Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Inglaterra"

Chá das 5h (ou quase) na Barra do Ribeiro e em Londres

26 de janeiro de 2016 0

Que bom que os chás, as casas de chás e seus acessórios viraram moda também por aqui.

Na nossa casa, servia para aplacar qualquer mal (da camomila à marcela, minha mãe aplicava um para cada tipo de dor), para receber visitas (com uma rodela de limão e/ou leite) e para acompanhar a refeição noturna (nesse caso, o feito da infusão de erva-mate com leite).

Mesmo crianças, sempre gostamos e nunca associamos a doenças ou a outros preconceitos que cercaram a bebida por muito tempo.

Dito isso, quero falar de duas experiências com chás.

Na Barra do Ribeiro

 

Fotos Laurentia, divulgação

Fotos Laurentia, divulgação

Desde que a vinícola Laurentia inaugurou o serviço, em meados do ano passado, eu tinha vontade de ir à Barra do Ribeiro para experimentar.

No final de novembro, fui lá, acompanhada de minha irmã e fiel escudeira Luiza, de meu sobrinho Maurício e da Daniele.

Chegamos pontualmente às 17h e lá estava à nossa espera o sommelier de chás (!), um uruguaio simpático que já foi explicando tudo o que experimentaríamos nesse dia.

chá
Infelizmente (para nós!), havia um casamento no local (preste atenção na data escolhida e pergunte antes de reservar!) e não pudemos tomar o chá no jardim, que é o mais bacana.

A mesa única no salão gigante, ainda que com uma vista linda para os vinhedos dos janelões e a temperatura amena, tirou um pouco do charme, mas abstraímos e seguimos firmes na degustação dos três chás servidos primeiro por sanduichinhos salgados, depois pães, biscoitos e geléias e, por fim, o waffle de doce de leite com uma taça de espumante da casa (!).

IMG_6347

Foto Rosane Tremea

Tudo acompanhado com as explicações do sommelier, que deu uma aula sobre chás!

Valeu muito. Fica a uma hora de Porto Alegre (contadinha da minha casa na zona sul da Capital até a porta da vinícola) e é um passeio bacana, com vistas lindas.

chá1

cha3


Em Londres

Passado pouco mais de um mês da ida à Barra do Ribeiro, Maurício me manda uma mensagem depois de passar um final de semana em Londres onde ele lembrou das lições de nosso sommelier da Barra do Ribeiro.

Na cidade, ele conheceu a Fortnum Mason, uma tradicional casa que começou com um mercadinho em 1707 (!) – além da instalação em Piccadilly, há uma no Terminal 5 do aeroporto Heathrow, ótima pra quem de última hora decide levar uma lembrancinha típica.

Reprodução

Reprodução

O relato dele:

“Sempre gostei de tomar chá, especialmente no inverno. Por ser relativamente novo, muitos amigos consideravam o hábito um tanto estranho: “coisa de velho”, diziam. Eis que surgiu a oportunidade de passar dois dias em Londres, e eu – como um bom brasileiro metido a europeu – vislumbrava a viagem com respiração ofegante.

Dentre muitos pontos turísticos, um que chamou atenção foi a Fortnum & Mason Piccadilly – uma loja de departamentos especializada em chás, fundada em 1707. No andar térreo, ao fundo, encontra-se o “The Gallery”, um típico restaurante inglês com uma variedade de chás e sobremesas para um descanso “ao estilo real”.

Minha pedida foi o “Queen’s Anne”, um chá criado no bicentenário da loja. Com gosto forte, um pouco de açúcar e leite, ele marcou a tarde do meu domingo, por volta das 16h15min (não deu para esperar às 17h por conta do voo!). Eles também têm um buffet de doces para acompanhar, mas não foi dessa vez que eu pude prová-los. Quem sabe na próxima, quando eu voltar para passar mais um tempo…”

 

chalondres

Visite o Palácio de Buckingham

18 de agosto de 2015 0
VisitBritain, divulgação

VisitBritain, divulgação

Se você for a Londres até o final de setembro, pode aproveitar para ir além de ver a troca da guarda e também visitar o Palácio de Buckingham.

Até 27 de setembro, o palácio abre suas portas para receber visitantes, como em todos os verões desde 1993.

Nesse roteiro, dá para visitar 119 State Rooms (Salas de Estado), aquelas usadas pela rainha e pela família real para receber convidados e conferir honrarias.

Entre outras atrações, como grandes obras de arte, é possível ver como são os bastidores da preparação de um banquete real.

Um guia colaborativo em Londres

07 de agosto de 2015 0
Fotos Geleia Cultural, divulgação

Fotos Geleia Cultural, divulgação

Geleia Cultural, criado por um gaúcho que vive em Londres, é uma mistura de rede social, revista e guia online colaborativo de viagem.

Qualquer usuário pode cadastrar um local interessante e compartilhar suas experiências com amigos, deixando depoimentos e recomendações.

A ideia foi do publicitário e designer Cristiano Andrades, morador de Londres desde 2003.

GeleiaCultural_PressRelease-02

O conteúdo, publicado em português, ajuda quem vive ou está de passagem pela capital inglesa.

Por enquanto, o foco é Londres, mas a intenção de Cristiano é ampliar e publicar o guia de outras cidades também.

Confira em www.geleiacultural.com/londres

GeleiaCultural_PressRelease-06

GeleiaCultural_PressRelease-04

GeleiaCultural_PressRelease-05

Londres, com a ajuda de uma brasileira

20 de maio de 2015 0

A jornalista Monica Ballvé O’May trabalhou em Porto Alegre e em São Paulo e, já há algum tempo, resolveu, como ela diz, “chutar o balde”. Foi morar na Europa para ficar mais perto da filha.

Instalada em LONDRES, ela decidiu fazer de sua experiência na cidade uma nova atividade profissional.

É ela mesma quem fala sobre seu trabalho, dedicada a ajudar turistas, especialmente brasileiros, na capital britânica.

 

london“Depois de mais de 30 anos de Jornalismo, decidi dar uma virada na vida. Pedi demissão de dois empregos em São Paulo, aluguei o apartamento no Brooklin, comprei passagem só de ida para Londres e estou feliz. Consegui me reinventar depois dos 50 anos.

País novo, trabalho novo, vida nova. Aqui em Londres, cidade que sempre amei a adotei como se fosse minha, ajudo brasileiros que chegam para passear, morar ou estudar. Elaboro roteiros pela cidade de acordo com o perfil de cada pessoa. São passeios que fogem do tradicional, mostrando segredos e curiosidades. D

ou dicas do que há de melhor na cidade, ensino a usar o transporte público, faço passeios guiados a pé por diferentes bairros na capital inglesa e dou dicas dos melhores restaurantes, lojas, shows, etc.

Não me considero apenas uma guia, mas uma pessoa que está aqui também para ajudar os outros a compreenderem o estilo de vida na capital do mundo, o jeito inglês de ver as coisas, as curiosidades dessa cidade onde se falam mais de 300 idiomas, sendo 115 deles oficiais.

Enfim, como se adaptar numa cidade de tantos credos, línguas e nacionalidades diferentes? Quais as dicas que todo brasileiro deve saber antes de chegar a Londres?”

 

Mônica tem um blog para o seu LONDONLONDON.

Também pode ser encontrada no Facebook (momayinlondon) e no Instagram (monicalondonlondon).

Dica de canal no YouTube para quem pretende viver em Londres ou visitar a cidade

04 de março de 2015 1

Há mais de cinco anos morando em LONDRES, Robert Schlindwein Salguero, 36 anos, é gaúcho de Porto Alegre, casado, tem um filho nascido na Inglaterra e criou um canal no YouTube chamado Realidade Inglesa.

Nos vídeos, Robert mostra as dificuldades de quem resolve mudar de país, conta curiosidades, dá dicas aos recém-chegados. Por e-mail, lá mais abaixo, ele resume um pouco a sua história:

 

“No Brasil, eu tinha um bom trabalho, na área de publicidade, e uma vida estável. A opção de sair do país foi motivada pela busca de melhor qualidade de vida. Com passaporte europeu em mãos, vi uma oportunidade que não poderia deixar passar. A Inglaterra não era minha primeira opção, mas hoje vejo que foi a melhor. O começo não foi fácil: a adaptação ao modo de vida, o clima, a distância da família, aprender a dividir casa com outras pessoas, a comida, a língua…

É tudo muito diferente.

Assim como quase todos os imigrantes, comecei por baixo, trabalhando num pub, recolhendo copos. Depois, trabalhei como chef num restaurante mexicano (sem nunca antes ter entrado numa cozinha!). Mas aprendi que o importante é trabalhar, pois até os serviços mais simples aqui dão condições para se levar uma vida digna.

Quando migramos, em 2009, não tínhamos essa quantidade de informações que temos hoje para ajudar a tirar dúvidas, o que faz com que nosso processo de adaptação seja mais tranquilo. O canal no YouTube começou para manter amigos e parentes atualizados das nossas vidas aqui em Londres. Iniciou sem imaginar que, depois de uma curto período, muitas pessoas começariam a nos acompanhar – hoje temos mais de 13 mil inscritos e uma média de 120 mil visualizações por semana. Tento passar um pouco da minha experiência para ajudar as pessoas que, assim como eu, têm o desejo de morar no Exterior.

Depois de cinco anos, estamos felizes e adaptados neste país que nos acolheu e nos deu grandes oportunidades”.

Os gatos voltaram, e agora de Londres

21 de fevereiro de 2015 0
Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

De vez em quando deixo de lado a seção GATOS DE VIAGEM.

Mas continuo fotografando os que passam pelo meu caminho quando viajo e continuo recebendo fotos de leitores.

A Monica Ballvé O’May, ex-colega que mora em Londres, mandou essas:

“Vi que gostas muito de gatos (eu também!).
Aqui tem um café onde eles andam pra cima e pra baixo…rs
Outro dia fui a uma loja em Brick Lane que tem vários gatos. Detalhe: a lojinha vendia camisetas, nenhum assunto relacionado a gatos. Não era pet shop, tampouco…”

IMG_3362

IMG_3363 (1)

Chá da tarde na Grã-Bretanha

19 de fevereiro de 2015 0

Fã de seriados da TV britânica como Downton Abbey, Call the Midwife e Mr. Selfridge (se você nunca viu nenhuma delas, vá correndo ao Netflix!), adorei essas dicas do VisitBritain para lugares onde experimentar um tradicional chá da tarde na Grã-Bretanha, que guardam uma certa pompa e circunstância. Há das opções mais caras até umas bem razoáveis, pra incluir na lista de uma próxima viagem.

Aliás, na última vez em que preparei um chá da tarde, ganhei de presente um CD (sim, ainda há quem compre) chamado Music from the Tea Lands, da querida amiga Jussara, que eu recomendo muito. É perfeito para acompanhar a hora que ainda é “sagrada” para os britânicos.

Confira abaixo, editadas, as dicas do VisitBritain:

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

O chá faz parte da dieta básica dos britânicos há muito tempo, mas nem todos sabem que ele se tornou popular na Grã-Bretanha graças a uma princesa portuguesa. Quando Charles II se casou com Catarina de Bragança em 1662, o consorte da recém-coroada rainha logo espalhou pela corte real o apreço dela por chá. A moda se espalhou entre as classes mais abastadas e, por fim, dominou toda a nação – isso também se deve ao fato da expansão do comércio de chá durante o reinado de Charles II.

 

Avançando para os dias de hoje, é difícil encontrar britânicos que não bebam chá, no mínimo uma xícara por dia. A nação conhece bem e aperfeiçoou a arte de relaxar às 16h com uma xícara da bebida, incluindo no ritual apetitosas guloseimas para acompanhar a infusão.

 

Para escolher a opção ideal para seu paladar, saiba que há o cream tea, o high tea e o afternoon tea. Cream tea inclui um bule de chá servido com scones, tradicional pãozinho inglês, servido com creme de nata e geleia. Há um debate acalorado se essa combinação teria surgido na Cornualha ou em Devon, dois condados do sudoeste da Inglaterra. Independentemente da origem, é possível encontrar cream teas excelentes nessa região do país – só não se envolva no outro debate controverso, sobre o que se passa primeiro nos pãezinhos, geleia ou creme. A única regra é: quanto mais dos dois, melhor.

 

High tea e afternoon tea são confundidos com frequência – o primeiro envolve bolo ou qualquer tipo de doce e era, originalmente, uma refeição salgada feita no início da noite pelas classes mais baixas, que incluía uma caneca de chá, pão, legumes, queijo e, às vezes, carne. Afternoon tea, por sua vez, era entendido como uma “ponte entre as refeições”, pela sétima duquesa de Bedford, uma jovem chamada Anna. Na alta sociedade do século 19 em que ela vivia, era comum tomar café da manhã cedo e depois jantar por volta das 20h. Obviamente, ela sentia fome entre essas refeições e costumava tomar um lanche escondido em seu quarto! Com o tempo, outras pessoas do círculo da duquesa começaram a acompanhá-la, e assim nascia uma nova refeição. O hábito ganhou força e hoje em dia há chás da tarde de todos os tipos – até chá da tarde do Chapeleiro Maluco em um ônibus londrino ou em um trem a vapor escocês. Basta acrescentar companhia para conversar e uma tarde relaxante e agradável estará garantida!

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

 

LOCAIS CLÁSSICOS PARA SABOREAR O AFTERNOON TEA

 

Se você está em busca de um verdadeiro banquete, os hotéis Ritz, Claridges e The Goring de Londres são famosos por seus generosos chás da tarde com toda a pompa e estilo:

 

  • The Ritz é provavelmente a opção mais tradicional – quem não gostaria de voltar de férias e contar que tomou um chá no Ritz? O chá da tarde é servido no suntuoso Palm Court, um salão que esbanja luxo e glamour. Escolha entre 16 opções de chá de folhas antes de devorar minissanduíches, folhados e bolos, além do tradicional scone quentinho. O chá da tarde tradicional custa 50 libras (195 reais) por pessoa.

 

  • Claridges e The Goring, hotéis londrinos mundialmente famosos também (o último foi o local escolhido pela duquesa de Cambridge para passar a noite anterior ao seu casamento com o príncipe William), já ganharam o prêmio Tea Guild na categoria Melhor Chá da Tarde de Londres – sim, há prêmios para essa tradição – e ambos oferecem uma série de tentadoras guloseimas doces e salgadas para acompanhar os bules de chá e as longas conversas. O chá da tarde clássico do Claridges custa 50 libras (195 reais) por pessoa. O do Goring custa 42,50 libras (165 reais) por pessoa.

 

Landscape close-up Champagne Afternoon Tea on the Terrace at The Goring, London lower res

 

 

  • Se quiser algo mais econômico, saiba que o Fan Museum em Greenwich foi eleito o local que serve o chá da tarde com melhor custo-benefício de Londres em várias ocasiões – um verdadeiro banquete em um belo ambiente. Por 7 libras (27 reais), é possível desfrutar de chá com pãezinhos, creme de nata e geleia, bolo caseiro e ingresso para um dos museus mais exóticos da capital.

 

  • Se o dia estiver ensolarado, siga para um dos tesouros mais bem guardados de Londres, o Chelsea Physic Garden. Situado no coração do bairro de Chelsea, é o oásis ideal para ir depois de fazer compras na Kings Road. Permita-se degustar pãezinhos de lavanda e geleia caseira no Tangerine Dream Café antes de admirar o belo jardim de plantas medicinais, fundado em 1673!

    Também vale a pena sair de Londres para um chá da tarde em uma das cidades ou aldeias interioranas da Grã-Bretanha – o cenário ideal para um encontro agradável em companhia de alguém estimado (ou de um bom livro). Várias cidades utilizam ingredientes locais para preparar deliciosas geleias, compotas e salgadinhos.

 

  • Ganhadora do “Oscar do mundo do chá” de 2013, o principal prêmio nacional do Tea Guild, a Davenports Tea Room em Cheshire, norte da Inglaterra, além de ser a favorita dos moradores, atrai clientes dos lugares mais distantes, como Escócia, ávidos para provar o chá da tarde. Por quê? Os scones são feitos com uma receita muito bem guardada da década de 1930, enquanto a decoração tem tema de Alice no País das Maravilhas (o autor Lewis Carroll nasceu a menos de 4 quilômetros dali). Davenports fica a 30 de minutos de carro de Cheshire, Manchester e Liverpool. Eles servem chá com creme de nata a 4,95 libras (19 reais) por pessoa e chá da tarde a 16,99 (66 reais) por pessoa.

 

  • Em 2011, The Angel Hotel em Abergavenny, no extremo de Brecon Beacons, no País de Gales, ganhou o principal prêmio do Tea Guild. O chá da tarde da histórica hospedaria é servido no salão Wedgwood, com iguarias preparadas diariamente pelo padeiro especializado e uma série de chás para matar a sede. Custa 21,80 libras (85 reais) por pessoa. O aconchegante hotel é uma ótima opção para se hospedar, principalmente se comida boa for um dos fatores que influenciam sua escolha de acomodação. A localização também é excelente para explorar o Parque Nacional de Brecon Beacons, que fica bem ali, ou as belas praias do País de Gales. Abergavenny fica a 45 de minutos de carro de Cardiff.

 

  • Se viajar para Edimburgo, visite “a grandiosa dama da Princes Street”, como é conhecido o Balmoral Hotel. Assim como no Ritz, o chá da tarde é servido no Palm Court do hotel e também ganhou dois prêmios do Tea Guild. O chá tradicional custa 58 libras (225,30 reais) para duas pessoas e inclui os indispensáveis sanduíches e folhados, scones assados na hora e um tentador carrinho repleto de sobremesas – com esse banquete, não precisa fazer nenhuma reserva para o jantar!

 

  • Um chá da tarde que você não vai esquecer tão fácil é o servido no The Old Course Hotel em St Andrews, Escócia. A cidade é famosa pelo golfe, mas deveria ser também por seus pãezinhos com frutas e panquecas de limão, servidos com creme de nata e compotas de morango e de champanhe rosé. O chá da tarde custa 22 libras (86 reais) por pessoa. O hotel também oferece chá da tarde para crianças, dando a oportunidade de apresentar a elas essa tradição. Essa opção infantil inclui uma variedade de sanduíches – mais do estilo Nutella e manteiga de amendoim do que salmão defumado! Dá direito ainda a gelatina e sorvete, bolos com glacê mármore e outros doces, tudo por 10 libras (39 reais) por criança.

 

  • Outro chá que vai agradar às crianças é o Chá da Tarde de Príncipes e Princesas do The Milestone, em Londres. Crianças com menos de 12 anos vão desfrutar de minissanduíches, scones assados na hora com creme de nata e compotas e folhados franceses, acompanhado de xícaras de um delicioso chocolate quente. Antes de começar essa refeição tentadora, o chef pasteleiro ajuda as crianças a decorar cupcakes, que depois elas podem comer juntamente com as outras guloseimas. O chá custa 15 libras (58 reais) por criança.

Afternoon tea at The Milestone Hotel, London (3)

 

  • Os salões de chá da Bettys em Harrogate, cidade na região norte de Yorkshire, Inglaterra, são lendários. São seis no total, mas Harrogate – antiga e elegante estância termal cercada por Yorkshire Dales – foi o local da primeira unidade Bettys, aberta em 1919. Com mais de 300 tipos de pães, bolos e chocolates para experimentar e 50 tipos de chá, vai ser difícil saber por onde começar. O carrinho de bolos e tortas, trazido até a mesa para os clientes escolherem o que degustar, é um toque clássico da casa de chá Bettys, assim como os “Fat Rascals” – bolinhos macios de fruta.

Food & Drink

 

  • Algumas pessoas viajam para Glasgow, na Escócia, só para experimentar o chá da Willow Tea Rooms e admirar a elegante arquitetura de Charles Rennie Mackintosh, um dos nativos mais famosos da cidade. A Room de Luxe, com mobília de prata e cristais adornados com contas, continua idêntica à época em que foi criada por Mackintosh, em 1904, assim como a Gallery, com decoração mais escura e masculina. Biscoito amanteigado é o acompanhamento clássico para o chá na Escócia, mas na Willow também vale a pena provar os merengues caseiros. A casa também oferece um cardápio especial de chá da tarde para crianças. O chá da tarde custa 12,95 libras (50 reais). Há duas filiais da Willow Tea Rooms no centro da cidade, uma na Sauchiehall Street (projetada por Charles Rennie Mackintosh) e outra na Buchanan Street.

 

As primeiras conversas sobre viagens de 2015

07 de janeiro de 2015 0

PAPO VIAJANTE SOBRE LONDRES

Ricardo Sondermann, mestre em comunicação pela PUCRS, fala sobre Winston Churchill e sobre Londres no primeiro Papo Viajante de 2015.

No final de maio, Ricardo vai acompanhar uma viagem à capital da Inglaterra que tem também sua curadoria.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Serviço

  • Papo Viajante “Nos passos de Winston Churchill”
  • Dia 8, às 19h
  • Espaço STB Bela Vista (Anita Garibaldi, 1.510, na Capital)
  • Confirmar presença pelo (51) 4001-3010 ou bv@stb.com.br

***

BATE-PAPO SOBRE INTERCÂMBIO

Na semana que vem, no dia 15, às 19h30min, a conversa é sobre intercâmbio e viagens sobre Austrália e Nova Zelândia.

O encontro é gratuito e promovido pela Egali Intercâmbio.

Será no Mezanino do Iguatemi Corporate, na Nilo Peçanha, 2.825, em Porto Alegre.

Ex-alunos estarão ali para contar suas experiências longe de casa.

Para participar é preciso confirmar presença pelo link http://goo.gl/nb6FeG ou pelo telefone (51) 3208-1021.

As vagas são limitadas e destinadas a pessoas com mais de 18 anos.

Uma instalação de Natal interativa em Londres

16 de dezembro de 2014 0
Fotos ME London, divulgação

Fotos ME London, divulgação

Já não basta ser árvore de Natal.

Ainda que a data seja sinônimo de tradição e a árvore natalina, um costume desde o século 18 (pelo menos que se tem notícia), nesses tempos em que imperam verbos como inovar e interagir os arranjos natalinos também entram na onda.

Se não, o que dizer da instalação do hotel ME London?!

Até o anoitecer de 31 de dezembro, o prédio do hotel exibe um show de luzes controlado por redes sociais que dança nas paredes da recepção em forma de pirâmide.

A instalação #LightMEup projeta luzes de inverno nas paredes de mármore de nove andares de altura da recepção (usuários que fazem postagens no Twitter ou Instagram com a hashtag #LightMEup fazem parte do display em forma de flocos de neve).

No Atrium, o espaço em forma de pirâmide do coração do prédio, apresenta instalações de projeção mapeada o ano todo (clique aqui para ver outras instalações).

ME London

Para caçadores de concursos de viagem

13 de dezembro de 2014 0

A promoção começou ontem, dia 11, e vai até 12 de janeiro: a TAP e a Rede Cinemark lançaram “Férias de Cinema”, com o apoio do Pestana Hotels e da Porto Seguro.

O prêmio: uma viagem de seis dias a Portugal e Inglaterra.

Como concorrer:

  • Acesse o site: http://tapdigital.com.br/feriasdecinema/, faça o cadastro e responda a duas perguntas relacionadas à companhia aérea TAP e a Rede Cinemark.
  • É preciso ser inscrito no seu cartão TAP Victoria, programa de milhas da companhia, e ao Cinemark Mania, programa de benefícios da Rede Cinemark.

tapdigital.com.br/feriasdecinema/

tapvictoria.com.br

cinemark.com.br/portal/cinemark-mania/

portoseguro.com.br/seguros/seguro-viagem

pestana.com

Estátuas que contam histórias em Londres

11 de dezembro de 2014 0

Já não é novo, mas a reportagem do Jornal Hoje do último sábado é que motiva esse post sobre um projeto muito legal em Londres e Manchester.

A ideia de uma produtora cultura dá voz (e vida!) a estátuas de personagens famosos nas cidades (a reportagem mostra apenas Londres).

Usando telefone com leitor de QR Code, se escaneia a placa que está no pedestal ou próximo dele e se ouve uma voz contando a história daquele personagem.

Há de todos os tipos entre as cerca de 35 estátuas, como personagens reais como a rainha Vitória, ou da literatura, como Sherlock Holmes.

As vozes são de britânicos famosos como a de Patrick Stewart, da série X-Men.

Tomara que, como o projeto prevê, sejam espalhados/copiados por outras cidades do mundo. É uma boa forma de dar significado às estátuas e a personagens históricos e evitar que os monumentos sejam depredados.

No vídeo abaixo, do YouTube, a reportagem é da EuroNews.

Que tal hospedar-se num castelo na Grã-Bretanha?

16 de maio de 2014 0

Aldourie Castle at night. Inverness, Scotland

Propriedade e exclusividade de nobres, muitos castelos acabaram virando hotéis e pousadas nas últimas décadas, recebendo plebeus que podem pagar para viver essa experiência .

Se você observar os valores, aliás, verá que a diária em muitos deles não é superior à de hotéis de centros urbanos da Europa. Outros, claro, são só para bolsos abastados.

O VisitBritain, que divulga o turismo na Grã-Bretanha, fez uma lista de castelos históricos espalhados por Grã-Bretanha e Irlanda do Norte que incluem desde pequenos fortes na região montanhosa da Escócia até castelos frequentados pelo rei Henrique VIII na Inglaterra.

Reproduzo tal e qual foi enviado, abaixo.

 

Chateau Rhianfa, Anglesey, norte do País de Gales

Plas Rhianfa, Chateau Rhianfa. Anglesey, Wales

Construído em 1849 pelo baronete de Bodelwyddan e sua esposa, o Chateau Rhianfa foi inspirado nos chateaux do Vale do Loire francês e conserva o mesmo estilo até hoje. A propriedade de 21 quartos é tombada e tem torres, adegas de vinho e um grande salão para banquetes, além de vistas incríveis do Estreito de Menai. Uma estadia com uso exclusivo do chateau (acomoda 32 pessoas) custa a partir de 7 mil libras (26.400 reais). O castelo fica a 3 horas e meia de Londres, viajando de trem. Quem preferir chegar em grande estilo pode utilizar um helicóptero e pousar no terreno do castelo.

www.amazingvenues.co.uk/venues/chateau-rhianfa/discover-chateau-rhianfa

 

Castelo Ruthin, Denbighshire, norte do País de Gales

Originalmente conhecido como o Castelo Vermelho no Grande Pântano, Ruthin foi construído no final do século 13 por Dafydd, irmão do príncipe Llywelyn. Sua história sangrenta inclui “atrações” como uma masmorra, uma arena de açoitamento e um tanque para afogamento. Felizmente esses dias ficaram no passado e o castelo agora é um hotel romântico que promove banquetes medievais para os hóspedes se regalarem como Henrique VIII, um dos antigos proprietários do local. Fica em uma área de parque natural, perto da cidade medieval de Ruthin, a cerca de uma hora de trem de Manchester, nordeste da Inglaterra. As diárias custam a partir de 65 libras (245 reais).

www.ruthincastle.co.uk

 

Hotel-Castelo Langley, Northumberland, nordeste da Inglaterra

Desde sua construção em 1350, durante o reinado de Edward III, o castelo de Langley é associado à tumultuada história da monarquia. Durante o século 17, a propriedade pertenceu aos condes de Derwentwater, que participaram dos levantes jacobitas de 1715 e foram executados na Torre de Londres. Atualmente um luxuoso hotel abrigado em uma área de 40 mil metros quadrados de região florestal, o castelo preserva sua integridade arquitetônica e permite que os hóspedes desfrutem de camas de quatro colunas e sofás junto às janelas, tudo cercado pelas paredes de 2 metros de espessura do castelo. Langley fica a três horas e meia de trem de Londres e as diárias custam a partir de 78 libras (295 reais).

www.langleycastle.com

 Castelo de Thornbury, Cotswolds, Inglaterra

Desfrute de sonhos dignos da realeza na cama mais larga de quatro colunas da Inglaterra ou passe a noite no dormitório do duque, onde o rei Henrique VIII e Ana Bolena dormiam 500 anos atrás. Arquitetura Tudor adornada, quartos suntuosos com tapeçarias de parede e jardins históricos murados completam a grandiosidade do castelo de Thornbury. As diárias custam a partir de 175 libras (660 reais). O castelo está localizado no limite da bela região campestre de Cotswolds, em Gloucestershire, centro-oeste da Inglaterra, a cerca de uma hora e meia de carro do aeroporto de Heathrow, em Londres.

www.thornburycastle.co.uk

The Fortalice, Blairgowrie, Escócia

The Fortalice, Blairgowrie, Scotland

The Fortalice, Blairgowrie, Scotland

Originalmente construído em 1560 como uma residência fortificada para proteger os Ogilvys de Airlie dos saqueadores que travavam batalhas religiosas, hoje The Fortalice oferece quartos luxuosos decorados com camas de quatro colunas e um grande salão, dominado por uma lareira e teto com refinada pintura à mão. Com seis quartos, o castelo acomoda 12 pessoas e os preços começam em 3.950 libras por semana (14.890 reais). Tendo como pano de fundo a belíssima paisagem rural escarpada de Perthshire, The Fortalice está situado a 2 horas e meia do aeroporto de Edimburgo, partindo de carro.

www.statelyescapes.co.uk/scotland/the-fortalice

Castelo Aldourie, Inverness, Escócia

Aldourie Castle - Tower Bedroom. Inverness, Scotland

Aldourie Castle - Red Drawing Room at night. Inverness, Scotland

O histórico castelo Aldourie tem estilo baronial escocês e é o único castelo habitável na margem sul do famoso Lago Ness. Com torres e fortalezas, portas ocultas, antigos retratos de família e imensas lareiras, Aldourie é um castelo medieval em sua essência. A propriedade pertenceu à mesma família por 250 anos e agora está disponível para locação. Os hóspedes podem fazer uso exclusivo do castelo de 15 quartos. Situado em um terreno particular de 2 mil metros quadrados, o Aldourie fica a 8 quilômetros de Inverness e a 30 minutos de carro do aeroporto da cidade.

www.aldouriecastle.co.uk

Hotel-Castelo Tulloch, Ross-shire, Escócia

Datado do século 12, quando apenas o senhor ou chefe do clã podia desfrutar de uma estadia em um castelo nas montanhas escocesas, o Tulloch preserva várias das características daquele período. Isso inclui um grande salão revestido de painéis de 250 anos, lareiras, tetos originais restaurados e até um fantasma amistoso! Um belíssimo hotel com 20 suítes, o Tulloch é uma opção de preço acessível para aqueles que não contam com um orçamento de rei. As diárias custam a partir de 65 libras (245 reais). Fica a 45 minutos de carro do aeroporto de Inverness nas Highlands escocesas.

www.bespokehotels.com/tullochcastlehotel

Castelo Crom, condado de Fermanagh, Irlanda do Norte

Crom Castle, County Fermanagh, Northern Ireland (2)

Situado em um acidentado parque natural, onde já eclodiram batalhas jacobinas, a propriedade Crom no condado de Fermanagh beneficia-se de uma localização sem igual na região dos lagos da Irlanda do Norte. Sede histórica dos condes de Erne por mais de 350 anos, o castelo foi projetado pelo mesmo arquiteto inglês responsável por partes do Palácio de Buckingham. Atualmente, há acomodação para até 12 pessoas nos seis quartos da ala oeste do castelo e sala de jantar com esplendor supremo abrigado sob o teto de abóbada cilíndrica no antigo salão Billiard. Uma locação exclusiva custa a partir de 4 mil libras por semana (15.080 reais) e o castelo fica a cerca de duas horas de carro dos aeroportos de Dublin e Belfast.

www.cromcastle.com

Castelo de Dungiven, Londonderry, Irlanda do Norte

Outrora lar ancestral do clã O’Cahan, que governou a região entre os séculos 12 e 17, o castelo de Dungiven está impregnado de história. A canção mundialmente famosa ‘Danny Boy’ foi inspirada em uma melodia que lamenta a morte do último integrante de uma longa linha de sucessão de chefes do clã O’Cahan, que foi enterrado no antigo priorado, a pouco minutos de caminhada do castelo. Hoje em dia é uma pousada quatro-estrelas administrada por uma família, e a propriedade é considerada um tesouro escondido da Irlanda do Norte. Viajando de carro, Dungiven fica a uma hora de Belfast e a 20 minutos de Londonderry.

www.dungivencastle.info

Castelo de Amberley, West Sussex, sul da Inglaterra

Um segredo muito bem guardado por 900 anos em South Downs, o castelo de Amberley era, originalmente, um alojamento de caça para os bispos de Chichester. Hoje em dia os hóspedes podem seguir o rasto da realeza adentrando a porta levadiça e os muros de 18 metros, pelos quais passou aquela que foi proprietária de 1588 a 1603: a rainha Elizabeth I. Com incrível arquitetura medieval, o castelo está imerso em história, mas não há nada de ultrapassado em seus 19 quartos luxuosos, muitos com camas de quatro colunas e banheiras de hidromassagem. Seja mimado como um membro da realeza em quartos a partir de 230 libras a diária (868 reais). Fica a uma hora e meia de trem de Londres.

www.amberleycastle.co.uk

De Paris a Barcelona, de trem

14 de janeiro de 2014 7

Desde dezembro é possível fazer o trajeto entre PARIS e BARCELONA, em 6h25min, em um trem de alta velocidade.

Li a novidade no caderno Boa Viagem, do jornal O Globo.

São trens de dois andares, e o bilhete custa 59 euros (mais ou menos 200 reais).

Trata-se uma parceira entre as empresas Renfe, espanhola, e SNCF, francesa.

A linha também permite conexão com outras capitais europeias, como Londres, por exemplo… De Londres a Paris são pouco mais de duas horas de trem numa viagem rápida e interessante, cruzando o Canal da Mancha.

Voltando à linha que liga Paris e Barcelona, você pode buscar informações em:

voyages-sncf.com

renfe.com

raileurope.co.uk

E nesse link, em português: raileurope.com.br

 

Ainda as listas de 2013, antes que o ano acabe

30 de dezembro de 2013 2

O TripAdvisor é reconhecido pela avaliação que as pessoas fazem dos lugares que visitam.

Pois sabe qual foi a cidade mais avaliada por quem entrou no site em 2013?

LONDRES!

Foram quase 500 mil avaliações.

Abaixo o balanço feito pela site para 2013.

londres2

Cenário de um recente adorável vício

13 de julho de 2013 2

Não vou dizer que é a minha série preferida, porque já tive outras. Então, direi que é a preferida do momento. Sou apaixonada por DOWNTON ABBEY e seu cenário. E escrevi esse texto abaixo, publicado nesta semana no caderno Viagem, acompanhando uma matéria que fala exatamente dele, de como o Highclere Castle foi transformado no set da série inglesa (que o GNT mostra às quintas, às 22h30min) e como tem recebido turistas interessados em conhecê-lo de perto:

Adorável vício

Foi um caso de amor ao primeiro episódio. Comecei assistindo por acaso, num canal em HD, achando que estava vendo um filme de época qualquer. Nunca tinha ouvido falar a respeito. E, durante muito tempo, só tinha notícias da família Crawley por meio de minha irmã, já que minha TV não tinha sinal HD. Mais do que notícias, eu precisava conviver com a resistência dela em aceitar qualquer convite para o final do sábado à noite.

– Não posso, preciso assistir a minha série – dizia.

E foi a mania alheia que criou a minha. Resolvi comprar o DVD da primeira temporada e viciei. Vi inteirinha em dois dias. Sete episódios com 378 minutos de duração (traduzindo em horas, são mais de seis!). E corri à livraria assim que soube da chegada da segunda temporada, e esperei o vendedor desempacotar a caixa no depósito (sim, sou dessas que gosta de comprar os DVDs)… E já presentei em aniversário, em amigo secreto, em Natal.

E acabei sucumbindo à oferta de uma amiga que havia, digamos, pirateado a terceira temporada. Simplesmente não resisti, contrariando meus princípios.

Eu sugiro para todo mundo ver Downton. Não só pelo cenário, que é espetacular, como o texto destas páginas descrevem. Mas também porque a vida dos Crawley, aristocrática e semidecadente nos anos 20, e da turma debaixo, como chamam os (muitos) empregados da mansão/castelo, é um pouco da nossa, ainda que de outra época. Mary, a herdeira que precisa casar para salvar a propriedade da família, lembra as personagens de Jane Austen. Uma mistura de mulher vanguardista e corajosa presa às convenções de seu tempo e meio social. E some-se ainda o figurino, os jantares espetaculares, os diálogos bem construídos e o humor ferino de Maggie Smith, a condessa viúva, e você entenderá porque eu conto nos dedos para que a quarta temporada, que estreia em setembro na Inglaterra, chegue logo.