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Posts na categoria "Machu Picchu"

Trem de luxo de Cusco ao Lago Titicaca/Arequipa

28 de junho de 2016 0
Fotos Belmond, divulgação

Fotos Belmond, divulgação

São paisagens como as deste post que estarão no caminho de um roteiro ferroviário que deve ser lançado em abril de 2017.

É quando a Belmond – proprietária de hotéis de luxo como o Copacabana Palace e roteiros de trens de luxo ao redor do mundo – lançará o primeiro trem de luxo com suítes na América do Sul, o Belmond Andean Explorer.

Ele vai percorrer uma das maiores rotas ferroviárias do planeta, saindo de Cusco rumo ao Lago Titicaca e Arequipa, no Peru, em pacotes de uma ou duas noites.

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Se do lado externo estão essas maravilhosas paisagens naturais, do lado de dentro as instalações são inspiradas em texturas e tecidos peruanos feitos à mão.

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À disposição estarão quatro roteiros, incluindo o “Peruvian Highlands”: viagem de duas noites e três dias partindo de Cusco e tendo por destino Puno, onde os hóspedes podem visitar aldeias remotas e ilhas flutuantes no lago Titicaca, e, em seguida rumando para o centro da cidade de Arequipa, Patrimônio Mundial da Unesco.

O trem acomoda 68 pessoas: há duas suítes, 20 cabines duplas e 12 cabines com suítes para duas pessoas.

O menu do restaurante foi criado pelos chefs do Hotel Monastério, em Cusco, também pertencente à Belmond.

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Há ainda um “vagão de observação”, com um deck ao ar livre, e um Lounge Car.

Os valores começam em US$ 462 por pessoa para o roteiro “Spirit of the Andes”, com todas as refeições inclusas.

O trem é propriedade da Peru Rail, joint venture entre a Belmond e investidores peruanos.

Informações: www.belmond.com/belmond-andean-explorer

Lembrando que, para visitar Machu Picchu a partir de Cusco, há três outras opções de trem: o Hiram Bingham, o Vista Dome e o Expedition.

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Um livro sobre Machu Picchu e sua arquitetura

06 de outubro de 2015 1

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A cidadela inca Machu Picchu, que é roteiro sempre, pode ser encarada de várias maneiras, e o arquiteto e urbanista Manoel Joaquim Tostes encontrou uma das mais intrigantes para tentar entendê-la, a da arquitetura.

Considerada uma das sete maravilhas do mundo moderno, a cidade perdida dos incas, é o tema de Machu Picchu – A visão arquitetônica decifra o mistério.

O livro, ilustrado com mais de 60 fotos, terá sessão de autógrafos nesta terça, dia 6, a partir das 19h, na Livraria Cameron do Shopping Total, na Capital (com projeto gráfico da Marcavisual, tradução para o espanhol de Maria Soledad Mendez e revisão de Iara Salin Gonçalves, tem 130 páginas e custa R$ 65). Fiz duas perguntas ao Manoel, que respondeu assim:

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No que um turista comum deve prestar mais atenção quando visita Machu Picchu para entender como os incas construíam suas cidades?

Em primeiro lugar é importante o turista se informar sobre a história antes de ir ao Peru e a Machu Picchu. A história dos incas, a história de Machu Picchu, a conquista espanhola…esses elementos compõem uma ideia do todo que será melhor absorvida se estiver preparado. Deixar para saber na hora, no local, vai complicar o entendimento. Serão muitas informações para serem absorvidas. Aconselho estudar para atingir uma noção prévia do que será visto. Na hora será importante ficar alerta em razão dos inúmeros e importantes elementos arquitetônicos que compõem o conjunto de Machu Picchu. Será fácil se confundir.

Chegar muito cedo é importante, pegar o primeiro ônibus que sobe a montanha. Para que isso seja possível, chegar no dia anterior ao vilarejo de Águas Calientes e dormir lá. Em Machu Picchu aconselho contratar um guia local que fale português para receber explicação sobre os ambientes que serão visitados. O conjunto é extenso, a visita deve ser orientada para aproveitar bem o momento. É melhor não ter a barreira da língua para que as perguntas sejam bem entendidas.

Detalhe para prestar atenção: a diferença entre a qualidade de acabamento das alvenarias das construções: quanto mais bem acabado o trabalho na pedra, mais importante era a atividade exercida no prédio.

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Qual é, para ti, o aspecto mais notável na arquitetura inca?

As alvenarias de pedras perfeitamente encaixadas, algumas pedras excepcionalmente grandes. Muitos exemplos sensacionais de construções são encontrados: os caminhos, as pontes, os depósitos e os templos.

 

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Um hotel a 400m de altura no Vale Sagrado

25 de agosto de 2015 0
Fotos Natura Vive, divulgação

Fotos Natura Vive, divulgação

Eu esperava pelo trem que me levaria a Machu Picchu, no Peru, na estação de Pachar, próximo de Urubamba (na época em que fui, em abril último, o trem não saía de Cusco).

Fazia frio e eu andava de um lado para outro na estação para me aquecer quando olhei para o paredão de pedra à minha frente, do outro lado do rio, e vi pessoas penduradas por cabos.

Achei que eram trabalhadores fazendo algum tipo de instalação, sei lá do quê. Perguntei a um, a outro, e ninguém soube me dizer o que era. Esqueci.

Semana passada, deparei num site com a resposta para a minha pergunta daquele dia.

O que eu via e fotografei com meu telefone (daí a foto ser pior do que o normal) eram três cápsulas do Skylodge Adventure Suites, onde turistas podem ficar hospedados a 400m de altura.

Rosane Tremea

Rosane Tremea

As fotos da Natura Vive mostram o resto. As cápsulas são transparentes, o que garante essa vista espetacular. Cada módulo tem quatro camas, mesa de jantar e banheiro.

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Foram construídas, segundo o site da Natura Viva, em alumínio aeroespacial e policarbonato de alta resistência. O espaço é exíguo: 7,5m de comprimento por 2,50m de largura e de altura.

Para os claustrofóbicos, um alento: há seis janelas e quatro dutos de ventilação em cada um dos módulos. Com uso de energia solar, há luminárias, inclusive de leitura.

A capacidade máxima é de oito pessoas por noite, já que um dos módulos é de serviço, o que garante jantar e café da manhã.

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Para chegar até lá, tirolesa, escalada, degraus. Que tal?!
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Quando a tecnologia joga a favor

23 de junho de 2015 0

Assim como há coisas em que a tecnologia parece afastar as pessoas, há outras em que ela é muito útil, torna a viagem mais interessante ou ajuda no mínimo a divertir.

Nas últimas viagens, coisas legais que eu vi por aí:

  • Em GRACELAND, a eterna casa de Elvis Presley nos arredores de MEMPHIS (EUA), o tablet recebido na entrada acompanha a visita do início ao fim, dando o tempo certo e informações extras (vídeos, fotos, áudios, entrevistas) em cada cômodo da mansão.

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No final, ainda pode-se selecionar fotos ou outros conteúdos para receber por e-mail ou compartilhar direto nas redes sociais. Bacana.

Antes de iniciá-lo, faz-se um registro: uma foto, o código postal e um endereço de email.

E começa a diversão, com perguntas e respostas, gravação de áudios, confecção de capas de CDs, fotos… No final, chega ao email um link, com um site completo sobre a visita interativa. Divertido.

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  • O trajeto até Machu Picchu, no PERU, é feito parte em ônibus, parte em trem, parte em minivans.

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O roteiro de ônibus e trem até Águas Calientes, ao pé da montanha da cidadela inca, é administrado pela PeruRail, com seus atendentes bem vestidos que, para distrair os turistas (e vender algumas peças), fazem até desfile de modas.

E é pisar de volta para que um email com uma pesquisa sobre os serviços pisque na sua caixa. Pode ajudar a melhorar os próximos passeios. Útil.

Viajar é muito bom, mas...

28 de abril de 2015 2
Fotos arquivo pessoal

Fotos arquivo pessoal

Sempre que viajo e vejo multidões cada vez maiores se movendo, conhecendo, experimentando… fico muito feliz e, ao mesmo tempo, preocupada.

Como vamos proteger nossas belezas naturais, nossos patrimônios culturais e arquitetônicos ou nosso bens imateriais de nós mesmos?!

Às vezes, parecemos nuvens de gafanhotos que passam e deixam atrás de si terra arrasada.

Foi assim que me senti quando visitei, de novo, o Peru e suas cidadelas incas como Ollantaytambo e Machu Picchu.

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Vista à distância, a multidão assusta. Mais próximo, fica pior ainda, com gente se acotovelando para poder admirar as maravilhas construídas séculos atrás.

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E olhe que Machu Picchu, por exemplo, restringiu o acesso de visitantes a 2,5 mil POR DIA, distribuídos em três ou quatro horários distintos! E proibiu os sobrevoos de helicóptero… Ainda assim, é muita gente.

Na semana que passou, li que o mercado da Boqueria, em Barcelona, passou a limitar a entrada de turistas, atendendo a um pedido dos próprios comerciantes. Às sextas e sábados, está vetada a circulação de grupos com mais de 15 pessoas, entre 8h e 15h. E a restrição pode ser ampliada.

É uma questão a ser muito discutida.

Recebi um estudo da Amadeus (uma parceira tecnológica do mercado de viagens e turismo) mostrando que, até 2030, 1,8 bilhão de pessoas viajarão, anualmente. A pesquisa é baseada em entrevistas com futurologistas, especialistas da indústria de viagens e viajantes, em parceria com a Future Foundation.

O trabalho, intitulado “Future Traveller Tribes 2030: entendendo o viajante do futuro”, também detalha os diferentes tipos de viajantes, ampliando os aspectos meramente demográficos dos estudos anteriores e entrando um pouco mais no comportamento desses globetrotters.

O que me impressionou mais foi o número de viajantes (que também serão cada vez mais velhos e cada vez mais conectados), mas também é curioso esse perfil das seis tribos traçado pelo levantamento (descritos abaixo tal e qual):

  • Buscadores de Capital Social vão estruturar suas férias quase que exclusivamente com o público online em mente, pois acreditam fortemente nas recomendações dos usuários para validar as suas decisões. Um novo mercado pode se abrir com base no “Klout-boosting breaks” (breaks impulsionados por algoritmos), repleto de momentos conscientemente amigáveis.
  • Puristas Culturais vão olhar para o planejamento de férias como uma oportunidade de mergulhar em uma cultura exótica, mesmo que de maneira desconfortável, onde o prazer das férias depende da autenticidade da experiência.
  • Viajantes Éticos vão fazer os planos de viagens com base em fatores morais, por exemplo, diminuindo sua emissão de carbono ou melhorando a vida dos outros. Eles, muitas vezes, vão improvisar ou adicionar algum elemento de voluntariado, desenvolvimento comunitário ou atividade eco-sustentável em suas férias.
  • Buscadores de Simplicidade preferem ofertas empacotadas, evitando gerenciar muitos detalhes da viagem. As férias para esta tribo representam um raro momento na vida para cuidar de si mesmo com garantia de segurança e diversão.
  • Viajantes por Obrigação são orientados por um propósito específico de viagem, seja a negócios ou lazer e, portanto, têm restrições de tempo e orçamento. Eles buscarão tecnologia baseada em algoritmo inteligente capaz de eliminar qualquer tipo de aborrecimento nas viagens.
  • Caçadores de Recompensa estão apenas interessados em viagens recompensadoras. Muitos querem algo que represente uma extraordinária recompensa ou que ofereça uma experiência premium, um retorno para o alto investimento em tempo e energia em sua vida profissional.

 

Cusco e seus casarões transformados em hotéis

04 de setembro de 2013 1
Divulgação

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Não é o primeiro, nem o segundo… Já são muitos os casarões, mosteiros e etc transformados em hotéis e pousadas em CUSCO, no Peru.

(Parêntese: é  uma cidade que de jeito nenhum pode ser apenas em passagem rumo a Machu Picchu. Fecha parêntese).

Sempre fico em dúvida se devo ficar alegre ao ver essas transformações, porque assim os lugares são poupados do abandono e da deterioração, ou se me entristeço, com a descaracterização e o fim de qualquer coisa que nunca sei direito o que é. Mesmo que eu não conheça o lugar.

Enfim, é num desses que se instalou em Cusco o Palacio del Inka (confira outros neste link), terceiro hotel da rede Luxury Collection no Peru.

O que se diz sobre ele:

O prédio passou por uma renovação que custou nada desprezíveis US$ 15 milhões.

No coração de Cusco, o Palacio del Inka fica bem em frente às ruínas preservadas de Koricancha, ou o Templo do Sol.

Com fachada do período colonial espanhol, ele fazia parte da civilização inca no início do século 15 e depois foi projetado e habitado por conquistadores espanhóis durante o século16.

Para ser transformado em hotel, o projeto de restauração durou dois anos e, dizem, contou com a colaboração de artistas, artesãos locais e da comunidade.

Divulgação

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Como ficou o hotel

  • 203 apartamentos
  • as paredes antigas ainda fazem parte da estrutura, enquanto o design interior, pinturas e mobílias, evocam o passado colonial do Peru
  • as suítes têm pé direito de quase 4 metros de altura
  • os apartamentos têm portas de madeira esculpidas, cômodas e escrivaninhas que complementam pinturas e espelhos clássicos

 

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Machu Picchu revisitado em livro

22 de setembro de 2011 0

Passaram as comemorações dos cem anos da descoberta de Machu Picchu, em julho, e eu até já publiquei a dica sobre a reedição deste livro na coluna do caderno VIAGEM (sempre às terças), mas a Maristela Barrios, assessora da Artes e Ofícios Editora havia me enviado essa entrevista com um autor de um livro sobre a cidadela inca que vale a pena publicar. Lançado em 2001, Machu Picchu – na Trilha dos Incas, de Geraldo Abud Rossi, ganhou a terceira edição com atualização das informações de serviço – hospedagem, transporte, alimentação, população, temperatura local, eventos. Jornalista e mestre em design gráfico gaúcho radicado em Santa Catarina, Geraldo anexa ao relato de sua aventura rumo à cidade sagrada peruana informações históricas, geográficas e sociais. É, na minha opinião, uma viagem que todo mundo deveria fazer, pelo menos uma vez na vida. Leia a entrevista:



Pergunta -  Você encerra seu relato com uma frase que mostra uma sensação de dever cumprido. Foi esta mesmo a sensação do final da viagem?

Geraldo Abud Rossi – Exatamente. Tínhamos conseguido fazer um caminho desconhecido com sucesso, sem ferimentos. Tínhamos saltado no desconhecido e saímos vivos e felizes. Mais: a finalização da caminhada coroou o sucesso de todos os nossos preparativos físicos e mentais que fizemos nos dias anteriores no Vale Sagrado. Por fim, o dever foi cumprido e, com ele, houve muitos momentos maravilhosos, lugares incríveis e experiências que guardaremos para toda a vida.

Pergunta – O que te surpreendeu, o que te decepcionou e o que faltou nesta viagem?

Geraldo - O mais surpreendente é o visual, aquelas montanhas enormes criando vales inacreditáveis, de tirar o fôlego e, no meio disso, ruínas de cidades de pedras. Essas ruínas foram construídas em lugares muito altos, quase inacessíveis, com pedras enormes e pesadíssimas, isso nos deixa perplexos, surpreende. Nada me decepcionou, pois, quando viajo, tento me desprender de todos os desejos, de todas as manias, assim até os problemas, os perrengues, tudo, enfim, fazia parte da aventura e servia para ensinar algo. Dentro dessa concepção, nada faltou.

Pergunta – Já refez este caminho? O que mudou no procedimento, nos trajetos, nas buscas?

Geraldo - Não refiz. O que pude notar, atualizando o livro, é que pouca coisa mudou, parece que o tempo anda mais devagar lá. No entanto, o Caminho de Salcantay que era desconhecido, hoje já é frequentado por grupos e, em uma trilha paralela, já existem pousadas, proporcionando um maior conforto aos viajantes.

Pergunta – Dez  anos depois, o que ficou na tua memória afetiva desta viagem?

Geraldo - Me transporto para lá sempre que ouço músicas da região ou revejo fotos. As experiências voltam como se tivessem sido ontem. São lembranças de desafios, de surpresas, de amizades, de felicidade. São lembranças que renovam a alma. O que me emociona bastante também nesses 10 anos de livro são os relatos das pessoas que foram lá por causa do livro e que viveram experiências maravilhosas. Há também aqueles leitores que viajam sem sair da poltrona, se entusiasmam, trocam ideias comigo como se tivessem ido.


Pergunta – Machu Picchu não foi, pelo que seu relato mostra, o objetivo maior da viagem, e sim a caminhada, a proposta de descobrir coisas novas em meio a terrenos já palmilhados. É correta esta impressão?

Geraldo – O grande objetivo desde a saída do Brasil era chegar a Machu Picchu de alguma forma. Na verdade, nem tínhamos muita ideia de como chegaríamos lá. As caminhadas foram surgindo naturalmente durante a viagem, até porque os incas eram especialistas em construir trilhas e nós começamos a descobri-las. Até que descobrimos o Caminho de Salcantay, que era desconhecido. A partir daí, as caminhadas tornaram-se nossa atividade principal, nossa grande diversão.



Duas viagens para o mesmo destino, Machu Picchu

08 de setembro de 2010 2

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Solange Campello e Caterine Vila, viajantes de Porto Alegre que se lançaram na estrada de carro rumo a Machu Picchu, resumiram num post de seu blog 2 Na Estrada sua viagem, para ajudar quem quer fazer o mesmo trajeto.

Durante a aventura das duas, eu havia contado um pouco da jornada delas aqui no blog (clique para ver o post original).

Obrigada, Solange e Caterine, por dividir com os leitores a viagem de vocês!

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Já o Evandro Colares e a Márcia estão na estrada neste momento. Eles, que já foram nos últimos anos, de carro, quatro vezes à Patagônia, uma para o Deserto do Atacama e uma para o Salar Uyuni, seguem agora rumo a Machu Picchu.

Dá para acompanhá-los pelo blog Viajando na Patagônia e aprender com o que eles contam sobre o caminho.

Boa viagem aos dois.