Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de outubro 2009

A árvore da insanidade

29 de outubro de 2009 5

Instalação na Bienal: árvore de ponta-cabeça e música absurda/Daniel Marenco

Imagina um gurizão chapado de heroína, em pânico, correndo da polícia — ou tentando correr, já que ele tá chapado de heroína —, e aí aparece um menestrel daqueles da Idade Média, saltitando e cantando pela floresta encantada, e depois um mendigo cego é atropelado por um Fusca preto, e o chapado assume que é gay, o menestrel vira rapper, o mendigo vira Fusca, socorro!!

Não entendeu nada? Esse é o espírito. Um dos maiores absurdos musicais dos últimos anos ocorre no Armazém A5 do Cais do Porto, em Porto Alegre, em uma instalação da 7ª Bienal do Mercosul, que se estende até 29 de novembro.

Trata-se de uma árvore de ponta-cabeça, tão horrível quanto atrativa, de onde pendem 24 fones de ouvido. Em cada fone ouve-se uma música, e todas as músicas misturam uma bizarrice medonha com uma sensibilidade fora de série. Uma delas, da desconhecida cantora Kiss Tangerina, analisa “o sangue na fratura exposta da canela pobre”. Um tanto asqueroso, de fato, mas o troço é bonito para dedéu.

Bom, aí o ouvinte troca de fone e vem uma banda que ninguém sabe o nome — e isso é sério, nem a produção, nem os artistas, ninguém sabe o nome do troço. Uma guitarreira agressiva esmurra a tua orelha, num clima de tensão remetendo à mais pesada de todas as drogas, pânico completo, depois medo e fúria e berros e um ódio contra tudo, até que o vocalista introduz o refrão: “Porque eu sou hômi / Eu sou bem hômi” Estranho. E aí NINGUÉM imaginaria que o próximo verso seria isso aqui: “Eu gosto de hômi”. Que coisa.

A instalação Ao Contrário da Orientação Natural — nome muito apropriado, aliás — é uma criação dos artistas chilenos Rodrigo Vergara e José Pablo Díaz, do coletivo Hoffmann’s House. O grande lance é que eles selecionaram, para participar da obra, apenas bandas de Porto Alegre, a maioria tão desconhecida e obscura que sequer tem MySpace.

A mais presente no circuito alternativo é a Musical Amizade — que, em clima de Idade Média, fala sobre um judeuzinho inconformado com a própria circuncisão, um drama muito sério. Quem também entrou no projeto foi o publicitário Gabriel Gomes, 25 anos:

— Minha namorada me avisou dessa seleção, mandei uma gravação que fiz em casa e me chamaram.

A proposta dos chilenos é montar uma estrutura genealógica do que rola de novo nos países em que eles apresentam a obra. Mas gostaram tanto do pessoal de Porto Alegre que, no início do ano que vem, apresentarão os artistas daqui em Nova York. Cá entre nós: se é necessária uma dupla de chilenos para descobrir tanta coisa boa debaixo do nosso nariz, alguma coisa está muito errada.

Postado por Paulo Germano

Efervescência legítima

29 de outubro de 2009 6

Os Efervescentes: show hoje à noite no Live Sport Pub/Gabriela M.O., Divulgação

Tradição incontestável do rock gaúcho, bandas socadas em ternos sofreram um golpe nos últimos anos.

Depois que Cachorro Grande estourou nacionalmente, até a os mods da Capital enjoaram do cheiro de naftalina — enveredaram para a jaqueta de couro e o rock moderninho que, no fim das contas, chupa para burro da turma que, 40 anos atrás, preferia a fatiota.

Pois Os Efervescentes, uma das poucas bandas remanescentes da estética sessentista, rejeitaram a nova onda, mantiveram a o culto à gravata e se deram conta do óbvio: nesses tempos em que uma nova “salvação do rock” surge a cada mês, é melhor então ficar com os Beatles.

Daniel Tessler (voz), Beto Stone (bateria) e Eduardo Barretto (baixo) tocam às 23h de hoje, no Live Sport Pub (Dr. Barcelos, 435), a R$ 10. Baita banda, Os Efervescentes. E que saudade de quando todos curtiam Beatles e The Who.

Abaixo, o clipe de Não Demore, dos Efervescentes:

Postado por Paulo Germno

Dá tempo de salvar a sua quarta-feira

28 de outubro de 2009 2

Hoje tem Las Locas Quartas del Dr. Jekyll com uma banda que simpatizei lá no MorroStock. Eles tem nome e logotipo engraçadinhos, mas o som é de gente grande. Tô falando do O Carabala, de São Leopoldo. Eles tocam com outra banda de nome engraçadinho, a Telefones.

_ Mas o que tem de engraçado com o nome Telefones? _ pergunta, assim, por alto, quase entredentes, um leitor de passagem.

Respondo que a palavra “telefone” por si só já é engraçada. Eu me molho todo sempre que ouço alguém dizer telefone. Então imaginem o quanto foi difícil escrever esse post, lendo e escrevendo sem parar a palavra telefone. E pior, no plural: Telefones.

Tudo isso pra dizer que não consegui achar um catzo de uma faixa da banda pra ouvir. Eles tem fotolog, mas, HEY, eu não sou olheiro de agência de modelos, quer dizer, eu quero ouvir vocês. Pode ser ou tá ocupado? (Sacaram o trocadilho? Telefones, ocupado… é…).

Já O Carabala tem um MySpace legal com oito faixas de bandeja. É aquela mistura malandra de groove com rock´n´roll sessentista. Podia ser menos sessentista, mas mesmo assim eu dançaria com os caras até a cerveja esquentar. Ou botaria pra rodar no carro e pegaria freeway até a gasolina acabar.

Então pega aí: hoje, a partir das 22h, no Dr. Jekyll (Travessa do Carmo, 76). 12 pilas na hora, 10 com o nome na lista no Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=61590&tid=5395032867597621097&start=1)

Postado por Gustavo Brigatti

PROMOÇÃO: dois ingressos para festa de amanhã

22 de outubro de 2009 3

decaDANCE: quando toca a buzina, troca de roupa/Laura Madalosso, Divulgação

Tem uma turma meio maluca que, falando sério, vai revolucionar o conceito de festas em Porto Alegre. O Mycool (www.mycool.com.br), um grupo de jovens que pesquisa tendências do mundo todo, promove amanhã o primeiro arrasta-pé, batizado de decaDANCE.

É o seguinte: quando toca a buzina, tu tens que trocar uma peça de roupa com a pessoa do teu lado. No fim da noite, rapaz, só Deus sabe como tu vais sair vestido de lá. A função é na Casa do Lado (Rua da República, 546), e o ingresso é R$ 15.

Quer entrar de graça? Então te vira com essa: o que te faria trocar TODAS as peças de roupa, de uma única vez, na festa de amanhã? Os autores das duas melhores respostas NÃO PAGAM para entrar na decaDANCE. O resultado sai aqui, no Blog do Remix, no início da tarde desta sexta.

Na real, a melhor parte dessa decaDANCE é a desculpa para se aproximar de uma mina. Primeiro troca a jaqueta, depois troca uma ideia, daí troca uma bicota, que maravilha.

Ah, importante: prevendo que o povo possa ser apegado demais às próprias roupas, a produção da festa oferece varais, como o da foto, para a gurizada vestir o que quiser na hora.

Postado por Paulo Germano

Botou para chacoalhar

22 de outubro de 2009 3

Ana Bernardino, do Bonde do Rolê: euforia e repulsa no Electroshock/Estela Fonseca, Divulgação

Em primeiro lugar, a mina vestia uma roupa de açougueiro, o que já é meio bizarro.

Quando ela começou a abrir aquele avental branco, cantando desafinada e fazendo carinha de “vem, neném”, a gurizada petrificou, a cerveja congelou, as bocas se abriram. E a cada botão desabotoado as bocas se abriam mais até que ela arrancou o avental, e depois o sutiã preto, e BLOP.

Ó os peitão, ó os peitão!

A cena protagonizada pela vocalista Ana Bernardino, do Bonde do Rolê, despertou gargalhadas, constrangimento, repulsa, euforia, um amontoado de sensações no público que acompanhava o festival Electroshock, no Porão do Beco, no fim de semana passado.

Natural: Ana veio de Curitiba fazer o que havia 20 anos Porto Alegre não via. Nádegas e peitos, nos anos 80, eram comuns em shows do underground. Se a moda pega de novo, a julgar pela perfomance de Ana, será que os shows entopem ou esvaziam?

Postado por Paulo Germano

Cachorrada e rock`n`roll

22 de outubro de 2009 3

Laranja Freak: show com fotos no domingo/Giovani Paim, Divulgação

O leitor aí, que é roqueiro convicto, mas nunca vai a show porque a namorada fresca detesta rock, se deu bem nesse fim de semana. Leva a frescalhona na Usina do Gasômetro, às 15h de domingo, onde cinco belos shows vão abrir a mostra fotográfica Virando a Lata.

Enquanto ela fica “Ooonnn, que amooor” diante de 30 fotos de cachorros de rua, tu te esbaldas com Morgan Le Femme, Laranja Freak, Calibre, Clã Mcloud e LeChevais. A mostra é um projeto do Instituto Expresso Vida, que combate o abandono de animais.

Postado por Paulo Germano

Comemoração de Véspera

22 de outubro de 2009 32

Leitores do blog do Remix elegem a Véspera como banda de abertura do Faith No More/Jefferson Botega

O que começou como um despretensioso post no blog do Remix, no dia 25 de agosto, vai terminar sobre o palco do Pepsi On Stage no dia 3 de novembro. E nem é preciso esperar até lá para perceber que “a tal banda Véspera” tornou-se “a banda de abertura do show do Faith No More” e comprovou o poder dos fãs.

Foi com uma mobilização que lembrou o Kiss Army — apelido dado aos dedicados seguidores da banda americana — que a Véspera apareceu na caixa de comentários do post “Abrindo para o Faith No More”. Sem chancela oficial da produção do espetáculo, o texto tinha como única intenção saber que banda os leitores do blog gostariam de ver na abertura, já que uma lei municipal determina que artistas locais antecedam as atrações internacionais nos shows de grande porte.

Formada em 2007 pelos amigos Marcelo Falcão (guitarra), Lucidio Gontan (vocal) e Eduardo da Camino (baixo), os três com 32 anos, Vinícius Ferrari (guitarra), 28, e Renato Siqueira (bateria), 30, a banda de rock de Porto Alegre, que toca músicas próprias e versões, vinha, na época, de uma temporada de shows no Art&Bar, onde promovia seu primeiro EP. Foi a namorada de Vinícius quem tratou de espalhar que o blog do Remix havia colocado a enquete no ar.

— Ela contou para uma amiga, que contou para outra, e outro, e outra e outro… Já viu a novela, não? — explicou, em agosto, o guitarrista, em e-mail enviado para o blog.

Preocupados que o excesso de comentários pudesse prejudicá-los, o grupo havia entrado em contato mostrando-se tão supresso quanto o autor do post. Surpreso também estava Gabriel Souza, sócio-diretor da Opinião, produtora responsável pela apresentação do Faith No More no Estado.

Impressionado pela mobilização dos fãs, ele pediu para ouvir o material do grupo e o encaminhou para a produção responsável pela turnê do FNM na América Latina, que, por sua vez, o submeteria à própria banda. A simples indicação foi considerada uma vitória para o grupo, que seguia fazendo shows na Capital, inclusive, abrindo para uma banda cover do FNM.

— Quem disse que a gente não iria abrir para o Faith No More? — brincou, na ocasião, o vocalista Lucidio.

Uma semana depois, os celulares do quinteto, desligados para um ensaio, ficaram entupidos de mensagens e ligações não atendidas de amigos parabenizando o grupo por ter sido escolhido para abrir o show do verdadeiro FNM. Então, tudo mudou, conta Marcelo:

— Recebemos propostas de shows, nosso MySpace está muito mais movimentado, vieram parabenizações de um pessoal de quem nem lembrávamos mais.

Até o dia 3, o grupo estará focado nos ensaios, e a gravação do novo disco foi temporariamente suspensa. No repertório do grande dia, a Véspera, que tem influências de bandas como Placebo, Ours e os gaúchos da Tom Bloch, poderá incluir canções novas e uma ou outra cover. Importante agora é mostrar que todo o barulho não foi por nada, diz Marcelo:

— Ninguém que acreditou na gente vai se arrepender.

» Clique aqui para ler o restante da matéria sobre a Véspera

Postado por Gustavo Brigatti

Girls! Girls! Girls!

18 de outubro de 2009 25

O Vini é guitarrista da Véspera. A Véspera é uma banda de rock. Logo, o Vini é guitarrista de um banda de rock. E como a maior parte dos da sua espécie, ele gosta de garotas. E pelos seus últimos comentários aqui no Remix, o Vini tem uma predileção por garotas que tocam. Por músicas. Músicas que fazem músicas, vejam vocês.

Mas o Vini não está sozinho nessa, ele sabe disso. Para usar uma expressão um tanto inconveniente e algo chula, “dessa fruta eu como até o caroço” também, nobre camarada. De modos que, valendo-me de tal deixa, aproveitei para elencar umas garotas que contribuem como podem para a música. Algumas conhecidas, outras nem tanto. Uma no desabrochar do talento, outras que merecem ser lembradas de outros tempos…

Última coisa: música = rock e cercanias. Por isso ficaram de fora deusas da música negra, eletrônica, pop, MPB, clássica e outras. O que não impede que elas, de repente, voltem numa nova série…

E eu vou parando por aqui antes que tenha que dar ainda mais explicações do que já terei que dar lá em casa.

Mariangela Demurtas

Ela tem a minha idade. E infelizmente isso é tudo o que tenho em comum com Mariangela Demurtas. Ou seja, as chances de puxar papo com ela são bem reduzidas. A nova vocalista do Tristania é italiana, o que lhe confere aquele peculiar sotaque latino quando fala em inglês _ o que não acontece quando canta. Não que alguém aqui esteja realmente interessado na sua música, enfim… Fotogênica, ela adora posar para fotos mostrando as pintinhas que tem espalhadas pela pele cor de azeite de oliva extra-übber-super-virgem-premium.


No MySpace da garota dá pra ver mais alguma fotos. E só. Ah, sim, Mariangela é leitora de Paulo Coelho. Não dá pra ganhar todas, deem um desconto!

Shirley Manson

Sinceramente eu quero acreditar que não preciso apresentar Shirley Manson. Quero apenas acreditar que todo mundo umidece os lábios quando dá de cara com ela estampada numa fotografia. Que sente a virilha esquentar quando ela abre a boca pra ronronar entre camadas de sintetizadores e guitarras. Que tem pesadelos com os hectolitros de sex appeal que ela despeja daquela cabeleira ruiva toda vez que aparece num clipe como esse de Thirteen.

Mas quero acreditar, acima de tudo, que cada vez que vê uma ruiva tu pensa em compará-la com a Shirley Manson só pra ouvir um “é, já me disseram isso” e responder na lata “hahahaha, vai sonhando”.
E olha ela virtual, no próximo Guitar Hero:


Sim, ela é uma quarentona. Mas ainda dá um baita caldo, vá!

Torry Castellano

Vocalistas são sexys. Guitarristas, idem. Baixistas estão no topo, nem precisa dizer. Mas o que dizer de uma guria espancando um kit de bateria usando paradoxais lacinhos nos cabelos? Eu não sei quanto a vocês, mas a cena é algo que mexe sobremaneira com o neanderthal que existe em mim. Atitude no trato com o instrumento de trabalho também é uma forma de sedução, diz aí?


Claro, dá pra argumentar que ela nem é tão bonita assim. Ou que toca um pop punk farofa, sem nenhum mérito. Ou, ainda, que ela não sabe combinar o tênis com o cinto. Bom, também dá pra ir atrás do Rikki Rockett…

Storm Large

Quem? Na real, não importa muito. Dificilmente ela vai chegar até os baixos trópicos, então aproveita a foto acima e o vídeo em que ela dá uma garibada em Pinball Wizard, do The Who.


Mas, ó, ela não manda tão mal no que se propõe. Participante de um reality show que elegeu um vocal para uma banda de hard rock, ela preenche todos os requisitos para o cargo, incluindo a voz limitada e a postura teatral. Quer saber? Tá contratada, minha filha!

Sonya Scarlet

Curtes um lance meio dark? Então a vocalista do Theatre des Vampires é ideal. É completa: cabelos negros com mechas brancas (Mortícia Adamns feelings…), maquiagem pesada, muito couro e metal. Acima, um dos seus melhores ângulos. Abaixo, ela evocando pesadelos góticos, numa montagem sobre um mix até legalzinho:


E foi.

Postado por Gustavo Brigatti

Só para quem dança

15 de outubro de 2009 4

Copacabana Club: patifaria no Porão do Beco/Ito Cornelsen, Divulgação

Festerê, oba-oba, arrasta-pé, esquindô-esquindô, é só para isso que servem as bandas que vão tocar sábado, no festival Electroshock, em Porto Alegre. Não tem nada de sério nessa patifaria toda — portanto, se tu faz o tipo intelectual ou sisudão, passa longe do Porão do Beco (Avenida Independência, 936), a partir das 23h.

E vai ser legal. Só bandas divertidas, sem intelectuais e sisudões, todo mundo a fim de dançar, garotas cantando e rebolando e oba-oba, esquindô-esquindô. O mais conhecido dos grupos é o Bonde do Rolê (www.myspace.com/bondedorole), dois caras e duas garotas de Curitiba. Não que a banda seja boa — não é. Mas sabe quando o troço é tão ridículo que fica massa? Então. Na Europa, onde eles fazem um baita sucesso, pouca gente entende que se trata de uma sátira do funk carioca, com letras tão bagaceiras que até seria divertido publicá-las aqui — mas o editor ficaria brabo, e com razão.

Bom mesmo é o Copacabana Club (www.myspace.com/copacabanaclubmusic), também de Curitiba, considerada a sensação atual do electrorock brasileiro. Só para contextualizar, electrock é aquela mistureba moderna de rock com música eletrônica — estilo que norteia todas as atrações do festival Electroshock. E Copacabana Club, ao contrário do Bonde do Rolê e de outras bandas do gênero, tem uma boa dose de sofisticação: arranjos excelentes de guitarra, vocais trabalhados, bateria cheia da ginga e letras interessantes. Mas nem por isso deixam de celebrar a patifaria.

— Só fazemos música para festa. Nossa primeira composição foi assim, e depois nunca mais conseguimos fugir disso — disse por telefone ao Remix a vocalista Caca V, 26 anos, aquela envergadinha na foto ali em cima.

Fecham as atrações do Electroschock a ótima Camboja Motel (www.myspace.com/cambojamotel) de Porto Alegre — que já foi capa aqui no Segundo Caderno —, e a dupla Mix Hell (www.myspace.com/mixhell), formada pelo ex-Sepultura Iggor Cavalera e a mulher dele, Laima Leyton. Os ingressos antecipados custam R$ 20 na loja King 55 (Dona Laura, 78). Na hora, só Deus sabe: depende da lotação do festerê.

Postado por Paulo Germano

Cinema com folk

15 de outubro de 2009 0

Matheus Walter: de Beck a Bob Dylan no CineEsquemaNovo/Virginia Simone, Divulgação

Figura carimbada do circuito roqueiro de Porto Alegre, o cineasta e músico Matheus Walter (www.myspace.com/matheuswalter) toca domingo, às 18h, no lounge do CineEsquemaNovo — um ambiente bacana que está sendo montado no 3º andar da Usina do Gasômetro, para servir de ponto de encontro entre uma sessão e outra.

Matheus faz uma sonzeira entre o folk, o rock e a música experimental — vai de Beck a Bob Dylan em menos de meio minuto.

De domingo até o dia 23, o lounge do evento vai abrigar, sempre às 18h, projeções de foto, vídeos e intervenções artíscas. Matheus Walter, que abre o espaço, é diretor do curta Tri Massa — Porto Alegre na Choque, em competição no CineEsquemaNovo.

Postado por Paulo Germano