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Posts na categoria "Itália"

Uma campanha para o Dia dos Namorados: uma viagem a Verona, terra de Romeu e Julieta

28 de maio de 2015 0

Na segunda-feira, dia 1 de junho, o Bourbon Shopping lança uma campanha para o Dia dos Namorados que sorteará oito viagens para a Itália.

Os roteiros de sete dias valem para o sorteado e um acompanhante.

A promoção Romeu e Julieta oferecerá tours que incluem a região da Toscana e a cidade de Verona, no Vêneto, cenário do romance de William Shakespeare.

Em Verona, o casal fará uma visita à “Casa de Julieta” (na foto abaixo, o famoso balcão), onde  é tradição os visitantes deixarem um recado apaixonado nas paredes da casa (e aí lembrei de Cartas para Julieta, o filme!).

Rosane Tremea

Rosane Tremea

Um adendo: em Verona, além da visita à Casa de Julieta, o casal ganhará um jantar romântico no Vittorio Emanuele Ristorante Caffé (esse da foto abaixo! E não deixe de clicar no link para o site do café: é lindo!).

Em atividade desde 1895, fica na Piazza Bra, a mesma onde se encontra a imponente Arena de Verona.

Divulgação

Divulgação

Como participar do sorteio

  • Clientes do shopping devem trocar R$ 400 em notas fiscais por um cupom.
  • Participantes das promoções anteriores do Bourbon Shopping de Liquidação (Dias Incríveis) e de Dia das Mães (Minha Mãe Merece) ganham o triplo de cupons.
  • Os cupons devem ser depositados nas urnas localizadas na praças centrais dos shoppings **, até às 22h do dia 15 de junho.
  • Serão sorteadas duas viagens no Bourbon Shopping Wallig e uma em cada um dos demais shoppings.
  • Os sorteios serão realizados no dia 16 de junho.

** Bourbon Shopping Assis Brasil, Bourbon Shopping Country, Bourbon Shopping Ipiranga, Bourbon Shopping Wallig, Bourbon Shopping Novo Hamburgo, Bourbon Shopping São Leopoldo e Porto Alegre CenterLar

A Grécia dos Mitos e dos Deuses numa conversa

18 de maio de 2015 0
Fotos Divulgação

Fotos Divulgação

Conhecido por suas dicas e seus livros sobre português, o professor Cláudio Moreno também é especialista em mitologia grega.

O curioso, no caso dele, é que, mesmo sabendo tudo sobre Grécia, até o final de 2013 ele nunca tinha estado naquele país (leia aqui entrevista em que ele falava como, naquela viagem, ia “rever um lugar que não conhecia”).

(Abre mais um parêntese aqui: eu sigo sem ter ido e minha lista só cresce!!! Fecha parêntese).

Pois parece que Moreno tomou gosto por viajar para lá e, nesta segunda-feira, dia 18, lança os roteiros de 2015.

cabo sunion prof moreno

É ele quem apresenta, em parceria com a Porto Brasil Viagens a terceira edição do programa “Uma Viagem pela Grécia dos Mitos e dos Deuses” . O convite, agora, é para embarcar também para as lendárias ilhas de Creta e Sicília, que marcam o início e o fim da civilização grega, respectivamente. Na verdade, são dois roteiros distintos: a viagem a Creta e Sicília acontece em agosto e o roteiro para a Grécia será no final de setembro e início de outubro.

Na palestra, ele dá um gostinho do que ele apresenta como curador da viagem.

  • Segunda-feira, dia 18, às 19h30min
  • No Hotel Sheraton Porto Alegre
  • Gratuito e aberto ao público (mesmo que você não faça a viagem, já vale a conversa!)

delfos

 

 

Não custa lembrar, para quem for a Roma e a Paris

14 de novembro de 2014 0

As atrações são antiquíssimas, mas estão renovadas agora.

Portanto, se você for a uma das duas cidades (ou às duas, o que é melhor) e já tiver ido, talvez seja hora de voltar para ver…

AFP

AFP

EM PARIS…

Cinco anos e 52 milhões de euros depois, o Museu Picasso foi reaberto no dia 25 de outubro, dia do aniversário do pintor espanhol.

O Hôtel Salé, construído no século 17, fica no Marais.

Em 3,7 mil quadrados, reúne 400 obras do artista.

L`Osservatore Romano, AFP

L`Osservatore Romano, AFP

EM ROMA…

Há uma nova iluminação, inaugurada bem recentemente, na Capela Sistina, nos Museus Vaticanos.

Ela revela mais detalhes da incrível obra de Michelangelo.

Não se deixe impressionar nem levar pela multidão na capela, última etapa da visita aos Museus Vaticanos. Vá devagarinho para um canto dela e espere alguém dar o lugar num dos bancos laterais para pode observar de queixo erguido – no sentido literal e caído no figurado – a obra magnífica.

 

Obras de arte no piso da Catedral de Siena

09 de setembro de 2014 4
Fotos Enit, divulgação

Fotos Enit, divulgação

Eu fui e não vi.

Eu não vi, mas recomendo.

Até 27 de outubro, a Catedral de Siena, na Toscana, exibe o seu piso de mármore com desenhos feitos em mosaico.

Apenas nesta época do ano é possível contemplar a atração, que normalmente é encoberta por uma proteção.

O pintor Giorgio Vasari  (1511-1574), sobre a obra, disse:

- É o piso mais lindo, maior e magnífico.

Matteo di Giovanni. Strage degli Innocenti

O chão da catedral começou a ser construído em 1300 e só foi finalizado por volta de 1800, passando por diversas gerações de artistas italianos renomados.

A igreja pode ser visitada de segunda-feira a sábado, das 10h30min às 19h30min, e, aos domingos, das 9h30min às 18h.

Custa 7 euros, incluindo a visita ao piso, à catedral e à biblioteca Piccolomini (imperdível, posso atestar!).

 

Neroccio di Bartolomeo de’ Landi. Sibilla Ellespontica

 

Neroccio di Bartolomeo de’ Landi. Sibilla Ellespontica (2)

Giovanni di Stefano. Sibilla Cumea

Pietro del Minnella su disegno del Maestro di Sant’Ansano. Morte di Assalonne

Varese, uma cidade no norte italiano

29 de agosto de 2014 0

Fazia algum tempo já que o Alessandro e a Dani, do Dove vi porto io, não enviavam seus vídeos sobre cidades italianas, editados em italiano e em português…

Pois recebi o aviso da chegada de um novo, no final de semana, sobre Varese.

E começa com uma curiosidade: quando a gente chega à Itália pelo aeroporto de Malpensa, que a maioria acredita ficar em Milão, na verdade está chegando a Varese…

Bom, a cidade também é conhecida pelas áreas verdes e parques e por isso é conhecida como “cidade jardim”. E tem um ponto de visita obrigatório: o Sacro Monte, que fica num dos pontos mais altos da cidade e tem 14 capelas construídas no século 17 que lembram as estações da Via Sacra.

Bom, mas vamos ao vídeo, que tudo isso está contado ali:

Uma festa para o cinema italiano em Porto Alegre

19 de agosto de 2014 4

Já tem seis anos o Festival Internacional Itinerante de Cinema e Cultura Italiana, conhecido como Festa do Cinema Italiano – 8½.

É voltado para os países de língua portuguesa e pela primeira vez será apresentado também no Brasil – Porto Alegre, no caso.

O lançamento oficial aconteceu ontem, com uma edição especial do programa MESA DE CINEMA (coquetel, exibição do filme Uma Família Perfeita, seguida de jantar). Um outro parêntese: sou superfã do Sergio Castelitto, astro italiano que está no elenco deste filme.

Mas as sessões de cinema, que começam de verdade no dia 25, vão até o dia 31 de agosto.

Os filmes estarão nas telas do Shopping Total e da Casa de Cultura Mario Quintana. São produções recentes, sucessos de bilheteria, mas também “filmes de autor”, com linguagens diferentes das convencionais.

Alguns dos filmes que estarão em cartaz:

Viva a Liberdade (2013), de Roberto Andò.

O Intrépido (2013), de Gianni Amelio.

Uma Família Perfeita (2012), de Paolo Genovese.

A Máfia só Mata no Verão (2013), de Pierfrancesco Diliberto.

Coisas que nós amamos sobre a Itália

16 de julho de 2014 0

Um amigo mandou esse vídeo sabendo que eu ia gostar.
Óbvio que eu gostei.
E também da ideia de quem o produziu: viajar pela ITÁLIA em busca das comidas favoritas, entendendo como são produzidas e experimentando, claro.
Uma delícia.

O que faz um restaurante, em Roma ou em qualquer outro lugar, é muito mais do que a comida

20 de fevereiro de 2014 0
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Eu tinha visto a indicação num guia sobre ROMA e fiquei com ideia fixa.

Falava muito pouco sobre o restaurante Romolo nel Giardino della Fornarina. Basicamente que a Fornarina do título era a amante do pintor Rafael.

E eu que, não sei exatamente o motivo, tinha evitado o Trastevere para almoçar ou jantar nas duas vezes em que estive em Roma, acabei me encaminhando para lá depois de uma manhã exaustiva no Vaticano (sim, sou do tipo que vai a Roma e vai ver o Papa).

É uma caminhada relativamente longa, mas valeu cada centímetro.

Primeiro, vou contar um pouco sobre o que se diz do restaurante para depois falar do que vi/experimentei.

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Conta-se que, no início dos anos 1500, Rafael fazia os afrescos da galeria da Villa Farnesina para o banqueiro Agostino Chigi. E diz a lenda que, durante sua temporada por ali, apaixonou-se por Margherita Luti, que passou a ser a musa de sua obra. Margherita era filha de um padeiro (fornaio, em italiano, e daí a expressão “Fornarina”) e ela teria tido uma grande influência na vida e na arte de Rafael. Também segundo a lenda, ela morava num pequeno palácio renascentista na Rua  S. Dorotea, número 20, no Trastevere, próximo à Porta Settimiana.

Reprodução da, supostamente, fornarina

Reprodução de pintura de Rafael sobre imagem da, supostamente, Fornarina

É ali que fica o restaurante e o jardim onde Rafael e Margherita passavam juntos horas românticas.

Foi nos anos 1930 que Romolo Casali se instalou para começar a história do restaurante no local da célebre padaria. Ele ficou famoso, na época, não só pela comida, mas também porque artistas e poetas o frequentavam – um deles, Trilussatinha uma mesa fixa nele.

Da cozinha, hoje, saem pratos clássicos da cozinha romana, pratos típicos regionais com produtos locais.

No dia de primavera em que estive ali, pedi fettuccine com aspargos e um vinho frascati (vinho branco típico da região) para acompanhar. Minha irmã pediu outro prato, não lembro exatamente o que era, mas era uma massa, claro, talvez com pesto.

 

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Ficamos no jardim e, acho que pela primeira vez num restaurante, ainda mais em Roma, não havia nenhuma outra mesa ocupada.

A atenção de toda a equipe de garçons era só nossa, mas não era um atendimento sufocante. Era corretíssimo e gentil.

Já de cara, me apaixonei pelos cardápios.

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Depois, no pedido de ajuda para escolher os pratos, as explicações vieram na medida certa.

A única insistência aconteceu no final, quando recusamos a sobremesa. O garçom, definitivamente, não aceitava um não como resposta.

Disse que serviam ali o tiramisú mais espetacular de Roma e que eu me arrependeria se não o provasse.

Não sei se é o melhor de Roma, mas certo é que é o melhor que eu já comi na vida. Fecho os olhos e sinto o gosto.

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Foram quase duas horas de almoço superagradáveis, com uma temperatura ideal para ficar no jardim.

Quando íamos embora, vi uma bandeja com verduras/legumes que eu achei linda e pedi para fotografar. Pois eis que uma senhora muito gentil observou para mim que eram verdadeiras (ainda que fossem artificiais eu fotografaria, coisa de turista com uma câmera na mão).

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Mariza então nos contou, sem que perguntássemos, que era filha do primeiro proprietário. Com oitenta e tantos anos, era viúva há mais de 40 do único amor de sua vida. A morte repentina – enquanto o marido ia de um restaurante para outro – a tinha deixado com a obrigação de tocar o negócio, que ela de alguma forma coordenava até então (me refiro a maio de 2013). E estava preocupada com o futuro da Fornarina, já que a filha, psicóloga, não pensa em assumir o restaurante.

Ela nos mostrou os antigos fornos e o curioso tanque para resfriar a cerveja (e vinho?! já não lembro). Queridíssima, pediu para ser fotografada ao lado da minha irmã.

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Faço votos para que a Fornarina e os mistérios de seu romance com Rafael permaneçam por ali por pelo menos mais 500 anos… E que a comida e o atendimento ainda sejam os mesmos…

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Um roteiro por estádios de futebol na Europa

19 de fevereiro de 2014 2

Para apaixonados por futebol, a empresa de intercâmbio CI criou um roteiro pela Europa com visitas a estádios de futebol.

Na Espanha

  • O Camp Nou, do Barcelona
  • Santiago Bernabéu, do Real Madrid

Na Itália

  • San Siro, em Milão, do Milan e da Internazionale

Na Alemanha

  • Allianz Arena, em Munique, do Bayern de Munique

Quem tem cinema vai a Roma

06 de fevereiro de 2014 1
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Se você quiser ir a ROMA no FINAL DE SEMANA, procure o cinema mais próximo antes que A GRANDE BELEZA saia de cartaz.

O filme de Paolo Sorrentino, que concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro, é, antes de tudo, um grande passeio por Roma.

A cidade, que eu tinha visitado havia 15 anos e voltei a ver no ano passado, é inesgotável, mesmo que a crise e a decadência apontadas pelo personagem Jep Gambardella (e os próprios italianos) tentem convencê-lo do contrário.

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Não precisava de muitos empurrões para assistir, mas o texto de Luis Fernando Verissimo sobre o filme (ou melhor, sobre a cidade) foi o definitivo.

Veja o que ele escreveu:

A BELEZA MAIOR

A beleza da Itália conspira contra os seus cineastas. Por mais dramáticos que sejam os filmes, eles serão sempre, antes de qualquer outra coisa, belos folhetos turísticos. E, por mais que tentem retratar a crise moral do nosso tempo, sempre acabam retratando um estilo de vida invejável, uma doce crise.

Você saía do filme seminal do Fellini sobre Roma como metáfora para o apocalipse iminente menos impressionado com a devassidão e o desespero dos seus personagens do que com o alegre rebuliço de um começo de noite na Via Veneto, e quem não queria ser Marcello Mastroianni, descrente de tudo mas comendo todas?

Os filmes do Antonioni também se esforçavam para nos dar angústia, mas nunca o vazio existencial foi tão fotogênico. Você não duvidava que os personagens de Antonioni em filmes como “A aventura”, “Noite” e “Eclipse” sofressem com a falta de sentido da vida, mas todos pareciam saídos de uma edição da “Vogue”. Eram elegantemente perdidos. E que cenários!

No filme “A grande beleza”, o diretor Paolo Sorrentino nem finge ignorar os cenários contra os quais desfilam seus personagens. Usa Roma, conscientemente, como personagem também. Convoca o cenário como cúmplice nas suas histórias cruzadas.

E usar a beleza de Roma assim, descaradamente, é covardia. A sequência final de “A grande beleza” é a câmera passeando sob as pontes do Tevere enquanto aparecem os créditos, e no dia em que vimos o filme muita gente que normalmente já teria saído do cinema ficou no lugar para se deliciar um pouco mais com o cenário.

O personagem principal do filme, Jep Gambardella (vivido por Toni Servillo, com sua cara de nobre romano num afresco mal pintado), é o Marcello Mastroianni depois de “A doce vida”, em estado de cinismo terminal. É um escritor de um livro só, e diz para quem lhe cobra outro livro que está esperando uma “grande beleza” para inspirá-lo. Enquanto isso, vai curtindo, além dos prazeres da decadência, as pequenas belezas de um cotidiano romano. Mas a beleza maior é a própria Roma, que se não inspira o personagem certamente inspirou o diretor.

O maior defeito do filme é a sua duração. Pode-se imaginar Sorrentino agoniado com a perspectiva de ter que cortar algo que filmou e no fim decidindo incluir tudo, dane-se a metragem. Você sabe que um filme passou da hora de acabar quando começa a pensar “poderia terminar aí…” — e o filme não termina.

Há muitas cenas finais em “A grande beleza” antes do fim pra valer. E fica uma frustração: Jep lembra do seu primeiro amor e passa todo o filme fazendo mistério sobre o que ela lhe disse, certa vez, depois de um beijo à beira do mar. Vai ser a frase definitiva do filme, pensa você. E a frase não vem. Mas tudo bem. Ainda tem o passeio da câmera pelo Tevere.

***

E aí resta muito pouco a dizer, mas acrescento, reforçando o final do texto do Verissimo. Não vá, como muitos apressados fazem, embora antes do último crédito. Acompanhe o passeio pelo Tevere.

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A paisagem da costa da Toscana

15 de janeiro de 2014 0

O Alessandro e a Daniella, que a essas alturas enfrentam o frio italiano depois de passar as festas com a família, mostram que a TOSCANA não é feita apenas de colinas de ciprestes, cidades históricas e monumentos.

Eles vão até a costa da região e revelam que há muito mais a ver por ali nesse vídeo sobre MONTE ARGENTARIO, sempre nas versões em português e italiano.

Confira abaixo:

Os sons de Veneza

04 de novembro de 2013 2
Rosane Tremea

Rosane Tremea

O que faz de Veneza um lugar tão diferente?

O fato de ter sido construída sobre ilhas e avançado sobre as águas (e de afundar lentamente) é um dos motivos, certamente.

A arquitetura, a história, a música etc, tudo isso também.

Mas chama a atenção o “silêncio barulhento” da cidade italiana, considerada uma das mais bonitas e das mais românticas do mundo.

Reverberam, entre os canais e praças, as vozes e o barulho de gente (muita gente, já que os visitantes são cerca de 20 milhões por ano!!!).

Do alto de seus 21 anos, um jovem que visitou a cidade neste ano pela primeira vez tentava explicar sua impressão/espanto aos dois amigos com quem viajava:

- Vocês se deram conta de que não existem carros? De que é possível uma cidade sem carros?! Que só se vê gente?!

E contou que andou saltitando por Veneza durante o pouco tempo que ficou ali, feliz.

Na verdade, não há sequer bicicletas na área central de Veneza. Elas são proibidas. Só se pode andar a pé ou de barco por seus 177 canais.

Lembrei do comentário deslumbrado de meu interlocutor ao ler um trecho de Inferno, de Dan Brown:

“Praticamente desprovida de carros ou qualquer tipo de veículos motorizados, Veneza goza de uma feliz ausência de frotas de automóveis, trens e sirenes comuns às cidades, o que proporciona espaço sonoro para a tapeçaria claramente não mecânica de vozes humanas, arrulhos de pombos e acordes dos violinos fazendo serenata para os clientes dos cafés. Nenhum outro centro metropolitano do mundo soa como Veneza.”

E é isso que faz de Veneza, também, tão diferente. O som de gente de Veneza, ainda que de turistas barulhentos, dirão alguns.

Fui buscar nos meus arquivos pequenos vídeos feitos em maio deste ano, para lembrar do silêncio barulhento da cidade. Confira abaixo:

 

Almoços e jantares em Gramado e na Itália

09 de outubro de 2013 1

Que a gastronomia move as pessoas em todo mundo não é novidade. Há cada vez mais gente disposta a viajar em busca de novos sabores e experiências gastronômicas…

Nesse post, registro duas que aconteceram recentemente. Dá vontade de subir a Serra ou cruzar o oceano vendo a mesa pronta para o banquete, não dá?

 

EM GRAMADO

O chef Floriano Spiess e Beti Brochmann promoveram a 4ª etapa do Gastronômade 2013, no dia 29 de setembro, na Estalagem e Restaurante La Hacienda, em Gramado.

O  projeto  segue o conceito do festival norte-americano Outstanding in the Field, criado em 1999, na Califórnia.

A ideia é propor um “restaurante sem paredes” para reconectar as pessoas com a terra e com a origem dos alimentos.

O banquete a céu aberto foi servido em grandes mesas coletivas, com cardápio inspirado em ingredientes regionais.

 

Fotos La Hacienda, divulgação

Fotos La Hacienda, divulgação

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NA SICÍLIA, sul da Itália

 

O Marcelus, chef e um dos idealizadores do Al Mondo, como faz em todas as edições, manda uma descrição e fotos da recém encerrada temporada de 2013 (acabou no dia 1 de outubro!).

 

Fotos Al Mondo, divulgação

Fotos Al Mondo, divulgação

“Nossa temporada na Sicília foi na zona rural de Brucoli, um borgo marinaro na província de Siracusa.

 A villa onde ficamos se chama Il Borgo, numa propriedade histórica que tem parte da construção com origem em 1350. Há nela inclusive uma gruta etrusca registrada, com veracidade atestada.

É uma fazenda que produz laranja, limão, óleo de oliva e mel.

A dona mora na propriedade e tem uma casa em Catania, uma das maiores cidades da Sicília, e foi de extrema importância e auxílio nas indicações, nos acompanhou nas compras que fizemos no La Pescheria em Catania, o mercado de peixes da cidade, indicou fornecedores de peixes, queijos, legumes…

O Pescheria é um importante mercado que escoa boa parte da produção de peixes e crustáceos, legumes, frutas, queijos, carnes e abastece a cidade de Catania e região.

Ali fizemos a maioria de nossas compras para a preparação de nossos jantares. A proposta era uma cozinha típica siciliana com receitas que contemplaram os produtos desta época: melanzane, pomodori, pomodori cilegino, pomodori pachino,pesce spada, botarga di Tonno, pasta, sarde, alicci, finocchietto selvático, pólipo, pistachio, caperi, gamberi… 

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Os hóspedes exploraram toda a região com visitas diárias a cidades como Siracusa, Catania, Taormina e o triângulo Barroco – Ragusa, Modica e Noto. Encerramos com um jantar em Marzamemi, na região de Noto, uma cidade onde se produz derivados de atum.

Fizemos um passeio de barco na baía de Siracusa em dois barcos e depois ancoramos em frente ao Castello Maniace di Frederico II em Ortigia, onde tomamos banho e pudemos fazer um pequeno almoço, com antepastos, couscous, camarões, gelo di limone, vinho e spumanti.”

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Lugares da Itália por onde passaram os pracinhas brasileiros

05 de setembro de 2013 3

Do Alessandro e da Daniella, de novo, um vídeo que mostra alguns dos lugares da ITÁLIA por onde passaram os soldados brasileiros durante a II Guerra Mundial.

De minha parte, de tanto meu pai falar (ele estava no Exército na época da guerra, entre 1943 e 1944, mas não foi requisitado para para ir!), conheci Pistoia, que fica bem perto de Florença. Passei um sábado de manhã ótimo por lá e passeei por uma feira muito bacana, da qual recordo mais do que do monumento que é mostrado neste vídeo, para dizer a verdade…

Também visitei o cemitério de Monte Grappa, onde estão enterrados centenas de soldados italianos, sobre o qual já escrevi aqui.

Visito esses monumentos à estupidez humana para lembrar que é preciso fazer de tudo para que essas tragédias não se repitam.

Mas vamos ao vídeo dos meus amigos do Dove vi porto Io:

Sestri Levante, um certo lugar ao mar, na Itália

30 de julho de 2013 1

Assim como a Daniella que, com o Alessandro Andreini, é responsável pelos vídeos do DOVE VI PORTO IO, nunca tinha ouvido falar de SESTRI LEVANTE, uma cidadezinha à beira-mar na Ligúria (Itália).

É esse o tema desse vídeo que o casal nos apresenta, sempre com versão em italiano e português.

Confira: