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Posts de janeiro 2011

Galera das cabines de Imprensa

27 de janeiro de 2011 0

Sempre que posso reúno a galera da imprensa que está cobrindo os jogos de dentro do campo. Até porque é lá que eu trabalho. Mas tem um pessoal que chega antes dos jogadores e da torcida para que você possa ouvir os jogos na tranquilidade dos seus lares.  Ontem dei uma passada nas cabines de imprensa antes do jogo e fotografei a galera que trabalha por lá.

É uma batalha. Lá têm, narradores, técnicos, comentaristas, calor, frio, repórteres, cinegrafistas, chuva, torcedor chingando, microfone sem pilha, internet, TV, escalação, dúvida, substituição, voz, dial, experiência, caneta, aptop, foca, fone de ouvido, jornal, corredor apertado, estádio vazio, estádio lotado, impedimento, falta, zagueiro, centroavante, impedimento, GOOOOOOOOOOOLLLLLL, senhores ouvintes, encerrou a jornada esportiva desta noite, um abraço...

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Pelotas vence a primeira no Gauchão 2011

27 de janeiro de 2011 2

Agora a noite, o Pelotas conquistou a primeira vitória no Gauchão 2011 sobre o Lajeadense no Estádio da Boca do Lobo. A chuva qua caiu no final da tarde em Pelotas ameaçou estragar a festa áureo cerúlea, a torcida demorou a chegar, mas com o jogo já estava em andamento, as arquibancadas incendiaram e não demorou muito para o atacante Tiago Duarte abrir o placar com um golaço.  No resto da partida foi um sufoco para os dois lados. O time do Lajeadense não se intimidou e ameaçou o Pelotas em várias oportunidades. 

Quase no final da partida o meio campo, Makelele deu uma arrancada pelo lado direito do capo levantando a torcida. Mas o jogo ficou assim. Pelotas 1X0 Lajeadense. Hoje não teve mulher de zagueiro que atrapalhasse o primeira vitória Áureo Cerúlea no Campeonato Gaúcho.

Abaixo uma pequena crônica do jogo em fotos...

Beto e Izar no calçadão

26 de janeiro de 2011 1

Na última sexta-feira de cada mês, ali no calçadão, em frente ao antigo quiosque do Nelson Nobre, o "seu" Beto e dona Izar proporcionam aos transeuntes um espetáculo de música e alegria. Os mais ousados param e se arriscam a fazer um pézinho. Também tem o público fiél que vai sempre lá assistir ao show do casal.

Quem é da cidade sabe quem é o bailarino da boneca. Pois é, ele casou e quando não está mais agarrado à boneca, vai lá no calçadão com a patroa dançar ao som de Beto e Izar.

Ontem o Artur Rocha me contou que a história de amor do casal de músicos daria um filme. Eles se conheceram em um circo e depois de andarem se apresentando pelo mundo resolveram jogar âncora em Pelotas. Quarquer dia converso com eles e conto melhor esta história.

Mas quem é mais curioso e não têm paciência de esperar é só ir lá no restaurante Kalabary, onde eles fazem show semanalmente. Os reis do calçadão de Pelotas.

Espantando o calor com "arte"

25 de janeiro de 2011 1

Hoje ao meio dia a Gabi me buscou aqui no jornal para a gente ir em casa almoçar, quando nos deslocávamos para casa nos deparamos com a cena abaixo. Enquanto um caminhão pipa molhava uma estrada vicinal para diminuir a poeira e uma gurizada "arteira" corria atrás, de bicicleta e se dependurava debaixo do esguicho d`agua para se refrescar. Eles se revezavam, enquanto uns tomavam banho no estribo do caminhão, os outros carregavam as bicicletas. O frege foi grande até que o motorista se deu conta, parou o caminhão e acabou com a festa.

Eu sei que a gurizada estava cometendo uma imprudência, mas quem sou eu para criticar, eu era um peste quando guri e vivia dependurado em caminhão, patrola etcetcetc... Me deu uma saudade da infância.

Todo homem quando chega na idade adulta é um sobrevivente de um guri que um dia existiu nele.

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A mulher do zagueiro

25 de janeiro de 2011 6

Por Nauro Júnior.

Este é um texto de ficção. Qualquer semelhança com pessoas ou com a realidade é mera coincidência. 

Ontem, no final do jogo do Pelotas, abaixo das arquibancadas, lá, em frente ao vestiário, foi lá que entendi por que o time áureo cerúleo foi mal em campo na estréia do Campeonato Gaúcho de 2011. Foi exatamente lá que vi, com estes olhos que vivem olhando o mundo, o principal motivo da desestruturação do time "azul e ouro" no segundo tempo. Foi lá que entendi por que o Ypiranga de Erechim massacrou o Pelotas dentro da Boca do Lobo, tal qual fez  o Todo Poderoso Mazembe com o frágil, acuado e covarde Internacional de Porto Alegre em Abu Dhabi.

Mas para vocês entenderem melhor, preciso falar um pouco de um fato histórico, corriqueiro em qualquer equipe de futebol quando está sendo montada.

Quando um time está em formação, dirigentes e treinadores tentam encontrar centroavantes, goleadores e zagueiros valentes. O que se espera de um zagueiro é que ele já chegue ao estádio “brabo”. Que em campo seja um xerife, que tenha um olhar sisudo para os adversários, cara de mau. E que não dê toquinho na bola e, sim, que a espante de perto da área de seu time a patadas.

Já do centroavante se espera que seja irreverente, que chegue ao estádio sorrindo e contando piadas, divertindo desde o flanelinha até os caras que estão aparando a grama do campo. E quando joga tem que ser aquele cara que provoca o zagueiro adversário, que ginga com a bola nos pés antes de chutar em gol e, se possível, dê um balãozinho no zagueiro adversário antes de marcar.

O zagueiro contratado deve mandar. O centroavante de preferência não deve obedecer.

Zagueiro é aquele cara centrado, que chega cedo em casa, que leva os filhos para brincar na pracinha do condomínio, que toma mate com a esposa e que leva a família para assistir ao treino no estádio, para depois irem embora todos de mãos dadas.

Já o centroavante é aquele cara que se atrasa para os treinos porque ficou até tarde na balada. E quando chega ao estádio é recebido aos beijos por algumas "marias chuteiras".

Enquanto o zagueiro é completamente fiel, o centroavante tem muitas mulheres.

O zagueiro na maioria das vezes é o capitão do time, o centroavante nunca vai usar a braçadeira. O zagueiro é o homem de confiança do treinador, uma espécie de extensão dele dentro do campo. O centroavante é o cara que o treinador tem que viver acalmando, é vaidoso, tem um ego maior que os gols que marca.

Um zagueiro, quando marca um gol, corre para os braços do treinador gritando: “É nós, é nós...”

O centroavante, quando faz tremer a rede corre para a torcida, escala a tela, faz coraçãozinho para as câmeras de TV, manda beijos para as namoradas, etc, etc.

O zagueiro vive treinando. É o cara que passa a vida assistindo à partida lá de trás, sabe tudo de técnica e, depois que para de jogar, se transforma em ótimo treinador, como Luiz Felipe Scolari.

O centroavante joga por obrigação, odeia treinar e quando pendura as chuteiras abre um restaurante,  uma casa noturna, ou ainda se candidata a deputado como Romário ou Bebeto.

Tenho observado durante os anos em que acompanho futebol, ali de dentro do campo, que nada muda. Zagueiro é zagueiro, e centroavante é centroavante.

O torcedor tem um amor incondicional e edipiano pelo centroavante como se fosse ele sua própria mãe. Mas respeita e confia na valentia do zagueiro, como se fosse um pai.

Quando o zagueiro vai treinar, o carro que estaciona em frente ao estádio é um Corolla cinza, um Honda Civic verde-musgo. Já um centroavante, encosta camionete Mitsubishi preta com insulfilm nos vidros ou um conversível vermelho.

O que se espera de um zagueiro é que ele tenha uma esposa. Uma senhora nem muito bonita nem muito feia, que seja boa mãe, boa esposa e que essa mulher lhe passe tranqüilidade, tanto quando está em casa ou dentro das quatro linhas. O zagueiro precisa saber que aquela senhora está lá.

Do centroavante se espera que tenha muitas mulheres, loiras, morenas, lindas, poderosas, “periguetes”, “popozudas”.

Quando zagueiro entra em campo, discretamente o pai diz para o filho: “Vai lá e pede um autógrafo, que este cara é um exemplo pra ti”.

Quando o centroavante aporta de um carrão, com brinco nas orelhas e correntes de ouro nos braços e no pescoço, todos correm à volta dele para pedir autógrafo. Meninos meninas e, principalmente, mulheres.

O zagueiro é concentrado 24h por dia. Centroavante vive no mundo da Lua.

Bom, voltando ao início desta história, vou explicar o motivo de o Pelotas ter se desconcentrado no último domingo.

Enquanto os jogadores do Pelotas estavam no vestiário tomando banho e tentando assimilar a derrota de 2 x 1, de virada, para o Ypiranga, observei suas mulheres e seus filhos que os aguardavam debaixo das arquibancadas. Foi ali, quando eu saía do estádio em direção a minha casa, carregando máquinas, lentes, laptop, monopé, e toda a parafernália que um fotógrafo de futebol carrega, foi naquele instante que meus olhos viram aquela mulher.

Abaixo de seus cabelos loiros e bem cuidados, tinha um corpo de mais ou menos um metro e oitenta de altura, esculpido generosamente pelas mãos de Deus. O olhar angelical destoava de todos os olhares de todas as esposas de jogadores que ali, junto com ela, aguardavam seus maridos. Seu rosto parecia uma pintura de um anjo de Rafael e não lembrava em nada aquele ambiente hostil de estádio de futebol.

Pensei ser alguma modelo, amiga de algum dirigente, ou até mesmo a musa do clube. Não me contive, perguntei para um radialista quem era aquela jovem senhora ali junto com as esposas dos jogadores?

Ele me respondeu:

- “É a mulher do Zagueiro.”

Não posso acreditar que um zagueiro que passa a vida dando pontapés receba a bem-aventurança ter a esposa mais linda que qualquer jogador de futebol já imaginou ter. Não estou dizendo que não mereça, ele deve ter dotes inimagináveis para alcançar tamanha graça.

Mas não estamos falando em uma bonitinha, nem de uma mulher bonita. Ela, a mulher do zagueiro, é daquelas que destoam. Daquelas que, quando entram em um restaurante, os maridos (das outras) não conseguem disfarçar e lhe perseguem com o olhar, sob os protestos de suas esposas.

A esposa do zagueiro do Pelotas é mais linda que a Suzana Werner ou a Wanda Nara, ou até mesmo que a mulher do Kaká ou a do Messi. A mulher do zagueiro do Pelotas é mais bonita que a Victoria Beckham, ou aquela linda modelo que é casada com o Figo. A mulher do zagueiro não caminha, ela flutua, ela levita, ela deixa um rastro de primavera por onde passa.

Quero que me entendam, mas não posso crer que o jogador que tenha uma esposa daquelas lhe esperando nas arquibancadas, lá nas cadeiras cativas, consiga se concentrar. Ele sabe que é admirado por todo o estádio, que é invejado pelos dois centroavantes em campo. Sabe que é odiado por toda a torcida adversária, que todo o estádio, na maioria do tempo de jogo, lança seu olhar lá para as cadeiras cativas. E por mais que saiba que ela é completamente fiel, em algum momento ele se desconcentra. Ele é temido, admirado, invejado, é amado.

No final do jogo de domingo, o goleiro do Pelotas foi eleito o vilão da partida por ter tomado um frango em uma bola que era fácil de defender. O jogador do Ypiranga chutou do meio do campo, a bola acabou passando pelo meio das mãos do pobre do goleiro. No final da partida toda a torcida entoava um cântico: “frangueiro, frangueiro...”

Eu assisti ao lance pelo menos dez vezes. Repetidamente vi a jogada em câmera lenta para ter certeza de que não era ilusão de óptica. Depois de ver e rever com o controle remoto na mão o episódio do gol, consegui confirmar.

O goleiro estava distraído com o olhar levemente inclinado lá para o pavilhão social, foi pego desprevenido pelo atacante adversário, que espertamente chutou do meio do campo.

Toda a torcida pediu a saída do goleiro. Os dirigentes pensam em mandar o vilão da partida embora. O treinador tenta dar uma segunda chance para ver se o guardião da meta azul e ouro se recupera. Vão acabar pedindo a cabeça do treinador também.

Mas, na minha humilde apreciação dos fatos, quem deveria ser mandado embora era a mulher do zagueiro. Enquanto ela estiver orbitando pela Boca do Lobo, ninguém vai se compenetrar nos jogos. Nem o zagueiro, nem o centroavante, muito menos torcedores.

Enquanto esta mulher estiver por lá, o Pelotas não ganha.

Pra mim, a verdadeira culpada pela derrota do Pelotas na estreia no Gauchão 2011 é a mulher do zagueiro.

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Caminhada pela PAZ

24 de janeiro de 2011 0

Os 810 militares brasileiros que treinam em Pelotas para representar o país na Força de Paz da ONU no Haiti fizeram neste final de semana a Caminhada pela PAZ. Eles percorreram as principais ruas da cidade acompanhados de seus familiares e da comunidade pelotense. Foram mais de mil pessoas que se dirigiram até o Altar da Pátria, local tradicional de manifestações, que fica na Av. Bento Gonçalves no centro de Pelotas.

Lá houve um culto ecumênico onde um padre, um pastor e um representante espírita, que irão acompanhar as tropas, deram uma benção ecumênica. Filhos de soldados leram textos de incentivo aos pais que viajarão em fevereiro rumo ao país caribenho.

Abaixo algumas imagens da caminhada.

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Um paraíso chamado Arroio Pelotas

23 de janeiro de 2011 0

À Zero Hora deste domingo trás uma matéria com o título “Refúgios no Interior”. São lugares alternativos no Rio Grande do Sul, para fugir do agito das praias de água salgada e dos insuportáveis engarrafamentos que levam ao litoral. A sucursal da ZH em Pelotas não podia ficar de fora desta e colocou o Arroio Pelotas como local de prática de esportes náuticos, pesca e banho. Além de contar com a Rota da Charqueadas e com condomínios privilegiados que ficam as suas margens, o Arroio Pelotas carrega em suas águas a própria história da cidade. Quem puder conferir na ZH Dominical vale a pena. Além de Pelotas, tem opções de lazer alternativo em vários outros municípios do Estado.

Quinta-feira acordei cedo da manhã para fazer as fotos do Diego Noble Marshall esquiando no Arroio Pelotas, ele era o case de nossa matéria. Queria aproveitar aquela luz matinal, e a mansidão das águas do arroio pela manhã. Penso que o resultado do material  ficou bem legal.

Porem, o crédito que saiu na foto, na segunda edição da ZH Dominical estava errado a foto é minha, mas saiu com o nome de outro fotógrafo. Estou colocando aqui uma galeria com imagens do Arroio Pelotas. Quem gosta de fotos, além de uma errata, terá a oportunidade de ver um pouco mais sobre este paraíso que deu nome à nossa cidade.



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O Hati tá na capa

22 de janeiro de 2011 0

A Zero Hora pode rodar com várias capas no mesmo dia. Conforme algum assunto vai tomando vulto em relação a outros a foto e as manchetes da capa de ZH vão sendo atualizadas. Ontem o jornal rodou toda a primeira edição, (que são os jornais que vão para o interior do Estado) com a foto que fiz dos soldados brasileiros treinando em Pelotas para ir ao Haiti em uma Força de Paz da ONU. Quem está na capital, viu o Jonas mandando a torcida gremista calar a boca estampando a capa da Zero Hora.

Estou publicando aqui a pedido de alguns soldados que estão em Pelotas a reprodução da capa de ZH onde eles saíram, para que seus parentes em POA confirmem que realmente eles estão na capa. Eles ligaram para casa e pediram para os amigos, mãe esposa, filhos e toda a parentada comprar o jornal que eles estavam “bem na foto da capa” e o pessoal na capital não viu nada e até duvidaram se era verdade a informação.

 Agora ta ai abaixo para confirmar.

O Haiti é aqui

21 de janeiro de 2011 1

Clique aqui e veja mais fotos no slide-show.

O sonho de todo jornalista é ser um correspondente de guerra.  Sempre me atraiu a possibilidade de trabalhar em uma zona de conflito. Só que anos foram passando, passando, e fui deixando de lado aquele sonho que muito me inquietou no início da carreira.

 Hoje com mais de quarenta anos de idade, e mais de duas décadas de fotografia, uma pauta aqui em Pelotas tirou do fundo do baú aquele velho sonho que me desassossegou no passado.

Os oitocentos militares brasileiros que vão participar da Missão de Paz da ONU no Haiti estão se preparando em Pelotas. Os treinamentos são intensos. Eles falam o tempo todo o idioma creole, que é a língua falado no Haiti, o que faz parecer que a gente está no exterior. 

Fotografei manifestações, conflitos, invasões da periferia por tanques de guerra, tudo como se fosse uma guerra de verdade. Durante alguns dias o Haiti foi aqui em Pelotas.

O Brasil hoje lidera o componente militar da Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti com o maior efetivo no país caribenho, composto por dois batalhões de infantaria e uma companhia de engenharia de Força de Paz.

Enquanto eu fotografava, o tenente coronel Neyton, que me acompanhou durante esta semana nos treinamentos, perguntou:

“Por que tu não te inscreve para ir com a gente para o Haiti?”

Eu não respondi nada, mas no fundo a pergunta do coronel acordou o sonho de um fotógrafo em início de carreira de ir para uma área de conflito.

Por que não? Só que lá não vai ter simulação. As fotos serão de verdade em um país sofrido, devastado por um terremoto, com conflitos de verdade.

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Imagens da estreia na Boca do Lobo

19 de janeiro de 2011 1

Mesmo atrasado, estou postando as fotos da estreia do Pelotas no Gauchão 2011. A torcida que compareceu para apoiar o time saiu decepcionada com a atuação do grupo, principalmente no segundo tempo, quando foi dominada pelo Ypiranga de Erechim.  O público presente elegeu o goleiro Oliveira como o vilão da partida. Todos  gritavam em coro, "frangueiro, frangueiro" quando o arqueiro áureo cerúleo abandonava o campo. Tinha tudo para ser uma tarde de festa, Tiago Duarte marcou o 50º gol com a camisa do Pelotas, Sandro Sotilli que têm 49 gols, tentava se igualar ao colega de ataque e fazia uma partida excepcional, quando foi sacado do time pelo técnico Gilmar Dal Pozzo.

No final do jogo escutei a entrevista do treinador nas rádio e penso que o jogo que ele assistiu não foi o mesmo que eu vi, apesar de estarmos muito próximos na beira do campo. Ele afirmou que vai manter o goleiro Oliveira no time e que o Pelotas jogou bem. Abaixo as fotos do jogo:

Foto oficial do time que disputou a primeira partida do Gauchão.

Os jogadores entraram em campo carregando a bandeira do clube e os filhos no colo.

Sandro Sotilli com a sua Yasmim

A torcida apoiou o time o jogo todo.

Quem marcaria 50º gol primeiro? Tiago Duarte ou Sandro Sotilli?

Foi Tiago Duarte que mal acreditava ter  marcado o 50º gol com a camisa azul e ouro.

O menino e sua mãe  sentiam que a equipe que foi para o vestiário ganhando venceria a partida..

Os torcedores acreditavam na vitória áureo cerúlea...

No segundo tempo a torcida ficou inquieta com a apatia do time em campo.

Miro Bahia errava muitos passes e....

...o time do Ypiranga dominava o jogo.

Enquanto o goleiro do Ypiranga fazia defesas incriveis...

O goleiro Oliveira do Pelotas saiu vaiado de campo por ter tomado um gol estranho.

No final, já com as luzes se apagando os torcedores incrédulos pegaram o bandeirão...

..enrrolaram e foram desolados para casa.