Uma polêmica antiga está voltando a tona; o som alto dos veículos, no balneário Cassino. De um lado da discussão, os veranistas que gostam do descanso. Do outro, os jovens, que gostam de exagerar nos decibéis na hora de se divertir.
Abaixo, uma moradora do Cassino, que não quer se identificar faz um desabafo, clamando por sossego no balneário.
"Vejo algumas placas proibindo o som alto na praia, se existe a placa é porque existe uma lei que proíbe, então, porque não há fiscalização?
Se existe poucos para fiscalizar que o façam por amostragem, pois não precisa procurar muito, basta ter ouvidos. Quando houver as primeiras multas, com certeza, os volumes diminuem.
Não sou contra ouvir música, o problema é a altura das mesmas. Algumas vezes tivemos que sair da praia porque não era possível conversar com os familiares, o chão parecia trepidar nos nossos pés, e não estávamos na área destinada aos jovens; o indivíduo chegou depois com o som a “toda”.
Na noite de Natal parou na frente de nossa residência, no Cassino, um carro com o som altíssimo. Para falar uns com os outros tinha que ser gritando. Ao pedir com muito jeito que diminuíssem o volume, o mesmo foi aumentado.
Outro dia, no meio de semana, fomos acordados às 5h10min com uma música altíssima. Ao verificar, pelas roupas que usavam, chegamos a conclusão que as pessoas saíram de uma festa e pararam na frente de nossa janela para beber e escutar seu som (e moramos longe dos lugares mais movimentados), não havendo respeito com o sono alheio nem com o trabalhador, pois nem todos estão de férias, muitos precisam dormir para ir trabalhar.
Tantas campanhas contra violência, contra o crack... LOUVÁVEIS, mas acreditamos que o reforço de laços familiares ainda é a melhor solução.
Mas como fazê-lo se estão nos roubando o direito de sentar a beira mar com nossos filhos e parentes para tomar um chimarrão, prosear, reforçar laços familiares. O mesmo na avenida e ruas do balneário e até dentro das nossas casas, com um barulho infernal destes sons turbinados, alegando que é época de férias, lazer...
Também tenho direito a férias, ao sono, a ouvir uma música, a conversar com familiares e amigos e não ouvir este tipo de barulho. Quem quiser ouvir que o faça, mas num volume baixo que não perturbe quem está à volta, independente do horário.
O pior que este problema vem se repetindo e ninguém faz nada. Do jeito que vai teremos que instalar sons potentes também, em nossos carros e casas, mas com microfones, para nos comunicar uns com os outros".
Por Roberto Witter
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25 de janeiro de 2011 às 14:48
a polícia faz vista grande para esses abusos com sons que éssa rapasiada faz com o intuito de mostrar que possuem equipamentos que não são nada baratos,até que algum dia alguem já desgostoso comece a jogar garrafas com liquidos inflamáveis para acabar com isso,e pelo geito não vai demorar muito.
31 de março de 2011 às 17:21
acho otimo levantar essa questao...realmente eh muito desagradavel vc tentar descansar ou curtir a praia , avenida e o seu proprio jardim com a familia ou amigos, pois o som descontrolado de varios carros tomam conta de tudo, e a policia passa reto, nao chama atençao e simplismente ignora esse fato.
e os autores dessas infraçoes sao pessoas que nao tem consideraçao com ninguem, e ficam desfilando seus equipamentos numa competiçao desenfreada, medindo a altura e o preço de seus brinquedinhos....
eh um abuso e um deserespeito com as pessoas e autoridades
devemos melhorar o cassino e nao expulsar os veranistas...