 Cassino Royale. Apesar de não ter tido cenas filmadas na cidade, há várias referências visuais dela. O luxuoso hotel Grandhotel Pupp serviu como grande inspiração, assim como o Bristol Palace Hotel, ambos os quais apresentam várias semelhanças com o Grande Hotel Budapeste.

2. Interestelar – Islândia

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Interestelar, o filme sci-fi dirigido por Christopher Nolan no qual um grupo de astronautas viaja pelo espaço à procura de um novo lar para a humanidade na Terra recebeu cinco indicações ao Oscar: música, encenação, som, gravação e efeitos especiais.

Muitas cenas foram filmadas na paisagem de tirar o fôlego da Islândia, como na geleira Svinafellsjokull, no parque nacional de Skaftafell, que é representado no filme como um planeta coberto de gelo, que poderia ser uma potencial nova casa para a humanidade. Skaftafell está localizado no sudeste da Islândia, e é formado ao longo de milhares de anos pelo fogo e pela água. Tours para Svinafellsjokull são organizadas o ano todo.

3. Ida – Lódź (Polônia)

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O filme Ida foi nomeado ao Oscar de melhor fotografia e melhor filme em língua estrangeira. Ida é ambientado em 1962, na Polônia. A protagonista Anna é órfã e criada por freiras no convento, que é baseado no Palacio de Klemensow. Anna é noviça e está prestes a se tornar freira mas, antes, deve visitar sua única familiar restante, sua tia Wanda. Em seguida, as duas mulheres fazem juntas uma viagem de volta na história e Anna descobre que é judaica, que o seu verdadeiro nome é Ida e também da trágica história de sua família.

O principal local de filmagem do filme é a região em torno da cidade de mesmo nome: Łódź. Com 737 mil habitantes, é a terceira maior cidade da Polônia e fica a cerca de 2 horas de carro de Varsóvia. Uma visita a este importante local do filme pode ser combinada com uma visita à capital da Polônia. É uma cidade jovem, que cresceu enormemente no século 19 por causa da extensa indústria têxtil na cidade. Lodz foi apelidada de “Manchester do Oriente.” Além disso, em Łódź está um dos maiores cemitérios judaicos na Europa. Uma das grandes fábricas de têxteis antigos foi convertida em um dos maiores shopping centers de Łódź ,”Manifaktura”.

4. Mesmo Se Nada Der Certo – Nova York (Estados Unidos)

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É a história de uma jovem cantora e compositora que decide cantar em locais públicos em Nova York até ser descoberta por um representante de uma gravadora. O filme recebeu uma indicação ao Oscar, de Melhor Canção.

Algumas das cenas foram filmadas em locais públicos famosos, como Times Square e Central Park, mas o filme também apresenta o lado menos conhecido de Manhattan.

As filmagens ocorreram no bairro boêmio Greenwich Village, onde o Washington Square Park está localizado, e no Meatpacking District, que é conhecido por sua vida noturna vibrante. A história da antiga indústria de carne ainda é visível, mas o distrito é conhecido agora por suas boutiques e restaurantes de última moda.

5. Caminhos da Floresta – Dover Castle, Waverley Abbey & Windsor Great Park (Reino Unido)

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Nomeado para melhor figurino e melhor design de produção, além de Meryl Streep indicada como melhor atriz coadjuvante. O filme, é estrelado por Meryl Streep (como a bruxa), Anna Kendrick (como Cinderela), Emily Blunt (como a esposa do padeiro) e Johnny Depp (como o lobo). Caminhos da Floresta é metade animado, metade real e baseado num musical da Brodaway. O filme é dirigido por Rob Marshall.

Um dos locais de gravação mais impressionantes do filme é o castelo onde é realizado o casamento da Cinderela com o príncipe. O castelo do príncipe é uma cópia exata do Dover Castle, em Kent, Inglaterra. Dover Castle é o maior castelo na Inglaterra, foi construído no século 12 e é de grande importância estratégica; tunéis da época da guerra foram encontrados debaixo do castelo, que está muito bem preservado. Já as ruínas de Waverley Abbey em Surrey foram transformadas na torre em que Rapunzel está presa.

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Windsor Great Park, localizado no sul de Windsor, na fronteira entre Berkshire e Surrey, foi inspiração para a maioria das cenas gravadas na floresta. O parque pertence ao Castelo de Windsor e é aberto ao público. É conhecido pelo grande número de veados que vivem no parque e árvores de carvalho muito antigas. As árvores antigas dão uma sensação misteriosa, especialmente ao pôr do sol, o que reflete perfeitamente a atmosfera do filme. Em 1982, durante uma visita oficial, o Presidente Reagan e a Rainha Elizabeth andaram juntos a cavalo no local. O parque serviu também de locação para filmes como Harry Potter, Branca de Neve e o Caçador e o Discurso do Rei.

6 – O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos – Nova Zelândia

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É a última parte da trilogia Hobbit do diretor Peter Jackson. Na terceira parte da trilogia, a luta contra o mal de Bilbo Bolseiro tem um final espetacular. O filme recebeu uma indicação ao Oscar de melhores efeitos sonoros. Todos os três filmes do Hobbit são filmados nas mais belas paisagens na Nova Zelândia.

Os cenários espetaculares da Nova Zelândia, com montanhas cobertas de neve, vales verdes e belas cachoeiras são únicos e têm contribuído para o grande sucesso dos filmes.

Muitas das cenas-chave do Hobbit anterior e Senhor dos Anéis foram filmadas no belo Parque Nacional de Fiordland. No parque, uma aldeia hobbit completa foi construída, a Hobbiton. Ao visitar o Parque Nacional de Fiordland e a Hobbiton você vai se sentir quase como um verdadeiro morador da Terra-média.

Os gatos voltaram, e agora de Londres

21 de fevereiro de 2015 0
Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

De vez em quando deixo de lado a seção GATOS DE VIAGEM.

Mas continuo fotografando os que passam pelo meu caminho quando viajo e continuo recebendo fotos de leitores.

A Monica Ballvé O’May, ex-colega que mora em Londres, mandou essas:

“Vi que gostas muito de gatos (eu também!).
Aqui tem um café onde eles andam pra cima e pra baixo…rs
Outro dia fui a uma loja em Brick Lane que tem vários gatos. Detalhe: a lojinha vendia camisetas, nenhum assunto relacionado a gatos. Não era pet shop, tampouco…”

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Viagem ao Irã e à Turquia

20 de fevereiro de 2015 1
Grabriel Britto, arquivo pessoal

Grabriel Britto, arquivo pessoal

O Gabriel Britto, que tem um blog muito bacana chamado Gabriel Quer Viajar (já falei mais uma vez: invejo muito esse nome porque tem a gente mais quer do que viaja e essa ideia do desejo, da vontade, do que está por vir é muito legal!), vai acompanhar, em maio, uma viagem de trem entre o Irã e a Turquia.

Apaixonado pelo Irã, ele vai fazer uns bate-papos durante a viagem, para os viajantes, no interior do trem.

Gabriel publicou um post contando um pouco sobre a viagem.

Publico um trecho e fica aqui o link para conferir o resto por lá:

“Eu vivo repetindo que o Irã é lindo e maravilhoso para o turismo e repito quantas vezes for preciso, porque foi assim comigo e também com todos os amigos e conhecidos que já visitaram o país.

Mas eu sei que ele ainda não é um destino fácil para todas as pessoas.

Sob o ponto de vista do planejamento da viagem, por exemplo, o Irã pode ser bem burocrático e complicado, principalmente na hora de encontrar informações pela internet.

Sob o ponto de vista psicológico, não é facinho esquecer 35 anos de notícias ruins nos jornais, por mais que você passe um tempão lendo apenas os meus posts in love com os iranianos.

Eu sei. Eu entendo. Eu vivi isso e sei que essas coisas só mudam quando você está lá, interagindo com o povo e recebendo sorrisos, mimos e tudo mais que eu já descrevi aqui.

Outra coisa que eu sei é que muita gente acaba desistindo de conhecer o Irã por causa destas incomodações. E é por este motivo que eu escrevo este post com felicidade dupla.”

Chá da tarde na Grã-Bretanha

19 de fevereiro de 2015 0

Fã de seriados da TV britânica como Downton Abbey, Call the Midwife e Mr. Selfridge (se você nunca viu nenhuma delas, vá correndo ao Netflix!), adorei essas dicas do VisitBritain para lugares onde experimentar um tradicional chá da tarde na Grã-Bretanha, que guardam uma certa pompa e circunstância. Há das opções mais caras até umas bem razoáveis, pra incluir na lista de uma próxima viagem.

Aliás, na última vez em que preparei um chá da tarde, ganhei de presente um CD (sim, ainda há quem compre) chamado Music from the Tea Lands, da querida amiga Jussara, que eu recomendo muito. É perfeito para acompanhar a hora que ainda é “sagrada” para os britânicos.

Confira abaixo, editadas, as dicas do VisitBritain:

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

O chá faz parte da dieta básica dos britânicos há muito tempo, mas nem todos sabem que ele se tornou popular na Grã-Bretanha graças a uma princesa portuguesa. Quando Charles II se casou com Catarina de Bragança em 1662, o consorte da recém-coroada rainha logo espalhou pela corte real o apreço dela por chá. A moda se espalhou entre as classes mais abastadas e, por fim, dominou toda a nação – isso também se deve ao fato da expansão do comércio de chá durante o reinado de Charles II.

 

Avançando para os dias de hoje, é difícil encontrar britânicos que não bebam chá, no mínimo uma xícara por dia. A nação conhece bem e aperfeiçoou a arte de relaxar às 16h com uma xícara da bebida, incluindo no ritual apetitosas guloseimas para acompanhar a infusão.

 

Para escolher a opção ideal para seu paladar, saiba que há o cream tea, o high tea e o afternoon tea. Cream tea inclui um bule de chá servido com scones, tradicional pãozinho inglês, servido com creme de nata e geleia. Há um debate acalorado se essa combinação teria surgido na Cornualha ou em Devon, dois condados do sudoeste da Inglaterra. Independentemente da origem, é possível encontrar cream teas excelentes nessa região do país – só não se envolva no outro debate controverso, sobre o que se passa primeiro nos pãezinhos, geleia ou creme. A única regra é: quanto mais dos dois, melhor.

 

High tea e afternoon tea são confundidos com frequência – o primeiro envolve bolo ou qualquer tipo de doce e era, originalmente, uma refeição salgada feita no início da noite pelas classes mais baixas, que incluía uma caneca de chá, pão, legumes, queijo e, às vezes, carne. Afternoon tea, por sua vez, era entendido como uma “ponte entre as refeições”, pela sétima duquesa de Bedford, uma jovem chamada Anna. Na alta sociedade do século 19 em que ela vivia, era comum tomar café da manhã cedo e depois jantar por volta das 20h. Obviamente, ela sentia fome entre essas refeições e costumava tomar um lanche escondido em seu quarto! Com o tempo, outras pessoas do círculo da duquesa começaram a acompanhá-la, e assim nascia uma nova refeição. O hábito ganhou força e hoje em dia há chás da tarde de todos os tipos – até chá da tarde do Chapeleiro Maluco em um ônibus londrino ou em um trem a vapor escocês. Basta acrescentar companhia para conversar e uma tarde relaxante e agradável estará garantida!

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

 

LOCAIS CLÁSSICOS PARA SABOREAR O AFTERNOON TEA

 

Se você está em busca de um verdadeiro banquete, os hotéis Ritz, Claridges e The Goring de Londres são famosos por seus generosos chás da tarde com toda a pompa e estilo:

 

  • The Ritz é provavelmente a opção mais tradicional – quem não gostaria de voltar de férias e contar que tomou um chá no Ritz? O chá da tarde é servido no suntuoso Palm Court, um salão que esbanja luxo e glamour. Escolha entre 16 opções de chá de folhas antes de devorar minissanduíches, folhados e bolos, além do tradicional scone quentinho. O chá da tarde tradicional custa 50 libras (195 reais) por pessoa.

 

  • Claridges e The Goring, hotéis londrinos mundialmente famosos também (o último foi o local escolhido pela duquesa de Cambridge para passar a noite anterior ao seu casamento com o príncipe William), já ganharam o prêmio Tea Guild na categoria Melhor Chá da Tarde de Londres – sim, há prêmios para essa tradição – e ambos oferecem uma série de tentadoras guloseimas doces e salgadas para acompanhar os bules de chá e as longas conversas. O chá da tarde clássico do Claridges custa 50 libras (195 reais) por pessoa. O do Goring custa 42,50 libras (165 reais) por pessoa.

 

Landscape close-up Champagne Afternoon Tea on the Terrace at The Goring, London lower res

 

 

  • Se quiser algo mais econômico, saiba que o Fan Museum em Greenwich foi eleito o local que serve o chá da tarde com melhor custo-benefício de Londres em várias ocasiões – um verdadeiro banquete em um belo ambiente. Por 7 libras (27 reais), é possível desfrutar de chá com pãezinhos, creme de nata e geleia, bolo caseiro e ingresso para um dos museus mais exóticos da capital.

 

  • Se o dia estiver ensolarado, siga para um dos tesouros mais bem guardados de Londres, o Chelsea Physic Garden. Situado no coração do bairro de Chelsea, é o oásis ideal para ir depois de fazer compras na Kings Road. Permita-se degustar pãezinhos de lavanda e geleia caseira no Tangerine Dream Café antes de admirar o belo jardim de plantas medicinais, fundado em 1673!

    Também vale a pena sair de Londres para um chá da tarde em uma das cidades ou aldeias interioranas da Grã-Bretanha – o cenário ideal para um encontro agradável em companhia de alguém estimado (ou de um bom livro). Várias cidades utilizam ingredientes locais para preparar deliciosas geleias, compotas e salgadinhos.

 

  • Ganhadora do “Oscar do mundo do chá” de 2013, o principal prêmio nacional do Tea Guild, a Davenports Tea Room em Cheshire, norte da Inglaterra, além de ser a favorita dos moradores, atrai clientes dos lugares mais distantes, como Escócia, ávidos para provar o chá da tarde. Por quê? Os scones são feitos com uma receita muito bem guardada da década de 1930, enquanto a decoração tem tema de Alice no País das Maravilhas (o autor Lewis Carroll nasceu a menos de 4 quilômetros dali). Davenports fica a 30 de minutos de carro de Cheshire, Manchester e Liverpool. Eles servem chá com creme de nata a 4,95 libras (19 reais) por pessoa e chá da tarde a 16,99 (66 reais) por pessoa.

 

  • Em 2011, The Angel Hotel em Abergavenny, no extremo de Brecon Beacons, no País de Gales, ganhou o principal prêmio do Tea Guild. O chá da tarde da histórica hospedaria é servido no salão Wedgwood, com iguarias preparadas diariamente pelo padeiro especializado e uma série de chás para matar a sede. Custa 21,80 libras (85 reais) por pessoa. O aconchegante hotel é uma ótima opção para se hospedar, principalmente se comida boa for um dos fatores que influenciam sua escolha de acomodação. A localização também é excelente para explorar o Parque Nacional de Brecon Beacons, que fica bem ali, ou as belas praias do País de Gales. Abergavenny fica a 45 de minutos de carro de Cardiff.

 

  • Se viajar para Edimburgo, visite “a grandiosa dama da Princes Street”, como é conhecido o Balmoral Hotel. Assim como no Ritz, o chá da tarde é servido no Palm Court do hotel e também ganhou dois prêmios do Tea Guild. O chá tradicional custa 58 libras (225,30 reais) para duas pessoas e inclui os indispensáveis sanduíches e folhados, scones assados na hora e um tentador carrinho repleto de sobremesas – com esse banquete, não precisa fazer nenhuma reserva para o jantar!

 

  • Um chá da tarde que você não vai esquecer tão fácil é o servido no The Old Course Hotel em St Andrews, Escócia. A cidade é famosa pelo golfe, mas deveria ser também por seus pãezinhos com frutas e panquecas de limão, servidos com creme de nata e compotas de morango e de champanhe rosé. O chá da tarde custa 22 libras (86 reais) por pessoa. O hotel também oferece chá da tarde para crianças, dando a oportunidade de apresentar a elas essa tradição. Essa opção infantil inclui uma variedade de sanduíches – mais do estilo Nutella e manteiga de amendoim do que salmão defumado! Dá direito ainda a gelatina e sorvete, bolos com glacê mármore e outros doces, tudo por 10 libras (39 reais) por criança.

 

  • Outro chá que vai agradar às crianças é o Chá da Tarde de Príncipes e Princesas do The Milestone, em Londres. Crianças com menos de 12 anos vão desfrutar de minissanduíches, scones assados na hora com creme de nata e compotas e folhados franceses, acompanhado de xícaras de um delicioso chocolate quente. Antes de começar essa refeição tentadora, o chef pasteleiro ajuda as crianças a decorar cupcakes, que depois elas podem comer juntamente com as outras guloseimas. O chá custa 15 libras (58 reais) por criança.

Afternoon tea at The Milestone Hotel, London (3)

 

  • Os salões de chá da Bettys em Harrogate, cidade na região norte de Yorkshire, Inglaterra, são lendários. São seis no total, mas Harrogate – antiga e elegante estância termal cercada por Yorkshire Dales – foi o local da primeira unidade Bettys, aberta em 1919. Com mais de 300 tipos de pães, bolos e chocolates para experimentar e 50 tipos de chá, vai ser difícil saber por onde começar. O carrinho de bolos e tortas, trazido até a mesa para os clientes escolherem o que degustar, é um toque clássico da casa de chá Bettys, assim como os “Fat Rascals” – bolinhos macios de fruta.

Food & Drink

 

  • Algumas pessoas viajam para Glasgow, na Escócia, só para experimentar o chá da Willow Tea Rooms e admirar a elegante arquitetura de Charles Rennie Mackintosh, um dos nativos mais famosos da cidade. A Room de Luxe, com mobília de prata e cristais adornados com contas, continua idêntica à época em que foi criada por Mackintosh, em 1904, assim como a Gallery, com decoração mais escura e masculina. Biscoito amanteigado é o acompanhamento clássico para o chá na Escócia, mas na Willow também vale a pena provar os merengues caseiros. A casa também oferece um cardápio especial de chá da tarde para crianças. O chá da tarde custa 12,95 libras (50 reais). Há duas filiais da Willow Tea Rooms no centro da cidade, uma na Sauchiehall Street (projetada por Charles Rennie Mackintosh) e outra na Buchanan Street.

 

O calendário do Gastronômade, em breve no RS

18 de fevereiro de 2015 0
Fotos Gastronômade, divulgação

Fotos Gastronômade, divulgação

O restaurante a céu aberto criado por um chef americano em 1999 e que percorre o Brasil desde 2012 divulgou seu calendário para 2015.

O Gastronômade começa bem intenso em março, incluindo uma etapa em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

Desde 2012, já foram 33 etapas em nove Estados.

A ideia é de proporcionar banquetes a céu aberto, com comida preparada por chefs e servida em grandes mesas coletivas, enfatizando a paisagem e os produtos do local.

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O calendário em março

Etapa São Paulo

  • 4 de março
  • Costa Verde Tabatinga Hotel, Praia de Tabatinga, Caraguatatuba (SP)
  • Chef Eudes Assis

Etapa Distrito Federal

  •  15 de março
  • Sítio Geranium, Chácara 29 Núcleo Rural Taguatinga​,  Samambaia (DF)
  • Chef Agenor Maia

Etapa Rio Grande do Sul

  • 21 de março
  • Spa do Vinho, ERS-444, Km 21, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves (RS)
  • Chef Felipe Pinelli

Etapa Rio de Janeiro

  • 22 de março
  • Fazenda do Cedro, BR-040, Km 45, Pedro do Rio, Petrópolis (RJ)
  • Ricardo Lapeyre

Etapa Santa Catarina

  • 28 de março
  • Mosteiro Vila Fátima
  • Rodovia SC-406, nº 2210, Morro das Pedras, Florianópolis (SC)
  • Chef Janete Borges
A Etapa do RS em 2014 foi em Pinto Bandeira

A Etapa do RS em 2014 foi em Pinto Bandeira

Aplicativo da Gol alerta sobre possibilidade de antecipar, adiar ou de perder voo

17 de fevereiro de 2015 0

Uma nova funcionalidade foi adicionada ao aplicativo mobile da companhia aérea Gol.

A geolocalização alerta sobre a possibilidade de o passageiro perder ou antecipar o voo.

Ele pode receber alertas e orientações sobre o tempo estimado para o deslocamento até o aeroporto, notificações sobre tempo para o embarque ou ainda se poderá antecipar ou adiar a viagem.

Confira mais no site da Gol.

Rota Cervejeira do Rio de Janeiro

16 de fevereiro de 2015 0

Nunca fiz uma rota para conhecer cervejarias e cervejas.

Achei interessante essa divulgada pelo Rio de Janeiro, que reúne seis cidades da serra fluminense.

Dá para ter uma ideia visitando o site da associação da Rota Cervejeira, que é muito bem-feito, aliás.

A sugestão da associação é de um passeio de um dia para percorrer a rota, mas, considerando que há cidades como Petrópolis e Teresópolis no roteiro, achei meio pouquinho.

No caminho estão cervejarias de grande porte, microcervejarias e brewpubs. Ainda não há, mas haverá aplicativos para localizar os 70 pontos cervejeiros num raio de 100 quilômetros.

Fotos Rota Cervejeira do Rio de Janeiro, divulgação

Fotos Rota Cervejeira do Rio de Janeiro, divulgação

As cervejarias

  • Barão Bier, Nova Friburgo – Microcervejaria que produz quatro tipos artesanais com a marca Barão (blonde ale, red ale, pale ale e weiss). Para visitas, o turista pode acessar o site www.baraobier.com.br.
  • Buzzi, Santa Maria Madalena – Micro cervejaria com uma linha com bebidas artesanais do tipo Weiss, Stout, Red Ale, Blond e Bock (esta, oferecida somente no inverno). Todas são produzidas na fazenda do proprietário da marca. Uma curiosidade é a Rumbier, cerveja feita a partir do melado de cana. Contatos para visitação podem ser feitos pela página no Facebook.
  • Cervejaria Bohemia, Petrópolis – Situado nas antigas instalações da primeira cervejaria do Brasil, o local divide com o público todo o conhecimento do universo da cerveja em mais de 7 mil m² e 20 ambientes que reúnem informações sobre o mundo da cerveja. Funciona de terça a domingo. Há música ao vivo aos sábados no Restaurante Bohemia e aos domingos no Bar Bohemia. Em todos os últimos sábados do mês, é possível fazer um curso intensivo sobre cervejas (a atividade inclui o tour interativo e almoço harmonizado no Restaurante Bohemia). Informações em www.cervejariabohemia.com.br.
  • Cervejaria Cidade Imperial, Petrópolis – Visitas à fábrica da família Orleans e Bragança, em que são feitas as cervejas Pilsen e Helles (claras de baixa fermentação) e a Dunkel (escura), podem ser agendadas por telefone ou email. O tour, oferecido de segunda a sexta, apresenta todo o processo de fabricação de chope e de cerveja. Informações: www.cidadeimperial.com.br.
  • Cervejaria Petrópolis, Petrópolis – Tour na fábrica em Itaipava de terça a sábado. Gratuito, deve ser agendado com antecedência. Durante a visita monitorada, o turista conhece a produção das cervejas. O passeio dura cerca de uma hora e é finalizado com degustações no Bar Petrópolis. Informações: www.grupopetropolis.com.br
  • Cervejaria Sankt Gallen, Teresópolis – Espaço de degustação e harmonização. Visitantes podem deixar as crianças sob os cuidados de recreadoras e se entregar às opções de lazer e cultura como participar de uma visita guiada para conhecer a história da bebida mais antiga do mundo e seus diversos estilos, além de aprender com o mestre-cervejeiro como se produz uma verdadeira cerveja puro malte. Há também cursos de teoria e prática. Vale a pena também conferir se há programação musical para a data da visita. Informações: www.vilastgallen.com.br.
  • Ranz, Nova Friburgo – Microcervejaria oferece a Ranz Bier Witbier (clara, de alta fermentação, à base de trigo), a Ranz Bier Tarja Preta (dark Strong ale) e a Ranz Bier Brown Ale, entre outras. Todas são produzidas com métodos artesanais e podem ser degustadas no restaurante ao ar livre da marca, ao lado da pracinha no centro de Lumiar. Em breve, abrirá a fábrica para visitação. Informações: www.ranzbier.com.br.

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Vídeos divulgam a vindima de Flores da Cunha e as memórias do Vale dos Vinhedos. Confira:

13 de fevereiro de 2015 0

Nos últimos dias, as cidades de Flores da Cunha e Bento Gonçalves lançaram e divulgam dois vídeos que mostram sua vindima e suas memórias, respectivamente. Um resumo dos dois:

  • O curta-metragem da 13ª Festa Nacional da Vindima apresenta uma história romântica vivida durante a colheita da uva: o trabalhador que se apaixona pela moça do lugar. O lançamento do filme foi no dia 3, mas a vindima começa oficialmente no dia 19 e vai até 8 de março, de quintas a domingos, no Parque da Vindima Eloy Kunz, em Flores da Cunha. O evento tem almoços, jantares, jogos de bodega, encontros, canto e dança. Mais informações: www.fenavindima.com.br ou www.facebook.com/FenaVindima E a campanha da festa também segue com uma campanha para que as pessoas publiquem fotos que tenham relação com o evento no Facebook, Twitter e Instagram utilizando a hashtag #eusoufenavindima.

  • O documentário Memórias do Vale dos Vinhedos traz depoimentos de descendentes de imigrantes que narram a saída de seus ancestrais da Itália, descrevem as dificuldades dos primeiros tempos na região de Bento Gonçalves e contam, em detalhes, como foi a construção de um dos pontos mais conhecidos do Vale dos Vinhedos: a Capela Nossa Senhora das Neves, que foi construída a partir da mistura do vinho para fazer a argamassa, já que a região, na época, no início do século 20, enfrentou uma seca de quase 10 meses.

Um roteiro pelas Ilhas Cayman

12 de fevereiro de 2015 0
Fotos Rachel Catão, arquivo pessoal

Fotos Rachel Catão, arquivo pessoal

Jornalista carioca que mora em Porto Alegre há seis anos, Rachel Catão compartilha do gosto por viagens e enviou o relato de um roteiro pelas Ilhas Cayman.

Seguem o texto e as fotos de Rachel:

“ILHAS CAYMAN, a jóia do Caribe

Estigmatizada por ser um paraíso fiscal, logo ao chegar às Ilhas Cayman percebe-se que a riqueza está estampada nas ruas limpas, seguras e nos bons restaurantes, sem falar nas praias deslumbrantes que são o verdadeiro tesouro da ilha.
Toda vez que eu vejo as fotos  do lugar, fico com vontade de arrumar as malas e viajar.
Um destino pouco procurado por turistas brasileiros, mas que para mim, entrará como uma “escala” toda vez que eu for para Miami. Apenas uma hora de voo separa o paraíso das compras da jóia do Caribe, como eu tomei a liberdade de chamar as Ilhas Cayman.
O aeroporto, que mais parece um grande chalé, exibe um painel onde se lê: “The door to paradise” (“A porta para o paraíso”). Sem modéstia é bem isso que te espera a partir do desembarque.
E se engana quem pensa que só há atrações no mar. O que se vê por lá é uma estrutura turística que atende a todos os gostos e idades, permitindo que o viajante passe por experiências novas a cada dia, seja na gastronomia, na cultura ou até mesmo nas compras.
O mergulho é um ponto alto. A clareza das águas e a temperatura, que é em torno de 30°C, são um convite até para quem não tem muita prática. É possível mergulhar muito próximo de tartarugas e até mesmo tubarões, mas o maior destaque fica por conta da colônia de arraias presentes no local.

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A praia mais badalada é a SEVEN MILE BEACH (fotos) considerada a mais bela praia da região. Posso dizer que foi o lugar mais bonito que tive o prazer de conhecer. Areia branquíssima, águas cristalina e quente compõem uma natureza privilegiada, fazendo justo o título de ser um dos melhores destinos do Caribe.
A tranquilidade da praia e o visual paradisíaco fazem você suspirar… É algo envolvente e inspirador, praticamente uma poesia. Difícil descrever…”

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Expedição fotográfica aos Aparados da Serra

11 de fevereiro de 2015 0
Fotos divulgação

Fotos divulgação

Entre os dias 19 e 22 de março, o Costão da Fortaleza Lodge oferece um roteiro chamado Expedição Fotográfica Aparados da Serra.

Os três dias de atividades fotográficas são coordenados pelo fotógrafo de natureza Joffre Oliveira e pelo condutor de turismo de aventura Guilherme Mainieri.

As fotos do post foram tiradas em roteiros anteriores.

Mais informações estão no site do Costão da Fortaleza Lodge.

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