Amigo de infância, Jorge Chini partiu na semana passada para a ITÁLIA (e para outros países dos quais não lembro agora).
Do roteiro pela terra dos nossos bisavós, Jorge ressaltou a ida a CINQUE TERRE. Espero que ainda não tenha chegado lá e, se tiver tempo, acesse o blog (não sei quanto a você, mas eu só acesso a Internet, em viagens, em caso de última necessidade, para não perder tempo e desfrutar o mundo que me espera lá fora).
Bom, querido Jorge, eu não fui a Cinque Terre, mas, como diria o apresentador Silvio Santos, minha amiga Alessandra foi e contou maravilhas. Meu colega de Zero Hora, o premiado fotógrafo Tadeu Vilani não só foi e contou maravilhas como escreveu um texto e mandou fotos.
Acho que a foto não precisa de legenda. Basta dizer que trata-se de Manarola. Foto: Tadeu Vilani
Antigamente, os cinco vilarejos da Ligúria só eram alcançados por mar (a maior cidade próxima é Gênova, a 130 quilômetros). Hoje existe a opção de fazer o trajeto a pé (pelo chamado Sentiero Azurro, a Trilha Azul) ou de um outro jeito, que o próprio Tadeu descreve. Veja lá o que ele diz:
“Envio estas fotos da famosa região de Cinque Terre. São cinco pequenas vilas debruçadas sobre a costa da Riviera di Levante, na região da Ligúria, província de La Spezia: Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore.
E esta é mais uma das Cinque Terre, Vernazza. Foto: Tadeu Vilani
Fica-se sem fôlego, não só pela beleza, mas por ser necessário preparo físico para percorrer os encantos dessas pequenas jóias, que competem em beleza com o azul do mar e o sol que generosamente emoldura cada recanto, incluindo os “terraços” onde são cultivados os vinhedos, alternados com plantações de oliveiras.
Se não quiser fazer o trajeto a pé, há um trem que liga os cinco vilarejos, facilitando a vida de quem não for adepto do trekking e não quiser percorrer a trilha de 11 quilômetros que os interliga.
O bom é fazer pausas, parar em cada uma, sentar em um restaurante e aproveitar os frutos do mar, acompanhados dos famosos vinhos da região, o Cinque Terre (vinho branco seco) ou Sciatcchetrà (licoroso). Se preferir ganhar tempo, compre pedaços generosos de pizza e sente-se no caminho apenas observando a beleza do mar.

A cor da água é impressionante. Foto: Tadeu Vilani
Percorrer o Parque Nacional de Cinque Terre, é um privilégio que compensa todo o esforço, principalmente na trilha de Riomaggiore a Manarola, a chamada Via Dell’Amore, e que desde 1997 é declarada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade."
Postado por Rosane Tremea