
Manjo lhufas de k-pop. Na real, o pouco que entendo de cultura pop oriental me diz que, para os caras que fazem e consomem localmente, não há nada de anormal ou inquietante. É só o oriente que, de tempos em tempos, descobre que o outro lado do mapa mundi também existe e aí fica soltando fogos de artifício. "Uau, olha que doideira", "nossa, que bandelôco", "ah, esse pessoal de olho puxado é completamente surtado". É assim com o cinema, com a literatura, com a moda, então não seria diferente com a música.
Porque olha só esse sujeito, o PSY. Ele é uma estrela da música pop na Coreia do Sul, está lançando agora seu sexto disco e fez inclusive a trilha sonora do vídeo para promover o país dele nas Olimpíadas. Na lista de mais bem sucedidos de K-pop da Billboard ele tá no topo com a faixa Gangnam Style.
Apreciem, vale a pena:
E agora me digam: qual a diferença do PSY para qualquer LMFAO ou 3OH!3 norte-americano? Tirando a descendência e uma certa ambiguidade sexual que os norte-americanos se pelam só em pensar a respeito, tá lá a música ruim, o mau gosto por roupas, um monte de gostosas rebolando, carrões, ostentação, letra sexista (confira em inglês aqui) e, claro, muita marra artificial.
Quer dizer, tá tudo certo _ ou errado _ com o K-pop. E o mundo continua a girar...




desculpa ae, mas buenos aires tem coisas muito melhores do que essa banda. acabei de voltar de lá e peguei shows muito bons. :]