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Ir ou não ir, eis a questão

05 de outubro de 2011 0

Nessas de melhor fazer do que se arrepender de não ter feito, às vezes a gente cria armadilhas para si próprio.

Tem lugares a que eu fui, por exemplo, e que eu não deveria ter ido. Quer dizer, deveria, mas não gostei nada, nada. Pior, me senti mal.

Já aconteceu com você?!

Primeiro exemplo:

Fui entrar num vulcão extinto na ILHA TERCEIRA, no arquipélago português dos Açores, o Algar do Carvão.

É um descida de 100 metros, onde se pode ver estalactites e um lago de águas claras.

Tem escadarias e um esquema de segurança que parece muito bem feito, tudo apropriado para receber turistas etc e tal.

Não tenho problemas com lugares fechados, nada contra subterrâneos e afins e recomendo a visita.

Mas quase tive de sair carregada dali. Me senti tão mal… Tive de ficar um tempão sentada no carro, tomando ar, enquanto meus dois companheiros terminavam a visita.

Não sei exatamente o que aconteceu. A partir de então acho melhor ver vulcões do lado de fora. E de longe, é claro.

Nesse vídeo abaixo, com imagens belíssimas, você pode ter uma ideia do lugar…

Segundo exemplo:

Desta vez, o lugar era o Museu das Múmias, em GUANAJUATO, no México.

Era óbvio o que eu encontraria ali e me preparei para isso. Desde 1865, acredita-se que pelas características do solo, corpos enterrados numa determinada região da cidade adquirem características de múmias e são reunidos num museu que já tem mais de 100 exemplares.

Sabendo disso, é ir ou não ir. Fui. Como eu sou do tipo que aguenta até o final mesmo filme sabidamente ruim, enfrentei até o fim aquele labirinto com corpos em sequência e fui tentando imaginar a história de cada um, com base nas descrições que ali estão.

Ao final, saí correndo e tive uma breve crise de choro. Passou, mas pra museus de múmias não me convidem mais.

Na foto abaixo, apareço em frente ao museu (não tenho nenhuma só dele!), bem faceirinha. Ainda bem que ninguém me fotografou na saída…