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Posts na categoria "Portugal"

Lisboa, Lisboa e Lisboa

12 de outubro de 2015 0

Justifico o título triplo: é que esse post junta três temas sobre a capital portuguesa.

Lisboa 1

Fotos Visit Lisboa, divulgação

Fotos Visit Lisboa, divulgação

Vou ficar órfã das crônicas sobre Lisboa produzidas pelo correspondente da Globo André Luiz Azevedo, publicadas sempre no Jornal Hoje, aos sábados. Espero que o substituto(a), se houver, tenha a mesma sensibilidade para retratar a capital portuguesa. Duas recentes feitas por ele você pode conferir nesses dois links:

  • Um roteiro gastronômico passando por clássicos da culinária portuguesa. Clique aqui para assistir.
  • Um passeio pelas ruas da cidade, falando sobre a incrível luz de Lisboa. Veja aqui.


***

Lisboa 2

Também para ver a cidade do alto, o Visit Lisboa lembra que a capital portuguesa é conhecida como a cidade das sete colinas.

Castelo-III

São Jorge ou Castelo - É a colina mais alta de Lisboa. A encosta é também chamada de Colina do Castelo, em referência ao monumental Castelo de São Jorge, que fica em seu topo.

São Vicente - Em Alfama, um dos mais tradicionais bairros da cidade, a Colina de São Vicente recebeu este nome como referência a um dos santos mais importantes da capital portuguesa. Do alto se pode avistar o bairro de Alfama e o Mosteiro de São Vicente de Fora, construído no local onde existia um templo em homenagem ao mártir.

Sant’Ana - A mais central da cidade, fica no bairro de Anunciada, onde existia o antigo Mosteiro das Freiras de Nossa Senhora da Anunciada. O morro também é conhecido como a “Colina da Saúde”, pois após o terremoto de 1755, que destruiu parte da capital, vários edifícios foram restaurados e alguns passaram a ter funções médico-hospitalares, como o Hospital de São José.

Santo André (Graça) - Pertencente à Freguesia de São Vicente, a Colina de Santo André serviu de instalação das tropas de D. Afonso Henriques, durante a Reconquista Cristã, no século 8. Depois, famílias da nobreza chegaram à região e adquiriram quintas nas quais foram construídas casas de campo. Mais tarde os estabelecimentos deram lugar a enormes palácios nas calçadas da Graça e de Santo André e, também, no Largo da Graça. Na colina ficam os miradouros da Graça e da Senhora do Monte, com vistas exuberantes.

Chagas (Carmo) - Fica perto do Largo do Carmo e recebeu este nome por estar próxima da Igreja das Chagas de Cristo, construída pelos marinheiros que realizaram a rota da Índia, e a enorme subida até a chegada ao Largo do Carmo inspirou a escolha do nome do santuário, representando todas as dificuldades vividas pelos homens até chegarem ao seu destino.

Santa Catarina (Camões) - Localizada na Freguesia de Misericórdia, percorre a região do Largo de Camões até à Calçada do Combro. O ponto mais alto do monte abriga o Museu da Farmácia e o Miradouro de Santa Catarina. No local encontra-se uma estátua do mítico gigante “Adamastror”, citado pelo escritor Luís de Camões em “Os Lusíadas”. Santa Catarina, padroeira dos Livreiros, também era conhecida como Catarina de Alexandria e foi considerada uma notável intelectual do começo do século 4.

São Roque (Bairro Alto) - Fica no famoso e agitado Bairro Alto. Ao subir pelo monte, os visitantes encontram o Miradouro de São Pedro de Alcântara, considerado um dos mais belos e visitados de Lisboa, e a Igreja de São Roque. O nome dado à colina refere-se ao santo padroeiro dos inválidos e dos cirurgiões - São Roque foi santificado pelo auxílio dado aos que sofreram com a grande peste negra que assolou a Europa no século 14, matando inclusive a ele próprio.

***

Lisboa 3

O órgão oficial de turismo da cidade divulgou há não muito tempo uma atração muito bacana: os terraços de onde se pode ampliar a visão sobre as belezas de Lisboa (ainda que o verão tenha acabado, alguns seguem abertos). Eles listam esses sete e eu reproduzo (quase) tal e qual:

H10 Duque de Loulé, divulgação

H10 Duque de Loulé, divulgação

  • O terraço Chill-Out Limão, no décimo andar do recém-inaugurado hotel H10 Duque de Loulé, no centro de Lisboa. Apresenta aos visitantes duas áreas distintas, interna e externa, que oferecem uma vista impressionante da cidade e do estuário do Rio Tejo.
  • Rooftop Bar, no nono andar do hotel Mundial, na Praça Martin Moniz, de onde se pode contemplar o Castelo de São Jorge ao seu lado e toda a região da Baixa e do Chiado. Servem-se bebidas antes do período do jantar e um coktail, ao som de jazz, durante a noite.
  • Acima do edifício do Chiado fica o terraço Silk, um espaço aberto em 2008 e considerado um dos mais exclusivos da cidade. Tem  vista panorâmica de quase 360°, que avista o centro histórico da capital, com ambiente sofisticado e descontraído, comida japonesa, cocktails e músicas com DJ.
  • O terraço Sky Bar é um espaço lounge no alto do Hotel Tivoli e presenteia os visitantes com uma visão privilegiada doRio Tejo, da Baixa Pombalina e do Castelo de São Jorge. Tem opções de refeições leves e bebidas, incluindo alguns cocktails sem álcool.
  • O Terrace, no Bairro Alto Hotel, é famoso por já ter sido considerado um dos mais bonitos terraços do mundo, por seu ambiente confortável e intimista. A vista abrange o alto do centro histórico de Lisboa e a Ponte 25 de Abril. Dá para descansar em cadeiras e almofadas e apreciar vinhos e bebidas.
  • O Upscale Bar fica no luxuoso Epic Sana Lisboa Hotel, na parte moderna da cidade e não no centro histórico. É lugar para o verão, com uma grande piscina (acesso pago) e cocktails de frutas e petiscos, além de espreguiçadeiras para relaxar ao som de música pop.
  • No último piso do Hotel Vintage Lisboa fica o bar-esplanada panorâmico Varanda do Castelo. Funciona do final da tarde até a meia-noite no período da primavera e do verão. Além de observar a Lisboa de cima, há um cardápio variado de tapas e cocktails, ao som de música ambiente.

Doces portugueses em... Lisboa

22 de julho de 2015 0

Pastéis de Belém

Sempre fui louca por doces de ovos, aqueles típicos doces portugueses.

Louca por comer, que fique claro, porque fazer eu não sei.

Até tentei.

Uma vez, acho que tinha uns 10 ou 11 anos, minha mãe fez uma cirurgia às vésperas do Natal e estava hospitalizada numa cidade vizinha. Minha irmã e eu estávamos tristes com a possibilidade de passar as festas sem os doces que ela fazia – dias e dias de preparativos, biscoitos assados no forno de barro, bolos e tortas deliciosamente preparados na nossa cozinha.

Então, recorremos à nossa vizinha Vilma, que era uma doceira de mão cheia e fazia coisas mais “sofisticadas” do que nós.

Para rechear e enfeitar a torta natalina, ela sugeriu que fizéssemos fios de ovos, que também serviriam para enfeitar/acompanhar o peru ou frango.

Não sei quantas dúzias de ovos usamos. Numa receita que vi agora num site, não sei para qual quantidade, iriam 24 gemas. Acho que usamos umas 48, 56, 72… Não sei…

Fizemos fios de ovos que dariam para o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, dos Pais, o Natal do ano seguinte…

Foi minha primeira e última experiência em tentar fazer qualquer doce português.

Mas segui sendo fã, claro.

Na primeira vez em que visitei Portugal, minha querida amiga Fernanda me levou para experimentar os tradicionais pastéis de Belém na também tradicional pastelaria da Rua de Belém, em Lisboa, instalada ali desde 1837. Café preto e pastéis de Belém. Combinação perfeita.

Numa outra vez, apenas pegamos alguns na embalagem para viagem e fizemos um piquenique no alto do Castelo dos Mouros, em Sintra. Como a caixa foi carregada sem o devido cuidado, os pastéis viraram uma massaroca, um doce disforme mas, ainda assim, delicioso. Naquela viagem em que tudo era festa (difícil uma que não seja), rimos muito e comemos tudo assim mesmo, tirando nacos de massa que eram saboreados com um bom vinho português.

Dá para comer bons doces portugueses por aqui (em Porto Alegre mesmo, onde há um café, na Cidade Baixa, chamado Casa de Pelotas), especialmente nas confeitarias de Pelotas.

Mas em Portugal, claro, o sabor fica outro! Original?!

Tempos atrás, recebi um material do Turismo de Lisboa contando que, hoje, apenas três pessoas conhecem a receita, considerada mágica, dos pastéis de Belém – um pasteleiro, que trabalha na casa há meio século, e dois ajudantes, que também estão ali há décadas. Eles fazem um juramento e assinam um termo de responsabilidade para manter segredo sobre a receita.

A fábrica produz uma média de 10 mil pastéis por dia. Segundo os pasteleiros da casa, as diferenças entre os Pastéis de Belém e os pastéis de nata normais são, além da receita com as proporções certas, o investimento no trabalho manual e os ingredientes de primeira qualidade (farinha, açúcar, leite e ovos).

Queijadas de Sintra

Apesar de destacar os pastéis de Belém, eles sugerem que se experimente outras especialidades regionais: arroz doce, leite-creme, lampreia de ovos, queijadas de Sintra, fofos de Belas, trouxas da Malveira, ouriços e areias da Ericeira, lezírias de Vila Franca de Xira, marmelada branca de Odivelas, nozes e doces de ovos de Cascais, saloios de Bucelas e doce de abóbora com laranja.

Ah, e no final de abril também vi numa das crônicas de sábado do Jornal Hoje, da Globo, o que o correspondente de Lisboa, André Luiz Azevedo, contou, desvendando um pouco como são feitos esses doces. Clique e confira.

 

Jardins efêmeros em Viseu

16 de abril de 2015 0

Numa das últimas edições, a revista UP, da companhia aérea TAP, divulgou um evento chamado Jardins Efêmeros, que acontece em VISEU, cidade do centro de Portugal com cerca de 50 mil habitantes.

O evento acontece em meados de julho e, apesar do nome, envolve muito mais coisas: música, arquitetura, cinema, artes visuais, som, oficinas, teatro, dança, ciência, cidadania, política e mercados…

Segundo a reportagem da revista, o centro histórico da cidade é tomado por mais de 150 toneladas de plantas.

O motivo de tudo é celebrar a cidade.

Para anotar na agenda de uma próxima viagem…

O cartaz, se não me engano, é de uma edição anterior.

 

jardinsefemeros

A irresistível luz de Lisboa...

31 de março de 2015 0

Monumento aos descobrimentos
No início do ano, a jornalista Nara Caviquioli, que de vez em quando envia colaborações para o blog, andou por LISBOA. Mais do que outras coisas, se impressionou com a luz da cidade: “Lisboa está virando um celeiro de fotógrafos pelo efeito da luz natural que impressiona e que deixa as fotos lindas”, atestou

Nara mandou fotos e o texto abaixo:
Panoramica parque das nações2
Praça do comércio 2

A luz de Lisboa que encanta seus visitantes Lisboa a cada ano que passa vem se destacando mais e mais na mídia, pelo seu turismo que atrai pessoas do mundo inteiro, principalmente a nós, brasileiros. Recebi inúmeros comentários de amigos que vivem em Lisboa e de pessoas conhecidas falando que a cidade é encantadora, que tem comida maravilhosa, vinhos excelentes, inúmeros pontos turísticos e uma luz natural fora do comum. Predio antigo grafitado Resolvi conferir de perto todas essas qualidades. Mesmo chegando na cidade em um período de inverno, o frio foi agradável. Afinal, fugir da onda de calor do Brasil no auge do verão foi um alívio. Vista predios da praça dos Touros Todos os dias que passei em Lisboa amanheceram e terminaram com um sol maravilhoso, e com a tal famosa luz que Lisboa possui. Todos os comentários se justificaram ao passear pelos pontos turísticos e por lugares encantadores ao ar livre. Praça dos Touros Aproveitei todos esses dias de sol maravilhoso e friozinho caloroso para retratar os momentos e locais mais bonitos que encontrei por Lisboa para poder compartilhar essas fotos e inspirar ainda mais quem pretende a cidade. Região da Mouraria fado Parte nova de Lisboa - região parque das nações

Os 500 anos da Torre de Belém, em Lisboa

24 de março de 2015 0

Torre-de-Belem-I

Não é pouca coisa.

O monumento que está para Lisboa assim como a Torre Eiffel está para Paris completa 500 anos em 2015.

Para celebrar o quinto centenário da TORRE DE BELÉM, não faltarão eventos. Estão marcados exposições, ciclo de conversas, concertos, lançamento de livro e um congresso para discutir arte e cultura no período dos Descobrimentos.

Torre-de-Belem-V

O ciclo “Conversas sobre a Torre de Belém” ocorrerá até junho.

Quem visita o local pode conferir a exposição “A magnífica e formosa torre”, com uma série de painéis no exterior do prédio.

Torre-de-Belem-IV

Foi D. Manuel I quem mandou construir a Torre de Belém, um dos primeiros edifícios classificados como “Monumento Nacional”. Ela foi erguida entre 1514 e 1519 e, em 1983, elevada à categoria de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.

A decoração tem fachadas com influências árabes e venezianas, contrastando com o interior, mais austero.

Veja mais em www.torrebelem.pt

 

O quarto de D. Pedro em Queluz

03 de março de 2015 0
Fotos divulgação

Fotos divulgação

Os 180 anos da morte do rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil têm atenção especial no Palácio Nacional de Queluz, em SINTRA, Portugal.

Uma grande reforma nos aposentos de D. Pedro foi concluída no ano passado.

A ideia é atrair visitantes portugueses e brasileiros – os últimos representam 10% do público do palácio.

No quarto D. Quixote – conhecido assim por que o espaço abriga 18 pinturas representando episódios da história de D. Quixote de La Mancha –, destacam- se a exposição de 15 objetos pessoais de D. Pedro e nove peças de mobiliário, além de 15 pinturas e miniaturas entre as 48 peças em exibição.

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D. Pedro nasceu e morreu naquele espaço. Painéis explicam a trajetória do imperador. No local, um tablet apresenta uma imagem 360º da sala, com pontos de interesse e informação mais detalhada sobre o patrimônio exposto. Ele também dá acesso a um novo site com a biografia de D. Pedro, ilustrada com imagens e documentos de época, informações sobre a sua genealogia e uma seleção de 12 dos seus retratos mais emblemáticos.

O material também pode ser encontrado em www.dpedroiv.parquesdesintra.pt.

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Sobre o Palácio Nacional de Queluz

O palácio e seus jardins históricos são um exemplo da ligação entre paisagem e arquitetura palaciana em Portugal. Ilustram a evolução do gosto da Corte nos séculos 18 e 19, período marcado pelo barroco, rococó e neoclassicismo.

Mandado construir em 1747 pelo futuro D. Pedro III, consorte de D. Maria I, o Palácio Nacional de Queluz foi inicialmente concebido como residência de verão, tornando-se espaço privilegiado de lazer e entretenimento da Família Real, que o habitou de 1794 até a partida para o Brasil, em 1807, na sequência das invasões francesas.

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Para caçadores de concursos de viagem

13 de dezembro de 2014 0

A promoção começou ontem, dia 11, e vai até 12 de janeiro: a TAP e a Rede Cinemark lançaram “Férias de Cinema”, com o apoio do Pestana Hotels e da Porto Seguro.

O prêmio: uma viagem de seis dias a Portugal e Inglaterra.

Como concorrer:

  • Acesse o site: http://tapdigital.com.br/feriasdecinema/, faça o cadastro e responda a duas perguntas relacionadas à companhia aérea TAP e a Rede Cinemark.
  • É preciso ser inscrito no seu cartão TAP Victoria, programa de milhas da companhia, e ao Cinemark Mania, programa de benefícios da Rede Cinemark.

tapdigital.com.br/feriasdecinema/

tapvictoria.com.br

cinemark.com.br/portal/cinemark-mania/

portoseguro.com.br/seguros/seguro-viagem

pestana.com

O Reid's, na Ilha da Madeira, e a lembrança de uma passagem por lá

28 de outubro de 2013 0

Integrante da rede de hotéis de luxo Orient Express, o Reid’s Palace Hotel, na Ilha da Madeira, tem divulgado com insistência nas últimas semanas sua programação de final de ano (o Réveillon da ilha, mais especificamente em Funchal, é considerado um dos melhores da Europa)…

Me fez lembrar da (única) vez em que estive na ilha e conheci o hotel por obra de minha amiga Fernanda.

Fotos Divulgação

Fotos Divulgação

Nós estávamos hospedadas ali perto e um dia, na recepção de nosso hotel, Fernanda leu num jornal local que a neta do estadista britânico Winston Churchill estava na ilha pesquisando para escrever um livro sobre o avô.

Minha amiga achou que, ainda que eu estivesse de férias, seria interessante fazer uma entrevista com uma das biógrafas de Churchill e me sugeriu conversar com ela.

Descobrir onde ela estava hospedada foi barbada: na mesma suíte em que o avô sempre ficava quando ia à ilha e que hoje leva seu nome, no primeiro piso, à direita do lobby do Reid’s.

Não tão fácil foi convencê-la a interromper as pesquisas para conversar por alguns minutos com uma jornalista em férias e sem pauta.

Com a promessa de “no máximo 10 minutos”, fui lá.

Celia Sandys foi simpática e até posou para duas ou três fotos. Contou que estava ali porque era um dos lugares preferidos do avô para um de seus hobbies, a pintura. A ideia do livro era mostrar também esse lado viajante de Churchill.

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Na Madeira, um dos lugares que ele gostava de retratar era a Câmera de Lobos, uma baía onde há muitas lembranças de sua passagem.

Ela ainda estava no início das pesquisas e o livro só seria publicado alguns anos depois.

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Para mim, a conversa serviu também para conhecer o interior de umas suítes presidenciais do 5 estrelas (a outra leva o nome de George Bernard Shaw) e parte das instalações.

O hotel se vende pela presença de outros hóspedes ilustres como Churchill – a mítica imperatriz austríaca Sissi, o rei Eduardo VIII, os atores Roger Moore e Gregory Peck, entre muitos outros.

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O nome do hotel é emprestado de William Reid, um escocês que queria fugir do frio do norte da Europa. Morto antes de concluir o Red’s, seus dois filhos levaram adiante o sonho do pai e o inauguraram em 1891.

Voltando à origem desse post, o hotel promete para as festas de final de ano passeios em Funchal, tratamentos especiais no spa, jantar gourmet nas ceias de Natal e Réveillon e um espetáculo de queima de fogos, na virada do dia 31, na baía da cidade.

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Lisboa de novo, que nunca é demais falar sobre ela

10 de outubro de 2013 3

Muita gente é apaixonada por LISBOA (que o diga meu amigo Paulo Kralik!) e é só escrever sobre ela que alguém se manifesta. A CAMILA BORGES é uma dessas pessoas.

Camila leu o último post sobre a cidade, prometeu mandar fotos e cumpriu:

Fotos Camila Borges, arquivo pessoal

Fotos Camila Borges, arquivo pessoal

“Ao ver o teu post sobre Lisboa fui buscar minhas fotos do período em que estive por lá este ano.

Realmente, mesmo tendo morado um ano no Porto e morrer de amores por ele…devo confessar que Lisboa encanta-me um bocado!

Este ano, fiz um estágio na Fundação Calouste Gulbenkian no Centro de Arte Moderna e é um lugar maravilhoso que recomendo para visitação, tanto para adultos quanto para crianças.

Outras dicas para visitação:

* Museu Nacional dos Coches que tem uma curiosidade: uma sela gaúcha ofertada ao Rei D.Carlos por Borges de Medeiros.

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* Tasca do Chico: uma tasca de fado tradicional, no Bairro Alto.

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* Final de tarde no Tejo: tão lindo quanto o nosso Guaíba.

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Bom, te envio alguns ‘clicks’ desta última estadia por Lisboa. Espero que goste!

Um abraço,

Camila Borges.”

Lisboa vista de um outro ângulo

25 de setembro de 2013 3

 

Fotos Turismo de Lisboa, divulgação

Fotos Turismo de Lisboa, divulgação

Faz bastante tempo que não vou a LISBOA, depois de uma sequência de visitas para encontrar com uma amiga querida.

E tenho muita vontade de reencontrar a cidade que é tão calorosa, tem tanta coisa para ver (a propósito, entre muitos textos literários que a descrevem, um dos meus preferidos, já disse várias vezes, é o de Antonio Tabucchi em Afirma Pereira) e não cansa de se renovar.

Uma das últimas atrações recuperadas foi o Arco da Rua Augusta que, em um mês após a abertura (entre 9 de agosto e 9 de setembro), recebeu mais de 40 mil visitantes.

Praca-do-Comercio-I (1)

O que mais os atraiu foi subir ao mirante para avistar a Praça do Terreiro do Paço, a Baixa Pombalina, a Sé, o Castelo de São Jorge e o Rio Tejo.

No projeto de reabilitação do monumento foram gastos 950 mil euros, incluindo a instalação de um elevador, com entrada pela Rua Augusta.

O visitante pode também conhecer um pouco da história do monumento através da exposição que se encontra na Sala do Relógio.

©ATL_Arco da Rua Augusta_Miradouro (1)

Serviço 

  • O Arco da Rua Augusta está aberto ao público diariamente, das 9h às 19h
  • Ingresso a 2,5 euros
  • A entrada é gratuita para crianças até cinco anos
  • Informações: www.visitlisboa.com

 

Um gato vigilante em Porto Pim‏

28 de fevereiro de 2013 1

GATOS DE VIAGEM

O gato vigilante, no alto do telhado da casa bem caiada, vem de Porto Pim, na cidade de Horta, na Ilha do Faial, nos Açores.

O gato do telhado é um gato de família. Se chama Banana e é da amiga de uma amiga.

E nada como a ODE AO GATO, DE PABLO NERUDA, para descrever esse e outros gatos… O poema é gigante, vai aqui só um pedacinho, o início dele.


Os animais foram

imperfeitos,

compridos de rabo, tristes

de cabeça.

Pouco a pouco se foram

compondo,

fazendo-se paisagem,

adquirindo pintas, graça vôo.

O gato,

só o gato apareceu completo

e orgulhoso:

nasceu completamente terminado,

anda sozinho e sabe o que quer.


Um gato numa prateleira de Santarém

11 de janeiro de 2013 0

O jornalista português Joaquim Antonio Emidio, que volta e meia manda notícias de além-mar, fotografou o gato abaixo ao ir até a casa de uma entrevistada em Santarém (PT).

Joaquim mandou a foto e o email abaixo:

“Confesso o meu amor pelos cães. Não desdenho o amor pelos gatos. Muitos dos trabalhos jornalísticos que tenho feito ao longo de 25 anos de jornalismo com pessoas ligadas ao meio intelectual têm quase sempre gatos pelo meio e o cheiro a mijo dentro de casa. Voltou a acontecer com uma senhora de 79 anos professora e mulher ligada à cultura de Santarém.

Este gato era um dos muitos que circulavam pela casa e que saltavam à nossa frente como se tivessem a função de nos animarem a vista.

A Dª. Rosalina Melro é viúva de um senhor que antes de morrer lhe pediu o seguinte: que no caso de alguma dificuldade que não ligasse à compra de flores para a sua campa mas que nunca se esquecesse de alimentar os gatos ( cerca de 30) que têm na sua quinta nos arredores da cidade. Como é evidente os gatos de casa têm a barriga cheia e o pêlo farto.

Este gato deixou-se fotografar como se fosse um modelo. Tive pena de não ter levado a sério a pose que ele fez para mim a mais de dois metros do chão nesta prateleira da cozinha. Acho que um dia vou lá voltar para perceber este diálogo com as prateleiras e as corridas a que assisti durante a entrevista entre a varanda da rua e a marquise que dá para as traseiras da casa.

Se não se desse o caso de ter visto o gato a saltar para cima da prateleira diria que, ali naquele lugar e aquela altura, e numa prateleira de uma cozinha, só poderia ser um gato de loiça. Mas não é. É um gato modelo que me conquistou pela forma como vive numa casa onde o cheiro a mijo não corresponde àquilo que são os padrões de quem não tem gatos em casa como é o meu caso e adora os gatos dos outros.”

Gatos de Viagem pela Europa

28 de dezembro de 2012 0

Recebi da leitora Diva Bombassaro, de Carazinho, um e-mail em que conta sobre uma viagem que ela e o marido fizeram à Europa no ano passado, acompanhado de várias fotos para a seção GATOS DE VIAGEM.

Publico o texto enviado por Diva, com as fotos dos bichanos. Confira:


“Oi Rosane! Tudo bom?

Para começar, gostaria de fazer um agradecimento com cerca de um ano de atraso. Em 2011, enquanto eu planejava com meu marido nossa primeira viagem para a Europa, fiz contato contigo e você gentilmente me repassou valiosas dicas sobre Londres, Paris, Lisboa e a Itália. Acabou que não pudemos incluir a Itália em nosso roteiro, mas passamos 19 dias fantásticos viajando, curtindo essas três capitais europeias e seus arredores. Lembrei de ti enquanto tirávamos uma soneca naquelas espreguiçadeiras verdes do Jardim das Tulherias, afinal você me disse mais de uma vez sobre o quanto viajar sem pressa e sem querer cumprir roteiros fixos ansiosamente torna tudo mais prazeroso.

Ah! E em Portugal fizemos um roteiro de carro pelo interior, incluindo Cascais, Sintra, Óbidos, Alcobaça… que lugares lindos!

No retorno, segui acompanhando fielmente tanto teu blog quanto as dicas do Caderno Viagem e da coluna sobre intercâmbios da ZH. Agora que estamos quase embarcando novamente, desta vez para estudar inglês por um mês na Irlanda, achei que estava mais do que na hora de te contatar para agradecer.

Então,muito obrigada pela tua disponibilidade e generosidade!


Outra coisa importante: encontrei alguns gatos durante nossos passeios, e fiz uma seleção dos mais charmosos para dividir contigo. Em Londres e em Paris eles estavam mais tímidos. Em Versailles, persegui um gato preto pelos jardins, tentado capturar uma pose entre os arbustos, mas ele não me deu bola. Os gatos portugueses estavam mais dispostos a um contato, então as fotos ficaram mais bacanas.

Na subida para o Castelo de Sao Jorge, paramos em um terraço, para observar o lugar conhecido como encosta das três igrejas, mas alem da linda vista, um gatinho brincando na janela de um sobrado chamou nossa atenção. Adoro gatos pretos!


Quando entramos no Castelo, para nossa surpresa, a recepção era feita por uma turma de felinos. Teve um que se postou ao lado da placa indicativa e a foto ficou um charme.


Em Óbidos, um filhote mais arisco nos deixou registrar seu “banho”.


Espero que você goste das fotos. Meu marido, a certa altura da viagem, já me chamava quando via um gato e comentava: “esse merece ir para o Gatos de Viagem?”.

Da Irlanda, prometo enviar alguns gatos e janelas!

Um grande abraço,

Diva Bombassaro

O que eu vi por aí do legado de Niemeyer

06 de dezembro de 2012 0

Não conheço muito da obra do Niemeyer. Gosto muito das ideias, talvez mais do que das obras.

Mas admirei todas as que eu tive oportunidade de conhecer ao longo dos anos.

Elas aparecem, aqui, na minha ordem cronológica, a da visitação:


Farão falta as obras, as ideias, o homem.


Para conhecer Lisboa usando bicicleta

04 de dezembro de 2012 0

Nunca consegui usar bicicleta numa cidade grande. Tenho medo do trânsito. E, como moro numa cidade grande, devo ser o caso único de alguém que desaprendeu a andar de bicicleta.

Mas morro de vontade. Já aluguei bicicleta pra outras pessoas andarem e me contentei em vê-las se divertindo e se movendo pela cidade assim.

As opções, pra sorte de todos, crescem cada vez mais. Ganha pontos a cidade que oferecer mais pistas, mais bicicletas, mais facilidades!

LISBOA anda se vendendo como um destino com muito a oferecer para ciclistas, como rotas, pistas urbanas e ciclovias, para quem quer conhecer as principais atrações da capital portuguesa sobre duas rodas.

Como atrativos, há um serviço que interliga as ciclovias ao transporte público, permitindo a circulação das bikes gratuitamente, e aluguel de bikes.

As sugestões de passeios dadas pelo Visit Lisboa:

  • O trajeto que começa no bairro do Belém e vai até o Cais do Sodré. Neste caminho, os esportistas irão fazer uma viagem no tempo e conhecer alguns dos locais que fazem parte da história da cidade, como o Mosteiro dos Jerônimos e a Torre de Belém.

  • A pista do Parque das Nações, onde os visitantes irão realizar um percurso descontraído, passando pelo Pavilhão de Portugal e o Oceanário, que é reconhecido como um dos maiores aquários do mundo.

  • O Parque Florestal de Monsanto. O lugar, que possui uma extensão de 42 quilômetros, tem diversas pistas e outros itinerários destinados a todos os tipos de bicicleta. Ao mesmo tempo, os mais aventureiros também poderão seguir de trem da estação do Cais do Sodré até a região de Cascais e, quem preferir ir mais adiante, poderá percorrer a ciclovia Marginal em direção à praia do Guincho.