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Posts na categoria "Colônia do Sacramento"

Para quem não tem pressa, Lentas Maravillas, em Colônia de Sacramento, no Uruguai

01 de junho de 2015 0

Lentas Maravillas

Esse post faz jus ao seu título e ao título da cafeteria (não sei exatamente se essa seria a classificação) que visitei em Colônia do Sacramento, no Uruguai.

É que faz muito tempo que estive ali – três anos, para ser exata.

Andei revirando caixas (de verdade) e arquivos de fotos e encontrei anotações e imagens sobre o Lentas Maravillas.

Apesar de fazer bastante tempo, me transportei para lá, para uma tarde nublada naquela cidade onde preciso voltar.

Como é época em que os gaúchos começam a se movimentar para as bandas do Uruguai, achei legal trazer a dica.

O Lentas Maravillas fica próximo ao Rio da Prata (como quase tudo em Colônia, me dirão), na Santa Rita, 61.

O logotipo conta tudo: a lesminha carregando sua casa devagarinho…

Não é que o atendimento seja devagar, nada disso. É que é um lugar para se deixar ficar, sem pressa.

De fora, dá mais a impressão de uma garagem (com aviso na porta pedindo para não estacionar e tudo).

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Lá dentro, há uma sala de estar pequena, com poltronas e livros espalhados por toda parte, com um janelão para o jardim (me constrangi em fotografar e não tenho fotos internas).

Também se pode ficar no jardim, se não fizer muito frio, quase à beira do rio.

A casa oferece café das manhã, brunch, sanduíches e tortas deliciosas.

Eu escolhi uma torta de maçã com café, e, apesar de fazer tempo, posso atestar que era muito boa.

Fiquei de bobeira ali, lendo e observando a vista. Sem pressa, como é para ser.

 

Lugares para ir em 2013

31 de dezembro de 2012 0

Como sempre acho que estou em dívida com tudo e com todos (costumo brincar que ser de origem italiana, ser católica e virginiana me faz carregar muitas das culpas da humanidade…), fui conferir pra ver se havia feito promessas, para mim mesma, de passeios e viagens em 2012.

Não fiz (ôba, menos culpas para carregar em 2013)!

Como sempre, viajei muito menos do que gostaria. Fiz, é verdade, uma pequena viagem que há muito estava nos meus planos. Conheci (aleluia!), finalmente, COLÔNIA DO SACRAMENTO, no Uruguai, que havia virado uma lenda.

Fiz, também, algumas incursões pelo interior gaúcho que há muito queria fazer, e outras pequenas saídas por aí.

Mas, também, como viajante amadora, me dei conta de que quanto menos se planeja e se sonha, menos se faz.

Acho que, nas últimas duas décadas, foi o ano em que menos perambulei por aí. Por circunstâncias também, é verdade, mas muito por falta de planos e sonhos.

Pois encerro 2012 e entro em 2013 com váaaaarios deles. Não vou escrever pra mim mesma, e pra quem lê esse blog, quais os destinos, por que destinos podem mudar (aliás, algumas de minhas melhores viagens foram aquelas em que, no meio do caminho, decidi mudar de rumo).

Mas termino o ano desejando e planejando para que se concretizem minhas viagens. Assim como desejo isso para todos. Viaje no bairro, na cidade, viaje pelo Estado, pelo país, pelo mundo… Ou nos livros, nos filmes, na imaginação… É esse desejo de movimento que me alimenta e me faz mais feliz.

Para encerrar o ano, e começar o novo que vem aí, fotos de coisas que eu adoro: por do sol num porto seguro - o lugar onde me encontro com as pessoas que amo e pra quem desejo um 2013 só de coisas boas!


Para receber turistas, que tal copiar o que é bom?!

27 de dezembro de 2012 0

Como diz um amigo meu, um dia o dia chega.

E a gente está a um ano e meio (era aquela data laaaaá longe, lembra?!) da COPA DO MUNDO, que terá jogos em Porto Alegre e para onde devem vir alguns milhares de turistas.

E sempre que ouço falar em recepção aos turistas, lembro da pequena COLÔNIA DO SACRAMENTO, no Uruguai, que recebe milhões deles.

Sem contar a recepção calorosa das pessoas, sobre as quais já falei mais de uma vez neste blog, me chamou a atenção por lá o BIT (Centro de Boas Vindas, Interpretação e Turismo do Uruguay), inaugurado no final de 2011.

Fica estrategicamente no caminho das pessoas, muito próximo do porto, de onde chega o Buquebus que derrama milhares de pessoas vindas de Buenos Aires.

E fica estrategicamente no caminho de quem chega de ônibus, pois a estação rodoviária também está muito próxima. E de quem chega de carro, já que está numa das entradas da cidade.

Tem informação sobre Colônia e outros pontos do Uruguai, tem café, tem espaços com história da cidade, artesanato…

E, além de muitas formas interativas de dar dicas e contar a história da cidade e do país, tem outras tradicionais e não menos divertidas, como essa abaixo!


Lugarzinho especial, em Colônia do Sacramento

11 de setembro de 2012 2

Alguns lugares são especiais e muitas vezes a gente não sabe nem explicar o motivo. Não é apenas uma coisa que os define, são várias.

Eu elegi o BUEN SUSPIRO, em Colônia do Sacramento, no URUGUAI, como um dos restaurantes mais queridos que eu conheci nos últimos tempos.

A bem da verdade, não é um restaurante. No menu há “picadas de quesos”, uma seleção dos famosos queijos locais, algumas sopas, doces e tortas.

Nas duas portinhas do Buen Suspiro, um lado é um pequeno armazém, onde se podem comprar queijos, vinhos, geléias etc. Há umas poucas mesas no interior, para degustação dos produtos. E outras poucas na área externa, que se pode alcançar pela outra porta, que foi onde eu escolhi ficar.

No cair da tarde, o pequeno pátio se ilumina com velas e lampiões.

Os queijos são deliciosos (se quiser saber como são as tábuas, clique aqui e veja o menu), o vinho tannat nunca decepciona, os pães vêm quentes e acompanhados de geléias de pimenta e, para completar o clima, música agradável e atendimento correto.

O risco que corre quem visita a cidade apressado é o de não passar por ali e não enxergar as portinhas pequenas da Calle de los Suspiros, que fica bem no centro do centro histórico.

Aponte no mapa logo na chegada, pra não deixar de ir. E eu, óbvio, percebi o gato na janela.

Um cartão-postal no Uruguai

01 de agosto de 2012 0

Essa beira do RIO DA PRATA, em Colônia do Sacramento, rende imagens lindas.

Quem mandou essa abaixo, para a seção CARTÃO-POSTAL, foi a Elaine Giovanaz, de Lajeado.

Com a foto, veio um recadinho:

Rosane!

“Sou fã do Recortes de Viagem. Por isso te envio, para compartilhar, a bela imagem flagrada em Colônia do Sacramento, no Uruguai, em junho de 2012.

Um forte abraço. Elaine”


À espreita, um gato em Colônia

25 de julho de 2012 0

GATOS DE VIAGEM

Encontrei esse simpático filhote em COLÔNIA DO SACRAMENTO, no Uruguai.

Eu o vi mais de uma vez. Estava sempre ali, com artesãos que montavam seus expositores na praça principal da simpática cidade uruguaia.

Parecia estar à vontade com a circulação permanente de turistas, mas nem por isso deixava de se proteger. Bastava chegar perto para ele usar o cavalete como escudo.

Um restaurante especial em Colônia de Sacramento

15 de junho de 2012 2

Quem costuma ir ao URUGUAI, bordeja pela fronteira ou se satisfaz com as opções de comida uruguaia em Porto Alegre dificilmente não se torna fã da culinária daquele país. Me incluo aí.

Não são muitos os restaurantes na charmosa COLÔNIA DO SACRAMENTO. A maioria deles vale a pena.

Este post é para falar de um só: o LA FLORIDA (Odriozola 215, junto a la Ciudadela).

Tinha lido sobre o La Florida e ficado curiosa. A pessoa que falava dele sequer tinha comido ali. Só tinha visto. E gostado. Dei de cara com o restaurante em minha primeira incursão pela cidade, enquanto perambulava sem destino pelas ruas de pedra. Atravessei o Portón de Campo e me interessei pelas janelas sem nem ter lido o letreiro que o identificava.

Entrei e me acomodei quando mal havia aberto para o almoço. A primeira cliente. Escolhi uma mesa na janela, destaquei do cardápio o “ojo de bife” acompanhado de batatas e espinafre. O calor levou à opção pelo vinho branco. Fiquei além do necessário, desfrutando da comida, da música e da atmosfera, quebrada por um grupo de turistas que, como eu, também ouvira falar bem do restaurante.

Fiz a refeição com entrada, prato principal, vinho e café por cerca de R$ 70. Atenção: o restaurante não aceita cartões de crédito.

Gravei, amadoristicamente, uns segundos de um vídeo, só para captar um pouco daquela atmosfera.

Em viagem, cenas de solidão

11 de junho de 2012 4

Talvez por ter viajado sozinha nas últimas férias, fiquei mais atenta ao que chamei de “cenas de solidão”.

Não necessariamente pessoas sozinhas, mas objetos, lugares, cenários me transmitiam sensações de solidão.

Curioso é que não sinto a palavra apenas com conotação negativa, que é só com o que deparo.

Queria algo que transmitisse essa ideia para para acompanhar minhas fotos, tiradas em Colônia do Sacramento, no Uruguai… Não encontrei.


E de tudo que li, do que eu mais gostei foi um trecho de um poema de CLARICE LISPECTOR, que pede coragem para enfrentar a solidão.

Meu Deus, me dê a coragem

(…)

Faça com que a solidão não me destrua.

Faça com que minha solidão me sirva de companhia.

Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar.

Faça com que eu saiba ficar com o nada

E mesmo assim me sentir

Como se estivesse plena de tudo.

(…)


E a Miriam, que deixou um comentário no post, lembrou de uma música que fala de solidão de um jeito muito bonito, como em geral é a obra do uruguaio Jorge Drexler. Seguem letra e música:


Soledad

Jorge Drexler


Soledad,

Aqui están mis credenciales,

Vengo llamando a tu puerta

Desde hace un tiempo,

Creo que pasaremos juntos temporales,

Propongo que tú y yo nos vayamos conociendo.

Aquí estoy,

Te traigo mis cicatrices,

Palabras sobre papel pentagramado,

No te fijes mucho en lo que dicen,

Me encontrarás

En cada cosa que he callado.

Ya pasó,

Ya he dejado que se empañe

La ilusión de que vivir es indoloro.

Que raro que seas tú

Quien me acompañe, soledad,

A mi que nunca supe bien

Cómo estar solo.



E minha colega Cláudia Laitano, depois de ver este post no Facebook, ficou intrigada com uma coincidência: logo após o meu estava lá um outro post, com um poema sobre solidão do uruguaio Mario Benedetti… E me mandou o link. Reproduzo o texto e uma leitura dele, que é linda.


Hablo de tu soledad

Hablo de tu infinita soledad

dijo el fulano

quisiera entrar al saco de tu memoria

apoderarme de ella

desmantelarla desmentirla

despojarla de su último reducto.

Tu soledad me abruma/ me alucina

dijo el fulano con dulzura

quisiera que en las noches me añorara

que me echara de menos

me recibiera a solas.

Pero sucede que/

dijo calmosamente la mengana/

si tu bendita soledad

se funde con la mía

ya no sabré si soy en vos

o vos terminás siéndome.

¿Cuál de los dos será

después de todo

mi soledad legítima?.

Mirándose a los ojos

como si perdonaran

perdonarse

adiós

dijo el fulano;

y la mengana

adiós.


E, enfim, a (minha) Colônia do Sacramento

21 de maio de 2012 2

Não consegui contabilizar por que o blog, lá pelas tantas, perdeu a classificação das postagens mais antigas.

Mas há muitos e muitos posts nos meus Recortes de Viagem sobre Colônia do Sacramento.

Nunca havia ido e já tinha sido promessa de viagem do ano passado, reprometida para 2012.

Enfim, cheguei. Cheguei num dia de outono à tardinha. E ela não me decepcionou. O primeiro encontro!? Arrebatador! Quer ver?

Colônia fica a 177 quilômetros de Montevidéu, a capital uruguaia.

Há várias formas de se chegar até lá, mas vou contar como foi o meu jeito, bem fácil:

  • Tomei um voo de Porto Alegre, que tem duração de 1h15min (fui pela Gol, mas TAM, Pluna e Aerolíneas Argentinas também fazem o trajeto), para Montevidéu.
  • Do aeroporto de Carrasco, fui em táxi ao Terminal Tres Cruces, o terminal rodoviário, um roteirinho de meia hora.
  • Dali, um ônibus da COT me deixou no terminal de Colônia em pouco mais de duas horas (ônibus relativamente confortável, em estrada quase toda duplicada e em boas condições).

Fiquei na cidade quatro dias, o que causou certo espanto a mais de uma pessoa (gente da cidade): um “montón”! Até dava para entender a surpresa. É que Colônia é pequenininha, especialmente o centro histórico. São pouco mais de 25 mil habitantes e, aparentemente, não muitas atrações. A maioria dos visitantes vem pelo Buquebus, que cruza o Rio da Prata, desde Buenos Aires, em 50 minutos, para em geral passar apenas o dia. Ou vem para o final de semana. Por isso os quatro dias pareciam uma eternidade. Para eles. Para mim, não foram.

Colônia é daqueles lugares em que o tempo é valorizado. O muito e o pouco tempo. Quando éramos adolescentes, um dos meus irmãos dizia que acordava cedo para ficar mais tempo sem fazer nada. Parece desperdício, mas tem lá sua sabedoria. Eu acordava cedo, em Colônia, para ver o dia passar.

Num desses dias, sentei em um banco do Muelle Viejo, o mesmo lugar da foto acima, para esperar o pôr do sol. Podia ter chegado minutos antes, como ouvi de uma pessoa (o sol, segundo ela, teria seu ocaso exatamente às 17h45min). Mas compareci mais de duas horas antes disso. Sentei ali com um livro, me enrolei em uma manta e fiquei, observando as pessoas, o dia que ia embora, os barcos, o movimento do rio… Não desperdicei um só momento.


A Colônia que eu imaginava era exatamente essa. Antes descrita por outros, agora vista por mim. Vou falar ainda muito sobre ela.

***

P.S.: estou retornando de férias hoje, depois de 20 dias reconfortantes. Não foram muitas as peripécias. O vizinho Uruguai, o destino mais longínquo. Ainda assim, voltei com muitos recortes!

Vendo a vida passar em Colônia de Sacramento

10 de maio de 2012 0

Muito tempo atrás, inspirada por outra leitora, a Luciana Diedrich encontrou um destino e um “elemento” que ela também tinha fotografado. Me refiro à seção GATOS DE VIAGEM, que tem começo, mas não tem fim.

Luciana escreveu e mandou fotos:

“Lendo o seu blog esse final de semana, não resisti em lhe enviar as fotos de mais um gato de viagem, e veja só, no mesmo local onde outra leitora enviou: Colônia de Sacramento!

Vou aproveitar e falar um pouquinho dessa cidade tão próxima de Montevideo, a capital uruguaia (entre 1h15min e 1h30min de carro), charmosa por sua arquitetura que mistura dois estilos europeus: o de Portugal e o de Espanha, pois este local desde que foi descoberto (em meados de 1500, assim como o Brasil) foi palco de muitas disputas entre ambos os países no domínio destas terras.

O local é ideal para uma boa caminhada com algumas paradas para fotos ou simplesmente uma pausa para apreciar as paisagens, que são muitas!

Fica a dica de passeio tão perto de nós, gaúchos, e que nos remete aos tempos da escola. Afinal, quem nunca ouviu falar em alguma aula de História sobre Colonia, não é?

Um abraço, Luciana”


















Em Punta e Colônia de Sacramento

05 de novembro de 2011 0

GATOS DE VIAGEM

Esses vêm de Punta del Este e de Colônia de Sacramento (não pergunte se eu fui, por favor!!!).

Os gatos abaixo foram fotografados pela Natália Zimmermann, leitora do blog que mandou as fotos e o recado abaixo:

“Olá Rosane, adoro o blog e também adoro gatos, o que me faz uma apaixonada pela seção Gatos de Viagem!

Em recente e encantadora viagem ao Uruguai não resisti a estes bichanos. Um deles (o preto com branco) muito simpático na Casa Pueblo, em Punta Del Este, parecia até a inspiração do artista Vilaró, já que em muitas de suas obras ele retrata gatos.

Procurava a mim e a meu namorado Juliano (que aparece em uma das fotos) pedindo por mais e mais carinho.

Outro, com cara de poucos amigos, apreciava o lindo por do sol de Colônia de Sacramento.

Um abraço. Natália”


Colônia de Sacramento, para ver com calma

01 de julho de 2010 3

Tudo bem, eu sei que tá virando lenda, mas o que eu posso fazer se não consigo chegar a Colônia de Sacramento?!

Todas as pessoas que eu conheço vão, menos eu!! Será que um dia chegarei lá? Tão perto, tão longe…

Por enquanto, me satisfaço com descrições bacanas e fotos melhores ainda, como essas enviadas pelo meu colega jornalista Vagner Benites. Leia abaixo o que ele conta:

“Já faz um tempo que voltei das férias, mas lendo o teu blog esses dias lembrei de te escrever sobre Colônia do Sacramento. Em março passei duas semanas em Buenos Aires e, para fazer um legítimo programa portenho, não pude deixar de ir até a cidadezinha do outro lado do Rio da Prata. Fiz o mesmo passeio de morador, fui e voltei no mesmo dia de barco.

Lembrei da tua vontade de conhecer a cidade, ou melhor, de seguir de carro até lá. Já devem ter te dito, mas reafirmo que a cidade é realmente encantadora.

O que mais chama a atenção, pelo menos a minha, foi o contraste. Em uma ou três horas (dependendo do barco que se toma) você realmente atravessa o mundo. De um lado a agitada metrópole argentina; do outro, a absoluta tranquilidade uruguaia. Não é mesmo de estranhar que, quando pensam em descanso, os argentinos tomem o rumo de Colônia. Os parques de Buenos Aires são incríveis, mas não dá para comparar com a paz da cidade uruguaia.

Você pode perfeitamente fazer o passeio em um dia. A cidade é pequena, e a área histórica pode, e deve, ser percorrida a pé. Ainda dá para optar por fazer um city tour de 45 minutos que leva o turista pelos 5 quilômetros da orla e à antiga Arena das Touradas, mas também se pode alugar uma bicicleta e fazer o trajeto. As ruas de Colônia são tranquilas, e o uruguaio é muito receptivo.

Se você gosta de história, a viagem ganha ainda mais. Não há como não ficar emocionado em reconhecer um pouco da formação do nosso país andando pela área antiga, onde algumas ruas foram preservadas e mantêm a arquitetura portuguesa da época da fundação, em 1680.

Mesmo que todo o caminho posso ser percorrido em pouco tempo, ir a Colônia é um convite para apreciar a história e também dar uma pausa no ritmo. É incrível, é uma paz observar as pessoas e também a imensidão do Rio da Prata.

Pra fechar com tudo, ainda fui contemplado com esse pôr-do-sol na hora de voltar. Definitivamente, não tinha como não gostar.”