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Posts na categoria "Igrejas e capelas"

Pra seção de igrejas, a de Casca

03 de março de 2014 0
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

 

Não vou tentar calcular o tempo que não ia à cidade de Casca, que fica entre a Serra e o Planalto Médio do Rio Grande do Sul.

Algumas décadas, pra resumir. Naquele passado remoto, quando íamos visitar meu irmão que estudava em um colégio interno lá, a gente visitava a igreja, mas eu não tinha a menor lembrança dela.

É uma igreja bonita, típica da região de colonização italiana.

Foi idealizada pelo padre italiano Aneto Bogni e inaugurada em 1929.

Em estilo gótico, foi restaurada em 2006.

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As torres das igrejas de Colinas

27 de fevereiro de 2013 0

COLINAS, que já se chamou Corvo, é bonitinha que só.

É curioso como ela nunca tinha entrado na minha rota, ainda que seja no Vale do Taquari, minha região…

De repente, por acaso, em menos de seis meses, andei por lá três vezes. Sempre de passagem, mas o suficiente pra perceber a beleza dessa cidadezinha à beira da estrada, à beira do rio. Bem à beira da estrada do rio.

Mas o que me chamou a atenção, e por isso o post, são as “torrinhas”, como diria minha amiga portuguesa, das igrejas.

Capela de Nossa Senhora do Pedancino, em Veranópolis

05 de setembro de 2012 0

O leitor Ari Lazzari se inspirou numa publicação sobre IGREJAS E CAPELAS, especialmente uma de Encantado, aqui do blog, para enviar uma contribuição.

O mais legal é que a capela à qual ele se refere, de VERANÓPOLIS, está completando um século neste 5 de setembro.

Confira abaixo:

“Olá, Rosane,

a capela do lugar em que nasci, na Linha Barão do Triunfo, a sete quilômetros de Veranópolis, não tem a beleza bucólica/telúrica e o charme da igrejinha de teu torrão natal, que pude admirar em foto publicada neste eclético “Recortes de Viagem”.

A história de sua criação, no entanto, foi muito polêmica. A licença para construí-la saiu em julho de 1900, mas só foi inaugurada em 5 de setembro de 1912, há um século, portanto, no dia da festa da padroeira, Nossa Senhora do Pedancino (Madonna di Pedancino) – a devoção foi trazida da Itália por imigrantes procedentes das províncias de Vicenza e Belluno que se radicaram no lugar entre 1885 e 1887. Normalmente, quando os imigrantes italianos se estabeleciam, os contenciosos que se criavam diziam respeito às escolhas do local em que se edificaria a capela ou do(a) santo(a) padroeiro(a).

No caso da capela do Pedancino, porém, houve forte resistência dos comerciantes e hoteleiros da então vila de Alfredo Chaves, que se sentiam prejudicados em seus negócios. Entendiam ser “perfeitamente inútil” a criação de novas capelas. Simplesmente não queriam que os padres celebrassem missas e batizados fora da sede. Além disso, também contribuiu para o atraso na construção da capela a invasão de gafanhotos ocorrida em 1905, precedida de gravíssima seca, que dizimou as plantações e empobreceu os imigrantes.

Superados os problemas, a capela começou a ser erigida depois de 1907, com os tijolos sendo sendo fabricados artesanalmente pela própria comunidade. Coberta com tabuinhas (“scandole”), só mais tarde foi rebocada. O campanário, de madeira, foi construído ao lado, sendo depois, nos anos 1960, incorporado à igreja.

O santuário da Madonna di Pedancino, na Itália, está localizado em Cismon del Grappa, na província de Vicenza. No Rio Grande do Sul, além de Veranópolis, há capelas que tem Nossa Senhora do Pedancino como padroeira em Nova Roma do Sul, Cotiporã, Nova Petrópolis, Caxias do Sul, São Marcos, Erexim, Vista Alegre do Prata e Gramado.

Abraços. Ari Lazzari, Joinville, 2/9/2012″

A Capela de Santo Antão, de Encantado

24 de maio de 2012 3

Me dei conta de que não vinha alimentando a categoria igrejas, capelas, templos e assemelhados no meu blog, e resolvi voltar a fazê-lo, já que por vezes seguidas acabo falando deles por aqui.

A capela do dia é a de Santo Antão, de ENCANTADO, que fica a pouco mais de 140 quilômetros de Porto Alegre.

Eu visito a cidade há décadas. É a terra natal de minha mãe e onde vive hoje meu irmão mais novo, além de incontáveis primos, tios etc… Nunca, porém, tinha parado para reparar na capela que existe no bairro com o mesmo nome.

É o templo mais antigo da cidade criada por imigrantes italianos.

Agora, lendo a história da capela erguida em 1889, vejo que tem até o sobrenome da família entre os doadores do terreno (além de João Rossetto, Anna de Conto, que leva o mesmo sobrenome de minha mãe!).

Construída no alto de um morro, ela tem ainda uma pequena torre de madeira, que lhe dá um toque especial.


Não consegui entrar, pois estava fechada àquela hora, mas a área externa é muito bem conservada. Imagino que o interior também.

O santo que dá nome à capela é também conhecido como Antão do Deserto – nascido no Egito, ele teria vivido até os 105 anos e passado boa parte de sua vida no deserto.


No meio do caminho, uma igreja

17 de maio de 2012 2

Sabe a piada aquela do cachorro que entra na igreja só porque a porta está aberta?!

Eu gosto de entrar em igrejas, qualquer que seja, pequena, grande, catedral, capela, de qualquer religião.

Se não posso entrar, pelo menos fotografo as que passam por meu caminho.

Essa, de pedra, eu gosto especialmente. Fica à beira do caminho entre Nova Petrópolis e Gramado.

Não entrei, mas guardei a foto na minha lista.