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Posts de maio 2007

!!!

30 de maio de 2007 0

A banda californiana chk chk chk/Divulgação
 

 

Banda do dia no Remix é o !!! (Chk Chk Chk)

 

Os caras estão comandando o %22verão dançante%22 no hemisfério norte com o álbum Myth Takes.

 

Na seqüência, três músicas do CD: 

 

 

Heart of Hearts:

 

Must Be the Moon:

 

Yadnus, que já publiquei aqui no blog. A versão aí é da passagem e som (imagina o que não foi com a platéia):

 

 

Postado por Grazi

Uma vida sem Jeff Buckley

29 de maio de 2007 3

capa da coletânea que acabou de ser lançada/Divulgação

 Though it%27s my time coming,

I%27m not afraid, afraid to die

My fading voice sings of love,

But she cries to the clicking of time,

Of time

 

Dia 29 de maio de 1997 Jeff Buckley morreu afogado no Wolf river, um afluente do Mississipi... Dez anos!

 

Ele estava na região para gravar o sucessor de Grace, primeiro e único álbum oficial lançado enquanto estava vivo.

Um amigo conta que Jeff tinha um encontro com a banda, mas parou no caminho para nadar.

Ele cantarolava Whole Lotta Love e então desapareceu, levado pela corrente. Que morte!

Sua música e sua voz comovente me encontraram depois.

E eu me pergunto...onde estava nesse dia em 1995 que não tinha vendido tudo só para ver esse cara cantando Grace ao vivo?

Ou o cover definitivo de Hallelujah:

E canção perfeita para juntar os pedaços de um coração:

 

 

Postado por Grazi

Som do Dia

27 de maio de 2007 3

Battles/Warp Records

Battles é um supergrupo de math rock. Seu baterista, o ex-Helmet John Stanier, é um velho conhecido dos gaúchos (alguém aí lembra daquele show antológico do Helmet no festival M2000 - verão de 93, na praia de Araçá, em Capão da Canoa )

Os colegas de banda não são menos notáveis: os guitarristas Ian Williams (ex-Don Caballero) e Dave Konopka, e o vocalista - guitarrista - tecladista Tyondai Braxton (filho do jazzista Anthony Braxton)

Eu fiquei muito impressionada a primeira vez que ouvi isso:

 

 

 

O nome da música é Atlas e está rolando desde o final de fevereiro como teaser para o CD dos Caras. O álbum, com o nome na pilha do clipe, chama-se Mirrored. Saiu finalmente na terça-feira e todas as músicas estão liberadas no My Space

Postado por Grazie

Música Desenhada

26 de maio de 2007 0

 Flu, acompanhado de Benjão e Marcelo Callado e Allan Sieber, acompanhado de mesa de luz, folhas brancas e caneta

 O show rolou no Rio de Janeiro, dentro do projeto Multiplicidade Imagem, Som, Inusitados

 

Tem mais Flu no MySpace

Postado por Grazi

Indie Caipira

25 de maio de 2007 0

Peterson, Rony, Leandro e Igor/Divulgação

  Os guris aí do lado são da banda paranaense Charme Chulo. No meio da variada cena local eles se destacam pela mistura de rock com música regional.

  Sábado eles tocam pela primeira vez em Porto Alegre, no Garagem Hermética.

  As atividades começaram em 2003, quando os primos roqueiros Leandro e Igor sentiram falta desse sotaque no som que estavam fazendo. A banda gravou um EP, caiu na estrada e, depois de algumas trocas na cozinha, fechou a formação com o baterista Rony (que já tocava na cena punk de Curitiba) e o baixista Peterson.

  Por aqui eles chegam com o primeiro Cd, lançado em março, pelo selo paulista Volume 1.

  Na seqüência os links para conferir o som e o papo que tive por e-mail com o guitarrista Leandro:

www.charmechulo.com.br

www.myspace.com/charmechulo

 

De quem foi essa idéia de misturar pós punk, britpop, música caipira e música gauchesca? falando nisso, o que inspira vocês?

Essa idéia surgiu quando eu e o Igor criamos a banda, eu lembro que estávamos nessa angustia de fazer um som que nos completasse de verdade e que valesse a pena - não queríamos fazer apenas rock.

Um dia escutamos uma moda de viola do Tião Carreiro e pensamos %22nossa, nossos avós escutam isso%22. O Paraná tem muito de música caipira e também do regionalismo sulista, então acrescentamos esse lado no nosso som. Na verdade o rock não é brasileiro e nunca vai ser, só tentamos deixar ele mais simpático.

Fomos atrás da música caipira de raiz e temos inspiração tanto desses artistas quanto das pessoas que encontramos nas ruas, pessoas que não curtem Cinema Cult nem rock moderno, o Brasil é uma loucura.

O que vem primeiro, letra ou instrumental?

O Igor sempre fala que começou a tocar pelo interesse nas letras, acho que o rock atual carece dessa preocupação. No charme chulo letra e som são igualmente importantes, mas no processo de composição normalmente o instrumental ou o riff vem primeiro. Na verdade sempre estamos criando títulos e temas para futuras músicas, então quando criamos uma base normalmente temos uma letra ou um clima para ela.

Tem muita banda que nasce dessa idéia de misturar regionalismo com rock - com um foco na piada ou então pra afirmar uma identidade cultural. O que foi que fez vocês buscarem essa mistura? Quando decidiram colocar a viola caipira no som do grupo?

A viola caipira é um instrumento muito significativo na cultura brasileira, eu acho que a figura do caipira é muito injustiçada, a mídia promove muito o samba com o ritmo nacional, mas esquece da força da música caipira, sem falar do sertanejo pop brega que movimenta milhões por ai.

Eu acho que também é um pouco de resistência da nossa parte, mas o que vemos normalmente é que as pessoas fazem uma mistura complicada e normalmente soa com algo experimental e difícil de se ouvir.

O Charme Chulo procura fazer isso de uma maneira Pop, a viola caipira é apenas uma segunda guitarra na banda, acho que ela se destaca naturalmente por ser um instrumento que não faz parte do rock clássico, mas nossa intenção não é promover o instrumento em si e sim deixar o nosso som mais próximo das pessoas que vemos nas ruas.

O Paraná está com várias bandas fortes no underground (e bem diferentes) como Terminal Guadalupe, Poléxia, Bonde do Rolê e os quase gaúchos Faichecleres. O que tem mais rolando por lá para recomendar?

Curitiba tem muitas bandas legais e bem diferentes mesmo, é engraçado a relação de Curitiba com o Paraná. Poucos grupos conseguem tocar em várias cidades paranaenses, somos amigos da VI geração da família Palim do norte da turquia, uma banda de Maringá muito bacana. Essas bandas que você citou estão todas indo muito bem, citaria também de Curitiba, Mordida, Ruído mm, Anacrônica e Heitor e banda gentileza.

Acho que estamos num momento legal porque vejo muita gente querendo promover as bandas daqui e abrir espaço para shows independentes no estado. Aho realmente que o Paraná tem cidades grandes que estão sendo mal aproveitadas pra tocar. O Charme Chulo só tocou em 3 cidades do interior até agora, mas queremos fazer mais.

Vocês acabaram de lançar o cd por um selo independente. Qual o próximo passo do Charme Chulo?

Estamos fazendo o maior numero de shows possíveis, nesse momento estamos em pleno processo de divulgação inicial do disco. Temos um clipe pra gravar, adesivos e camisetas pra fazer e espero que um publico legal pra conquistar. Diria que o próximo passo mesmo do charme chulo é levar o nosso som para quem estiver disposto a ouvir rsrs

 

 

CHARME CHULO

Show de lançamento do CD

Abertura Wonkavision

Quando: Sábado, 26 de maio, 23h

Onde: Garagem Hermética (Rua Barros Cassal, 386 - Porto Alegre/RS)

Quanto: R$ 10

 

Postado por Grazi

Vazou

25 de maio de 2007 0

Capa do novo CD do QOTSA/Divulgação
 

Era Vulgaris, novo álbum do Queens Of The Stone Age que era pra chegar só dia 12 de maio já é do mundo. 

Josh Homme, o ruivo preferido da ala feminina do blog, deve estar querendo matar a criatura que fez a cópia de Era Vulgaris pra jogar na rede (se é que isso não faz parte auê dos caras pra promover o CD)

 

 

 

 

Essa semana saiu o clip do primeiro single, Sick Sick Sick:

Postado por Grazie

Burburinho

24 de maio de 2007 0

Depois de enluquer na festa Orgasmo – dica que a Grazi deu aí embaixo para o findi –, quem quiser dar uma relaxada no domingão sem ficar em casa curtindo o Fantástico, pode conferir a minha dica para o findi: o primeiro PECHA KUCHA NIGHT em Porto Alegre.

Já prevendo o seu %22Pecha Kucha o que?!%22, o Cardoso, organizador da patuscada ao lado do Paulo Scott, já mandou uma explicação sob medida:

 

%22Pecha Kucha é um evento que acontece em mais de 60 cidades em todos os continentes desde 2003. Durante 6 minutos e 40 segundos, cada convidado (ou grupo convidado) apresenta 20 imagens, que ficam expostas em um telão durante 20 segundos, cada. A exibição pode ser acompanhada de uma trilha sonora, mas o convidado pode fazer o que quiser: tocar um instrumento, recitar textos, fazer performances, ficar em silêncio ou falar sobre seus projetos. Tudo é permitido dentro do tempo estipulado. A cada noite acontecem, no máximo, 14 apresentações. A Pecha Kucha Night foi criada em 2003 por Astrid Klein e Mark Dytham, de um estúdio de arquitetura e design de Tóquio, no Japão. A idéia era criar um espaço para que jovens designers e arquitetos se encontrassem, trocassem idéias e mostrassem seu trabalho a uma platéia de uma forma divertida, inteligente e criativa. O nome, Pecha Kucha, vem da expressão japonesa para o som que é produzido durante uma conversa – o popular burburinho.%22

 

A explicação é boa, mas o nome continua parecendo estranho, não? Não importa, te vejo lá no OX (João Telles, 570), neste domingo, às 20h20min, a 5 pilas.

Postado por gabriel brust

Nobreza (co)manda

24 de maio de 2007 8

Noblesse Oblige/Divulgação
Como combinado da coluna de hoje, os primeiros cinco com nome completo nos comentários deste post ganham entrada liberada na edição de dois anos da Festa Orgasmo, que rola sábado, no Cabaret do Beco.

A atração internacional da festa é  duo franco-germânico Noblesse Oblige, que vem mostrar seu álbum de 2006 Privilege Entails - as músicas Bitch e Daddy (Don%27t Touch Me) são hit no underground europeu

ORGASMO%27S BIRTHDAY PARTY presents NOBLESSE OBLIGE

DJ Sets: Fabilipo (Rebel/Vegas-SP) - Schutz - E-Flux - Machuca

Quando: sábado, 26 de maio, 23h

Onde: Cabaret do Beco, Independência, 590 - Porto Alegre

www.beco203.com.br

 

 

Postado por Grazi

Rodada para encerrar o dia

17 de maio de 2007 0

Polyphonic Spree/Divulgação

Preview do novo álbum no site da banda Polyphonic Spree. A música nova para download chama-se Running Away, e vai estar em The Fragile Army. O CD sai oficialmente dia 16 de junho.

Além da música nova, tem um cover de Nirvana em stream no My Space. Já sacaram pela foto aí do lado que eles largaram as batas e agora atacam de farda.

 

 

O vídeo, dirigido feito pelo mineiro Macau Amaral, foi gravado em SP, na cozinha de Joana C-4, vocalista da banda paulista Biônica

 

  •  Tem música nova da Madonna para download.

 Hey you, está por tempo limitado no Live Earth%27s website.

 

  •  Eu não consigo pensar no Frodo fazendo o papel do Iggy Pop em um filme... 

Só se for piada.

Até fiz uma montagem tosca para tentar visualizar melhor e coloquei aí na galeria do final do post para comparação de vocês... Hum...não, não rola!

 

Já tá assustado agora o pobre Frodo

Postado por Grazi

Hang the blessed DJ!

17 de maio de 2007 0

Andy Rourke/Divulgação

Baixista Andy Rourke vem a Porto Alegre mostrar seus dotes de DJ na festa Hype!?, do Cabaret do Beco.

Peça-chave da banda The Smiths, Rourke agora anda se divertindo animando festas em diferentes lugares do mundo. Depois de enfrentar problemas com drogas, sair da banda uma vez e voltar, e ainda tocar com gente como Sinéad O%27Connor, Killing Joke e Pretenders, aos 43 anos o baixista literalmente baixou o topete. Hoje se divide entre a discotecagem,a rádio britânica Xfm e a colaboração com o trio Freebass, com Peter Hook (New Order) e Mani (ex-Stone Roses). Além disso, ele toca o projeto beneficente Manchester vs. Cancer – que proporcionou o encontro dele com o ex-colega de Smiths Johnny Marr, no ano passado.

De folga em Phoenix, Arizona, em meio a uma turnê americana, Rourke falou com por telefone com o colega Luis Bíssigo aqui da Zero Hora:

É sua primeira vez no Brasil?

Andy Rourke – Sim. Fui à Argentina há uns seis meses, em um festival em que o Ian Brown e o New Order também tocaram. Mas nunca fui ao Brasil, estou na expectativa.

Você tem viajado mais como DJ ou como músico?

Rourke – Essa coisa de DJ pintou meio por acidente. Não considero minha principal ocupação, embora esteja rolando. Eu comecei discotecando uma ou duas vezes por ano em um clube, aí um agente começou a agendar mais festas, de repente tinha um outro agente nos Estados Unidos, foi meio bola de neve. Faço a minha parte, é legal, conheço gente nova e viajo pelo mundo.

É muito diferente de fazer um show como músico?

Rourke – Não. É só um meio diferente. Acho desafiador encarar uma pista de dança e escolher um disco para tocar. Gosto desse desafio, e de ver as pessoas se divertirem.

E quais são suas bandas favoritas entre as novas?

Rourke – Gosto muito dos Arctic Monkeys, e também dos Kaiser Chiefs. E tem uma série de bandas novas legais em Manchester, como o Polytechnic e o Cherry Ghost.

O rock dos anos 1980, pelo menos aqui no Brasil, tornou-se objeto de culto. Você percebe a influência dos Smiths no rock feito hoje?

Rourke – Você pode ouvir isso em certas bandas. Acho que no Kaiser Chiefs, por exemplo, o vocal e as melodias lembram o Morrissey. E um pouco também em outras bandas, como os Shins e os Arctic Monkeys também têm semelhanças. E isso é ótimo, é um sinal de respeito.

Quando vocês começaram, tinham idéia de que poderiam se tornar tão influentes?

Rourke – Não acho que a gente estivesse preocupado na época. Seria difícil prever o que ia acontecer. Sabíamos que tínhamos algo muito especial, mas não pensávamos que seria algo que, 20 anos depois, alguém de 20 anos ia procurar.

Seria muito diferente começar uma banda hoje do que era naquele tempo?

Rourke – Sim. Todo mundo tem uma banda hoje, e é mais fácil comprar equipamentos para gravar, então você pode fazer um disco no seu quarto. Quando começamos, havia quatro ou cinco gravadoras, em Manchester eram umas 10 bandas para um ou dois estúdios de ensaio. Agora, deve haver umas 250 bandas em Manchester. E agora tem os downloads, você pode baixar as coisas da Internet, e as gravadoras estão em pânico, porque as bandas novas meio que não precisam mais delas. E com o MySpace, mais ainda. Aí pode acontecer como foi com a Lilly Allen, que nem tinha disco e chegou ao primeiro lugar.

E o que você acha da música na Internet? Você usa a Internet para consumir música?

Rourke – Eu acho ótimo, mas não tenho certeza se é legal as pessoas baixarem coisas sem pagar por elas. Mas mais pelas bandas, não pelas gravadoras. Eu até já fiz isso, uma vez ou outra, mas prefiro pagar sempre que possível.

E o projeto Manchester vs Cancer vai ter continuidade?

Rourke – Sim, vamos fazer shows anuais, trazendo artistas dos Estados Unidos, da Suécia e até do Japão. Vamos fazer discos, também, mas o principal é o show em Manchester, todo ano.

E como foi tocar com o Johnny Marr ano passado?

Rourke – Foi fantástico, um ótimo momento, bastante emocionante para nós dois, acho, e também foi muito divertido. E a platéia ficou enlouquecida.

Há alguma chance de vocês quatro voltarem a tocar juntos?

Rourke – Eu não teria problemas para isso. Mas o Johnny está bem ocupado com o Modest Mouse, o Morrissey tem a carreira solo, e ainda há problemas entre o Mike (Mike Joyce, baterista dos Smiths, que processou o vocalista) e o Morrissey. Então, eu não apostaria minhas fichas nisso. Mas eu nunca digo nunca, você nunca sabe o que pode acontecer.

Como era o trabalho criativo dentro da banda?

Rourke – Era um processo bem natural, orgânico. Eu e o Johnny tocávamos juntos há bastante tempo, e éramos grandes amigos, já sabíamos o que esperar um do outro, e tocávamos muito bem juntos, um complementava o outro. Então, não havia muito o que pensar, era chegar e tocar, e assim as músicas aconteciam. Basicamente, criávamos a música primeiro, e depois o Morrissey completava. Foi assim que fizemos a maioria das gravações, funcionava.

Qual seu disco favorito dos Smiths?

Rourke – Seria uma cruza do The Queen Is Dead e do Strangeways. O Strangeways porque, musicalmente, acho que amadurecemos ali, e a qualidade das músicas era muito boa. E o Queen Is Dead, pela energia e por canções como There%27s a Light that Never Goes Out. Se pudesse, mesclaria esses dois discos.

Como será seu setlist?

Rourke – Toco coisas desde o tempo dos Rolling Stones até o que rola hoje, tem de tudo. Tem coisas modernas, tem coisas dançantes, tem punk rock, canções para todos. É, basicamente, música que gosto de ouvir. Pode soar egoísta, mas acho que não posso agradar o ambiente se eu não estiver curtindo.

 

 

O QUE: festa Hype!?, com Andy Rourke e DJs Machuca, Schutz, Roger Lerina, Dgdgd e MC Ferla

QUANDO: sexta, a partir das 23h

ONDE: no Cabaret do Beco (Av. Independência, 590)

QUANTO: ingressos a partir de R$ 15. Informações: 3026-2126

Postado por Grazi