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	<title>Remix</title>
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	<description>Informações sobre música e cultura alternativa, dicas de festas, cinema, quadrinhos, comportamento e principalmente rock</description>
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		<title>A arte do novo Queens of the Stone Age</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>
		<category><![CDATA[boneface]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[direção de arte]]></category>
		<category><![CDATA[gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[queens of the stone age]]></category>

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		<description><![CDATA[Calma que ainda não é hora de falar sobre a MÚSICA do novo Queens of the Stone Age.
Mas nada impede que a gente se aprofunde na ARTE de ... Like Clockwork, que está sendo desenvolvida pelo artista britânico Boneface. Ao que tudo indica, o projeto gráfico do novo trabalho vai obedecer a uma única direção,... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/20/a-arte-do-novo-queens-of-the-stone-age/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma que ainda não é hora de falar sobre a MÚSICA do novo Queens of the Stone Age.</p>
<p>Mas nada impede que a gente se aprofunde na ARTE de <em>... Like Clockwork</em>, que está sendo desenvolvida pelo artista britânico <a href="http://www.boneface.co.uk/" target="_blank">Boneface</a>. Ao que tudo indica, o projeto gráfico do novo trabalho vai obedecer a uma única direção, que começa pela capa, avança no logotipo, na fonte e chega nos videoclipes.</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/7kzKfwwDFRc" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
<p> Boneface segue na linha de artistas que não fazem questão de mostrar o próprio rosto ou usar o próprio nome _ Banksy, entendem _ preferindo que seu trabalho fale por si só. Logo, pode ser só um sujeito ou um coletivo, não dá pra saber. O que se sabe é que ele não começou agora, tendo uma boa trajetória cruzando referências pop com forte influência nerd _ a chamada geek art.</p>
<p> Tipo isso:</p>
<p> <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/boneface_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="boneface_01" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/boneface_01.jpg" alt="" width="509" height="720" /></a><br />
 Mais <a href="http://bone-face.blogspot.com.br/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p> Uma de suas obras mais recentes é uma versão deturpada da máscara do Homem de Ferro, que ele inclusive usa durante uma apresentação que o Queens of the Stone Age fez durante a última sexta-feira no programa de Jools Holland, na BBC. </p>
<p> Saquem:</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/cubDG3fWqhI" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os olhos de Maria Elvira</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[amem]]></category>
		<category><![CDATA[maria elvira]]></category>
		<category><![CDATA[mess]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Maria Elvira, da MESS, apresenta seu novo projeto: AMEM. 
 O lance é uma parceria da cantora gaúcha com o produtor musical Mairena Julius. E eles acabaram de divulgar seu primeiro rebento, o excelente video para a excelente faixa Velvet Eyes. Gravado em Londres, todo cheio de clima, todo atmosférico.
 Saca:
 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/mariaelvira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1754" title="Reprodução" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/mariaelvira.jpg" alt="" width="527" height="296" /></a></p>
<p>A Maria Elvira, da MESS, apresenta seu novo projeto: AMEM. </p>
<p> O lance é uma parceria da cantora gaúcha com o produtor musical Mairena Julius. E eles acabaram de divulgar seu primeiro rebento, o excelente video para a excelente faixa <em>Velvet Eyes</em>. Gravado em Londres, todo cheio de clima, todo atmosférico.</p>
<p> Saca:</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/eelXdMYNDjs" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lautmusik no Catarse por novo clipe</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 15:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
		<category><![CDATA[catarse]]></category>
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		<category><![CDATA[lautmusik]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[pós-punk]]></category>
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		<description><![CDATA[ Crédito: Filipe Barros
 
 Os senhores sabem qual a importância de um videoclipe bem feito? Pois o pessoal da Lautmusik sabe. Se eles não tivessem a mão o belo vídeo da faixa Mai, provavelmente não teriam sido chamados para abrir para o The Cure, durante a última passagem da banda pelo Brasil.
&#60;br /&#62;

Por isso,... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/10/lautmusik-no-catarse-por-novo-clipe/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laut.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1751" title="Lautmusik" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laut.jpg" alt="" width="526" height="194" /></a> <em>Crédito: Filipe Barros<br />
 </em><br />
 Os senhores sabem qual a importância de um videoclipe bem feito? Pois o pessoal da <strong>Lautmusik</strong> sabe. Se eles não tivessem a mão o belo vídeo da faixa <em>Mai</em>, provavelmente não teriam sido chamados para abrir para o <strong>The Cure</strong>, durante a última passagem da banda pelo Brasil.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/_O4spmZFBFE" frameborder="0" width="420" height="315">&lt;br /&gt;<br />
</iframe></p>
<p>Por isso, eles estão passando o chapéu no <a href="http://catarse.me/pt/Tugboat#about" target="_blank">Catarse</a> para gravar um novo clipe, desta vez para a faixa <em><a href="https://soundcloud.com/lautmusik/tugboat" target="_blank">Tugboat</a></em>, também do excelente <em>Lost in Tropics</em> (2011). Na página eles explicam melhor a parada. Dá pra colaborar entre R$ 15 a R$ 1 mil.</p>
<p>Vamos nessa? Quem sabe com esse eles abrem pruma turnê do <strong>Joy Division</strong> com o <strong>Ian Curtis</strong> holográfico? Ah tá que os senhores não pensaram nisso...</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O som do compositor</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 16:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[ Crédito: Roberta Sant'anna

Coletivo de músicos dos mais criativos e atuantes em Porto Alegre, o Escuta apresenta nesta sexta-feira o primeiro de uma série de encontros que serão realizados no mês de maio na Casa de Teatro (Garibaldi, 853). Batizada de O Som do Compositor, a iniciativa abre os trabalhos com os músicos Pramit, Ed... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/09/o-som-do-compositor/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/ESCUTA2a_foto-Roberta-Santanna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1749" title="Crédito: Roberta Sant'anna" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/ESCUTA2a_foto-Roberta-Santanna.jpg" alt="" width="528" height="352" /></a> <em>Crédito: Roberta Sant'anna<br />
</em><br />
Coletivo de músicos dos mais criativos e atuantes em Porto Alegre, o Escuta apresenta nesta sexta-feira o primeiro de uma série de encontros que serão realizados no mês de maio na Casa de Teatro (Garibaldi, 853). Batizada de <em>O Som do Compositor</em>, a iniciativa abre os trabalhos com os músicos Pramit, Ed Lannes, Lara Rossato, João Zabaleta, João Ortácio e Tiago Rubens. </p>
<p>Só com voz e violão, os bambas tocam a partir das 22h com ingressos a R$ 20. E já vai se programando para os próximos encontros:</p>
<p>Dia 17: Sander Fróis, Saulo Fietz, Ian Ramil, Grabriel Maia, Thiago Ramil e Bibiana Morena.</p>
<p>Dia 24: Carlos Zanettini, Leo Aprato, Leo Jesus, Roberto Steyer, Rafael Caetano e Clarissa Mombeli.</p>
<p>Dia 31: Poty Burch, Carmen Corrêa, Alércio, Carlos Ezael + encerramento.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&quot;Somos Tão Jovens&quot;: evitar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 19:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[legião urbana]]></category>
		<category><![CDATA[renato russo]]></category>
		<category><![CDATA[somos tão jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[
 A primeira cena de Somos Tão Jovens é um tombo de bicicleta. Um tombo de bicicleta tão, mas tão mal filmado que imediatamente me fez pensar "cara, se tu não sabe filmar um cara caindo de bicicleta, o que me aguarda na próxima hora e meia aqui nessa sala?". Queria levantar e ir embora.... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/07/somo-tao-jovens-evitar/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laila-zaid-e-thiago-mendonca-em-cena-de-somos-tao-jovens.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1747" title="Divulgação" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laila-zaid-e-thiago-mendonca-em-cena-de-somos-tao-jovens.jpg" alt="" width="519" height="389" /></a><br />
 A primeira cena de <em>Somos Tão Jovens</em> é um tombo de bicicleta. Um tombo de bicicleta tão, mas tão mal filmado que imediatamente me fez pensar "cara, se tu não sabe filmar um cara caindo de bicicleta, o que me aguarda na próxima hora e meia aqui nessa sala?". Queria levantar e ir embora. Deveria ter ido. <em>Somos Tão Jovens</em> é tão, mas tão ruim que eu nem sei por onde começar. É certo que vai se pagar quase que exclusivamente pela memória afetiva dos espectadores, porque como cinema é um desastre.</p>
<p>Honestamente, não sei bem qual foi a pilha do diretor em querer realizar <em>Somos Tão Jovens</em>. Como obra de ficção é canhestro e arrastado, e como biografia é um desserviço, tão polido e insosso que faz o público duvidar se a história ali é mesmo a do Renato Russo que conhecemos. Certamente não é aquele que cantava ter tentado de heroína a Jesus por vaidade. Ou que dizia textualmente gostar de meninos e meninas.</p>
<p>Fora o irritante politicamente correto (não há drogas, não há sequer um selinho gay e nenhuma menção a tentativa de suicídio de Renato, razão pela qual ele não pôde mais tocar baixo), há problemas de cinema, mesmo. O elenco é terrível e não passa nenhuma credibilidade, atuando de maneira caricata o tempo todo _ em especial o ator que interpreta Herbert Vianna, que causava gargalhadas no público só de aparecer na tela. O outro, que interpreta Petrus, faz a mesma imitação de gringo que eu fazia nas peças de fim de ano no Colegial _ só que se levando a sério.</p>
<p>O sujeito que faz Renato Russo segue na mesma linha: ele não fala, ele discursa. Cada frase sua é uma frase de efeito, quase um bordão. E aí o constrangimento _ que já não é pouco com as atuações artificiais _ atinge o seu ápice, com diálogos contendo trechos do que depois seriam músicas da Legião Urbana, tipo:</p>
<p>_ Renato, o que você tem hoje?<br />
 _ Ah, estou morrendo de tédio. Um tédio, um tédio com um "T" bem grande.</p>
<p>Sim, é o filme querendo te fazer acreditar que Renato Russo estava com as músicas o tempo todo na cabeça, faziam parte do cotidiano dele, que usina criativa esse rapaz!. Nenhuma pena da inteligência do espectador, né, diretor? E a relação de Renato com a música? Totalmente furtiva, como se ele e seus amigos tropeçassem nos discos dos Sex Pistols andando pelas ruas de Brasília.</p>
<p>E lá pelo meio do filme a música fica de lado e o foco centra-se na relação de Renato com Aninha. Quem é Aninha, leitor? Boa pergunta! A resposta é que aninha é um tipo de musa inspiradora de Renato e sua comparsa, eventual affair e amiga magoada. Ela tem quase tanta importância no filme quanto o próprio RR _ ou mais, se você considerar que ele começou a pendurar flores no pedestal do microfone e fez um dos primeiros hits da Legião por causa dela.</p>
<p>Mas há pelo menos um grande momento em <em>Somos Tão Jovens</em>: a cena final. Eu não vou contar aqui, mas eu esperaria passar na TV. Aberta, de preferência.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Renato Russo nas minhas férias</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 15:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
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		<description><![CDATA[ Crédito: Europa Filmes
Estava em férias e fui visitar os meus pais, em Americana. E como sempre, me peguei fuçando nas coisas que deixei por lá. Uma delas é meu armário de livros. Numa das noites, comecei a reler O Diário da Turma (2001), do Paulo Machetti. O livro é uma espécie de Mate-Me, Por... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/02/renato-russo-nas-minhas-ferias/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008e72ca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1745" title="Divulgação" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008e72ca.jpg" alt="" width="526" height="349" /></a> <em>Crédito: Europa Filmes</em></p>
<p>Estava em férias e fui visitar os meus pais, em Americana. E como sempre, me peguei fuçando nas coisas que deixei por lá. Uma delas é meu armário de livros. Numa das noites, comecei a reler <em>O Diário da Turma</em> (2001), do Paulo Machetti. O livro é uma espécie de <em>Mate-Me, Por Favor</em> da geração que fomentou o rock em Brasília, construído todo através de depoimentos dos músicos que formaram as principais bandas daquela época _ Legião Urbana, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso e Capital Inicial _ e da galera que orbitava ao redor deles.</p>
<p>Mas diferentemente de <em>Mate-Me...</em>, que disseca o punk sem anestesia, <em>O Diário...</em> é uma apanhado feito quase que só de boas recordações. Todo mundo se gostava, todo mundo se dava bem, todo mundo era gênio, todo mundo merecia um lugar melhor do que aquele a que acabou relegado. Quando alguém decide falar algo desabonador, é colocado como anônimo _ e mesmo assim só ocorre duas ou três vezes durante todo o livro. Mas uma delas é justamente sobre Renato Russo.</p>
<p>No meio de toda louvação ao sujeito, alguém diz que, um dia, o encontrou todo alterado no saguão de um cinema, falando sozinho e andando em círculos. Envergonhado pelo amigo _ e não querendo passar vergonha também _, decidiu fazer de conta que não conhecia Renato.</p>
<p>É uma denúncia assim tão grave a ponto do autor querer se manter incógnito? Eu acho que não. Mas para o culto a Renato, qualquer linha contrária que não seja de pleno conhecimento público precisa ser tratada com reserva _ se possível, ignorada. <em>Somos Tão Jovens</em>, filme que estreia neste final de semana, tem pinta de ir na mesma linha, exaltando o gênio musical de Renato e pegando leve com o ser humano que era. </p>
<p>E não parece haver contrassenso maior do que querer preservar um sujeito que se expunha de maneira tão clara em suas músicas em favor de sua memória _ memória construída justamente pela sinceridade com que escrevia. Quer conhecer Renato Russo? Esqueça as biografias escritas sobre ele, ouça suas músicas. Está tudo lá. Até aquilo que não acham desconfortável.</p>
<p>Ainda não vi o filme, mas não espero muito além da ovação de praxe que nosso cinema se acostumou a render a qualquer expoente. Talvez por medo, talvez por preguiça, ninguém parece disposto a meter o dedo em qualquer tipo de ferida. "Não precisa", vão dizer. Fica assim, então.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sobre o Lollapalooza</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 16:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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		<category><![CDATA[shows]]></category>

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		<description><![CDATA[ Crédito: Cambria Harkey / LollapaloozaBR
Habitual colaboradora deste espaço, a chapa Janaína Azevedo se bandeou para os lados de cima do Mampituba e voltou com este pujante e honesto relato sobre o Lollapalooza _ que bem pode servir como um guia para quem ficou de mimimi com o festival. 
Confiram:
Janaína Azevedo
Hoje eu vim aqui pra... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/04/03/sobre-o-lollapalooza/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/8605492543_f6728c5115_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1742" title="Queens of the Stone Age" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/8605492543_f6728c5115_b.jpg" alt="" width="515" height="343" /></a> Crédito: Cambria Harkey / LollapaloozaBR</p>
<p>Habitual colaboradora deste espaço, a chapa Janaína Azevedo se bandeou para os lados de cima do Mampituba e voltou com este pujante e honesto relato sobre o Lollapalooza _ que bem pode servir como um guia para quem ficou de mimimi com o festival. </p>
<p>Confiram:</em></p>
<p>Janaína Azevedo</p>
<p>Hoje eu vim aqui pra contar uma coisa: eu não fui maltratada no Lollapalooza. Nenhum direito meu foi atingido, não precisei testar a minha dignidade em qualquer ocasião. Tá, vou confessar logo: eu curti o Lollapalooza. Me diverti do início só fim, não fritei em fila, padeci de fome ou outros imprevistos. E os shows que queria? Assisti a todos.</p>
<p>Eu sou uma sortuda que saiu do interior do RS, pediu hospedagem pros amigos, economizou três meses de ceva artesanal e tava lá, no segundo dia (escolhi bem escolhidinho hein), pronta pra assistir às bandas que tanto gosto.</p>
<p>Tá, tá, ok. Reconheço que o festival não foi 100% firmeza.  Me emputeci com umas coisas lá. O esquema das fichas pra comprar bebida e comida, por exemplo: se tu tivesse comprado na sexta, teria que gastar tudo no dia mesmo, porque no sábado já não ia mais valer. Sabia disso quando fui comprar as minhas (sem nenhuma fila), mas, marotamente, fiquei quieta, pra testar se a moça atendente me orientaria sobre isso. Ela não falou nada. Sacanagem, sabe. Quem quis comprar ficha pros três dias só descobriu que não conseguiria usá-las quando tentou de fato. No domingo, a organização reconsiderou e permitiu que os papeizinhos (aliás, pra que um nome tão ridículo: Pillapalooza? Eu chamei apenas de FICHA) fossem usados, pra quem já tinha comprado. Mas aí eu já tava em casa, com duas fichas sobrando na bolsa. Dei pra minha sobrinha brincar junto com o ingresso e o programa do festival.</p>
<p>E também vi a filonas pra pegar o ingresso comprado na internet ou comprar ali na hora. Bah, era o horror. Ouvi falar dos seguranças que cobravam cem paus pra quem quisesse passar na frente. Cadê civilidade? Bem, eu era uma das que tinha deixado pra comprar o ingresso na última hora. Me deu aquela coisa no peito: e agora, se eu não conseguir?</p>
<p>Foi aí que decidi apelar pra amigos e redes sociais na busca de uma entrada inteira a um preço não absurdo e sem filas. Sempre tem aquele pessoal que prefere garantir o ingresso antes da própria possibilidade de ir, e por um infortúnio da vida mudam de planos, precisando se desfazer do bilhete de alguma forma. Acho que pelo fato do Lolla não ter chegado nem perto de esgotar, consegui um  preço bem bom e meu ingresso tava na mão. Não recomendo seguir o meu exemplo. Mas é que eu realmente nasci virada pra lua.</p>
<p>Fui cedo, de metrô, entrei na boa, controlei bem as questões de alimentação e bebida, levei um boné e calcei um tênis que uso pra correr, calculei distâncias entre palcos e horários de shows. Opa, acho que passei aqui a receita do meu sucesso no festival. Porque foi assim que fiquei entre meio-dia e nove da noite, passeando pelo Jockey, vendo shows, curtindo com os amigos e tendo um sábado bem mais legal que tô acostumada.</p>
<p>Eu pelo menos não costumo ver um show do Tomahawk todo sábado, com trilha do Morricone no início e no fim. Com o Trevor Dunn tocando um baixo quase maior que ele  e o Jon Stainer esticando o braço pra alcançar a baqueta no prato, vocês já repararam? Ele deixa lá em cima! Prefiro mil vezes o Mike Patton gritando PORRA CARALHO na letra de uma das músicas da banda do que assistir Caldeirão do Huck. E nem vou contar que quase chorei quando vi o QOTSA inteirinho passando no lado no palco pra assistir ao show. Ver Tomahawk junto com o Josh Homme, de certa forma: não teria rolado se eu tivesse ficado em casa.</p>
<p>Aliás, aqui devo dizer que 90% da razão de eu ter ido no Lolla foi o QOTSA. É aqui que eu também explico que essa é a minha banda preferida dos últimos anos, e que eu nunca tinha conseguido vê-los. Vi o Kyuss, vi o Mark Lanegan. Faltava o Queens.</p>
<p>Essa era a minha missão ali, e por essa missão enfrentei adversidades: perdi Alabama Shakes e Nas, tive que aturar o Two Door Cinema Club, tudo em nome de conseguir um bom lugar. A banda do cinema ali era ruim? COM CERTEZA. O público era formado por jovens com roupas estranhas e pinturas no rosto? COM CERTEZA. Isso deveria me incomodar naquele momento? NEM UM POUCO. Consegui um lugar bom pra ver e ouvir o show que me importava? Sim, e o resto é a história que vocês sabem. Batera novo, música nova, primeiro show completo em dois anos. Josh Homme ergue a cabeça pra cantar e olha o público de cima, porque ele sabe que o que tá fazendo ali é tão bom que obriga as pessoas a cantarem os solos. Bem, eu cantei os solos. Ouço aquelas músicas há anos, é como se fossem minhas também. Daquela noite em diante, elas fazem parte da minha história. Eles podiam ter tocado alguma do primeiro disco, ah, eles podiam. Mas tudo bem. Não pretendo que esse seja o único show deles que eu assista.</p>
<p>Terminando o Queens, eu atravessei o Jockey igual um cavalo brabo pra chegar a tempo de ver o A Perfect Circle, última banda que eu pretendia por ali. Na verdade nem precisava, porque cheguei lá enquanto eles tocavam uma versão pavorosa de Imagine. Tirando isso, foi um baita de um show, que não aproveitei mais porque ainda estava obliterada pelo Queens. Mas ver o James Iha tocando teclado e guitarra meio que ao mesmo tempo foi sensacional. Grande banda, grandes músicas, grande Maynard James Keenan, cantor e produtor de vinho. Enquanto a última atração do dia (que eu chamo carinhosamente de Blargh Keys) entrava no palco, eu entrava no trem pra voltar pra casa, sem tumulto, sem problema nenhum, e cheguei em tempo de pegar parte do show na TV.</p>
<p>Depois do festival começaram a surgir vários relatos dos problemas ocorridos. Sem ironia, fiquei bem chateada em saber de gente que passou mal, teve o celular roubado, precisou jogar o tênis fora ou simplesmente desistiu de pegar o ingresso na confusão das filas. Meu amigo passou o maior trabalho pra voltar depois do show do Black Keys. Infelizmente ir a um evento desse tamanho, sabendo que terá muita, mas muita gente envolvida, acarreta em alguns desses riscos.</p>
<p>Isso porque o Lollapalooza é a legítima experiência coletiva, mas a tua atitude também vai determinar se tu vai aproveitar pra valer ou voltar pra casa arrependido. Ciente de que as condições eram essas, eu me programei com calma, e agora só tenho história boa pra levar adiante. Por isso, se tu tá planejando ir a algum festival, seja o Coachella, seja a Festa da Bergamota de São Sebastião do Caí, presta atenção. Garante o ingresso antes, te alimenta e descansa bem no dia anterior, leva chocolate e água de copinho. Vai com os teus amigos, cuida deles. Carrega bem o celular se precisar pegar fila, fica ligado quando usar ele, e pelamordedeus, só tira foto de show se não atrapalhar os outros. Escolhe o show que tu quer ver, pensa se realmente vai valer a pena dadas as condições. Não fica torcendo o nariz pro público, pra quem é indie, hipster, punk, headbanger, pessoa física ou jurídica: ele tá ali pelo mesmo motivo que tu. E se pra ti é o fim da picada pisar na lama ou sentir cheiro ruim, cara, pensa que logo isso vai acabar. Tu pagou caro pra tá lá, sim. Mas ninguém te obrigou, então é feio ficar fazendo beicinho depois.</p>
<p>Eu vou certo no Lollapalooza do ano que vem, se a escalação for boa que nem a desse ano. E, caso alguém encontre o roadie vestido de amish, por favor, me mostre esse cara, que vou eu mesma fazer uma entrevista com ele.</p>
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		<title>The Hives em Porto Alegre: neopentecostalismo aplicado ao rock</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 19:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entre o megalômano exibicionista e o frontman irônico e carismático, Pelle Almqvist comandou uma das multidões mais engajadas dos últimos tempos em Porto Alegre – não a manifestação democrática de milhares de porto-alegrenses pelas ruas do Centro na mesma noite de segunda-feira, mas outra, também bela e poderosa: foi a uma hora e meia de... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/04/02/the-hives-em-porto-alegre-neopentecostalismo-aplicado-ao-rock/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/hives.jpg"><img class="size-medium wp-image-1739 aligncenter" title="The Hives" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/hives.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Entre o megalômano exibicionista e o frontman irônico e carismático, Pelle Almqvist comandou uma das multidões mais engajadas dos últimos tempos em Porto Alegre – não a manifestação democrática de milhares de porto-alegrenses pelas ruas do Centro na mesma noite de segunda-feira, mas outra, também bela e poderosa: foi a uma hora e meia de show no Opinião lotado, em que o The Hives apresentou sucessos de quatro discos, ficando a estreia punk <em>Barely Legal</em> de fora (valeu a correção de Pedro Petracco). A Maria Joana (@<a href="http://twitter.com/mj8">mj8</a>) bem definiu: desde Paul McCartney não se via um vocalista de rock com tanto domínio do público passar pela Capital – veja bem, estou falando da hipnose, não propriamente da música.</p>
<p>O rock direto do Hives fala a adolescentes e coroas (mais aos primeiros), e seu vocalista tem a cara do pop: meio Mick Jagger, meio Iggy Pop, meio Malcom McDowell revivendo Alex, protagonista de <em>Laranja Mecânica</em>. É andrógino e afirmativo, e parece não dar a mínima para o que você pensa.</p>
<p>A verve exibicionista de Almqvist vai de encontro à crueza da música de sua banda, essencialmente punk e garageira, e deste choque advém a energia atômica do Hives, que mais de uma década depois de surgir como uma promessa de um hit só – <em>Hate to Say I Told You So</em> – ainda consegue contrariar essa previsão, que morreu de velha e improcedente.</p>
<p>Em determinado momento de seu show, Almqvist clamou ao público que se abaixasse. Uma espectadora relutante foi repreendida por parte do povo, e o frontman interveio com algo como "deixem a dama de calça vermelha em paz", como que consciente da faceta ridícula de sua ambiguidade hipnotizante.</p>
<p>Roubando fragmentos da perspicácia da mj8, dá para dizer que falta ao rock o mesmo que falta à igreja católica: (re)incorporar a catarse aos seus shows/cultos. Para o corpo, pouco importa a ética do frontman/pastor, conquanto seja contundente sua performance. Como disse Almqvist a certa altura, "é segunda, mas vamos fazer de conta que é sábado à noite".</p>
<p>Ou domingo de manhã, tanto faz, amém.</p>
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		<title>O que os Strokes, o Dave Grohl e o BRMC têm em comum?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 14:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Contrataram o mesmo cara para fazer as capas de seus últimos discos:
 
 Comedown Machine, do Strokes
 
 
Real to Reel, trilha do documentário Sound City

 
 Specter At the Feast, do Black Rebel Motorcycle Club

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrataram o mesmo cara para fazer as capas de seus últimos discos:<br />
 <strong><br />
 Comedown Machine, do Strokes</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/the-strokes-comedown-machine-1363629765.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1734" title="the-strokes-comedown-machine" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/the-strokes-comedown-machine-1363629765.jpg" alt="" width="523" height="523" /></a></p>
<p><strong>Real to Reel, trilha do documentário Sound City</strong></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/soundcityalbumcover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1735" title="soundcityalbumcover" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/soundcityalbumcover.jpg" alt="" width="520" height="520" /></a><br />
 <strong><br />
 Specter At the Feast, do Black Rebel Motorcycle Club</strong></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/brmcspecter.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="brmcspecter" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/04/brmcspecter.jpg" alt="" width="520" height="520" /></a></p>
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		<title>Novo dos Strokes é um espelho</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 16:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[hipster]]></category>
		<category><![CDATA[música pop]]></category>
		<category><![CDATA[strokes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Semana passada escrevi uma crítica sobre o novo disco dos Strokes, Comedown Machine. O texto, que pode ser lido aqui, partiu da análise do álbum, mas ampliou-se para o atual estado das coisas dentro da música pop _ que, vez ou outra, é um bom espelho do mundo contemporâneo. Comedown Machine é qualquer nota porque... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/03/27/novo-dos-strokes-e-um-espelho/?topo=13,1,1,,,13">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/03/008cab3b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1732" title="Strokes" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/03/008cab3b.jpg" alt="" width="533" height="248" /></a></p>
<p>Semana passada escrevi uma crítica sobre o novo disco dos Strokes, <em>Comedown Machine</em>. O texto, que pode ser lido <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2013/03/um-disco-apatico-ou-um-dos-melhores-dos-strokes-4085485.html" target="_blank">aqui</a>, partiu da análise do álbum, mas ampliou-se para o atual estado das coisas dentro da música pop _ que, vez ou outra, é um bom espelho do mundo contemporâneo. <em>Comedown Machine</em> é qualquer nota porque a música pop atual é qualquer nota. É feita para consumo rápido na mais estrita concepção do termo fast food, com o ouvinte sendo um cliente numa esteira de produção que oferece para ele uma infinita gama de sanduíches diferentes por fora, mas insossos por dentro.</p>
<p><em>Comedown Machine</em> é descolado da função primordial da arte que é a de confrontar, a de provocar, chamar para o combate, plantar a dúvida. Em 2001, com <em>Is This It</em>, os Strokes fizeram justamente o contrário: lançaram um disco de garage rock quando o que todo mundo consumia era numetal e cantoras do Disney Club. Com todo o mérito, o disco está em todas as listas de mais relevantes da década passada _ e vai estar nas próximas, justamente porque teve um papel desestruturador. Os caras redefiniram o que seria o rock tanto no indie quanto no mainstream peitando o que era considerado econômica e esteticamente correto e viável na época.</p>
<p>Pra mim _ ou seja, na minha opinião _, um disco ou artista não pode ir a favor da corrente, não pode chancelar óbvio, mesmo que isso custe a própria cabeça. Se não houver risco, não vale a pena. Quer cafuné e Nescau quentinho fica morando com os pais _ não com os meus, que me mandavam embora de casa desde os 15 anos, veja bem.</p>
<p>E tudo o que os Strokes fazem nesse <em>Comedown Machine</em> é reproduzir o que já existe por aí, bem confortáveis e tranquilos. Você começa a ouvir o disco e dá uma preguiça do tamanho do ego do Julian Casablancas de tentar começar a entender o que está se passando. Mas depois de um tempo, percebe que não está se passando nada. É como tentar levar a sério uma discussão no Facebook: é tanta argumentação sem fundamento, tanta bobagem, que não dá vontade de ir adiante. </p>
<p>O disco dos Strokes _ da mesma forma que boa parte do quem sendo produzido _, não possui uma única partícula desafiadora, nada que te faça parar uma faixa e ouvi-la de novo, por exemplo. Qual o lugar dele no mundo? A que veio? Pra que serve? Talvez sirva para entretenimento, talvez sirva para fazer ginástica, ou talvez o lance seja só matar tempo, mesmo. </p>
<p>Porque não existe preocupação, não existe um penso. Não há seriedade. Não há responsabilidade. Ele está blindado pela ironia em cada piado dos seus sintetizadores, em cada acorde de guitarra. <em>Comedown Machine</em> é um abobado de bigodinho e calça skinny fazendo biquinho numa foto do Instagram. Só quer fazer festinha e ser taggeado pelo maior número de pessoas possíveis. E não faz o menor peso no mundo.</p>
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