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Posts na categoria "Curitiba"

Um (novo) passeio ao mercado municipal de Curitiba e um café do outro lado da rua

31 de agosto de 2016 0
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Toda vez que vou a Curitiba, há uma visita obrigatória: uma voltinha pelo mercado municipal.

Para comprar pães e queijos especiais, para almoçar, para tomar um cafezinho…

Desta vez, fiz só parte disso no mercado. O cafezinho (há várias opções de cafeterias no mercado) foi do outro lado da rua.

O Café Municipal Bistrô tem uma sala ampla onde dominam os tons de amarelo e ideias bacanas, como uma estante construída em caixotes de feira.

Fica na Rua General Carneiro, 1.434, no Centro, abre das 9h às 18h30min, e, como eu já disse lá em cima, basta cruzar a rua se você estiver no mercado.

Não fiquei muito tempo, o suficiente para tomar um (bom!) café gelado para dar um refresco na tarde quente do sábado.

Nos instalamos na mesa maior, uma de vidro apoiado sobre um latão amarelo com grãos de café esparramados no vão.

Atrás de nós, a estante, aquela que eu mencionei, é uma espécie de armazém/empório com cafés especiais, cafeteiras e acessórios (alguns bem interessantes!).

Não comi nada, pois havia almoçado havia pouco, mas o cardápio é bem variado.

Vale pelo menos a parada para o café.

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Doces árabes no Al Baba, em Curitiba

26 de agosto de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Quando criança, acostumada só aos tradicionais doces da mistura das culturas italiana e gaúcha, fica admirada com a confecção daqueles que saíam da cozinha das irmãs Linda e Soraia e da mãe delas, a inesquecível vó Maria.

Adorava os folhados e as caldas de açúcar, os recheios de nozes e as especiarias, sabores até então exóticos para mim.

Por isso, toda vez que vou a Curitiba minha porção de família de lá sabe que eu preciso bater ponto no Empório Árabe Al Baba, que melhor lembra aquele sabor de infância que me acompanhou a vida inteira.

A gente faz uma provinha lá, leva um tanto pra casa e eu normalmente trago para Porto Alegre o que sobreviveu do final de semana.

O empório foi inaugurado em 2005, a partir da fábrica de pães Al Baba de São José do Rio Preto, de Hussein e Hassam Ibrahim Ibrahim.

Na cozinha predominam os produtos e as receitas da cozinha libanesa.

Em Curitiba, fica no Batel, na Rua Emiliano Perneta, 865.

Em Curitiba (3), passeio pelo Largo da Ordem

12 de março de 2015 0

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Nos últimos 25 anos, em geral visito Curitiba uma vez por ano, para rever a porção da família que mora lá.

Costumamos variar os restaurantes e cafeterias que visitamos (confira os últimos dois posts), mas há dois passeios que são quase obrigatórios: a ida ao Mercado Municipal e o passeio à feirinha dominical do Largo da Ordem.

E não é para fazer compras (sempre se encontra alguma coisinha diferente, mas isso é detalhes), mas para passear mesmo, andar no meio da multidão, bisbilhotar nas bancas, conversar com os artesãos.

Desta vez, entrei de novo na igreja que é a mais antiga da cidade.

Ao lado do templo, pela primeira vez, visitei o Museu de Arte Sacra. É gratuito e tem peças lindas, a maioria vinda de igrejas locais e de Minas Gerais.

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Outra visita inédita foi à igreja metodista que tem uma torre branca que impera no local. Simples e bonita.

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A última parada foi no Café e Livraria do Solar do Rosário. Fica bem na entrada de um centro cultural que também tem galeria de arte, auditório, restaurante…

Lugar bacana para dar uma descansada, tomar um refresco, sentar no deck e apreciar o movimento, escolher um livro com tranquilidade. Não conhecia, e gostei!

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Em Curitiba (2), dois restaurantes

11 de março de 2015 0

Também na capital paranaense, onde no post de ontem sugeri duas cafeterias, hoje é dia de sugerir dois restaurantes.

Nas minhas visitas à cidade para rever a família, tentamos ir a lugares que não visitamos ainda. Não são restaurantes estrelados, são lugares queridos, para almoços familiares de sábados/domingos.

Vamos então, aos dois da última vez, pela ordem cronológica.

1 – LIMOEIRO – CASA DE COMIDAS

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

A explicação para o nome está ali na foto acima.

O jardim/quintal da casa de madeira já dá o tom do que vai ser a comida.

Simples, mas gostosa, como numa casa de família (aliás, esses dias li uma coisa muito engraçada, que diz que nossos tempos são estranhos: a gente sai de casa para comer comida caseira!!!)

Do cardápio que mistura comida italiana e comida brasileira e outras coisas mais, escolhi o pierogi, uma massa recheada que é típica da Polônia e da Ucrânia e, nos cardápios de Porto Alegre, não é muito comum encontrar (uma das valorosas exceções é o restaurante polonês Polska, que eu conheci com minha querida mama Schnell).

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Gostei do ambiente, da comida (pedimos outros pratos, que dividimos, e estavam tão bons quanto o que eu escolhi), da cerveja, do atendimento.

Bem restaurante com cara de sábado.

Fica na Av. Mal. Humberto A C Branco, 669.

2 – LA LINDA – Carnes argentinas y otras cositas más

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A simpatia começa no nome. E o cardápio é bem assim, com carnes e muitas outras coisas mais.

Como costumo fazer quando vou a restaurantes argentinos, parrillas e etc, sugeri que pedíssemos um pouquinho de cada, vários pratos para que todos experimentassem tudo. E assim foi.

Quando os pratos chegaram, parecia pouco, mas todo mundo comeu bem e ainda sobrou. Gostei do jeito diferente como preparam os morrones (o pimentão assado), como se fosse um carpaccio.

Na sobremesa, dividimos uma “panqueque de dulce de leche”, um crepe recheado com doce de leite.

A decoração é simples, mas tem objetos antigos, da família da proprietária (como as charmosas xícaras do cafezinho), que dão um charme especial à casa.

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Do lado de fora, a pintura do anexo, que serve de depósito, imita as cores do Caminito, de Buenos Aires.

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Fica na Rua Presidente Rodrigo Otávio, 835, nos Altos da XV.

 

Em Curitiba (1), dois cafés

10 de março de 2015 0

Numa recente visita a Curitiba, conheci duas cafeterias novas (para mim!) que vale a pena visitar.

Para quem vive na cidade ou passa por ela, eu recomendo:

1 – CAFÉ DO MERCADO

 

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Virou rotina: toda vez que vou à capital paranaense é obrigatória uma passadinha no Mercado Municipal, para passear, comprar guloseimas (desta vez saí com biscoitinhos de uma loja especializada e com um chapéu!), almoçar e, sempre, tomar um cafezinho.

Eu já tinha ido à loja pequena do Café do Mercado, que existe desde 2005, mas não conhecia a do lado externo, inaugurada em 2011.

Nesta, há um pequeno deck e também opções de salgados e doces. Do lado de fora, uma vespa sueca de 1961 dá um toque especial.

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Do lado de dentro, além da decoração bacana, há objetos à venda e antigos, com destaque para os moedores de café.

A bebida, que é o centro de tudo, é deliciosa. Tomei um único expresso, mas assino embaixo.

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Aliás, dessa coisa de união de antigo e novo, achei bacana o uso que deram ao QR Code no Café do Mercado.
Ele está impresso no pires que acompanha a xícara e, com um leitor no celular, se pode saber mais sobre os cafés servidos (só de expressos há 4 opções de grãos, além de dezenas de outras opções - no total, as duas lojas têm mais de 400 tipos de cafés de Brasil, Colômbia, Indonésia, Peru, México, Costa Rica, Itália e, às vezes, também de França, Equador, Etiópia e Quênia).

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Se depois da visita se arrependeu de não ter levado os cafés, ainda dá para se recuperar e comprá-los na loja virtual do Café do Mercado que envia os produtos para todo o Brasil.

2 – LIVRARIA ARTE & LETRA

 

Fotos Arte&Letra, Facebook

Fotos Arte&Letra, Facebook

Não comprei um único livro, só fiquei ali, sentada numa mesa, conversando, tomando um café atrás do outro. Mas gostei muito do café da Arte e Letra (que fica na Rua Presidente Taunay, 130 – em frente ao Shopping Novo Batel).

A casa é muito charmosa, dá para ficar do lado de dentro, em meio aos livros e à música ambiente agradável, ou do lado de fora, que tem cara de pátio de casa de vó.

A livraria é também uma editora (ou seria o contrário?!) e produz inclusive uma revista com publicação de contos nacionais e estrangeiros.

Funciona de segunda a sábado, das 10h às 20h.

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Numa vitrine do centro de Curitiba

01 de dezembro de 2014 0

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Nunca vou esquecer o dia em que vi, na casa da mãe de uma amiga, o gato gigante circular pela mesa de canto onde havia no mínimo uma dúzia de porta-retratos e o abajour.

Eu fiquei ali, observando e esperando o desastre que parecia se anunciar, mesmo sabendo da habilidade felina.

Pois ele passou e não derrubou um único objeto.

E aí, claro, não causa nenhum espanto gatos em vitrines, tão comuns em cidades como Buenos Aires, ainda que o conteúdo à mostra seja delicado.

Esse aí foi flagrado por minha cunhada numa vitrine em CURITIBA, para a seção GATOS DE VIAGEM, que de vez em quando eu abandono, mas tem sempre lugar no blog.

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Mais dois cafés em Curitiba

06 de setembro de 2013 2

Eu vibro com cada pesquisa que diz que café faz bem pra isso, praquilo…

Eu adoro café, não sou viciada, mas tomo alguns por dia e não posso ver uma cafeteria que já vou entrando.

Na minha última vez em CURITIBA, visitei duas em poucos minutos (uma levada por minha cunhada, a outra, por minha sobrinha).

O primeiro, pela ordem cronológica, na verdade é mais uma confeitaria do que cafeteria, mas tomei ali um bom cappuccino: a Colônia Cecilia.

Fica no Mercado Público, que teve sua restauração terminada há não muito tempo. Tem objetos antigos na decoração e um painel que explica a origem do nome: a Colônia Cecilia é considerada um dos berços dos movimentos sociais no país.

As tortas, provadas na minha frente, geravam “hummms” incessantes, mas como eu recém tinha almoçado, não arrisquei…

Rosane Tremea

Rosane Tremea

 

Rosane Tremea

Rosane Tremea

 

A segunda cafeteria fica na muito longe dali (10 minutos de carro, meia hora a pé), na Rua Dr. Carlos de Carvalho, 696.

Se chama RAUSE CAFÉ, é mais “descoladinho”, pequeno, bem aconchegante.

Tomei um dos cafés especiais. Como não anotei, confesso não lembrar o nome. Mas lembro do sabor e era muito bom!

Eles servem comidinhas e fazem eventos de degustação de vinhos e cafés.

Otavio Linhares, divulgação

Otavio Linhares, divulgação

Um café & restaurante que homenageia o poeta Mario Quintana, em Curitiba

05 de julho de 2013 1

Prefiro produtos orgânicos (sempre!) a industrializados, açúcar cristal e mascavo a açúcar branco, frutas colhidas no quintal àquelas que reluzem no supermercado… (a lista seria interminável!)…

Mas aí quando alguém me diz “vamos a um restaurante vegetariano” eu já fico meio assim, assim…

No caso específico do deste post, a abordagem foi errada: não era um restaurante vegetariano, mas sim um que privilegia produtos orgânicos. E, ainda, que homenageia um poeta tão querido como MARIO QUINTANA. E mais um detalhe: não é em Porto Alegre, onde Quintana viveu a maior parte de sua vida, mas em Curitiba, graças à paixão dos sócios pelo autor de versos que decoram muros e paredes do lugar, na Avenida Batel: falo do Quintana Café & Restaurante.

  • A gastronomia

No almoço, a cada dia, os pratos da culinária brasileira ganham uma inspiração cultural gastronômica, sempre com produtos locais e orgânicos, com um cardápio elaborado pela chef Gabriela Vilar de Carvalho.

Tem sempre opções de carnes, peixes, massas, legumes, saladas e doces num bufê, mas também oferece a opção a la carte.

No sábado (quando fui!) e no domingo há mais de 30 pratos, com risoto de grãos com ervas da horta e queijo parmesão maturado e feijoada com carnes nobres, entre os destaques, e acarajé. No final de semana a opção também é o brunch.

  • O lugar

A casa tem um quintal daqueles que dá vontade de passar o dia inteiro se espreguiçando ao sol, ainda que o dia seja frio. Mas, se você tiver muuuuita preguiça, pode optar pelo deck junto à área interna (com um telhado de vidro de onde escorre água permanentemente), já que o bufê fica no interior da casa.

No quintal, além das paredes com imagens e trecho de poemas de Quintana, há árvores frutíferas como limoeiros, laranjeiras, maracujá, etc… E chuchus pendurados nas árvores e hortinha com temperos…

  • A biblioteca

A literatura não está só no nome do Quintana Café & Restaurante.

Há também ali uma pequena biblioteca, alimentada pelo editor de um jornal literário, com sala de leitura e a possibilidade de empréstimo para os clientes.



O novo mercado público de Curitiba

08 de janeiro de 2013 2

Sabendo o quanto eu gosto de visitar MERCADOS PÚBLICOS, uma de minhas “correspondentes” em CURITIBA, minha cunhada Rosaura me ligou para contar que o mercado da cidade finalmente encerrou a reforma completa pela qual passou nos últimos anos (quando eu o visitei, na última vez, havia ali a bagunça típica das obras/reformas).

Eu já gostava dele como era antes, e ela me garante que ficou bem melhor.

Ele não é um prédio histórico, é dos anos 50, e o foco são mesmo os produtos, bastante variados (frutas, doces, vinhos, especiarias…), além dos cafés e restaurantes.

Rosaura fotografou um dos que a gente gosta de frequentar, o ANARCO.

Então, mais um entre os muitos motivos para eu voltar a Curitiba.

Um empório no Mercado Municipal de Curitiba

23 de maio de 2012 0

Meus informantes de CURITIBA me contam que ainda falta um pouquinho para ser concluída a reforma do Mercado Municipal, um dos meus lugares favoritos na capital do Paraná.

O lugar, que já era bacana, deve ficar ainda melhor.

Na minha última passagem por lá, uma das bancas por onde andei foi a do Empório Kaveh Kanes, especializado em cafés e acessórios.

Entrei só para conhecer e tomar um cafezinho (que deve ter sido o décimo quinto do dia)… Além do bom expresso saboreado numa das poucas mesas da banca, saí de lá com um café especial. Não resisti ao aroma e à embalagem!



Em Curitiba, dois coelhos numa rua só

08 de maio de 2012 0

Da série “Coisas para comer em viagem”:

Nas minhas férias do ano passado, andei por CURITIBA e conheci dois lugares que vale a pena recomendar. O legal é que ficam um em frente ao outro. Dá pra almoçar de um lado da rua e saborear a sobremesa do outro lado, quase em frente. Foi o que eu fiz. Fica na Rua Itupava, no Alto da Rua XV.

Cantina do Délio - Numa casa de madeira antiga, o restaurante lembra a casa da nonna. E é, claro, um lugar de comida italiana. De comida caseira italiana. As porções são generosas e o cardápio é descomplicado.

Pode-se escolher entre o salão principal, a varanda e o que, na minha terra, se chamaria de sobrado, o segundo piso.

Para comer escolhi, de entrada, bruschettas, e depois, um risoto. Acompanhados de um chianti honesto.

Bella Banoffi - Especializada em tortas, bolos, sanduíches e doces, mas também serve pratos a la carte no almoço e no jantar.

O balcão de doces é um atentado a qualquer dieta.

E o atendimento simpático não o deixará constrangido se mudar o pedido, diante de tanta variedade de doces. A vontade é pedir um pouco de tudo.

Festival para o teatro em Curitiba

29 de março de 2012 0

Começou na terça-feira, dia 27, e vai até o dia 8 de abril a 21ª edição do Festival de Teatro de Curitiba.

É uma boa desculpa para visitar a cidade, conhecida por sua organização, limpeza e projetos ambientais e urbanísticos inovadores.

São mais de 410 espetáculos nacionais e internacionais, com 2,8 mil artistas em 74 espaços espalhados pela cidade.

O legal é que os preços do festival são bem populares, muitos gratuitos ou com valores que vão até R$ 50. Para quem estiver pela cidade, a dica é assistir às peças espalhadas pelas ruas, espaços culturais e praças da capital paranaense.

Neste ano, uma das novidades será a Mostra XXX, com três espetáculos de temática adulta.

Um espetáculo que eu vi nesse festival, quase 10 anos atrás, me faz pensar até hoje: a proposta de escolher UMA única cena de sua vida. Se você tivesse de escolher, qual seria?


Curitiba enfeitada para o Natal

15 de dezembro de 2011 1

Desde o início do mês, CURITIBA inaugurou uma nova atração na sua já reconhecida tradição natalina: uma Galeria de Luz.

Composta por uma sequência de arcos e portais luminosos, a Galeria é uma obra do designer e artista italiano Valerio Festi. As mais de 50 mil lâmpadas utilizadas criam desenhos que se revelam a cada passo do público.

Foi instalada em uma tradicional via da cidade, a Rua XV de Novembro, entre as ruas Barão do Rio Branco e Marechal Floriano Peixoto.

O Desfile da Luz também integra o espetáculo. Bailarinos e malabaristas locais percorrem toda a Galeria em 20 palcos móveis.

Ao lado da Galeria, há um painel de Pinheiros de Luz, iluminado através de doações do público. A cada contribuição, a pessoa recebe uma lâmpada para instalar no grande painel.


A programação

  • A Galeria de Luz fica em Curitiba até o dia 6 de janeiro.
  • O Desfile da Luz ocorre até 23 de dezembro, de terça a quinta-feira, às 20h15min, e sexta-feira, às 21h30min. Nos dias em que não há espetáculo, a Galeria também fica acesa e tem sonorização especial.
  • Informações: www.curitibacapitaldonatal.com.br


Como transformar um lugar e conservá-lo. Em Curitiba, confira

26 de setembro de 2011 4

Tudo bem, poderão dizer alguns, faz apenas dois anos que abriu.

Mas se continuar assim, o PAÇO DA LIBERDADE, uma das unidades do Sesc Paraná, em Curitiba, pode ser apontado como exemplo de como um lugar degradado pode/deve ser recuperado e mantido.

Estive ali há duas semanas, durante férias que eu incluí na categoria afetivo-familiares (aquelas em que não se faz viagens mirabolantes para lugares exóticos ou desconhecidos, mas para os lugares onde estão as pessoas de quem se gosta, família e amigos), levada por minha cunhada Rosaura.

Ela achou que eu ia gostar do lugar! Amei!

Passamos um bom tempo no prédio localizado no centro da cidade. Primeiro no café, que ninguém é de ferro. Dá pra incluí-lo na categoria bom-bonito-barato. Administrado pelo pessoal do Senac, tem serviço eficiente, cardápio ótimo, boa ambientação. Comemos uma tortinha deliciosa, acompanhada de cafés especiais.

Depois, circulamos pelos três andares da antiga prefeitura da capital paranaense, entre 1916 e 1969. Tem biblioteca, sala de leitura, de internet, de cinema, de exposições…

Tudo cuidadosamente restaurado e incrivelmente limpo.

No último andar, uma exposição chamada APARÊNCIAS, de Claudio Alvarez, que fica em cartaz até 9 de outubro.