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Posts de julho 2008

China`n`Rock

31 de julho de 2008 0

Re-TROS, Rebuilding the Rights of Statues é um dos destaques do indie Chinês

Com mais de 1 bilhão de pessoas, não é de se admirar que a China tenha uma emergente cena alternativa.

É difícil para um ocidental pesquisar bandas quando a maioria dos sites e revistas locais são em mandarim.

Mas no final das contas, sempre tem como descobrir novidades no YouTube e no Myspace:

 

 

 

 

My Little Airport é um duo de  electro-noise-pop formado em Hong Kong por Nicole (vocalista de voz doce) e P (guitarrista e tecladista). www.myspace.com/mylittleairport

 

 

 

 

Lonely China Day (de Beijing) já fez tour pelos EUA, onde foi destaque no festival SXSW. Com influências de Radiohead, os caras fazem rock com efeitos eletrônicos. www.myspace.com/lonelychinaday

 

 

 

Beijing também tem uma cena forte de punk Rock. Uma das bandas mais importantes e “internacionais” é a SUBS. O pontoforte da banda é ovocal gritado, muito bom apesar de eu não entender nada do que eles estão dizendo e os riffs poderosos. www.myspace.com/SUBSBAND

Rebuilding the Rights of Statues são pioneiros na cena pós-punk de Beinjing.Rock dançante com muita influência de Interpol, Gang of Four e Joy Division. www.myspace.com/rebuildingtherightsofstatues

NEW Re-TROS video

Postado por Grazi

Kings of Leon solta teaser para novo álbum

30 de julho de 2008 0

A banda norte-americana Kings of Leon liberou o primeiro single do novo álbum,  Only By The Night, programado para setembro.

Bara baixar, é só entrar lá no site oficial

http://kingsofleon.com

 

Confira o teaser:

 

Postado por Grazi

Lynch em Porto Alegre

30 de julho de 2008 0

O cineasta norte-americano David Lynch, confirmou sua presença no Fronteiras do Pensamento Copesul Braskem, em Porto Alegre, no dia 10 de agosto!

Além de cinema, Lynch vem falar sobre sua Fundação e também sobre meditação e criatividade.

Vou aproveitar a deixa pra indicar uma palestra ótima disponível no canal do You Tube da Universidade de Barkeley:

 

 

A mesma palestra pode ser baixada de grátis no site de webcasts da Universidade pra você colocar no seu mp3

 

Postado por Grazi

Para entrar no clima olímpico

29 de julho de 2008 0

A vinhetinha dos Gorillaz para a cobertura das Olimpíadas.

A música e a animação foram feitas especialmente por Jamie Hewlett and Damon Albarn para a BBC:

Postado por Grazi

Offspring e Foxboro Hot Tubs

28 de julho de 2008 0

Conforme prometido, aí vão os links para ouvir uma amostra do disco novo do The Offspring e do excelente Foxboro Hot Tubs, o projeto paralelo dos caras do Green Day. Leia a matéria sobre eles no Segundo Caderno de hoje, aqui.

Postado por GABRIEL BRUST

Pela Zoropa, parte 2: Glastonbury

28 de julho de 2008 2

Como eu comentei lá no início do primeiro post, o objetivo da viagem quando parti do Brasil no meio de junho era conseguir presenciar a volta do The Verve aos palcos no Glastonbury e pegar qualquer um dos shows do Radiohead na turnê de verão - havia várias datas pela Europa. Acabei encontrando a turma de Thom Yorke no interior da França, mas isso eu conto depois. Por hora, Glastonbury Festival. Lembro de ler desde pirralho sobre o festival que, ao lado do Reading Festival, sempre me pareceu o mais interessante desses milhares que rolam tanto pela Europa quanto pelos Estados Unidos.

 

A escalação deste ano foi polêmica, como eu também contei em matéria que enviei para Zero Hora, por causa da inclusão de Jay Z como o headliner do sábado a noite. Muita gente torceu o nariz por não ser uma atração de rock. Eu confesso que fiquei completamente indiferente à presença do ilustre. Logo no primeiro dia marquei num caderninho o que me interessava ver e, exatamente na mesma hora que o rapper subiria ao palco principal, o Cansei de Ser Sexy estaria incendiando o Park Stage, bem longe dali. Obviamente, comecei a caminhada rumo ao Park Stage assim que Amy Winehouse ensaiou os últimos acordes e não vi nem a sombra de Jay Z. De maneira geral, a imprensa britânica elogiou a apresentação do cara, e quem saiu de otário foi Noel Gallagher. O guitarrista do Oasis tinha dado início à polêmica ao dizer que “no festival dele, Jay Z nunca entraria”. Pois a edição especial da revista Q sobre o festival (que já estava impressa na manhã seguinte, com a resenha de TODOS os shows, num incrível esforço de reportagem) ironizou Noel ao elogiar o show de Jay Z e dizer que “jamais chamaria Noel para organizar um festival”. Confere aí um shot exclusivo do visual bizarro da Lovefoxxx durante o show do CSS:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que mais me impressionou no Glastonbury é a repercussão e a importância que a imprensa britânica dá a ele. Não é apenas mais um festival, mas é O festival de verão para os ingleses. Dos veículos tradicionais, como a BBC, aos tablóides gratuitos do metrô de Londres, tudo é sobre Glastonbury.

Passei dois dias em Londres antes de pegar um trem rumo ao festival e, muito antes da função começar, os tablóides já especulavam o que Amy Winehouse preparava para o festival ou quais celebridades apareceriam por lá. Outra coisa impressionante é que, apesar dessa importância toda, não é tão simples assim chegar a Glastonbury. Não existem ônibus ou trens direto para a cidade. Durante o festival, há uma linha especial de ônibus, mas com poucas passagens, todas esgotadas rapidamente.

Resta ao viajante encarar um trem a preço extorsivo, de Londres até Castel Cary, a estação mais próxima da cidade – que ainda assim fica longe. A sensação ao chegar em Castel Cary é a de estar no meio do nada: trata-se de uma típica estação de interior, com os trilhos e uma casinha no meio do mato. O alívio vem logo: há um ônibus de hora em hora levando, de graça, até a fazenda do festival – que tampouco fica no centro da cidade. Ao saber do ônibus, o pessoal relaxa e as primeiras latinhas de cerveja começaram a ser abertas. Ali já apareceram os primeiros brasileiros que eu encontraria no festival, dois amigos de São Paulo, que estavam prontos para acampar, como a maioria dos milhares de visitantes. Saca aí o clima do bus Castel Cary/Fazenda do Festival e, logo abaixo, a estação Castel Cary lotada, ao final do festival, com a fila para voltar a Londres:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A maioria do público acampa na própria fazenda do festival, e vagas nas poucas pousadas do centro do município são reservadas com meses de antecedência. Já ciente do clima hostil do acampamento (descrito com certo exagero por Lucio Ribeiro), tratei de achar alguma opção que pudesse chamar de cama. De Londres mesmo, telefonei para um centro holístico. Há muitos deles em Glastonbury porque a cidade é considerada mística. Uma senhora de voz doce lamentou muito por me informar que não havia vagas nos quartos, mas, em seguida, honrou a generosidade de seu tom e me ofereceu um colchão no chão de sua “sala de meditação”. Topei na hora, mesmo que, mais uma vez, a um preço extorsivo.

Por fim, o Healing Waters (sim, era esse o nome do lugar) acabou se revelando um excelente local para repor as energias após cada dia de shows e encarar o próximo. O único senão era justamente que ele ficava próximo ao centro da cidade, ou seja, muito distante da fazenda. Me restava sair voando depois do último show para pegar o último ônibus que fazia o trajeto centro/fazenda a 3 pounds.

O centro de Glastonbury revela uma típica cidade do interior da Europa, repleta de construções seculares e preservadas. A cidade é realmente pequena, e os moradores, apesar de já deverem estar acostumados com a invasão anual de lunáticos, parecem mesmo assim se espantar diante daquele povo demandando coisas como “cibercafe”, “casa de câmbio”, etc. Confere aí o visual dos campos de Glastonbury vistos pela janela da “sala de meditação” e, em seguida, o centro da cidade:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas é na fazenda, bem longe do centro e próximo às vacas, que tudo acontece. Não erra quem chama Glastonbury de um Woodstock moderno. De fato, há muito mais do que música por lá, e a maior prova disso é a enorme quantidade de barracas que vendem roupas e acessórios – de discos, praticamente não há. Tentar compor um visual bizarro parece obrigação para todos. Alguns já chegam fantasiados – vale tudo, mas as preferidas são as de animais, como tigre, urso e zebra -, outros acabam se tornando vítimas da moda lá mesmo, onde a maioria das opções – das saias para garotas aos óculos que todo mundo usa - é de inspiração “new rave”, ou seja, oitentista até a medula (medo!). Para não me sentir tão deslocado, acabei aderindo a este Wayfarrer verde-limão aí de baixo. Em seguida, uma vista panorâmica da fauna do festival:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De todos os shows, o que mais me surpreendeu foi mesmo do Raconteurs, no sábado. Num set incrivelmente pegado – tanto ou mais quanto nos discos -, prepararam um clima complicado para Amy subir ao palco. Por sorte, a voz da junkie estava em dia – para variar – e ela segurou a onda legal. No sábado, em um dos vários micropalcos, também gostei muito de Los Campesinos. Outros que fizeram uma baita apresentação foram os anárquicos e dançantes do  Batlle, também no Park Stage, antes do CSS.

No domingo, a temperatura desabou e não foi fácil encarar o frio. Na verdade, estava difícil até eu descobrir que a Carlsberg a 3,5 pounds não era a única opção alcóolica. Havia também uma estranha cerveja com 8% de álcool, quente e sem gás (ou seja, praticamente um vinho) que me ajudou a esperar até o The Verve, que encerraria o festival.

Um dos destaques do domingo foi o divertido show – em clima “família britânica” – de Mark Ronson no palco The Other. Produtor conhecido na terra da rainha – além de compositor de hits como Valerie, gravado por Amy Winehouse -, Ronson fez um show cheio de convidados e acompanhado por sua enorme orquestra. Até cover de Radiohead rolou. Quem deu o ar da graça no show de Ronson também foi Lily Allen, cantando duas músicas – uma delas lendo a letra e, aparentemente, tudo errado, para diversão do público.

Outra ótima apresentação do domingo foi a de Leonard Cohen, no palco principal. Em pleno pôr-do-sol, a interpretação de Hallelujah valeu o dia. Quanto ao Verve, não há muito o que ser dito a não ser que a banda fez exatamente o show que todos esperavam. Emendou um hit no outro, e Richard Ashcroft mostrou uma voz igual ou até melhor do que há 10 anos, quando o grupo parou. O repertório priorizou Urban Hymns, o disco mais conhecido, mas não faltaram pérolas antigas como This is Music e HistoryLove Is Noise fechou o show, acompanhada pelos fogos de artifício anunciando também o fim do festival. Melhor do que acreditar em mim, é conferir o show neste link (em mp3 ou vídeo).

Para encerrar, aí vai um tosquissimo videozinho do caminho que faz o ônibus entre a fazenda do festival e a estação de Castel Cary, filmado no dia seguinte, quando milhares de pessoas tentavam deixar a cidade o mais rápido possível:

 

 

No próximo post: Radiohead e Sigur Ros em Arras, interior da França.

Leia o post número 1 aqui.

 

Postado por GABRIEL BRUST

De Hollywood para Bollywood

25 de julho de 2008 0

 

A atriz israelense Natalie Portman é a estrela do divertido primeiro vídeo de Devendra Banhart para o álbum Smokey Rolls Down Thunder Canyon.

Como vocês sabem, Natalie e Devendra são namorados. No clipe, ela interpreta uma princesa indiana, a Carmensita, título da canção.

 

 

Postado por Grazi

Tarja em Porto Alegre

24 de julho de 2008 0

Tarja Turunen, voz do grupo finlandês Nightwish, se apresentará em Porto Alegre dia 26 de agosto, no bar Opinião.

Tarja vem pela primeira vez ao Brasil como artista-solo, na turnê de divulgação de My Winter Storm, de 2007.

 Para o show no Opinião, além de uma grandiosa produção de palco, os fãs podem esperar sucessos do disco, como I Walk Alone, e também alguns músicas do Nightwish.

 A banda que acompanha a cantora é formada pelos pesos-pesados do rock e do metal Doug Wimbish (baixista do Living Colour), Mike Terrana (um dos mais importantes bateristas do mundo) e Kiko Loureiro (guitarrista do Angra).

 

Serviço

Show: Tarja Turunen

Data: 26 de agosto, terça-feira, às 22h

Onde: Opinião (José do Patrocínio, 824 _ Cidade Baixa)

Preços: Primeiro lote: R$ 50,00

Segundo lote: R$ 60,00

Terceiro lote: R$ 70,00

Pontos de venda:

Trópico (Shoppings Iguatemi, Moinhos, Praia de Belas e Bourbon Ipiranga)

www.opiniaoingressos.com.br

Informações e tele-entrega Opinião: (51) 8401 0104

www.opiniao.com.br

www.opiniaoingressos.com.br

Postado por GB

Zooey Deschanel é uma roqueira indie

18 de julho de 2008 3

 

 

Uma das novas apostas da cena folk-pop norte-americana, She and Him é uma dupla formada pela atriz Zooey Deschanel e pelo músico de country-folk M. Ward.

Vocês devem lembrar dela no cinema como a irmã de William Miller, de Quase Famosos. Ela também está no cinema agora com o novo filme do Night Shyamalan, “Fim dos Tempos“.

Ward, além da carreira solo de sucesso, faz parte da banda Bright Eyes.

Em março, eles lançaram o primeiro álbum, Volume One. As músicas são na maioria de autoria de Zooey, que canta e toca piano e banjo. Ward, fica com a guitarra e assina a produção do disco.

Confira o clip da música Why Do You Let Me Stay Here?

 

 

 

Confira mais músicas da dupla no MySpace.

Postado por Grazi

Metallica mostra a capa do novo álbum

18 de julho de 2008 0

O Metallica divulgou ontem a capa do novo álbum, Death Magnetic.

Não é a capa mais feia dos últimos tempos?

O caixão, cercado por um campo magnético, deveria ser uma referência para a atração que alguns roqueiros têm pela auto-destruição…achei que lembra outro tipo de atração sobre os roqueiros.

Aliás, eles podiam colocar a bandeira dos EUA sobre o caixão, daí ia ficar parecido com a capa do Amorica, do The Black Crowes.

Death Magnet previsto para setembro será lançado simultaneamente  em CD e vinil, e também estará disponível integralmente no game Guitar Hero III: Legends of Rock.

Postado por Grazi