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Posts na categoria "Polinésia Francesa"

Uma viagem pelo Pacífico

04 de março de 2014 0
Beto Conte, divulgação

Beto Conte, divulgação

O Beto Conte, que não para nunca, anda agora explorando o Pacífico, passando por Austrália, Nova Zelândia e Polinésia Francesa.

Como sempre, ele conta tudo sobre a viagem no blog Beto no Mundo.

Nas palavras do próprio:

(…)

“Localizada no sudoeste do pacífico, a Nova Zelândia é constituída por duas ilhas principais. Auckland fica na ilha norte que é cortada por uma cadeia de montanhas em um planalto vulcânico.

Auckland é a entrada principal da Nova Zelândia e o centro de comércio e indústria. Com um milhão e meio de habitantes, é a maior área urbana da Nova Zelândia com um terço da população do país. Auckland se desenvolve em torno golfo de Hauraki com muitas ilhas e mais de 250 quilômetros de baias e enseadas, com praias e marinas entre as áreas residenciais de casas com jardins. Apenas no centro a cidade se verticaliza com edifícios concentrando as atividades comerciais e culturais. A maioria da população utiliza eficiente transporte público e ferries para vir de seus bucólicos bairros ate a “waterfront” no centro da cidade. Conhecida como a cidade das velas, um em cada quatro habitantes tem um barco, embelezando com seus mastros e velas as marinas de Auckland.”

(…)

Acompanhe a viagem no clicrbs.com.br/betonomundo

Ainda o paraíso. Quer dizer, de novo a Polinésia

05 de janeiro de 2010 4

Ainda estou devendo a um leitor mais informações sobre a Polinésia Francesa, e promessa é dívida, mas depois de um post publicado na semana passada, o paraíso vem a mim sem que eu peça.

Há dias recebi de volta livros que estavam emprestados a uma pessoa querida
. Só hoje abri a sacola. Entre os cinco volumes estava O Paraíso na Outra Esquina, de Mario Vargas Llosa. Ganhei de minha amiga Carol Tarrío quando estava para embarcar rumo às ilhas do Pacífico. Como ela mesma escreveu, “não parecia haver nada mais adequado para o momento”. O livro mistura ficção e a realidade do pintor Paulo Gauguin em sua vida em Papeete, no Taiti. É uma leitura recomendável.

O que me chamou a atenção hoje, porém, não foi exatamente o livro e sua história, mas a coincidência e anotações que eu fiz na última página, durante a viagem entre Papeete (Taiti) e Santiago (Chile), ao tomar emprestado outro livro de um companheiro de viagem. É um trecho de Poemas Místicos, de Jalal ud-Din Rumi, poeta místico do século XIII, que diz o seguinte:

O Mundo Além das Palavras

Para mudar a paisagem,
basta mudar o que sentes;
e se queres passear por esses lugares,
basta expressar o desejo.

Quem haveria de imaginar essa morada,
esse céu, esse jardim do paraíso?
Tu, que lês este poema, traduze-o.
Diz a todos o que aprendeste sobre este lugar.

————————————-

Assim como a Carol, achei isso adequado para as nossas viagens, as suas e as minhas. Para ilustrar o paraíso, acrescento foto tirada em Huahine, uma das mais de cem ilhas da Polinésia. Essa italiana com um hibisco na orelha não está aí à toa. Ela foi muito importante nesse trecho da viagem, numa daquelas enrascadas que só quem viaja sabe que pode acontecer. Mas isso será tema de um outro texto.

Bora Bora, cenário de "Encontro de Casais"

29 de dezembro de 2009 14

Não espere muito do filme (pra dizer a verdade, eu não gostei nada, nada), mas se quiser ter uma ideia do paraíso, com o perdão do lugar-comum, vá ao cinema ver Encontro de Casais. Ou espere para ver no DVD, já que para mim, a comédia com Vince Vaughn, Jean Reno e Kristin Davis, entre outros que formam os quatro casais do título, não vale o ingresso do cinema.

Fui atraída pela ideia de rever a Polinésia Francesa, especialmente Bora Bora, onde rodaram o filme (o Eden para onde eles se dirigem trata-se do St.Regis Bora Bora Resort).

É longe, ainda é caro, mas não é impossível. É daqueles lugares de se beliscar, para acreditar na cor da água, para dar-se conta de que aquelas cento e tantas ilhas do Pacífico não são uma visão, de que se trata de realidade e não de sonho.


Tudo parece cenário, como no filme. O piquenique que surge do nada quando se faz um passeio parece cenário.

O recorte de vidro no chão do bangalô parece cenário.


Tudo conspira para que você se sinta assim: um turista que pousou no paraíso. Não tem problema. É bom sentir-se no paraíso, como turista mesmo, num lugar como Bora Bora.

Se quiser, dê uma conferida no trailer do filme, abaixo:

P.S.: Celso, na ânsia de escrever o post sobre o filme, não incluí informações, acabei só deixando impressões… Vou te contar como eu fiz e prometo pesquisar para atualizar os dados em outro post, ok? Lá vai:

- Eu viajei pela LAN, fazendo a rota POA-SP-Santiago do Chile. Passei uma noite em Santiago, já que no total são 17 horas de viagem e o fuso horário é de tontear qualquer um. O voo fez uma escala na Ilha de Páscoa, tanto na ida quanto na volta.

– A chegada dos voos internacionais, pelo menos quando eu fui, era apenas em Papeete, a principal cidade do Taiti, uma das mais de 100 ilhas que compõem a Polinésia Francesa. Para chegar às outras ilhas há opções de voos, barcos ou cruzeiros.

- O primeiro resort que fiquei, igual a esse das fotos, foi em Moorea, no Pearl Resort.

– Depois, fiz um cruzeiro de oito dias, parando em mais 4 ilhas (passa-se o dia na ilha, desde a manhã até o final da tarde e dorme-se no navio).

– Vi pacotes de viagem de 10 dias por US$ 2.900.

- Eu recomendaria pelo menos duas semanas. A viagem é muito longa e cansativa, sem contar os deslocamentos pelas ilhas, e sobraria pouco tempo para aproveitar por lá. A vontade é de não voltar, você vai ver!

Sorvete no Pacífico

31 de março de 2008 0

Uma invenção simples e prática: um porta-sorvetes/Rosane Tremea
BOA IDÉIA!

Esse porta-sorvetes foi fotografado na Maison Blanche, em HUAHINE, uma das 118 ilhas e atóis da Polinésia Francesa.

A Maison Blanche é uma casa do Século 19 que fica numa das muitas e maravilhosas baías dessa ilha que é considerada uma das mais selvagens da Polinésia. Tentei localizá-la em alguns sites, mas não encontrei. A foto é de 2003. Espero que ainda esteja tudo no mesmo lugar!

Mas, voltando ao porta-sorvetes: não é uma boa idéia? A pessoa que nos atendeu carregou todas as casquinhas de uma só vez e deixou ali na mesa em que nos acomodamos para ver a paisagem.

Postado por Rosane Tremea

Mais do que mil palavras

22 de fevereiro de 2008 1

É ou não é um cartão-postal essa foto tirada em Moorea?/Rosane Tremea


CARTÃO-POSTAL

Assim diz o dicionário: cartão-postal é um cartão com uma das faces ilustradas e a outra reservada para correspondência que não requer segredo.

Pois esse tipo de correspondência que não requer segredo surgiu no século 19. No Brasil, nasceu por decreto (Decreto nº 7695), em 1880.

Isso não está escrito em lugar nenhum, eu é que estou dizendo, mas deve ter sido uma das formas mais eficientes de viajantes se exibirem para parentes e amigos em época nem tão remotas: “Vejam que feliz eu sou. Vejam como sou privilegiado. Vejam que paisagem”. E tudo de um jeito barato e para quem quisesse ver, já que não vem envelopado.

Não pesquisei o quanto ainda se envia cartão-postal nesses tempos de internet, mas deve ter caído um tanto a quantidade deles. Bem mais fácil enviar uma foto por e-mail, postar no blog ou no álbum virtual.

Tudo isso para dizer que estou criando no Recorte e Guarde a categoria CARTÃO-POSTAL, só para exibir fotos bonitas, aquelas que valem mais do que mil palavras.

Começo com essa aí acima. E mais não digo: só que ela retrata Tamae, em MOOREA, uma das 118 ilhas da Polinésia Francesa.

VOCÊ TEM UM CARTÃO-POSTAL? MANDE PARA O BLOG!

Postado por Rosane Tremea