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Posts na categoria "Londres"

Chá das 5h (ou quase) na Barra do Ribeiro e em Londres

26 de janeiro de 2016 0

Que bom que os chás, as casas de chás e seus acessórios viraram moda também por aqui.

Na nossa casa, servia para aplacar qualquer mal (da camomila à marcela, minha mãe aplicava um para cada tipo de dor), para receber visitas (com uma rodela de limão e/ou leite) e para acompanhar a refeição noturna (nesse caso, o feito da infusão de erva-mate com leite).

Mesmo crianças, sempre gostamos e nunca associamos a doenças ou a outros preconceitos que cercaram a bebida por muito tempo.

Dito isso, quero falar de duas experiências com chás.

Na Barra do Ribeiro

 

Fotos Laurentia, divulgação

Fotos Laurentia, divulgação

Desde que a vinícola Laurentia inaugurou o serviço, em meados do ano passado, eu tinha vontade de ir à Barra do Ribeiro para experimentar.

No final de novembro, fui lá, acompanhada de minha irmã e fiel escudeira Luiza, de meu sobrinho Maurício e da Daniele.

Chegamos pontualmente às 17h e lá estava à nossa espera o sommelier de chás (!), um uruguaio simpático que já foi explicando tudo o que experimentaríamos nesse dia.

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Infelizmente (para nós!), havia um casamento no local (preste atenção na data escolhida e pergunte antes de reservar!) e não pudemos tomar o chá no jardim, que é o mais bacana.

A mesa única no salão gigante, ainda que com uma vista linda para os vinhedos dos janelões e a temperatura amena, tirou um pouco do charme, mas abstraímos e seguimos firmes na degustação dos três chás servidos primeiro por sanduichinhos salgados, depois pães, biscoitos e geléias e, por fim, o waffle de doce de leite com uma taça de espumante da casa (!).

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Foto Rosane Tremea

Tudo acompanhado com as explicações do sommelier, que deu uma aula sobre chás!

Valeu muito. Fica a uma hora de Porto Alegre (contadinha da minha casa na zona sul da Capital até a porta da vinícola) e é um passeio bacana, com vistas lindas.

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Em Londres

Passado pouco mais de um mês da ida à Barra do Ribeiro, Maurício me manda uma mensagem depois de passar um final de semana em Londres onde ele lembrou das lições de nosso sommelier da Barra do Ribeiro.

Na cidade, ele conheceu a Fortnum Mason, uma tradicional casa que começou com um mercadinho em 1707 (!) – além da instalação em Piccadilly, há uma no Terminal 5 do aeroporto Heathrow, ótima pra quem de última hora decide levar uma lembrancinha típica.

Reprodução

Reprodução

O relato dele:

“Sempre gostei de tomar chá, especialmente no inverno. Por ser relativamente novo, muitos amigos consideravam o hábito um tanto estranho: “coisa de velho”, diziam. Eis que surgiu a oportunidade de passar dois dias em Londres, e eu – como um bom brasileiro metido a europeu – vislumbrava a viagem com respiração ofegante.

Dentre muitos pontos turísticos, um que chamou atenção foi a Fortnum & Mason Piccadilly – uma loja de departamentos especializada em chás, fundada em 1707. No andar térreo, ao fundo, encontra-se o “The Gallery”, um típico restaurante inglês com uma variedade de chás e sobremesas para um descanso “ao estilo real”.

Minha pedida foi o “Queen’s Anne”, um chá criado no bicentenário da loja. Com gosto forte, um pouco de açúcar e leite, ele marcou a tarde do meu domingo, por volta das 16h15min (não deu para esperar às 17h por conta do voo!). Eles também têm um buffet de doces para acompanhar, mas não foi dessa vez que eu pude prová-los. Quem sabe na próxima, quando eu voltar para passar mais um tempo…”

 

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Visite o Palácio de Buckingham

18 de agosto de 2015 0
VisitBritain, divulgação

VisitBritain, divulgação

Se você for a Londres até o final de setembro, pode aproveitar para ir além de ver a troca da guarda e também visitar o Palácio de Buckingham.

Até 27 de setembro, o palácio abre suas portas para receber visitantes, como em todos os verões desde 1993.

Nesse roteiro, dá para visitar 119 State Rooms (Salas de Estado), aquelas usadas pela rainha e pela família real para receber convidados e conferir honrarias.

Entre outras atrações, como grandes obras de arte, é possível ver como são os bastidores da preparação de um banquete real.

Um guia colaborativo em Londres

07 de agosto de 2015 0
Fotos Geleia Cultural, divulgação

Fotos Geleia Cultural, divulgação

Geleia Cultural, criado por um gaúcho que vive em Londres, é uma mistura de rede social, revista e guia online colaborativo de viagem.

Qualquer usuário pode cadastrar um local interessante e compartilhar suas experiências com amigos, deixando depoimentos e recomendações.

A ideia foi do publicitário e designer Cristiano Andrades, morador de Londres desde 2003.

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O conteúdo, publicado em português, ajuda quem vive ou está de passagem pela capital inglesa.

Por enquanto, o foco é Londres, mas a intenção de Cristiano é ampliar e publicar o guia de outras cidades também.

Confira em www.geleiacultural.com/londres

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Londres, com a ajuda de uma brasileira

20 de maio de 2015 0

A jornalista Monica Ballvé O’May trabalhou em Porto Alegre e em São Paulo e, já há algum tempo, resolveu, como ela diz, “chutar o balde”. Foi morar na Europa para ficar mais perto da filha.

Instalada em LONDRES, ela decidiu fazer de sua experiência na cidade uma nova atividade profissional.

É ela mesma quem fala sobre seu trabalho, dedicada a ajudar turistas, especialmente brasileiros, na capital britânica.

 

london“Depois de mais de 30 anos de Jornalismo, decidi dar uma virada na vida. Pedi demissão de dois empregos em São Paulo, aluguei o apartamento no Brooklin, comprei passagem só de ida para Londres e estou feliz. Consegui me reinventar depois dos 50 anos.

País novo, trabalho novo, vida nova. Aqui em Londres, cidade que sempre amei a adotei como se fosse minha, ajudo brasileiros que chegam para passear, morar ou estudar. Elaboro roteiros pela cidade de acordo com o perfil de cada pessoa. São passeios que fogem do tradicional, mostrando segredos e curiosidades. D

ou dicas do que há de melhor na cidade, ensino a usar o transporte público, faço passeios guiados a pé por diferentes bairros na capital inglesa e dou dicas dos melhores restaurantes, lojas, shows, etc.

Não me considero apenas uma guia, mas uma pessoa que está aqui também para ajudar os outros a compreenderem o estilo de vida na capital do mundo, o jeito inglês de ver as coisas, as curiosidades dessa cidade onde se falam mais de 300 idiomas, sendo 115 deles oficiais.

Enfim, como se adaptar numa cidade de tantos credos, línguas e nacionalidades diferentes? Quais as dicas que todo brasileiro deve saber antes de chegar a Londres?”

 

Mônica tem um blog para o seu LONDONLONDON.

Também pode ser encontrada no Facebook (momayinlondon) e no Instagram (monicalondonlondon).

Dica de canal no YouTube para quem pretende viver em Londres ou visitar a cidade

04 de março de 2015 1

Há mais de cinco anos morando em LONDRES, Robert Schlindwein Salguero, 36 anos, é gaúcho de Porto Alegre, casado, tem um filho nascido na Inglaterra e criou um canal no YouTube chamado Realidade Inglesa.

Nos vídeos, Robert mostra as dificuldades de quem resolve mudar de país, conta curiosidades, dá dicas aos recém-chegados. Por e-mail, lá mais abaixo, ele resume um pouco a sua história:

 

“No Brasil, eu tinha um bom trabalho, na área de publicidade, e uma vida estável. A opção de sair do país foi motivada pela busca de melhor qualidade de vida. Com passaporte europeu em mãos, vi uma oportunidade que não poderia deixar passar. A Inglaterra não era minha primeira opção, mas hoje vejo que foi a melhor. O começo não foi fácil: a adaptação ao modo de vida, o clima, a distância da família, aprender a dividir casa com outras pessoas, a comida, a língua…

É tudo muito diferente.

Assim como quase todos os imigrantes, comecei por baixo, trabalhando num pub, recolhendo copos. Depois, trabalhei como chef num restaurante mexicano (sem nunca antes ter entrado numa cozinha!). Mas aprendi que o importante é trabalhar, pois até os serviços mais simples aqui dão condições para se levar uma vida digna.

Quando migramos, em 2009, não tínhamos essa quantidade de informações que temos hoje para ajudar a tirar dúvidas, o que faz com que nosso processo de adaptação seja mais tranquilo. O canal no YouTube começou para manter amigos e parentes atualizados das nossas vidas aqui em Londres. Iniciou sem imaginar que, depois de uma curto período, muitas pessoas começariam a nos acompanhar – hoje temos mais de 13 mil inscritos e uma média de 120 mil visualizações por semana. Tento passar um pouco da minha experiência para ajudar as pessoas que, assim como eu, têm o desejo de morar no Exterior.

Depois de cinco anos, estamos felizes e adaptados neste país que nos acolheu e nos deu grandes oportunidades”.

Os gatos voltaram, e agora de Londres

21 de fevereiro de 2015 0
Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

De vez em quando deixo de lado a seção GATOS DE VIAGEM.

Mas continuo fotografando os que passam pelo meu caminho quando viajo e continuo recebendo fotos de leitores.

A Monica Ballvé O’May, ex-colega que mora em Londres, mandou essas:

“Vi que gostas muito de gatos (eu também!).
Aqui tem um café onde eles andam pra cima e pra baixo…rs
Outro dia fui a uma loja em Brick Lane que tem vários gatos. Detalhe: a lojinha vendia camisetas, nenhum assunto relacionado a gatos. Não era pet shop, tampouco…”

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Chá da tarde na Grã-Bretanha

19 de fevereiro de 2015 0

Fã de seriados da TV britânica como Downton Abbey, Call the Midwife e Mr. Selfridge (se você nunca viu nenhuma delas, vá correndo ao Netflix!), adorei essas dicas do VisitBritain para lugares onde experimentar um tradicional chá da tarde na Grã-Bretanha, que guardam uma certa pompa e circunstância. Há das opções mais caras até umas bem razoáveis, pra incluir na lista de uma próxima viagem.

Aliás, na última vez em que preparei um chá da tarde, ganhei de presente um CD (sim, ainda há quem compre) chamado Music from the Tea Lands, da querida amiga Jussara, que eu recomendo muito. É perfeito para acompanhar a hora que ainda é “sagrada” para os britânicos.

Confira abaixo, editadas, as dicas do VisitBritain:

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

O chá faz parte da dieta básica dos britânicos há muito tempo, mas nem todos sabem que ele se tornou popular na Grã-Bretanha graças a uma princesa portuguesa. Quando Charles II se casou com Catarina de Bragança em 1662, o consorte da recém-coroada rainha logo espalhou pela corte real o apreço dela por chá. A moda se espalhou entre as classes mais abastadas e, por fim, dominou toda a nação – isso também se deve ao fato da expansão do comércio de chá durante o reinado de Charles II.

 

Avançando para os dias de hoje, é difícil encontrar britânicos que não bebam chá, no mínimo uma xícara por dia. A nação conhece bem e aperfeiçoou a arte de relaxar às 16h com uma xícara da bebida, incluindo no ritual apetitosas guloseimas para acompanhar a infusão.

 

Para escolher a opção ideal para seu paladar, saiba que há o cream tea, o high tea e o afternoon tea. Cream tea inclui um bule de chá servido com scones, tradicional pãozinho inglês, servido com creme de nata e geleia. Há um debate acalorado se essa combinação teria surgido na Cornualha ou em Devon, dois condados do sudoeste da Inglaterra. Independentemente da origem, é possível encontrar cream teas excelentes nessa região do país – só não se envolva no outro debate controverso, sobre o que se passa primeiro nos pãezinhos, geleia ou creme. A única regra é: quanto mais dos dois, melhor.

 

High tea e afternoon tea são confundidos com frequência – o primeiro envolve bolo ou qualquer tipo de doce e era, originalmente, uma refeição salgada feita no início da noite pelas classes mais baixas, que incluía uma caneca de chá, pão, legumes, queijo e, às vezes, carne. Afternoon tea, por sua vez, era entendido como uma “ponte entre as refeições”, pela sétima duquesa de Bedford, uma jovem chamada Anna. Na alta sociedade do século 19 em que ela vivia, era comum tomar café da manhã cedo e depois jantar por volta das 20h. Obviamente, ela sentia fome entre essas refeições e costumava tomar um lanche escondido em seu quarto! Com o tempo, outras pessoas do círculo da duquesa começaram a acompanhá-la, e assim nascia uma nova refeição. O hábito ganhou força e hoje em dia há chás da tarde de todos os tipos – até chá da tarde do Chapeleiro Maluco em um ônibus londrino ou em um trem a vapor escocês. Basta acrescentar companhia para conversar e uma tarde relaxante e agradável estará garantida!

 

Fotos VisitBritain, divulgação

Fotos VisitBritain, divulgação

 

LOCAIS CLÁSSICOS PARA SABOREAR O AFTERNOON TEA

 

Se você está em busca de um verdadeiro banquete, os hotéis Ritz, Claridges e The Goring de Londres são famosos por seus generosos chás da tarde com toda a pompa e estilo:

 

  • The Ritz é provavelmente a opção mais tradicional – quem não gostaria de voltar de férias e contar que tomou um chá no Ritz? O chá da tarde é servido no suntuoso Palm Court, um salão que esbanja luxo e glamour. Escolha entre 16 opções de chá de folhas antes de devorar minissanduíches, folhados e bolos, além do tradicional scone quentinho. O chá da tarde tradicional custa 50 libras (195 reais) por pessoa.

 

  • Claridges e The Goring, hotéis londrinos mundialmente famosos também (o último foi o local escolhido pela duquesa de Cambridge para passar a noite anterior ao seu casamento com o príncipe William), já ganharam o prêmio Tea Guild na categoria Melhor Chá da Tarde de Londres – sim, há prêmios para essa tradição – e ambos oferecem uma série de tentadoras guloseimas doces e salgadas para acompanhar os bules de chá e as longas conversas. O chá da tarde clássico do Claridges custa 50 libras (195 reais) por pessoa. O do Goring custa 42,50 libras (165 reais) por pessoa.

 

Landscape close-up Champagne Afternoon Tea on the Terrace at The Goring, London lower res

 

 

  • Se quiser algo mais econômico, saiba que o Fan Museum em Greenwich foi eleito o local que serve o chá da tarde com melhor custo-benefício de Londres em várias ocasiões – um verdadeiro banquete em um belo ambiente. Por 7 libras (27 reais), é possível desfrutar de chá com pãezinhos, creme de nata e geleia, bolo caseiro e ingresso para um dos museus mais exóticos da capital.

 

  • Se o dia estiver ensolarado, siga para um dos tesouros mais bem guardados de Londres, o Chelsea Physic Garden. Situado no coração do bairro de Chelsea, é o oásis ideal para ir depois de fazer compras na Kings Road. Permita-se degustar pãezinhos de lavanda e geleia caseira no Tangerine Dream Café antes de admirar o belo jardim de plantas medicinais, fundado em 1673!

    Também vale a pena sair de Londres para um chá da tarde em uma das cidades ou aldeias interioranas da Grã-Bretanha – o cenário ideal para um encontro agradável em companhia de alguém estimado (ou de um bom livro). Várias cidades utilizam ingredientes locais para preparar deliciosas geleias, compotas e salgadinhos.

 

  • Ganhadora do “Oscar do mundo do chá” de 2013, o principal prêmio nacional do Tea Guild, a Davenports Tea Room em Cheshire, norte da Inglaterra, além de ser a favorita dos moradores, atrai clientes dos lugares mais distantes, como Escócia, ávidos para provar o chá da tarde. Por quê? Os scones são feitos com uma receita muito bem guardada da década de 1930, enquanto a decoração tem tema de Alice no País das Maravilhas (o autor Lewis Carroll nasceu a menos de 4 quilômetros dali). Davenports fica a 30 de minutos de carro de Cheshire, Manchester e Liverpool. Eles servem chá com creme de nata a 4,95 libras (19 reais) por pessoa e chá da tarde a 16,99 (66 reais) por pessoa.

 

  • Em 2011, The Angel Hotel em Abergavenny, no extremo de Brecon Beacons, no País de Gales, ganhou o principal prêmio do Tea Guild. O chá da tarde da histórica hospedaria é servido no salão Wedgwood, com iguarias preparadas diariamente pelo padeiro especializado e uma série de chás para matar a sede. Custa 21,80 libras (85 reais) por pessoa. O aconchegante hotel é uma ótima opção para se hospedar, principalmente se comida boa for um dos fatores que influenciam sua escolha de acomodação. A localização também é excelente para explorar o Parque Nacional de Brecon Beacons, que fica bem ali, ou as belas praias do País de Gales. Abergavenny fica a 45 de minutos de carro de Cardiff.

 

  • Se viajar para Edimburgo, visite “a grandiosa dama da Princes Street”, como é conhecido o Balmoral Hotel. Assim como no Ritz, o chá da tarde é servido no Palm Court do hotel e também ganhou dois prêmios do Tea Guild. O chá tradicional custa 58 libras (225,30 reais) para duas pessoas e inclui os indispensáveis sanduíches e folhados, scones assados na hora e um tentador carrinho repleto de sobremesas – com esse banquete, não precisa fazer nenhuma reserva para o jantar!

 

  • Um chá da tarde que você não vai esquecer tão fácil é o servido no The Old Course Hotel em St Andrews, Escócia. A cidade é famosa pelo golfe, mas deveria ser também por seus pãezinhos com frutas e panquecas de limão, servidos com creme de nata e compotas de morango e de champanhe rosé. O chá da tarde custa 22 libras (86 reais) por pessoa. O hotel também oferece chá da tarde para crianças, dando a oportunidade de apresentar a elas essa tradição. Essa opção infantil inclui uma variedade de sanduíches – mais do estilo Nutella e manteiga de amendoim do que salmão defumado! Dá direito ainda a gelatina e sorvete, bolos com glacê mármore e outros doces, tudo por 10 libras (39 reais) por criança.

 

  • Outro chá que vai agradar às crianças é o Chá da Tarde de Príncipes e Princesas do The Milestone, em Londres. Crianças com menos de 12 anos vão desfrutar de minissanduíches, scones assados na hora com creme de nata e compotas e folhados franceses, acompanhado de xícaras de um delicioso chocolate quente. Antes de começar essa refeição tentadora, o chef pasteleiro ajuda as crianças a decorar cupcakes, que depois elas podem comer juntamente com as outras guloseimas. O chá custa 15 libras (58 reais) por criança.

Afternoon tea at The Milestone Hotel, London (3)

 

  • Os salões de chá da Bettys em Harrogate, cidade na região norte de Yorkshire, Inglaterra, são lendários. São seis no total, mas Harrogate – antiga e elegante estância termal cercada por Yorkshire Dales – foi o local da primeira unidade Bettys, aberta em 1919. Com mais de 300 tipos de pães, bolos e chocolates para experimentar e 50 tipos de chá, vai ser difícil saber por onde começar. O carrinho de bolos e tortas, trazido até a mesa para os clientes escolherem o que degustar, é um toque clássico da casa de chá Bettys, assim como os “Fat Rascals” – bolinhos macios de fruta.

Food & Drink

 

  • Algumas pessoas viajam para Glasgow, na Escócia, só para experimentar o chá da Willow Tea Rooms e admirar a elegante arquitetura de Charles Rennie Mackintosh, um dos nativos mais famosos da cidade. A Room de Luxe, com mobília de prata e cristais adornados com contas, continua idêntica à época em que foi criada por Mackintosh, em 1904, assim como a Gallery, com decoração mais escura e masculina. Biscoito amanteigado é o acompanhamento clássico para o chá na Escócia, mas na Willow também vale a pena provar os merengues caseiros. A casa também oferece um cardápio especial de chá da tarde para crianças. O chá da tarde custa 12,95 libras (50 reais). Há duas filiais da Willow Tea Rooms no centro da cidade, uma na Sauchiehall Street (projetada por Charles Rennie Mackintosh) e outra na Buchanan Street.

 

As primeiras conversas sobre viagens de 2015

07 de janeiro de 2015 0

PAPO VIAJANTE SOBRE LONDRES

Ricardo Sondermann, mestre em comunicação pela PUCRS, fala sobre Winston Churchill e sobre Londres no primeiro Papo Viajante de 2015.

No final de maio, Ricardo vai acompanhar uma viagem à capital da Inglaterra que tem também sua curadoria.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Serviço

  • Papo Viajante “Nos passos de Winston Churchill”
  • Dia 8, às 19h
  • Espaço STB Bela Vista (Anita Garibaldi, 1.510, na Capital)
  • Confirmar presença pelo (51) 4001-3010 ou bv@stb.com.br

***

BATE-PAPO SOBRE INTERCÂMBIO

Na semana que vem, no dia 15, às 19h30min, a conversa é sobre intercâmbio e viagens sobre Austrália e Nova Zelândia.

O encontro é gratuito e promovido pela Egali Intercâmbio.

Será no Mezanino do Iguatemi Corporate, na Nilo Peçanha, 2.825, em Porto Alegre.

Ex-alunos estarão ali para contar suas experiências longe de casa.

Para participar é preciso confirmar presença pelo link http://goo.gl/nb6FeG ou pelo telefone (51) 3208-1021.

As vagas são limitadas e destinadas a pessoas com mais de 18 anos.

Uma instalação de Natal interativa em Londres

16 de dezembro de 2014 0
Fotos ME London, divulgação

Fotos ME London, divulgação

Já não basta ser árvore de Natal.

Ainda que a data seja sinônimo de tradição e a árvore natalina, um costume desde o século 18 (pelo menos que se tem notícia), nesses tempos em que imperam verbos como inovar e interagir os arranjos natalinos também entram na onda.

Se não, o que dizer da instalação do hotel ME London?!

Até o anoitecer de 31 de dezembro, o prédio do hotel exibe um show de luzes controlado por redes sociais que dança nas paredes da recepção em forma de pirâmide.

A instalação #LightMEup projeta luzes de inverno nas paredes de mármore de nove andares de altura da recepção (usuários que fazem postagens no Twitter ou Instagram com a hashtag #LightMEup fazem parte do display em forma de flocos de neve).

No Atrium, o espaço em forma de pirâmide do coração do prédio, apresenta instalações de projeção mapeada o ano todo (clique aqui para ver outras instalações).

ME London

Estátuas que contam histórias em Londres

11 de dezembro de 2014 0

Já não é novo, mas a reportagem do Jornal Hoje do último sábado é que motiva esse post sobre um projeto muito legal em Londres e Manchester.

A ideia de uma produtora cultura dá voz (e vida!) a estátuas de personagens famosos nas cidades (a reportagem mostra apenas Londres).

Usando telefone com leitor de QR Code, se escaneia a placa que está no pedestal ou próximo dele e se ouve uma voz contando a história daquele personagem.

Há de todos os tipos entre as cerca de 35 estátuas, como personagens reais como a rainha Vitória, ou da literatura, como Sherlock Holmes.

As vozes são de britânicos famosos como a de Patrick Stewart, da série X-Men.

Tomara que, como o projeto prevê, sejam espalhados/copiados por outras cidades do mundo. É uma boa forma de dar significado às estátuas e a personagens históricos e evitar que os monumentos sejam depredados.

No vídeo abaixo, do YouTube, a reportagem é da EuroNews.

De Paris a Barcelona, de trem

14 de janeiro de 2014 7

Desde dezembro é possível fazer o trajeto entre PARIS e BARCELONA, em 6h25min, em um trem de alta velocidade.

Li a novidade no caderno Boa Viagem, do jornal O Globo.

São trens de dois andares, e o bilhete custa 59 euros (mais ou menos 200 reais).

Trata-se uma parceira entre as empresas Renfe, espanhola, e SNCF, francesa.

A linha também permite conexão com outras capitais europeias, como Londres, por exemplo… De Londres a Paris são pouco mais de duas horas de trem numa viagem rápida e interessante, cruzando o Canal da Mancha.

Voltando à linha que liga Paris e Barcelona, você pode buscar informações em:

voyages-sncf.com

renfe.com

raileurope.co.uk

E nesse link, em português: raileurope.com.br

 

Ainda as listas de 2013, antes que o ano acabe

30 de dezembro de 2013 2

O TripAdvisor é reconhecido pela avaliação que as pessoas fazem dos lugares que visitam.

Pois sabe qual foi a cidade mais avaliada por quem entrou no site em 2013?

LONDRES!

Foram quase 500 mil avaliações.

Abaixo o balanço feito pela site para 2013.

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Limpando um gigante londrino

19 de abril de 2013 0

Desde o dia 8 de abril, o LONDON EYE, a roda-gigante à beira do Rio Tâmisa, na capital londrina, passa por uma limpeza.

Trata-se de parte do projeto Limpeza de Monumentos, da empresa Kärcher, que deu uma geral em obras como as 284 colunas da Praça de São Pedro, na Itália, e o Cristo Redentor, no Brasil.

Um dos desafios, no caso do London Eye, é a altura de 135 metros, um dos pontos turísticos mais disputados em Londres.

O trabalho ocorre só à noite, para não interromper as visitas, e deve durar três semanas no total.

O metrô de Londres vai fazer 150 anos!

02 de janeiro de 2013 0

Enquanto o metrô de Porto Alegre não chega (anunciado há mais de ano, sem sombra de nada…), o de LONDRES vai completar, em 9 de janeiro, 150 anos!

O chamado “Tube” é ícone da cidade e vai merecer um ano de comemoração.

Mais antigo metrô do mundo, ele teve sua primeira viagem entre Paddington e Farringdon, na linha Metropolitana.

Em parceria com o Museu do Transporte de Londres, a festa do aniversário será marcada por muitos eventos, como a recriação de seu primeiro trajeto, atividades especiais em estações desativadas e a publicação de livros.

Nos dias 13 e 20 de janeiro de 2013, a primeira viagem de passageiros será recriada com trens especialmente restaurados, incluindo a locomotiva metropolitana a vapor nº 1 e o vagão ferroviário metropolitano comemorativo nº 353 – o vagão subterrâneo em funcionamento mais antigo do mundo.

No Museu do Transporte serão exibidos os cartazes mais emblemáticos usados para divulgar o Tube na exposição Poster Art 150: London Underground’s Greatest Designs (de fevereiro a outubro).

Serão mostrados os 150 dos melhores projetos desde a primeira série de cartazes gráficos, em 1908.

Quem visitar o museu poderá votar em seus favoritos – o cartaz mais popular será revelado no final da exposição.

CURIOSIDADES SOBRE O METRÔ DESTACADAS PELO VISIT BRITAIN

1. O metrô londrino transporta atualmente 1.107.000 de passageiros por ano em 270 estações.

2. De modo informal, ele é conhecido como “Tube”, que originalmente se referia à profundidade das linhas de trem usadas por composições de corte transversal menor e mais circular, ao invés das linhas menos profundas que eram construídas para locomotivas a vapor. O termo agora abrange todo o sistema.

3. A velocidade média de um trem do metrô é de 33 quilômetros por hora.

4. Cada trem do metrô percorre anualmente 184.269 quilômetros.

5. A extensão da rede metroviária é de 402 quilômetros.

6. A cada dia, mais de mil pessoas esquecem algo no metrô. Todos os objetos são enviados para um escritório no subsolo da Baker Street, que emprega 40 funcionários em período integral. O local armazena em média 200 mil objetos perdidos. Dentre os itens mais estranhos que já estiveram ali incluem-se espadas de samurai, dentaduras, três morcegos mortos e uma lancha de 14 pés. Após três meses, os itens não reclamados são vendidos em leilão ou doados.

7. A estação desativada de Aldwych é exibida com frequência nas telas de cinema. Já serviu de locação para cenas de Superman IV: em Busca da Paz, Desejo e Reparação e V de Vingança.

8. A profundidade subterrânea máxima do metrô fica em Holly Bush Hill, Hampstead, onde as linhas da galeria estão 68,8 metros abaixo do solo.

9. A escada rolante mais longa fica na estação Angel, com 60 metros e inclinação vertical de 27,5 metros.

10. Baker Street é a estação com mais plataformas – um total de 10.

11. A estação de metrô mais movimentada de Londres é Waterloo, onde embarcam 57 mil pessoas durante as três horas de pico do período da manhã. Em termos de passageiros por ano, a estação mais movimentada também é Waterloo, com 82 milhões.

12. Durante 2011 e 2012, o metrô de Londres transportou uma quantidade recorde de passageiros em 1.17 bilhão de viagens realizadas.

13. Albus Dumbledore, personagem da série Harry Potter, tem uma cicatriz com o formato do mapa do metrô logo acima do joelho esquerdo.






Londres, a cidade da hora

12 de julho de 2012 1

Ela, que vai abrigar a Olimpíada daqui a uns dias, é mesmo a cidade da hora.

Talvez só em tempos de casamentos reais se ouça falar tanto de LONDRES.

Se quiser vê-la em ângulos explorados pelo fotógrafo Alberto Meneghetti, basta ir até o Moinhos Shopping, em Porto Alegre.

Meneghetti mostra desde a movimentação dos bairros Convent Garden e Camden Town até a engenharia e a arquitetura da London Eye.

A exposição London Calling apresenta 26 fotos em 13 painéis temáticos.


Serviço

Do dia 16 até 31 de julho, no horário de funcionamento do shopping, das 10h às 22h.

Quem é o fotógrafo

Alberto Meneghetti é um fotógrafo e publicitário gaúcho, com vários trabalhos publicados e ênfase em cenas cotidianas de diversas regiões do país e exterior.

Apresentou as mostras Lugares (In)comuns, com uma retrospectiva de trabalhos nos últimos 10 anos; Uruguai. Sol, Arte e História, Mi Buenos Aires Querida, e a exposição fotográfica NYC People, sobre o cotidiano da cidade pós-11 de setembro.