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	<title>Remix</title>
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	<description>Informações sobre música e cultura alternativa, dicas de festas, cinema, quadrinhos, comportamento e principalmente rock</description>
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		<title>Sobre fraude no YouTube e o vício pela verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 17:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Teve uma época em que eu era vidrado em Closer. Assisti tanto que decorei vários dos diálogos e acabei me vendo em cada um dos personagens em diferentes situações. Entendia uma coisa e depois outra completamente oposta cada vez que assistia. Hoje, fico com a versão de que Closer é sobre verdade. E a verdade... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/06/11/sobre-fraude-no-youtube-e-o-vicio-pela-verdade/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/06/closer5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1766" title="Closer" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/06/closer5.jpg" alt="" width="532" height="291" /></a><br />
Teve uma época em que eu era vidrado em <em>Closer</em>. Assisti tanto que decorei vários dos diálogos e acabei me vendo em cada um dos personagens em diferentes situações. Entendia uma coisa e depois outra completamente oposta cada vez que assistia. Hoje, fico com a versão de que <em>Closer</em> é sobre verdade. E a verdade é uma parada que não admite subentendimentos. Ou é ou não é. Dá para jogar com ela, mas nunca por muito tempo.</p>
<p>Enquanto fazia a <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2013/06/empresas-oferecem-servicos-para-aumentar-popularidade-de-videos-4165498.html" target="_blank">matéria</a> sobre essas empresas que fraudam views no YouTube _ e as bandas que fazem uso desse tipo de expediente _ me lembrei desse diálogo, lá na finaleira do filme, entre o personagem da Natalie Portman e do Jude Law:<br />
<em><br />
Dan: When I get back, please tell me the truth.<br />
Alice: Why?<br />
Dan: Because I'm addicted to it. Because without it, we're animals. Trust me.</em></p>
<p>Dan é um jornalista e calhorda profissional. Por isso mesmo, sabe duplamente o valor da honestidade, da verdade, da transparência dos fatos. Ele cobra dos outros, embora não faça questão de praticá-la. O famoso faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Barbada, claro, cagar regra sem responder por isso é o que quase tudo mundo quer. Para Dan, sem a verdade, somos animais _ mentira, animais não mentem. Só nós mentimos.</p>
<p>Mentimos porque não queremos responder pelo que somos e pelo que fazemos. Durante a apuração da reportagem, descobri pelo menos uma banda que descaradamente compra views no YouTube. Ela, aliás, foi o ponto de partida da reportagem. Não pude expôr o grupo e sua "estratégia" por não conseguir provar a fraude. Fiquei frustrado, mas eu e a banda sabemos disso. </p>
<p>Mais ainda, ela, a banda, sabe porque faz isso. Porque compra views. Faz porque não consegue lidar com o fato de ser medíocre, de criar um trabalho tão irrelevante que é incapaz de atrair sozinho gente de verdade para vê-la no YouTube. Então se engana, comprando uma audiência que obviamente não irá vê-la tocar. Os números da sua página não tem nome ou sobrenome, os milhares de views ali contabilizados nunca estarão presentes em um show. São, na melhor das hipóteses, reflexo da seu fracasso como artista e patetice como ser humano.</p>
<p>E isso é uma verdade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rinoceronte de chumbo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 15:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[disco na íntegra]]></category>
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		<description><![CDATA[
Expoente da fértil cena musical de Santa Maria, o trio Rinoceronte acaba de liberar seu novo disco, O Instinto. O álbum pode ser ouvido no site oficial do grupo e traz como base o sólido e delirante hard rock setentista britânico _ parece que Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath encarnaram em Paulo Noronha... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/06/06/rinoceronte-de-chumbo/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/06/rinoceronte.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1764" title="rinoceronte" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/06/rinoceronte.jpg" alt="" width="529" height="352" /></a><br />
Expoente da fértil cena musical de Santa Maria, o trio Rinoceronte acaba de liberar seu novo disco, <em>O Instinto</em>. O álbum pode ser ouvido no <a href="http://www.rinoceronterock.com/" target="_blank">site oficial do grupo</a> e traz como base o sólido e delirante hard rock setentista britânico _ parece que Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath encarnaram em Paulo Noronha (voz e guitarra), Vinícius Brum (baixo e voz) e Luiz Henrique Alemão (bateria).</p>
<p><em>Dizem Por Aí</em> é a minha preferida. Hardão pegado, daqueles bons de ouvir bem alto fazendo air guitar (ou air bass, porque olha...):</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F94451398&amp;color=ff6600&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true" frameborder="no" width="100%" height="166" scrolling="no">&amp;lt;br /&amp;gt;<br />
</iframe></p>
<p>Há citações explícitas, mas o saldo final é de chorar de bom. Acenda um incenso e deixe rolar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinco estrelas para a Apanhador Só: acho é pouco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 09:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Esta semana publiquei no Segundo Caderno matéria sobre o disco novo da Apanhador Só, Antes Que Tu Conte Outra. Além de ganhar capa, algo raro para um lançamento de disco, o álbum levou cinco estrelas. Foi a primeira vez que tive coragem de dar a cotação máxima a um disco. Já tive vontade com outros... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/31/cinco-estrelas-para-a-apanhador-so-acho-e-pouco/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008f90f1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1762" title="Mauro Vieira" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008f90f1.jpg" alt="" width="522" height="347" /></a><br />
Esta semana publiquei no Segundo Caderno <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2013/05/nome-de-peso-na-cena-indie-nacional-a-banda-apanhador-so-surpreende-em-novo-trabalho-4150454.html" target="_blank">matéria</a> sobre o disco novo da Apanhador Só, Antes Que Tu Conte Outra. Além de ganhar capa, algo raro para um lançamento de disco, o álbum levou cinco estrelas. Foi a primeira vez que tive coragem de dar a cotação máxima a um disco. Já tive vontade com outros trabalhos, mas acabava esbarrando na cautela necessária a quem anda no fio da navalha da crítica.</p>
<p>Porque dar cinco estrelas, pombas, é atestar que aquele trabalho é praticamente irreparável. Óbvio que não é, mas é o que você, como jornalista, como crítico, como avaliador, está dizendo para o seu leitor. Está dizendo para ele, o leitor, ir fundo naquela parada, seja disco, filme, livro, série de TV, enfim. E se ele não gostar, é a tua caixa de e-mail ou teu perfil no Facebook quem vai pagar a conta. E a conta, a gente sabe, sempre vem.</p>
<p>Mas no caso da Apanhador, confesso, foi barbada. Vencida a estranheza inicial de Mordido, Antes Que Tu Conte Outra é um passeio do tipo que gosto de fazer: esquisito, imprevisível e encantador. É um passeio naquele parque de diversões que o Coringa usa em A Piada Mortal, manja? Não é um lugar seguro, é um lugar que pode te deixar louco. Ante Que Tu Conte Outra tem esse efeito, o de dar uma pirada no ouvinte. Principalmente ouvinte que tá buscando a Apanhador do Nescafé. Nescafé, agora, só com prego enferrujado _ e passarinho que come prego... bom, já sabem.</p>
<p>O grande mérito da Apanhador toca não somente à música, que é agressiva (embora não violenta) e criativa como há muito eu não ouvia na esfera pop, mas também às letras. Se você presta atenção no que andam dizendo na atual produção musical brasileira, sabe do drama. Há uma carência de gente que não apenhas tenha o que dizer, mas que saiba como dizer. Que não tente emular o lado brega e sentimentalóide dos ídolos oitentistas ou seja boçal o suficiente para achar que o coração é um penteadeira. Nem vou entrar no mérito do sertanejo de balada, do pagode mauricinho ou da putaria do funk, porque essa parada é outra parada.</p>
<p>Estamos em busca, aqui, de quem te diga alguma coisa com inteligência, coragem e algum humor. E é isso que está presente nas letras de Ante Que Tu Conte Outra. Existe ali uma rebeldia existencial tão simples e direta que capta até o mais desacreditado dos ouvintes _ eu, por exemplo. Dá vontade de ouvir até decorar as letras, escrever trechos delas e entregar pra pessoas, viralizar algum verso no Facebook usando uma foto da banda em sépia (tô brincando, não façam isso). </p>
<p>Há, sobretudo, uma vontade de entortar o senso comum, de confundir, de atordoar, que não tem como não concordar. Não há espaço para obviedade ou ironia na Apanhador. Só coragem. Tipo dar cinco estrelas pra eles.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O novo do Avante Royale</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 09:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[
Outra excelente banda da surpreendente cena instrumental de Porto Alegre, a Avante Royale acaba de disponibilizar seu novo disco para streaming e download. 
Valente parte da surf music e se espraia pelo funk, rock e jazz em 12 faixas redondinhas. Pode não ser o trabalho mais inventivo do mundo, mas está entre os mais coerentes... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/23/o-novo-do-avante-royale/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/avante.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1760" title="avante" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/avante.jpg" alt="" width="517" height="519" /></a></p>
<p>Outra excelente banda da surpreendente cena instrumental de Porto Alegre, a Avante Royale acaba de disponibilizar seu novo disco para streaming e download. </p>
<p><em><a href="https://soundcloud.com/avante-royale/sets/valente-2013" target="_blank">Valente</a></em> parte da surf music e se espraia pelo funk, rock e jazz em 12 faixas redondinhas. Pode não ser o trabalho mais inventivo do mundo, mas está entre os mais coerentes e divertidos da nova formação da banda, que conta com as guitarras de Diego Mello, Renato Ortiz, Frederico Tarasuk, Gabriel Guedes (além de viola caipira e ukelele) e Pedro Paiva (também nos teclados), bateria de Sandro Machado e baixo de Daniel Camargo. </p>
<p>Em breve, o disco também sairá em formato físico.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A arte do novo Queens of the Stone Age</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>
		<category><![CDATA[boneface]]></category>
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		<category><![CDATA[gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[queens of the stone age]]></category>

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		<description><![CDATA[Calma que ainda não é hora de falar sobre a MÚSICA do novo Queens of the Stone Age.
Mas nada impede que a gente se aprofunde na ARTE de ... Like Clockwork, que está sendo desenvolvida pelo artista britânico Boneface. Ao que tudo indica, o projeto gráfico do novo trabalho vai obedecer a uma única direção,... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/20/a-arte-do-novo-queens-of-the-stone-age/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calma que ainda não é hora de falar sobre a MÚSICA do novo Queens of the Stone Age.</p>
<p>Mas nada impede que a gente se aprofunde na ARTE de <em>... Like Clockwork</em>, que está sendo desenvolvida pelo artista britânico <a href="http://www.boneface.co.uk/" target="_blank">Boneface</a>. Ao que tudo indica, o projeto gráfico do novo trabalho vai obedecer a uma única direção, que começa pela capa, avança no logotipo, na fonte e chega nos videoclipes.</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/7kzKfwwDFRc" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
<p> Boneface segue na linha de artistas que não fazem questão de mostrar o próprio rosto ou usar o próprio nome _ Banksy, entendem _ preferindo que seu trabalho fale por si só. Logo, pode ser só um sujeito ou um coletivo, não dá pra saber. O que se sabe é que ele não começou agora, tendo uma boa trajetória cruzando referências pop com forte influência nerd _ a chamada geek art.</p>
<p> Tipo isso:</p>
<p> <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/boneface_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="boneface_01" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/boneface_01.jpg" alt="" width="509" height="720" /></a><br />
 Mais <a href="http://bone-face.blogspot.com.br/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p> Uma de suas obras mais recentes é uma versão deturpada da máscara do Homem de Ferro, que ele inclusive usa durante uma apresentação que o Queens of the Stone Age fez durante a última sexta-feira no programa de Jools Holland, na BBC. </p>
<p> Saquem:</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/cubDG3fWqhI" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os olhos de Maria Elvira</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/15/os-olhos-de-maria-elvira/?topo=13,1,1,,,77</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[amem]]></category>
		<category><![CDATA[maria elvira]]></category>
		<category><![CDATA[mess]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Maria Elvira, da MESS, apresenta seu novo projeto: AMEM. 
 O lance é uma parceria da cantora gaúcha com o produtor musical Mairena Julius. E eles acabaram de divulgar seu primeiro rebento, o excelente video para a excelente faixa Velvet Eyes. Gravado em Londres, todo cheio de clima, todo atmosférico.
 Saca:
 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/mariaelvira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1754" title="Reprodução" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/mariaelvira.jpg" alt="" width="527" height="296" /></a></p>
<p>A Maria Elvira, da MESS, apresenta seu novo projeto: AMEM. </p>
<p> O lance é uma parceria da cantora gaúcha com o produtor musical Mairena Julius. E eles acabaram de divulgar seu primeiro rebento, o excelente video para a excelente faixa <em>Velvet Eyes</em>. Gravado em Londres, todo cheio de clima, todo atmosférico.</p>
<p> Saca:</p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/eelXdMYNDjs" frameborder="0" width="560" height="315"><br />
</iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lautmusik no Catarse por novo clipe</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/10/lautmusik-no-catarse-por-novo-clipe/?topo=13,1,1,,,77</link>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 15:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
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		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[ Crédito: Filipe Barros
 
 Os senhores sabem qual a importância de um videoclipe bem feito? Pois o pessoal da Lautmusik sabe. Se eles não tivessem a mão o belo vídeo da faixa Mai, provavelmente não teriam sido chamados para abrir para o The Cure, durante a última passagem da banda pelo Brasil.
&#60;br /&#62;

Por isso,... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/10/lautmusik-no-catarse-por-novo-clipe/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laut.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1751" title="Lautmusik" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laut.jpg" alt="" width="526" height="194" /></a> <em>Crédito: Filipe Barros<br />
 </em><br />
 Os senhores sabem qual a importância de um videoclipe bem feito? Pois o pessoal da <strong>Lautmusik</strong> sabe. Se eles não tivessem a mão o belo vídeo da faixa <em>Mai</em>, provavelmente não teriam sido chamados para abrir para o <strong>The Cure</strong>, durante a última passagem da banda pelo Brasil.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/_O4spmZFBFE" frameborder="0" width="420" height="315">&lt;br /&gt;<br />
</iframe></p>
<p>Por isso, eles estão passando o chapéu no <a href="http://catarse.me/pt/Tugboat#about" target="_blank">Catarse</a> para gravar um novo clipe, desta vez para a faixa <em><a href="https://soundcloud.com/lautmusik/tugboat" target="_blank">Tugboat</a></em>, também do excelente <em>Lost in Tropics</em> (2011). Na página eles explicam melhor a parada. Dá pra colaborar entre R$ 15 a R$ 1 mil.</p>
<p>Vamos nessa? Quem sabe com esse eles abrem pruma turnê do <strong>Joy Division</strong> com o <strong>Ian Curtis</strong> holográfico? Ah tá que os senhores não pensaram nisso...</p>
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		<title>O som do compositor</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 16:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[ Crédito: Roberta Sant'anna

Coletivo de músicos dos mais criativos e atuantes em Porto Alegre, o Escuta apresenta nesta sexta-feira o primeiro de uma série de encontros que serão realizados no mês de maio na Casa de Teatro (Garibaldi, 853). Batizada de O Som do Compositor, a iniciativa abre os trabalhos com os músicos Pramit, Ed... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/09/o-som-do-compositor/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/ESCUTA2a_foto-Roberta-Santanna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1749" title="Crédito: Roberta Sant'anna" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/ESCUTA2a_foto-Roberta-Santanna.jpg" alt="" width="528" height="352" /></a> <em>Crédito: Roberta Sant'anna<br />
</em><br />
Coletivo de músicos dos mais criativos e atuantes em Porto Alegre, o Escuta apresenta nesta sexta-feira o primeiro de uma série de encontros que serão realizados no mês de maio na Casa de Teatro (Garibaldi, 853). Batizada de <em>O Som do Compositor</em>, a iniciativa abre os trabalhos com os músicos Pramit, Ed Lannes, Lara Rossato, João Zabaleta, João Ortácio e Tiago Rubens. </p>
<p>Só com voz e violão, os bambas tocam a partir das 22h com ingressos a R$ 20. E já vai se programando para os próximos encontros:</p>
<p>Dia 17: Sander Fróis, Saulo Fietz, Ian Ramil, Grabriel Maia, Thiago Ramil e Bibiana Morena.</p>
<p>Dia 24: Carlos Zanettini, Leo Aprato, Leo Jesus, Roberto Steyer, Rafael Caetano e Clarissa Mombeli.</p>
<p>Dia 31: Poty Burch, Carmen Corrêa, Alércio, Carlos Ezael + encerramento.</p>
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		<title>&quot;Somos Tão Jovens&quot;: evitar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 19:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[legião urbana]]></category>
		<category><![CDATA[renato russo]]></category>
		<category><![CDATA[somos tão jovens]]></category>

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 A primeira cena de Somos Tão Jovens é um tombo de bicicleta. Um tombo de bicicleta tão, mas tão mal filmado que imediatamente me fez pensar "cara, se tu não sabe filmar um cara caindo de bicicleta, o que me aguarda na próxima hora e meia aqui nessa sala?". Queria levantar e ir embora.... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/07/somo-tao-jovens-evitar/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laila-zaid-e-thiago-mendonca-em-cena-de-somos-tao-jovens.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1747" title="Divulgação" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/laila-zaid-e-thiago-mendonca-em-cena-de-somos-tao-jovens.jpg" alt="" width="519" height="389" /></a><br />
 A primeira cena de <em>Somos Tão Jovens</em> é um tombo de bicicleta. Um tombo de bicicleta tão, mas tão mal filmado que imediatamente me fez pensar "cara, se tu não sabe filmar um cara caindo de bicicleta, o que me aguarda na próxima hora e meia aqui nessa sala?". Queria levantar e ir embora. Deveria ter ido. <em>Somos Tão Jovens</em> é tão, mas tão ruim que eu nem sei por onde começar. É certo que vai se pagar quase que exclusivamente pela memória afetiva dos espectadores, porque como cinema é um desastre.</p>
<p>Honestamente, não sei bem qual foi a pilha do diretor em querer realizar <em>Somos Tão Jovens</em>. Como obra de ficção é canhestro e arrastado, e como biografia é um desserviço, tão polido e insosso que faz o público duvidar se a história ali é mesmo a do Renato Russo que conhecemos. Certamente não é aquele que cantava ter tentado de heroína a Jesus por vaidade. Ou que dizia textualmente gostar de meninos e meninas.</p>
<p>Fora o irritante politicamente correto (não há drogas, não há sequer um selinho gay e nenhuma menção a tentativa de suicídio de Renato, razão pela qual ele não pôde mais tocar baixo), há problemas de cinema, mesmo. O elenco é terrível e não passa nenhuma credibilidade, atuando de maneira caricata o tempo todo _ em especial o ator que interpreta Herbert Vianna, que causava gargalhadas no público só de aparecer na tela. O outro, que interpreta Petrus, faz a mesma imitação de gringo que eu fazia nas peças de fim de ano no Colegial _ só que se levando a sério.</p>
<p>O sujeito que faz Renato Russo segue na mesma linha: ele não fala, ele discursa. Cada frase sua é uma frase de efeito, quase um bordão. E aí o constrangimento _ que já não é pouco com as atuações artificiais _ atinge o seu ápice, com diálogos contendo trechos do que depois seriam músicas da Legião Urbana, tipo:</p>
<p>_ Renato, o que você tem hoje?<br />
 _ Ah, estou morrendo de tédio. Um tédio, um tédio com um "T" bem grande.</p>
<p>Sim, é o filme querendo te fazer acreditar que Renato Russo estava com as músicas o tempo todo na cabeça, faziam parte do cotidiano dele, que usina criativa esse rapaz!. Nenhuma pena da inteligência do espectador, né, diretor? E a relação de Renato com a música? Totalmente furtiva, como se ele e seus amigos tropeçassem nos discos dos Sex Pistols andando pelas ruas de Brasília.</p>
<p>E lá pelo meio do filme a música fica de lado e o foco centra-se na relação de Renato com Aninha. Quem é Aninha, leitor? Boa pergunta! A resposta é que aninha é um tipo de musa inspiradora de Renato e sua comparsa, eventual affair e amiga magoada. Ela tem quase tanta importância no filme quanto o próprio RR _ ou mais, se você considerar que ele começou a pendurar flores no pedestal do microfone e fez um dos primeiros hits da Legião por causa dela.</p>
<p>Mas há pelo menos um grande momento em <em>Somos Tão Jovens</em>: a cena final. Eu não vou contar aqui, mas eu esperaria passar na TV. Aberta, de preferência.</p>
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		<title>Renato Russo nas minhas férias</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 15:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Brigatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura pop]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações diversas]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[legião urbana]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[o diário da turma]]></category>
		<category><![CDATA[renato russo]]></category>
		<category><![CDATA[somos tão jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[ Crédito: Europa Filmes
Estava em férias e fui visitar os meus pais, em Americana. E como sempre, me peguei fuçando nas coisas que deixei por lá. Uma delas é meu armário de livros. Numa das noites, comecei a reler O Diário da Turma (2001), do Paulo Machetti. O livro é uma espécie de Mate-Me, Por... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/2013/05/02/renato-russo-nas-minhas-ferias/?topo=13,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008e72ca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1745" title="Divulgação" src="http://wp.clicrbs.com.br/remix/files/2013/05/008e72ca.jpg" alt="" width="526" height="349" /></a> <em>Crédito: Europa Filmes</em></p>
<p>Estava em férias e fui visitar os meus pais, em Americana. E como sempre, me peguei fuçando nas coisas que deixei por lá. Uma delas é meu armário de livros. Numa das noites, comecei a reler <em>O Diário da Turma</em> (2001), do Paulo Machetti. O livro é uma espécie de <em>Mate-Me, Por Favor</em> da geração que fomentou o rock em Brasília, construído todo através de depoimentos dos músicos que formaram as principais bandas daquela época _ Legião Urbana, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso e Capital Inicial _ e da galera que orbitava ao redor deles.</p>
<p>Mas diferentemente de <em>Mate-Me...</em>, que disseca o punk sem anestesia, <em>O Diário...</em> é uma apanhado feito quase que só de boas recordações. Todo mundo se gostava, todo mundo se dava bem, todo mundo era gênio, todo mundo merecia um lugar melhor do que aquele a que acabou relegado. Quando alguém decide falar algo desabonador, é colocado como anônimo _ e mesmo assim só ocorre duas ou três vezes durante todo o livro. Mas uma delas é justamente sobre Renato Russo.</p>
<p>No meio de toda louvação ao sujeito, alguém diz que, um dia, o encontrou todo alterado no saguão de um cinema, falando sozinho e andando em círculos. Envergonhado pelo amigo _ e não querendo passar vergonha também _, decidiu fazer de conta que não conhecia Renato.</p>
<p>É uma denúncia assim tão grave a ponto do autor querer se manter incógnito? Eu acho que não. Mas para o culto a Renato, qualquer linha contrária que não seja de pleno conhecimento público precisa ser tratada com reserva _ se possível, ignorada. <em>Somos Tão Jovens</em>, filme que estreia neste final de semana, tem pinta de ir na mesma linha, exaltando o gênio musical de Renato e pegando leve com o ser humano que era. </p>
<p>E não parece haver contrassenso maior do que querer preservar um sujeito que se expunha de maneira tão clara em suas músicas em favor de sua memória _ memória construída justamente pela sinceridade com que escrevia. Quer conhecer Renato Russo? Esqueça as biografias escritas sobre ele, ouça suas músicas. Está tudo lá. Até aquilo que não acham desconfortável.</p>
<p>Ainda não vi o filme, mas não espero muito além da ovação de praxe que nosso cinema se acostumou a render a qualquer expoente. Talvez por medo, talvez por preguiça, ninguém parece disposto a meter o dedo em qualquer tipo de ferida. "Não precisa", vão dizer. Fica assim, então.</p>
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