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Posts na categoria "Peru"

Alta Moda, exposição em cartaz em Lima

01 de maio de 2013 0

Se você estiver com viagem programada para LIMA até 15 de setembro e gosta de moda, coloque na sua lista esta exposição:

ALTA MODA, do fotógrafo peruano Mario Testino, conhecido por registrar os rostos mais famosos do mundo da moda, fica em cartaz até lá.

São fotos de 27 fotos de mulheres peruanas, tiradas ao longo de cinco anos, retratando as tradições das comunidades de Cusco.

O local da exposição é o MATE – Associação Mario Testino.

Cruzeiros pelo Amazonas

02 de outubro de 2012 2

Nunca estive no Amazonas. O máximo que vi foi a floresta do alto. E tenho curiosidade, mas é daquelas coisas que acabei deixando para depois, ainda mais por preferir cidade do que selva, aventura...

Tempos atrás, conversando com a Beth Fleck Diefenthaeler, da Ouro e Prata Turismo, ela me falou de um cruzeiro que fez com a família inteira em um barco chamado Amazon Dream, que faz um desses roteiros pela Amazônia brasileira, saindo de Santarém.

Ela observa que este é um cruzeiro mais simples, mas que se eu quisesse luxo, mesmo estando no meio da selva, a melhor opcão seria pela Amazônia peruana, num dos barcos da Aqua Expeditions, partindo de Lima.

Ah, e ela me advertiu que o melhor período para fazer um cruzeiro pelo Amazonas é entre julho e dezembro, quando o rio está mais baixo. Quem sabe um dia...

Confira no site e veja as fotos abaixo.


Convento do século 16 vira hotel em Cuzco

20 de junho de 2012 1

A Orient-Express, mesma rede de hotéis que administra o Copacabana Palace, no Rio, e o Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu, inaugurou no último dia 15 sua sexta (!) operação no PERU, a segunda em Cuzco.

Depois de restaurar o Hotel Monasterio (um antigo convento do século 16), abriu as portas agora do Palacio Nazarenas, depois de quatro anos de restaurações e obras de revitalização, sob a orientação de oito arqueólogos e com a supervisão do Instituto Nacional de Cultura do Peru.

O Nazarenas é um antigo palácio e convento, também do século 16. Agora, restaurado, oferece o contraste entre a arquitetura e a modernidade de suas acomodações.

São 55 quartos, muitos com lareira e vista para a encosta inca de Sacsayhuamán ou para a catedral de Cuzco, na Praça de Armas.

Um detalhezinho com um toque de modernidade: em cada um dos quartos há um IPad com um guia de Cuzco.

E mais conforto oferecido pelo Nazarenas: salas de banho espaçosas e com pisos aquecidos, Wi-Fi gratuito, jornais, filmes e sugestões de restaurantes, um telefone celular com cobertura na cidade, máquina de café expresso, bar privativo e, se quiser, mordomo pessoal, além de aulas de culinária andina à disposição.

É claro que o luxo cobra seu preço: as suítes têm diárias a partir de US$ 905.


Arte e gastronomia em roteiro no Peru

05 de março de 2012 0

Clarisse Linhares e Mylene Rizzo, vizinhas de blog em zerohora.com em seu Viajando com Arte, lançam hoje em São Paulo um roteiro pelo Peru que terá a companhia e aulas de culinária da chef  Helena Rizzo.

O roteiro será lançado no restaurante da chef, o Maní, com a participação da escritora Martha Medeiros.

A gastronomia se alia ao já reconhecido acompanhamento que inclui arte e história.

Em Porto Alegre, o lançamento será nos próximos dias.


Machu Picchu revisitado em livro

22 de setembro de 2011 0

Passaram as comemorações dos cem anos da descoberta de Machu Picchu, em julho, e eu até já publiquei a dica sobre a reedição deste livro na coluna do caderno VIAGEM (sempre às terças), mas a Maristela Barrios, assessora da Artes e Ofícios Editora havia me enviado essa entrevista com um autor de um livro sobre a cidadela inca que vale a pena publicar. Lançado em 2001, Machu Picchu – na Trilha dos Incas, de Geraldo Abud Rossi, ganhou a terceira edição com atualização das informações de serviço - hospedagem, transporte, alimentação, população, temperatura local, eventos. Jornalista e mestre em design gráfico gaúcho radicado em Santa Catarina, Geraldo anexa ao relato de sua aventura rumo à cidade sagrada peruana informações históricas, geográficas e sociais. É, na minha opinião, uma viagem que todo mundo deveria fazer, pelo menos uma vez na vida. Leia a entrevista:



Pergunta -  Você encerra seu relato com uma frase que mostra uma sensação de dever cumprido. Foi esta mesmo a sensação do final da viagem?

Geraldo Abud Rossi - Exatamente. Tínhamos conseguido fazer um caminho desconhecido com sucesso, sem ferimentos. Tínhamos saltado no desconhecido e saímos vivos e felizes. Mais: a finalização da caminhada coroou o sucesso de todos os nossos preparativos físicos e mentais que fizemos nos dias anteriores no Vale Sagrado. Por fim, o dever foi cumprido e, com ele, houve muitos momentos maravilhosos, lugares incríveis e experiências que guardaremos para toda a vida.

Pergunta - O que te surpreendeu, o que te decepcionou e o que faltou nesta viagem?

Geraldo - O mais surpreendente é o visual, aquelas montanhas enormes criando vales inacreditáveis, de tirar o fôlego e, no meio disso, ruínas de cidades de pedras. Essas ruínas foram construídas em lugares muito altos, quase inacessíveis, com pedras enormes e pesadíssimas, isso nos deixa perplexos, surpreende. Nada me decepcionou, pois, quando viajo, tento me desprender de todos os desejos, de todas as manias, assim até os problemas, os perrengues, tudo, enfim, fazia parte da aventura e servia para ensinar algo. Dentro dessa concepção, nada faltou.

Pergunta - Já refez este caminho? O que mudou no procedimento, nos trajetos, nas buscas?

Geraldo - Não refiz. O que pude notar, atualizando o livro, é que pouca coisa mudou, parece que o tempo anda mais devagar lá. No entanto, o Caminho de Salcantay que era desconhecido, hoje já é frequentado por grupos e, em uma trilha paralela, já existem pousadas, proporcionando um maior conforto aos viajantes.

Pergunta - Dez  anos depois, o que ficou na tua memória afetiva desta viagem?

Geraldo - Me transporto para lá sempre que ouço músicas da região ou revejo fotos. As experiências voltam como se tivessem sido ontem. São lembranças de desafios, de surpresas, de amizades, de felicidade. São lembranças que renovam a alma. O que me emociona bastante também nesses 10 anos de livro são os relatos das pessoas que foram lá por causa do livro e que viveram experiências maravilhosas. Há também aqueles leitores que viajam sem sair da poltrona, se entusiasmam, trocam ideias comigo como se tivessem ido.


Pergunta - Machu Picchu não foi, pelo que seu relato mostra, o objetivo maior da viagem, e sim a caminhada, a proposta de descobrir coisas novas em meio a terrenos já palmilhados. É correta esta impressão?

Geraldo - O grande objetivo desde a saída do Brasil era chegar a Machu Picchu de alguma forma. Na verdade, nem tínhamos muita ideia de como chegaríamos lá. As caminhadas foram surgindo naturalmente durante a viagem, até porque os incas eram especialistas em construir trilhas e nós começamos a descobri-las. Até que descobrimos o Caminho de Salcantay, que era desconhecido. A partir daí, as caminhadas tornaram-se nossa atividade principal, nossa grande diversão.



Duas viagens para o mesmo destino, Machu Picchu

08 de setembro de 2010 2

VIAGEM 1

Solange Campello e Caterine Vila, viajantes de Porto Alegre que se lançaram na estrada de carro rumo a Machu Picchu, resumiram num post de seu blog 2 Na Estrada sua viagem, para ajudar quem quer fazer o mesmo trajeto.

Durante a aventura das duas, eu havia contado um pouco da jornada delas aqui no blog (clique para ver o post original).

Obrigada, Solange e Caterine, por dividir com os leitores a viagem de vocês!

VIAGEM 2

Já o Evandro Colares e a Márcia estão na estrada neste momento. Eles, que já foram nos últimos anos, de carro, quatro vezes à Patagônia, uma para o Deserto do Atacama e uma para o Salar Uyuni, seguem agora rumo a Machu Picchu.

Dá para acompanhá-los pelo blog Viajando na Patagônia e aprender com o que eles contam sobre o caminho.

Boa viagem aos dois.

2 na Estrada, de Porto Alegre a Machu Picchu

27 de julho de 2010 3

Tenho uma inveja saudável de quem faz longas viagens de carro. Nunca fiz uma muuuuuuuuuuito longa, mas planejo. Um dia sai. Enquanto isso, fico admirando aventuras como a da Solange Campello e da Caterine Vila.

Elas saíram de Porto Alegre no dia 16 de julho rumo a Cusco, no Peru. E, claro, criaram um blog para contar tudo, desde a organização da viagem até as curiosidades da estrada.

Veja abaixo algumas fotos, e confira tudo no blog clicando em: http://2nasestradas.blogspot.com

Noites peruanas em Porto Alegre

27 de maio de 2010 0

TACA Airlines, PromPerú (Comisão de Promoção do Peru para a Exportação e o Turismo) e Sheraton vão promover duas noites peruanas em Porto Alegre, com culinária e música daquele país, na sexta e sábado.

Saiba mais:

Quando: 28 (sexta) e 29 de maio (sábado), a partir das 20h

Onde: Espaço Clos Du Moulin (5º andar Hotel Sheraton Porto Alegre - Olavo Barreto Viana, 18 - Moinhos de Vento)

Quanto: R$ 89 + 10% por pessoa

Reservas: (51) 2121-6060

Machu Picchu fechado por dois meses

03 de fevereiro de 2010 0

Pelos próximos dois meses, Machu Picchu, a cidadela inca do PERU, ficará fechada aos visitantes. É uma pena, mas as chuvas que destruíram parte da ferrovia que liga Cuzco a Aguas Calientes ficou destruída, e os cerca de 4 mil turistas que estavam lá tiveram de ser retirados de helicópteros ao longo da semana passada.

Essa, definitivamente, não é a melhor época para se ir (os melhores meses são de maio a outubro!). Embora haja perdas significativas para o turismo, a vida das pessoas é sempre mais importante.

Zero Hora de ontem publicou um serviço para quem tiver comprado pacotes para lá. Confira as dicas abaixo:

Como o consumidor deve agir

O que fazer se você se encaixar em alguns dos casos abaixo: - Comprei um pacote de uma operadora ou agência de turismo para o período em que Machu Picchu estará fechada.
Cada caso deve ser analisado separadamente. Para isso, o consumidor deve entrar em contato com a agência ou a operadora que vendeu o pacote e ver o que é possível fazer, aponta o coordenador executivo do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) de Porto Alegre, Omar Ferri Júnior. Entre as opções, estão a devolução total dos valores pagos, a alteração do pacote para um destino diferente ou a remarcação da viagem para outro período. O importante, ressalta Ferri Júnior, é que o consumidor não pode ter nenhum prejuízo, porque não foi o causador do problema. Para Carmen Marun, diretora de eventos da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), é tudo uma questão de bom senso: A agência normalmente não vai querer que seu passageiro fique mal, vai tentar contornar o problema.
- Comprei passagem diretamente de uma companhia aérea. Como o motivo de cancelamento é de força maior e de conhecimento público, o consumidor tem direito a reembolso de 100% do valor pago, a remarcação da data da viagem sem a cobrança de multa ou o recebimento de um voucher para que utilize os créditos em outro momento, destaca Cláudio Candiota, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (Andep).

Caso as companhias aéreas aleguem que apenas uma região do país está bloqueada, para exigir o pagamento de multa, Ferri Júnior, do Procon-RS, observa que documentos que comprovem a intenção do consumidor de ir a Machu Picchu, como reservas de hotel ou bilhetes de trem ou ônibus, servirão como prova em uma ação judicial futura.

- Perdi metade da minha viagem porque Machu Picchu fechou. Quem quiser antecipar a volta ao Brasil não deverá pagar multa.

O consumidor deve, antes de tudo, entrar em contato com a agência de turismo ou companhia aérea para tentar resolver o problema. Se não houver acordo, o consumidor poderá acionar o Procon-RS – fone (51) 3286.8200 – ou até o Juizado de Pequenas Causas.

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Na semana passada, quando ainda era feito o resgate dos turistas, escrevi e publiquei o seguinte texto em ZH:

Quase inalcançável

Segue sendo um mistério como os incas construíram Machu Picchu, a uma altitude de 2,4 mil metros. Continua não sendo fácil de alcançar (que dirá à época!) mesmo o pé da montanha onde se encarapitou a cidade no século 15: ou se vai de trem em um trajeto de quase quatro horas desde Cuzco, ou se faz uma caminhada pela montanha (não esqueça de considerar a altitude) de no mínimo dois dias pela trilha mais curta ou, para quem tiver muito dinheiro no bolso, um voo de meia hora em helicóptero também saindo de Cuzco.

Se a opção for trem ou helicóptero, há mais meia hora de van a vencer por estrada sinuosa montanha acima, a partir de Águas Calientes. É difícil chegar à cidadela inca e é até bom que seja, para evitar o assédio às vezes predador do turismo.

Viajar no trem que leva a Machu Picchu, então, é uma experiência ímpar. Em poucos lugares se ouvirá tamanha diversidade de idiomas. Como o clima é, em geral, de euforia, a impressão de Babel é mais do que apropriada.

Cumpri o trajeto na pior época do ano: esta mesma em que estamos, as nossas férias de verão. Muitos desavisados fazem o mesmo. Chove muito e, entre as menores das consequências, a trilha inca pode ser fechada. No meu caso, dei graças a Deus, porque uma amiga que viajou comigo queria experimentar uma caminhada de dois dias pelas montanhas. Comodista, eu não fazia questão. Demos sorte, e, apesar da trilha já fechada, não choveu naqueles dias. Mas normalmente o aguaceiro é fatal.

Lendo agora na imprensa peruana sobre o drama dos turistas retidos em Águas Calientes, chamou-me a atenção um comentário de uma leitora do site do El Comercio, de Lima: “Todo mundo sabe que chove na serra nos primeiros meses do ano; é uma irresponsabilidade as agências de viagem venderem pacotes”.

De fato, quem optar por conhecer a “Velha Montanha” nesta época do ano deveria ser advertido. Será uma pena que os cerca de 2 mil turistas presos na região – sem contar as lamentáveis mortes de um turista e um guia já registradas – fiquem com más recordações *. Machu Picchu vale a visita sempre.

A propósito: a melhor época para ir vai de maio a outubro.

P.S.: * Depois se saberia que o número de turistas era quase o dobro, e o número de mortos também aumentou.