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Posts de outubro 2008

Har Mar Superstar + Katy Perry

30 de outubro de 2008 0

Segue aí a coluna Remix do Segundo Caderno de hoje, com os devidos links para vídeos de Har Mar Superstar e para as fotos de Katy Perry:

 

O próximo presidente dos EUA!

  O gordinho maluco da foto aí ao lado é Har Mar Superstar – mas você pode chamá-lo de o homem que fez o TIM Festival 2008 valer a pena. Trata-se de um dos integrantes da turnê do Neon Neon. No álbum de estréia da banda, Har Mar gravou a faixa Trick for Treat, e então foi convidado a participar da gira pelo mundo. No palco da Marina da Glória, no Rio, Har Mar fez uma performance bizarra, deixando todo mundo de queixo caído.

– Senhoras e senhores, recebam o próximo presidente dos EUA, Har Mar Superstar! – anunciou o vocalista Gruff Rhys.

– E aí, tudo beim? Vamos fazer neneim?! – disparou Har Mar.

Depois do Neon Neon, num gran finale, quando parecia que nada poderia transformar o show do Klaxons numa festa maior, Har Mar subiu ao palco só de sunga, para delírio da mulherada. O americano virou ídolo das bandas de rock alternativas por ter aparecido como dançarino no filme Starsky & Hutch, o que lhe garantiu participações em shows de Strokes, Yeah Yeah Yeahs, Incubus e Red Hot Chili Peppers. Já é meu ídolo eterno. Para ler a cobertura completa do Tim Festival, corre a tela alguns posts mais para baixo...

Confere a performance de Har Mar com o Neon Neon no Tim Festival aí neste vídeo:

 

"Love me for my brains"

 Esse é o apelo que a cantora Katy Perry faz em seu Myspace, na legenda que acompanha a foto aí ao lado:“Me ame por estes meus dois han... cérebros”. Conversei por telefone com a nova garota safada da música pop, na semana passada. Puxada pelo hit I Kissed a Girl, seu álbum de estréia, One of The Boys, está no topo das paradas em dezenas de países, incluindo o Brasil. Vai aí um trecho da conversa:

Remix– Oi Katy, tudo bem? Meu nome é Gabriel, sou jornalista de uma cidade chamada Gay Harbor, no sul do Brasil.

Katy – Sério? Haha. Isso é perfeito!

Remix – Pois é... O seu hit é sobre beijar garotas. Isso está ajudando a vender a música?

Katy – Eu falo sobre uma curiosidade que eu tinha quando era mais jovem. Eu queria saber sobre tudo, sobre como era beijar um garoto, beijar o meu braço ou ficar me beijando no espelho. Beijar garotas virou uma tendência da mídia, mas eu escrevi a música antes da moda.

Remix – E como foi pra você beijar a garota?

Katy – A música não é sobre uma garota específica, é sobre várias que beijei no passado. É sobre a idéia de que uma garota pode ser tão bonita que não importa a sua orientação sexual. Você continua querendo beijá-la.

Ahn, então tá. Continuamos lhe amando por causa do seu par de cérebros, Katy.

  • Para ver o que Katy tem de melhor, clica aqui e aqui.

- Porto Alegre poderá ver hoje, no Cabaret do Beco (Independência, 590), uma parceria que já rodou os clubs mais descolados do mundo: Edu K e Chernobyl (a.k.a. Fredi Endres). O primeiro é membro do cast da gravadora alemã Man Recordings e o segundo está lançando EP pelos selos gringos Potty Mouth e Sweat It Out. Em 2009, a dupla trabalhará junta no novo disco do Bonde do Rolê, banda que foi descoberta por Fredi em 2005.

- E o fíndi modernérrimo terá também o Nokia Trends MobJam@I, no Cabaret, no sábado, com o duo Flosstradamus, vindo direto de uma apresentação no festival Lollapalooza. Os caras misturam breakbeat, mashups e electro. Infelizmente, eu estarei bem longe conferindo REM, Bloc Party e Kaiser Chiefs em Buenos Aires. Conto tudo sobre os shows na volta.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 9

26 de outubro de 2008 1

Gogol Bordello antes de pirar: em seguida ele ficaria quase nu/Divulgação

Me despeço dessa cobertura mais ou menos ao vivo do Tim Festival aqui para o blog do Remix comentando os dois melhores shows de todo o evento.

 

Chega a ser ironia, depois de dois dias blogando, assistindo a muita coisa decepcionante, de repente, aos 45 minutos do segundo tempo, rolam os dois grandes shows do Tim Festival, as duas atrações que fizeram valer o deslocamento de todo mundo que veio até a Marina da Glória, às margens da Baia da Guanabara.

 

Estou falando dos garotos ingleses do Klaxons e do demente novaiorquinho Gogol Bordello. Não tenho outra palavra para descrever Gogol a não ser demente. É uma espécie de Iggi Pop fazendo polca e música folclórica cigana. No palco, entornou muito vinho e se tornou uma besta em chamas, tentando bater em um roadie, enfiando um balde de lata sobre o microfone, entre outras maluquices. O show fez a tenda principal tremer.

 

Na mesma tenda, antes dele, o Klaxons mostrou que não é só mais uma banda de garotos. Que show eletrizante! De fenômeno de internet, a banda agora já pode ser chamada de uma grande banda de rock. A impressão que dá é que esses moleques conseguem ser tudo o que o The Killers quer ser. Diante do palco, o público, principalmente feminino, conhecia todas as letras e pulava de fazer o piso de madeira da tenda subir e descer de forma temerária.

 

O guitarrista Simon Taylor-Davis, mais conhecido por ser o namorado de Luisa Lovefoxxx, do CSS, não se aguentava em pé de bêbado. Uma garota e um garoto, ao final, acabaram invadindo o palco. A empolgação do público me impressionou - acho que ninguém suspeitava que o Klaxons tivesse fãs tão loucos no Brasil. Eles existem e, principalmente por causa deles, o show do Klaxons foi, de fato, o melhor da edição carioca do Tim Festival.

 

Num próximo post, que será feito amanhã, mais tranquilo, do hotel em Copacabana, faço uma avaliação final, em uma linha para cada banda, das principais atrações do Tim Festival.

 

Você também pode ler mais sobre o Tim no Segundo Caderno de segunda-feira. Além da minha cobertura no Rio, também estará lá a cobertura do colega Roger Lerina em São Paulo.

 

Vou ali tentar descansar as pernas e ver se meus ouvidos ainda ouvem algo.

Viva Klaxons. Viva Gogol Bordello.

 

abraço.

 

Klaxons. Crédito: Divulgação

 

 

Gabriel B.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 8

26 de outubro de 2008 3

Bom, ficou para o final, mas aconteceu o grande momento do Tim Festival. Quem achou que este seria o mais morno dos festivais dos últimos anos, teve de repensar tudo diante do incêndio que o Klaxons promoveu no palco da tenda Novas Raves.

 

Em seguida posto sobre o show. Preciso de alguns momentos para raciocinar sobre o que foi essa locomotiva que cruzou o Rio de Janeiro.

 

Por hora, deixo vocês aí com alguns registros que fiz dos fãs do Klaxons, que vieram a carater, cheios de palitinhos de neon, como aqueles que a banda popularizou em seus primeiros shows. Sobrou até pra mim, olha aí:

 

Sente o clima da rapaziada aí de cima: essa turma do Rio foi uma das que ficou grudada na grade o show inteiro. Saca só os óculos feitos de neon. Grandes figuras.

 

Este aí sou eu tentando mostrar para a câmera um dos acessórios que a turma new rave carioca ali de cima me deu: uma mecha de cabelo feita de fibra ótica neon. Infelizmente, ela já estava fraca, e a câmera não registrou.

 

E aí, por fim, um outro acessório que ganhei da gurizada: uma pulseira neon. Esse ainda estava funcionando. Balançou muito durante o show.

 

Volto em seguida.

 

Saty tooned

 

Gabriel B. 

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 7

25 de outubro de 2008 0

Gruff Rhys, do Neon Neon/divulgação

Poucas vezes vi uma apresentação tão divertida quanto a que acabei de ver agora, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Estou falando do show da dupla Neon Neon. Ok, você vai dizer que a minha vida não deve ser muito divertida. Pode até ser. Mas o que se viu na última hora foi o ponto alto do Tim Festival.

 

A dupla, no palco, virou um quinteto, com a participação da gracinha Kate Lê Bom nos baking vocals, mais um baterista. Se fosse apenas o repertório do Neon Neon, que, para quem não conhece, é uma sátira brutal aos anos 80, já seria divertido o suficiente. A banda entra no palco tocando uma introdução instrumental com aqueles teclados-guitarra (na verdade, um controlador de MIDI) que você deve ter visto o Polegar e o Dominó tocando no Show da Xuxa.

 

Daí em diante é só tiração de onda. Assim como o CD de estréia do grupo, o show é todo dedicado à memória do playboy John DeLorean, que desenhou o carro DeLorean – aquele que Marty McFly usa para viajar em De Volta para o Furuto. No telão, o tempo todo imagens de neon dos anos 80 e trechos hilários de filmes de Raquel Welsh (procure no google por este nome para dar umas risadas).

 

O mais fascinante é que, no meio dessa ironia, há, na verdade, um som interessante, um pop criativo e inovador. E mais: a banda se leva a sério, para colaborar com o folclore e com o humor involuntário. Afinal, estamos falando de Gruff Rhys, o vocalista da ótima banda galesa Super Furry Animals.

 

Mas eu dizia que o show já seria divertido apenas pelo Neon Neon. Mas foi mais do que isso. Acontece que, ao vivo, os caras levam a tira-colo um sujeito bizarro que eles chamam apenas de HAMMER SUPERSTAR. Trata-se de um gordinho bizarro que sobe ao palco mostrando as cuecas e mandando ver num vocal hip hop ao melhor estilo Beastie Boys.

 

Gruff anunciou:

 

- Senhoras e senhores, recebam o próximo presidente dos EUA. Senhor Hammer Superstar.

 

E Hammer dispara ao entrar no palco

- E aí tudo bein!? Vamos fazer nenein?!

 

E eu morro sem parar até o fim do show.

To indo lá correndo ver Klaxons. Depois volto com fotos dos dois shows.

STAY TOONED

 

Gabriel B.

 

 

 

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 6

25 de outubro de 2008 0

Hermano Vianna, curador do festival, foi criticado pela imprensa/Divulgação

Aqui estou para mais um dia de cobertura do Tim Festival no Rio de Janeiro. O segundo e último. A noite começa sob tensão. Isso porque a imprensa carioca hoje não perdoou o que foi considerado um fraco desempenho dos shows da sexta-feira. E, acreditem, a birra não foi com a escolha de Kanye West, como era de se esperar, mas por causa das duas atrações roqueiras: The National e MGMT.

A crítica feita pelos jornais - em especial pelo Jornal do Brasil - é a de que o MGMT tem um show "reconhecidamente" irregular (eu não sabia dessa, mas enfim...) e que o The National é desconhecido demais pelo grande público.

Com estes argumentos, o jornal foi para cima de Hermano Vianna, curador do festival. Hermano se defendeu de forma sensata, dizendo que o sucesso comercial não é o único critério para escolher as bandas - no que eu concordo plenamente com ele. Mas a entrevista era agressiva e Hermano acabou sucumbindo à intenção do jornal. Ele admitiu que a curadoria não assistiu a nenhum dos shows antes de contratar, apenas pesquisou e assistou a gravações.

O jornal chamou o título da entrevista por este trecho ("Não precisamos assistir aos shows"), tentando desmoralizar a curadoria.

Que o Tim Festival deste ano está fraco, ninguém discute. Mas não me parece que o problema esteja nas bandas de rock alternativo (The National e MGMT, ontem, Klaxons e Neon Neon, hoje). O problema é a falta de um ou dois nomes de maior apelo. Kanye West? Acho que não, né?

Bom, já estou aqui na Marina da Glória. Daqui a pouco rumo para o show do Klaxons e, em seguida, começo a postar. Minha idéia hoje é ver Klaxons, Neon Neon, Gogol Bordello e Junior Boys. Nada de Marcelo Camelo, ok?

Stay tooned

Gabriel B.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 5

25 de outubro de 2008 0

Ok, amigos. Desculpem a minha confusão no texto abaixo, quando eu não soube dizer se Alessandra Negrini estava assistindo ao show do MGMT, ontem à noite, ou eu que tive uma miragem saudosista daquela que foi a melhor capa da Playboy de todos os tempos. Sim, ela estava lá, como só pude comprovar agora de manhã.

 

Eis aí a moça e a tal flor na orelha que eu relatei (vou começar a confiar mais no meu faro toda vez que pensar estar diante de uma capa da Playboy):

 

 Crédito: Nina Lima/FOTOCOM.NET, Divulgação

 

Contenham as lágrimas. De noite estou de volta, blogando direto da Marina da Glória.

 

Gabriel B.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 4

25 de outubro de 2008 0

MGMT quebrando tudo no Rio/divulgação

Foi em meio a milhares de bolhinhas de sabão que emergiam do público que o MGMT fez o último show relevante desta noite de sexta-feira no Tim Festival, no Rio de Janeiro. Os tubos cheios de sabão e as hastes que fazem bolhinhas são uma das febres do festival neste ano.

O show do MGMT lotou a tenda Ponte Brooklyn, que antes esteve apenas quase cheia durante o ótimo show do também novaiorquino The National. E foi só lotar o lugar para o meu comentário anterior sobre a infra-estrutura do festival ir por água abaixo: com o local quase cheio, ficou impossivel usar o banheiro ou chegar perto do único (sim, único) bar, que chegou a ter um empurra-empurra nervoso da massa em busca da Itaiapava (só rola essa espécie de Polar dos cariocas no festival).

O MGMT me surpreendeu. Eu estou entre aqueles que não se empolgaram muito com o disco dos caras, Oracular Spetacular, de 2007, que estourou no mundo todo. Lembro do Pedro, vocalista da Pública, me alertando antes de sair de POA: "presta mais atenção no som dos caras. Tem algo sofisticado ali."

E, de fato, vendo o show ao vivo, dei o braço a torcer. A psicodelia moderna do MGMT agrada por não querer fazer o público dançar - e fazer. Não querer soar pungente e, por vezes, até emocionante - mas soar. A voz de Andrew Vanwyngarden com freqüência lembrava a do vocal do Placebo. Ele e o colega tecladista Goldwasser, ao vivo tocam acompanhados de outros três músicos. Teve momento para as garotas jogarem os bracinhos pra cima e momento para os magrão balançarem a cabeça. Público ganho do início ao fim - e eu não sabia que eles gozavam de tanta popularidade.

 

O show começou com 4th Dimensional Transitation, passou por Pieces of What - e alguns problemas de som, corrigios na metade da apresentação - e terminou com Kids, todas do CD de estréia. Confere o setlist:

1. 4th Dimensional Transition

2. Pieces of What

3. Of Moons, Birds & Monsters

4. Weekend Wars

5. The Youth

6. Electric Feel

7. Metanoia

8. Time to Pretend

9. The Handshake

10. Kids

 

Aliás, no público da tenda Ponte Brookly, espécies interessantes. Como não poderia ser diferente, garotas estilo tarja-preta, tão comuns aí no Beco em Porto Alegre, estavam por tudo. A maior concentração delas que já presenciei na vida (que me desculpe o antigo Garagem Hermética). Logo na entrada, pensei ter passado por ela que - sim, amigos, não chorem -, é a rainha do tarjapretismo. E nós a amamos. Alessandra Negrini! Ok, não tenho certeza se era ela. Mas parecia muito, apavorada diante do caos na fila do bar e com um lindíssimo girassol na orelha. Tá, pensando melhor, acho que não era ela.

De toda forma, o mais divertido em fazer qualquer coisa no Rio de Janeiro é cruzar o tempo todo com celebridades de segunda linha. Ali durante o show do MGMT, tive a honra de cantarolar algumas canções ao lado de... Michel MAllamed. Hein? Nunca ouviu falar? Bem, não lhe culpo.

Mais deprimido estava o Supla, sentado soliário na pequena arquibancada da tenda Ponte Brooklyn. Mas sem perder o estilo, claro: blazer e óculos escuros rosa-choque, ao melhor estilo new rave. Acho que ele errou de noite, a festa new rave é amanhã. Talvez por isso a depressão. Ou talvez estivesse pensando na eleição que sua mãe deve perde no domingo. Vai saber.

Mas enfim, chega de delírio. É com esta bela apresentação do MGMT, num tom bastante alegre, descontraído e cheio de bolhinhas de sabão pelo ar, que me despeço da cobertura de hoje.

O resumo do dia é: The National e MGMT salvaram a noite que, se dependesse apenas do headliner Kanye West, teria sido pura perda de tempo. Sério: alguém me diz quem inventou que o hip hop tem a ver com música alternativa. Quero que esse alguém me explique. Falo mais sobre isso no Segundo Caderno de segunda-feira.

O melhor do Tim no Rio rola amanhã. Klaxons e Neon Neon.

Vou tentar dormir um pouco e amanha volto a blogar.

Stay tooned.

Gabriel B.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 3

25 de outubro de 2008 0

Matt Berninger, do THe Nacional/divulgação

Sou uma mãe para vocês, seu fã mauricinho de hip hop e seu fã indie depressivo. Anotei os set lists dos shows de Kanye West e do The National - as principais atrações de hoje até agora (leia mais no post abaixo). Á foto aí ao lado é do vocalista do The National, Matt Berninger, que abriu bandeira do Brasil e estrebuchou no palco à la Morrisey versão mais nerd.

Aliás, a título de curiosidade: sabe quanto custou cada um desses shows para o público? Quem viu Kenye desembolsou 250 pilas. Quem viu National, 140. Tire suas próprias conclusões.

Vamos aos set lists então, começando com Kenye, que cantou sozinho no palco, acompanhado só por um telão ao fundo e dançando sobre uma pataforma que parecia pista de skate:

1. INTRO
2. Good Morning
3. I Wonder
4. Heard`m Say
5. Thru Themine
6. Champion
7. Set em High
8. Dramandas
9. Monster Sequence
10. Cant TEll Me Nothing
11. Flashing Lights
12. Drunk hot girl
13. Spaceship
14. All Falls Down
15. Suldigger
16. Good life
17. Jesus Walks
18. Hey mama
19. Dont stop beleiving
20. Stronger
21. Horecoming
22. Touch the sky
23. Love lockdown

E agora o do lindo show do National:

1. Start a war
2. Drainy
3. Secret Meeting
4. Baby (liiiiiiiinda)
5. Slow show
6. Squalor Victoria
7. Abel
8. Racing
9. Mistaken FS
10. Ada
11. APT Story
12. Falce Empire
13. Mr Nov.

 

ATÉ LOGO.

GABRIEL B.

Postado por GABRIEL BRUST

TIM FESTIVAL LIVE: 2

25 de outubro de 2008 0

Esperanza Spalding /Divulgação

Ok, eu sei que isso não é exatamente o que você esperava de um Live Blogging, mas é que a coisa aqui no RJ não é tão fácil assim, meirrmaaaummm. Os shows do Tim Festival são bem colados um no outro. Mais do que isso: um em cima do outro. Resultado: comecei a noite com o jazz de Esperanza Spalding (a diva do jazz está na foto aí ao lado), me mandei na metade para conferir outro afro-americano de peso, Kanye West e, antes de morrer de tédio com o rapper, me direcionei até o paraíso: a terceira tenda, onde o fantástico The National está se apresentando neste momento.

O show mais esperado da noite era, claro, o de Kanye West. E, reconheço, dentro deste meio hip-hop-corrente-deouro-cafetão, o cara é o menos boçal. Me agradou ver o visual despojado de Kenye, ao melhor estilo Michael Jackson anos 80, com casaco moleton, outro amarrado na cintura e tenis Nike de lingua enorme. Sem muita marra. Mas o som é aquela coisa que, depois da quarta música, só o que resta a fazer é conferir a dancinha das garotas do hip hop, todas devotas ao manual Beyonce de ser. Outra coisa que é preciso reconhecer: há anos eu não ouvia um grave tão paulada como este do show de Kenye. Fiquei grudado no palco e tremia até o pâncreas. Mesmo os shows de rock já não são mais tão paulada como este grave no tímpado que West ofereceu.

Antes de me pegar surdo e gritando yoyoyo ao lado de Marcelo D2 - ele estava lá no meio do público em chamas -, passei por Bete Lago (!!!) - sim, também em chamas - e corri até a tenda do The National.

Comoção na seara indie do Tim Festival. Que, aliás, está só semi-cheia. A estranheza dos caras do The National é cativante. O tecladista passa a metade do show tocando um violino como se fosse guitarra. Depois toca o violino normalmente. Dois trompetistas acompanham a banda e dão o tom melancólico do repertório, baseado principalmente em Boxer, quarto disco e o mais recente da banda novaiorquina.

Mas o destaque é o vocalista Matt Berninger. O branquelo com cara de nerd emula Morrisey à perfeição. Não só na voz como também no estilo. A coisa tá bonita, mas vou voltar lá para pegar o MGMT.

Volto em seguida.

PS1.: adesivos do Gabeira estão por tudo, no show de Kanye West e no The National.

PS2.: a Marina da Glória reafirma a vocação para proporcionar um clima bárbaro para o festival. A área de convivência é tão agradável que dá vontade de nem ir assistir a show nenhum. Estrutura perfeita do festival. Falta, apenas, um lado mais trendy, com lojas e outras opções.

PS3.: não tenho a menor dúvida de que, se fosse em Porto Alegre, haveria MUITO mais público do que há, até agora, por aqui. O semi-vazio da tenda de The National + MGMT é deprimente.

STAY TOONED

 

GABRIEL B.

Postado por Gabriel Brust

TIM FESTIVAL LIVE: 1

24 de outubro de 2008 0

Como prometido na coluna Remix dessa quinta, cá estou eu, teclando direto do Rio de Janeiro, dando início a um Live Blogging do Tim Festival 2008. A edição carioca do Tim começou ontem, mas eu só consegui aterrissar em Copacabana agora. De toda forma, a parte boa do festival rola hoje e amanhã.

Logo mais, às 21h30min, estarei na Marina da Glória para conferir Kanye West: sim, os rappers estão tomando conta do mundo indie. Amanhã é dia de noite new rave, com Klaxons e Neon Neon.

Enfim, esse post é só para dar um oi e contar que os 31 graus que escaldam o Rio de Janeiro não são nem de perto tão terríveis quanto os 30 que costumam escaldar Porto Alegre. Ainda nao sei qual vai ser a estrutura para blogar lá da Marina da Glória, mas logo mais mando notícias.

Stay tooned.

 

>> CLIQUE PARA LER A PARTE 2 (Speranza Spalding, Kanye West e The National)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 3 (Kanye West e The National)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 4 (MGMT + celebridades)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 5 (Alessandra Negrini)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 6 (polêmica na escalação das bandas)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 7 (Neon Neon)

>> CLIQUE AQUI PARA LER A PARTE 8 (Galera new rave se prepara para ver Klaxons)

>> CLIQUI AQUI PARA LER A PARTE 9 (Klaxons + Gogol Brodello)

 

Postado por GABRIEL BRUST