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Posts de outubro 2010

Os anjos existem???

29 de outubro de 2010 1

Penso que os anjos andam pelo mundo em forma de gente, cuidam de nós durante um tempo e depois vão embora.

A Lisi durante muito tempo era a certeza de uma carinho todas as manhãs. Explico:

A vida de correspondente é muito solitária, quando a primeira ligação da manhã já vem com uma cobrança a gente fica meio perturbado. A Lisi foi a coordenadora de produção da central do Interior por alguns anos e todas as manhãs antes de qualquer coisa vinha um "bom dia" carinhoso, seguido de um conversa amena antes de perguntar o que tínhamos para oferecer para a reunião de pauta. Isto transformava os correspondentes em seres produtivos e felizes. Mas ela um dia foi em busca da felicidade..E ficou, só a saudade.

O Sidi veio  mais ou menos na mesma época. Era o senhor de si, empinava o nariz e falava grosso, parecia o dono do mundo. Mas quem o conhecia como eu sabia que o Sidi não passava de um “manteiga derretida”. Ele é daqueles amigos que nunca, em hipótese nenhuma, nem que a vaca tussa vai te deixar na mão. Nos piores momentos sabem que aparece? O Sidi.

Muito pedi o ombro emprestado pra ele, muito ele chorou no meu ombro. Quando a Sofia nasceu sabe o que ele nos deu de presente? A casa dele... Isto eu não vou explicar porque ninguém iria entender.

Mas o Sidi tem uma vantagem, ele não vem sozinho. O cara tem uma mulher poderosa que deu pra ele filhos únicos.

Lisi e Sidi foram meus anjos por um tempo, agora a vida tratou de fazer a história deles se cruzarem. E será que foi bom?

Isto quem responde são eles mesmos no e-mail abaixo da foto.

"GRAÇAS A DEUS!!!!!!!
 Só assim é possível encontrar anjos que já estiveram por perto de outros anjos nossos!
 
Olha ao lado de quem essa vida me colocou? Estamos trabalhando juntos há dois meses! Um baita colega e um amigo que parece que me conhece desde criança. Já estamos muito próximos! Falamos muito, rimos juntos e até já choramos juntos! E ainda por cima, ficamos lembrando de ti o tempo inteiro!
 
Muitas saudades tuas! Manda notícias tuas, da Sophia e da Gabi!
Um beijo"

As Penélopes de Santo Augusto

28 de outubro de 2010 1

Recebi um e-mail da Pricila há algum tempo onde falava que tinha visto a série de carros rosa que publiquei aqui no Retratos da Vida. Ela me falava que também tinha um fusquinha rosa e gostaria que eu publicasse também. Agora ela e uma amiga criaram um blog que está bombando. Se você é daquelas mulheres sem tempo para procurar boas ofertas nas lojas, se você é daquelas mulheres que adora um oferta e não encontra. Seus problemas acabaram... Em Santo Augusto têm as "personal garimpator!". E elas invadem a cidade em um fusca rosa. Abaixo o texto da Pri e as fotos da Viatura Pink das personal garimpator!

"Bom dia Nauro, li a matéria "Quem tem carro rosa?" hoje e adorei! Estou te enviando em anexo fotos do meu fusquinha rosa. Moro no interior do RS, em uma cidade com pouco mais de 15 mil habitantes e o fusquinha causa alvoroço por onde passa... Já teve até policial querendo tirar foto! Muita história pra contar, sem dúvidas.


 

Desde os tempos de Pimp My ride (agora não assisto mais MTV, nem sei se ainda passa…) eu sonhava com um carro rosa, conversível e cheio de frufrus, bancos de pelúcia, já imaginaram? ahhahaha No melhor estilo penélope charmosa mesmo!

Bom, o meu não é bem um conversível, mas tem como não se apaixonar? Ganhei ele de natal dos meus pais, que compraram ele branco e mandaram “customizar”.

 Ele e o livro "Delírios de consumo de Becky Bloom" me inspiraram a criar meu blog: http://deliriosdeconsumosa.blogspot.com/
 
Abraço"
Att
Priscila Knechtel

Quem é Paula Blass?

27 de outubro de 2010 10

 Paulinha BlassEstou há bastante tempo para escrever este post. Ele vai falar de uma alemoazinha que por enquanto pouca gente conhece, mas em breve todos vão ver e ouvir falar: Paula Blass.

Mas quem é Paula Blass?

Foi a estagiária mais “cri-cri” que passou pela RBS TV Pelotas. E olha que já passaram por lá Damaris, Paula Couto, Giacomo Bertinetti, Leonardo Crizel e mais uma galera que anda fazendo sucesso por ai.

Mas a Paulinha era diferente. Sabe aquelas pessoas obstinadas, que até quando estão erradas querem ir até o fim? No dia em que ela chegou, já para impressionar largou esta frase:

- Não existem bons jornalistas, existem boas pautas.

Eu a questionei argumentando que era exatamente ao contrário. Que uma pauta ruim na mão de um grande jornalista ganha peso, e uma grande pauta na mão de um jornalista ruim, vira poeira. Ela com o narizinho empinado me disse:

- Tu tens que respeitar a minha opinião.

Algum tempo depois ela veio me dizer que viu que estava errada. A Paulinha no pouco tempo que ficou lá na redação cativou a todos, porque era autêntica. Adorava e admirava a família, sem ter vergonha de sua origem. Isto a transformava em uma pessoa segura, apesar da inexperiência.

Foram apenas dez meses por lá, mas a Paulinha ficou pra sempre no coração e na lembrança de todos que conviveram com ela. Pela parceria ou pela chatice. Porque não pensem que era fácil. Pão dura...para arrumar dois pila para a vaquinha do lanche da tarde, era uma novela. Lá vinha ela com aquela ladainha que estagiária ganha pouco, e que tinha que guardar dinheiro para a formatura. Não sei qual dinheiro ela gastou na formatura, pois fez todo mundo pagar a janta na festa dela (ahahahahaha!!).

Mas como boa estagiária e organizada, sempre que fazia uma festa tinha lista de presença, e-mail e até alugava alguém para ser promoter. Claro que também tinha que arranjar alguém para buscá-la em casa. Porque nunca vi guria para pedir carona igual a ela. Tava sempre choramingando pelos cantos que não tinha como ir embora, e pirirí, e póróró,,.

Fui aprendendo a observar a Paulinha e ver nela características de uma futura grande jornalista. Inquietação, obstinação, leitura e o melhor de tudo: comprometimento com o mundo onde vive. O TCC da Paula foi sobre a emoção nas grandes coberturas jornalísticas. Um dos livros usados no trabalho dela, pra meu orgulho, foi “A noite que não acabou”, de minha autoria ao lado do Cecconi. Me convidou para palestrar lá na faculdade sobre o assunto, e conseguiu levantar questões e tabus que para um estudante de jornalismo são causa pétrea: Imparcialidade existe ou não?

Ela conseguiu transformar a defesa do TCC em um evento pelo assunto que abordou. Não pude assistir, mas sei que ela levou um “DEZZZZ”.

Após a defesa, ela convidou a galera para comemorar, mas como sempre não colocou a mão no bolso pra nada. Abaixo o item dois do convite.

“2) Vamos em uma pizzaria amanha à noite para eu poder me despedir de verdade de vocês? Alguma sugestão de lugar bom e barato? Como todos sabem eu não estou indo (ainda) pra Globo, então não tenho como pagar pra todos, mas gostaria que todo mundo fosse pra eu ter uma despedida legal com pessoas que marcaram a minha vida pessoal e profissional. Então...quem vai?”

Toda a intensidade da convivência com a Paulinha durou apenas dez meses, mas ela vai ficar pra sempre no meu coração. Quando se formou teve que sair pelo mundo em busca de seus sonhos. E como, ao contrario do que a maioria pensa, vida de jornalista não é barbada. O vô, a vó, o pai a mãe, os amigos acham que quando alguém se forma em jornalismo vai direto para a novela das oito na Globo. Mas como diz a própria Paula Blass, “O sonho não acabou”. Ela se mandou de mala e cuia para o coração do Rio Grande. Hoje é repórter de uma TV em Santa Maria. Está lá pavimentando um caminho que para o sucesso é uma questão de tempo. Às vezes tenho saudade da alemoazinha que tinha iniciativa para qualquer empreitada. Lembro que o dia em que falei em mudar as mesas da Redação ela foi a primeira a empurrar a sair empurrando tudo.

Esta semana ela mandou me avisar que resolver criar um blog. Os textos são a cara dela. Só sentimento.

Penso que estou escrevendo sobre ela na hora certa. Paulinha agora tem um blog que é só clicar aqui e conferir(http://eueomeucoracao.blogspot.com/). E o melhor de tudo. Paulinha estará de aniversário na sexta-feira junto com a Gabriela Mazza(meu amor) e Julia Robert. Pra vocês verem que ela neste dia só nascem mulheres poderosas.

Parabéns Paulinha, a saudade das pessoas que a gente ama só aumenta a certeza que não estamos sozinhos neste mundo.

Beijos e feliz aniversario minha querida Julia Roberts.....Opa,, desculpe, Paula Blass.

Tholl agora é "Circo de Bonecos"

19 de outubro de 2010 5
O novo espetáculo do Grupo Tholl "Circo de Bonecos" é uma remontagem do dramaturgo Oscar Von Pfuhl e contará com 18 artistas no palco. A apresentação conta a magia do circo, onde os animais são as grandes estrelas. O diretor João Bachilli, sempre apostando na inovação vai colocar uma banda ao vivo no palco. Os figurinos e a maquiagem, como em todos os espetáculos do Tholl serão o ponto alto.
O espetáculo acontece durante toda essa semana às 15h, paralelo ao Seminário Nacional de Teatro. O local é: Centro de Treinamento do Grupo Tholl, que fica na rua Garibaldi, nº 630 em Pelotas. Os ingressos custam R$ 20,00.

 

 

 

 

Pinturas na Capital

18 de outubro de 2010 3

Amigo Jeandro, tuas fotos são muito boas. Se não consegue algumas coisas técnicas, como o céu azul, pinta ele a mão como tem feito. Nem todos precisam ser ortodoxos como teu amigo aqui.  A técnica ajuda, mas fotos tem que serem captadas com a alma.

Gosto muito do teu material. Fotografas com o coração. Parabéns.

"Opa to te enviando uma fotos q tirei hj do centro de POA...

tenho uma grande dificuldade q é como manter o ceu azul, em um predio q esta sem sol na fachada? eu clareio a frente mas detono o ceu... tem recurso pra isso?

acabo as vezes tirando duas fotos diferente e depois as sobreponho no photoshop,unindo o bom das duas....

Abração"

Jeândro Garcia

Elton Werb na cidade mais linda do mundo

17 de outubro de 2010 0

 

Conheço o Elton Werb desde que cheguei na ZH em 1194. Eu um fotógrafo foca, ele um repórter já cheio de histórias, eu nasci em Novo Hamburgo, ele em Parobé. Em 1996 me bandeei para a Princesa do Sul para ser correspondente da ZH por aqui. Eram para ser apenas 6 meses, já são 14 anos de uma hitória de amor por esta cidade que me acolheu e que pretendo morar para sempre. Nas minhas visitas na redação em POA sempre cruzava pelo Alemão e o comprimentava com um aceno de cabeça, afinal, ele era sempre seria um repórter cheio de histórias para contar, e eu contruindo minhas histórias.

Na semana passada ele veio até o sul do mundo para acompanhar a visita do candidato José Serra por estas bandas.  Conversamos muito sobre tudo, mas falei muito sobre Pelotas. No final da noite já exautos fomos jantar na Parrillada Mercado Del Puerto. Lá o Elton fez um análize bem legal sobre Pelotas. Falou de preservação de patrimônio, do povo hospitaleiro e dos potenciais que esta cidade tem. Falou que foi criado um estigma de decadência, mas que para um visitante insólito Pelotas se apresenta linda e cheia de possibilidades.

Quando fui largar o Alemão no Hotel Jaques Geoerges, paramos em frente ao Theatro Guarany e fiz uma foto dele, depois perguntei se ele poderia escrever um texto sobre o que tinhamos conversado. Sobre a cidade, sobre jornalismo. Só que ele acabou me mandando um texto falando sobre mim.

Eu só tenho a agradecer a  jornalista cheio de histórias para contar pelas palavras carinhosas sobre mim.

Valeu Alemão, ai estão tuas fotos na cidade mais linda do mundo.

Elton Weber, reporter da Zero Hora

Cara, tai o texto pro blog, desculpa a demora, o dia foi meio corrido hoje.

Temos mais ou menos a mesma idade. Temos filhas. Temos um grande amigo em comum. Eu conheço histórias que o Nauro jura ter sido um dos personagens. Já moramos em cidades separadas por uns 20 quilômetros de distância, se tanto, perambulando talvez pelos mesmos lugares. Trabalhamos trocentos anos na mesma empresa, caminhando pelos mesmos corredores. E nunca tínhamos nos encontrado antes de quarta-feira.

Foi só um dia longo e trabalhoso correndo atrás do Serra, mas deu pra notar três coisas no Nauro: é um rei em Pelotas, ama essa cidade como um louco e é aquele tipo de cara que você pode ter acabado de conhecer, mas parece que é seu amigo a vida inteira.

Grande abraço

Eltom Webwe, reporter da Zero Hora

As redações são em preto e branco

15 de outubro de 2010 2

Mestre Kadão, uma liçãode vida e fotos.

Quando iniciei em uma redação, no finalzinho da década de 80, lá no Jornal NH, as redações eram preto em brando. O burburinho de vozes, o tilintar de xícaras e o tec-tec-tec das máquinas de escrever, eram a trilha sonora do ambiente.

 

Os fotógrafos Miro de Souza, Juarez Machado, Inézio e Ivan Duarte, entravam e saiam toda hora embarcados nas kombis que durante a noite entregavam os jornais, e de dia eram as viaturas oficiais da redação. Eu, que trabalhava no 3º andar, onde ficava o silencioso semanário Jornal Exclusivo, sempre que podia descia até a do NH para me alimentar daquele ambiente denso e morno que era a redação.

 

Naquela época, se podia fumar nas redações. Isso fazia com que as luzes que teimavam entrar por algumas frestas, criassem um pintura impressionista, onde  jornalistas, suas máquinas e suas laudas se misturavam na penumbra.

 

As raras fotos que eram feitas na redação, eram P/B. Porque naquela época, só existiam fotos em preto e branco. Quando algum fotógrafo, chegado de alguma pauta, passava pela redação e flagrava algum jornalista boêmio cochilando antes de escrever seus textos, as velhas Pentax K1000, com filme TRI X 400 já funcionavam, misturando um instinto jornalístico com um pouco de sacanagem com os colegas.

 

Logo depois, no laboratório, a galera entre risos assistia a alquimia, transformando a brincadeira em fotografia P/B. O cheiro do Dektol, do fixador, dos negativos, me fizeram daltônico em relação às redações.


Quando, há 15 anos vim trabalhar na sucursal da Zero Hora, em Pelotas, recém os filmes preto e branco tinham sido abandonados. Nos primeiro anos por aqui, bati as fotos em filmes Fuji coloridos, e os enviava para Porto Alegre dentro de um envelope para serem revelados por lá.

 

Nunca sabia qual o resultado do meu trabalho. Acabei ficando mais íntimo de taxistas e motoristas de ônibus, que me ajudava na insana tarefa de fazer chegar o material até a redação, do que dos meus próprios colegas de Porto Alegre. Lá eu criei melhores amigos, que por telefone confidenciava os segredos mais íntimos, sem eu nem mesmo conhecer o rosto de quem estava do outro lado da linha.

 

Fui me dando conta aos poucos, de que eu era um solitário correspondente. Que a cada ano chegava um jovem jornalista na sucursal, com os olhos brilhando em direção ao futuro. E este futuro chegava um ano depois, o levando embora, obrigando a me reconstruir novamente, com um novo colega.

Fui me dando conta de que estava me acostumando, e gostando deste desafio de lutar contra moinhos de vento. Sonhando que a vida de correspondente era a melhor, apesar de ser solitária. Que em uma sucursal ainda se pode guardar certos costumes das velhas redações, onde o prazer deitar a cadeira para trás, colocar os pés em cima da mesa, e entre gargalhadas contar histórias em um tom de voz mais alto. Sem dúvida nenhuma seria motivo para um aviso prévio nas frias e informatizadas redações modernas.

 

Fui o último fotografo de todo o Grupo a RBS a receber uma máquina digital. Fui um Don Quixote defensor dos filmes, mas como na vida, tive que dobrar a espinha para a informatização da notícia. Estes dias o meu amigo Schlee me disse que as redações modernas parecem mais com um hospital do que com um lugar onde trabalham jornalistas. Ele me contou do tempo em que trabalhou com o Tarso de Castro, com o Samuel Wainer e que aquele ambiente está extinto como estão extintos os dinossauros.


Semana passada fui convidado para trabalhar dois dias na redação da Zero Hora, em Porto Alegre. Confesso que fiquei com um aperto no peito, e senti meu coração bater disparado quando tive que sair com um repórter e um motorista que eu nunca tinha visto. Em uma sucursal a equipe é quase uma família. Me senti como o menino que iniciava a carreira lá no final da década de 80.

 

Me senti mais solitário no silêncio da redação, onde jornalistas multimídia e web jornalistas se concentram nas notícias com os olhos colados em um monitor. Porque a internet transformou o universo no quintal de sua casa.

 

Sinceramente me senti um pouco sozinho, senti um pouco de saudades de um tempo que foi atropelado pelas mistura de cores que só um mundo informatizado pode criar. Meus olhos saudosistas procuraram no meio da silenciosa redação, pessoas que se reconstruíram sem perder a essência preto e branco do jornalismo humano. Pequei uma Nikon D90 que carrego na bolsa sempre com o modo P/B, e por instinto comecei a fotografar a redação da Zero Hora em Porto Alegre.

 

A noticia está cada vez mais rápida. Não encontro mais o cheiro de café, cigarro e negativos pelos corredores das redações. Penso que o ambiente hoje pode ser mais salubre, mas sem dúvidas não é mais tão romântico. O jornalismo mudou, eu mudei.


Eu hoje trabalho com máquinas digitais, tenho um blog,  twitter, msn e todas as facilidades que o web jornalismo moderno pode oferecer. Mas meus olhos ainda teimam enxergar as redações em Preto e Branco e eu divido esse olhar aqui e agora.

Clic aqui e veja as fotos P/B que fiz na redação.

Titãs em Pelotas

12 de outubro de 2010 2

Eu filmando Branco Mello e Toni Beloto no palcoVou postar alguns vídeos e fotos que fiz no show dos Titãs no Theatro Guarany em Pelotas. Na foto acima a Gabi registrou eu produzindo os vídeos com o meu celular.

Titãs no Camarim do Theatro Guarany

Titãs agradecendo ao público que lotou o Theatro Guarany

Theatro Guarany lotado para assistir a melhor banda da última semana

Pequeno poema de felicidade pra Gabi

11 de outubro de 2010 1

Passei a tarde tentando escrever um poema de amor para o meu amor, um poema de felicidade, alguma coisa que falasse do quanto eu sou feliz do teu lado, do quanto tu me completas e como é bom te ter na minha vida. Mas parece que os poemas de amor têm que ter tragédia, poemas de sofrimento, infelicidade e amores perdidos.

Não entendo porque não posso falar de felicidade, não entendo porque recitar poemas de amor feliz pode ser piegas.

Te amo, e isto basta. Tu me completas cotidianamente e quero ficar do teu lado por toda a minha eternidade.

Tua inteligência me encanta, teus beijos me excitam, teu olhar me mostra o caminho a ser trilhado.

Te amo, te amo te, amo. Minha casa seria vazia sem tua presença, minhas manhãs seriam escuras se não acordasse ao teu lado, minhas noites seriam sonâmbulas sem tua vida na minha vida.

Olha eu aqui falando de como seria se tu não existisses. Mas tu existes, e eu sou feliz. Acho até que tem razão quem diz que os poemas de felicidade não têm muita graça, até porque que quem é realmente feliz não tem que ficar escrevendo poemas, tem é que viver e ser feliz.

Te amo...

Nauro

52 Histórias que não acabaram

01 de outubro de 2010 0