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Música gaúcha é "intragável", afirma Nei Lisboa

05 de fevereiro de 2010 179

Um músico gaúcho chamado Nei Lisboa, em entrevista ao jornal Zero Hora, na segunda-feira, dia 25, afirmou que a música tradicionalista gaúcha é “intragável”. O que vocês acham? Abaixo, reproduzo trecho da entrevista:

É um mal do qual todos padecemos um pouco aqui no Rio Grande do Sul. A música da minha terra, que eu ouvia de criança, o Teixeirinha, por exemplo, nunca me seduziu a ponto de eu profissionalmente produzir alguma coisa com ela. Tudo em torno dela me parece muito ruim, estética, ideológica e musicalmente. Isso inclui sobretudo o que o tradicionalismo tem feito com a música do Rio Grande do Sul nas últimas décadas.

Eu comecei a me lançar na virada dos anos 1970 para os 1980, quando foi também o boom dos festivais, do tradicionalismo. E foi também, no começo dos 1980, que o rock brasileiro começou a mandar na cena. Enfim, que identidade musical a gente tem aqui em Porto Alegre? Há uma dificuldade nessa matéria. A tropicalidade da música brasileira sempre nos toca um pouco nos meses de verão e já nos abandona ali na primeira geada de abril ou maio, a gente passa a demandar outro tipo de coisa.

A música gaúcha se torna intragável para qualquer pessoa mais esclarecida. Não é só o fato de não me representar. Eles foram absurdamente reacionários, a música começou a ser tutelada em termos do que vestir e não vestir em cima do palco, um absurdo. Qualquer adolescente urbano mediamente esclarecido, hoje em dia, se coloca a quilômetros de distância disso.

Nei Lisboa

Opinião do blog: quem é mesmo Nei Lisboa?

Postado por Giovani Grizotti

Comentários (179)

  • JOSE diz: 16 de fevereiro de 2010

    Até que enfim apareceu alguém com coragem para falar a verdade, este mito do gaúcho sobrevive a troco de patrocínio das empresas e da mídia

  • Verner Gregory diz: 9 de fevereiro de 2010

    Ouvir uma opiniao de alguem nao me obriga a aceita-la. Convido o Sr. Lisboa a participar do Enart de 2010 e ver o pq este e o maior encontro de artes e tradiçoes da america. talvez ele tenha visto um tchezinho qualquer rebolando no palco e misturou as coisas. Vai la guri, aprende um pouco mais de cultura, afinal pra quem se diz culto, nunca e demais. Sabe pq o funk faz sucesso no Brasil e a nativista nao? Pq nem todo mundo consegue entender aquilo que sublime e talvez isso esteja lhe faltando.

  • Marcos diz: 17 de fevereiro de 2010

    Que esse nei volte pro estado dele correr atras de bois (que eh a cultura deles) e nao ouça nossa musica ué.

  • Marco Antonio Machado diz: 16 de fevereiro de 2010

    Sinto orgulho de ser gaúcho e das músicas do meu Rio Grande, mas convenhamos…quem é Nei Lisboa, deveriam deletar a reportagem feita por esse moço, é revoltante, me desculpem os esclarecidos.

  • Sou Rio Grande diz: 16 de fevereiro de 2010

    Por Favor, com todo o respeito a pessoa do sr nei lisboa…Mas quem mesmo êle é,o que êle faz????????Sou gaucho, amor a tradição,amo a musica regional tradicionalista…Mas sou fá tamb~em de Elaine Geissler,Nenhum de nós, engenheiros do hawaii,papas da lingua, adriana calcanhoto,elis regina e muintos outros….Musica regional é tudo isso, e se mistura a musica de todos os ritmos e gostos….Nei ou lisboa,seja lá quem tu é ,,vai nascer de novo e lavar a boca para falar denossaculturaregional.

  • Mauricio Domingos diz: 16 de fevereiro de 2010

    Gosto musical não se discute:lamenta-se.Concordo em tudo com o Nei Lisbôa,que a música tradicionalista,junto com o bairrismo exacerbado,é de péssima qualidade.Sou gaúcho mas nem por isso sou obrigado a gostar dessas músicas bizarras.

  • Eduardo diz: 6 de fevereiro de 2010

    Eu queria escrever um texto enorme explessando minha indignação com as críticas sem fundamento do Sr. Nei Lisboa. Não precisa, assim como essa matéria que em breve deixará de ser comentada, ele retornará ao anonimato até a próxima entrevista.

  • julio dos santos diz: 16 de fevereiro de 2010

    O que deviamos fazer é prestar mais atenção no que ele quis dizer e não jogar para o alto. auto critica também é saúdavel.

  • victoria teixeira diz: 17 de fevereiro de 2010

    ALIAS QUE É GIOVANI GRIZOTTI?AQUELE QUE NÃO DA A CARA PARA BATER?

  • francisco carlos trindade saratt diz: 16 de fevereiro de 2010

    Gente!!! Esses adjetivos todos dirigidos ao cantor Nei Lisboa (anônimo, frustrado,cantor de segunda)só vem afirmar a postura que ele criticou em seu texto. Tentem ler sem ufanismos e pensem um pouco, as vezes das mais severas críticas conquistamos mudanças para o meio. Eu conheço o Nei e sei que ele não é frustrado, muito menos anônimo, acaba de ter uma música sua gravada pelo Caetano, e é um excelente cantor, e sobretudo tem o direito de pensar.Vivamos em democracia por favor!abç
    CHICO SARATT

  • henrique diz: 6 de fevereiro de 2010

    bota um show gaucho e tal de nei lisboa pra ver o qual junta mais gente. se ele é tao intelectual assim ele era pra ser o maior cantor do estado e o maior vendedor de discos.

  • Jean Carlo diz: 12 de fevereiro de 2010

    Mariodete, o que estamos fazendo é ter o direito constitucional de expor a nossa opinião. Não foi isso que o tal Nei Lisboa fez?? Você também fez, assim como eu, mas ninguém é obrigado a concordar.

  • Theo Cruz diz: 16 de fevereiro de 2010

    Isso é a opinião do Nei e não deve ser assumida como verdade. Algumas críticas parecem procedentes e outras não. Mas o pior é a postura intransigente que leio aqui no blog, inclusive por parte daquele que o assina. Ora, TUDO é passível de crítica, INCLUSIVE a música tradicionalista. Rechaçá-la sem ponderação, sem avaliar seu conteúdo, e menosprezando seu autor, como muitos fizeram, me parece SIM, uma colossal demonstração de ignorância e reacionarismo autoritário. Indiretamente dão razão ao Nei.

  • Mariaodete Freitas diz: 7 de fevereiro de 2010

    Temos que repeitar,opinião, genero, gosto de cada um.Não podemos sder rigorosos, criticos.Não podemos ter preconceitos,foi a opinião dele, e não foi demagogo.:TEMOS QUE RESPEITAR CADA UM,PIOR É VIVER UMA FARSA PARA ENCANTAR ALGUNS!UM ABRAÇO

  • Roberto Neto diz: 7 de fevereiro de 2010

    Eu nunca concordo com o Grizotti mas esse Lisboa,pelo amor de deus…Nunca ganhou nada ele em conhece a cultura gaucha,não sabe que ta falando de uma cultura que abrange três paises,lamentavel esse Lisboa…

  • Luis Longaray diz: 7 de fevereiro de 2010

    Quem é Nei Lisboa mesmo?

  • Ortunho Urtigão diz: 5 de fevereiro de 2010

    Nei Lisboa é um cantor e compositor bem conhecido. Ofendê-lo não vai ajudar, ainda que agora ele tenha — absurdamente — se arvorado em “padrão do gosto adequado para as pessoas esclarecidas” seja isso o que for. Da minha parte eu gosto das músicas dele e gosto também de muitas músicas nativistas; um pouco de diversidade é um santo remédio para totalitarismos estéticos.

  • Renata diz: 6 de fevereiro de 2010

    Sinceramente,Nei Lisboa não conhece música gaúcha.Em uma terra de gaiteiros, compositores,intérpretes merecidamente reconhecidos no país(o que já é um milagre por serem gaúchos),não há música ruim para o gaúcho que saiba escolher e apreciar e claro,sem tche music, que isso lá não é cultura do nosso Rio Grande!

  • Missioneiro (na Bahia) diz: 7 de fevereiro de 2010

    De minha parte o genêro musical preferido é a música gaucha, até pq, me criei no interior do interior, mas, nem por isso deixo de gostar de outros. Acho que a música gaucha não faz sucesso no país todo por suas letras serem tema regional. Entendo os urbanos não gostarem por ser uma música de teor mais rural assim como falar em piscina e boate no fundão das grotas tbm não faz sentindo. Mas daí a chamar de pessoas sem cultura quem não gosta do que eu gosto!!!….

  • Jose Luis Biulchi de Souza diz: 7 de fevereiro de 2010

    O Nei Lisboa sempre foi um musico medíocre, que está no ostracismo e precisa criar uma polêmica para voltar a mídia. Intragável uma cultura musical reconhecida na américa latina, e falar nisso quantos premios TIM ele conquistou na sua grandiosa carreira, ou qualquer outra premiação?

  • renato souza diz: 5 de fevereiro de 2010

    Olha uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. tem alguns que gostam da musica nei Lisboa, outros como eu nao suporto tal musica e para ser sincero nao lembro de nenhuma delas. Entao cada macaco em seu galho e a proposito ” Viva o Rio Grande….

  • JOSÉ HUGO VARGAS LEITE diz: 5 de fevereiro de 2010

    EM QUAL RÁDIO TOCA MUSÍCA AM OU FM,EU SÓ OUVI ALGUMA COISA DE LISBOA FOI COM A MEL,E ATE SUMIU,.

  • Canabarro diz: 5 de fevereiro de 2010

    Mas que barbaridade Chê! Na verdade o que este pseudo intelectual quis dizer é que somente as pessoas não esclarecidas gostam da musica gaucha??? Em resumo chamou todos os que cultuam a tradição dos gauchos do Rio grande do sul de ignorantes??? Mas vá rachar lenha Lisboa!!! Gosto musical não se discute!! Mas chamar toda a nação tradicionalista de não esclarecida é o fim da picada. Mas este é o mal dos pseudos intelectuais… segue

  • saul diz: 6 de fevereiro de 2010

    Essa do “músico de barzinho” foi muito boa .Só falta o banquinho para “sentar”.

  • Canabarro diz: 5 de fevereiro de 2010

    … Vou continuar sendo tradicionalista e com muito orgulho. Vou continuar cultuando os costumes dos tauras do passado que ficaram a bandeira e nos deixaram um legado que inclusive, Sr Lisboa – segundo a ONU é o maior movimento cultural regional do mundo. A tempo; Nunca ouvi sequer uma musica sua, mas isto não me dá o direito de chamar o que te seguem de pessoas “NÃO ESCLARECIDAS”. Graças a Deus o Tradicionalismo gaucho do rio grande não precisa de ti nem das tuas musicas!!!

  • carlos alberto baggio diz: 5 de fevereiro de 2010

    aho que todos tem o direito de criticar ou ser criticado… mais eu acho que este ai ou não se deu bem no gauchismo… ou tem inveja da músia regionalista fazer tanto sussesso… ja mais ouvirei músicas que não sejam autênticas…CD deste cidadão não quero nem de graça…

  • Paula Parodi diz: 5 de fevereiro de 2010

    Para mim isso é um grande absurdo!!!! Repito a pergunta do blog: quem é Nei Lisboa?? Não me lembro de nenhuma música dele….
    Mas…..cada um, cada um, né?

  • André Krause diz: 5 de fevereiro de 2010

    e quem é mesmo Giovani Grizotti???

  • luiz diz: 5 de fevereiro de 2010

    FINALMENTE alguém lúcido no cenário gaúcho. Esta música de quinta, que é a música tradicionalista só é ouvida pela massa que se deixa manipular pela lavagem cerebral que existe neste estado, que ao contrário do que pensam, é culturalmente muito pobre, pois um dito movimento se arvora de ser o ÚNICO bastião cultural do estado, e ignora a contribuição dos demais agentes propagadores de cultura.

  • luiz pereira diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quem é Nei Lisboa ??? Estou vendo fala nele pela primeira vez. Esse cidadão queria mídia para sair do anonimato e conseguiu. N]ão precisava disso atacando colegas de profissão,tem tantos meios para se promover na música , apenas apresentando trabalhos de qualidade, que com certeza não é um dos previlégios desse moço.

  • Max Antunes diz: 16 de fevereiro de 2010

    Admiro uma porção de músicos e artistas que fazem a tal música gaúcha. Mas considero o tradicionalismo gaúcho uma farsa. A história gaúcha ensinada está repleta de equívocos e o que Lisboa citou – com a visão, com a grandeza e autoridade de um artista de reconhecido talento, adorado por milhares de gaúchos… e que é um gaúcho que não se vendeu (quem não sabe se informe mais sobre Nei Lisboa não ter se rendido aos assédios do mainstream da indústria nacional)é um pouco disso.

  • Mario Pereira diz: 16 de fevereiro de 2010

    O Nei Lisboa tem razão! Vejam os comentários que partem para ignorancia descalificando o Nei (grande talento musical e poetico)esta tambem é uma tipica reação gauchesca descalificar o outro sem entrar no merito. Os grandes como Jaime Caetano Braum não faziam isto.Se a musica do RGS não retomar as fontes do Jaime Caetano Braum vai morrer baleada em algum bailão do seculo XXI

  • Mauro diz: 17 de fevereiro de 2010

    Luigi, que ta fazendo em Caxias entao? Vaza pra outro Estado hahah!

  • Roberto diz: 16 de fevereiro de 2010

    O mico do ano, os defensores da música e da cultura inventada do Rio Grande do Sul não sabem interpretar uma frase.

  • juliano branco diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quem é Nei lisboa???

  • Ivo Fraga diz: 18 de fevereiro de 2010

    E que tal o Renato Borghetti e seus músicos e músicas e sua história? Já levou muito longe a música do RS e com muita aceitação.

  • JAIME RIBEIRO diz: 11 de fevereiro de 2010

    Quando foi que se ouviu falar desse Artísta a nivel nacional? Teixeirinha, Gildo, Berenice, Serranos, Gaucho da Fronteira, Ademar Silva Cesar e Rogério e tantos outros abriram cancha pelo Brasil a fora. Essa nossa musica tem IDENTIDADE e a musica dele tem? QUEM É O TAL DE LISBOA? – Cuitado meu caro músico frustrado, o Rio Grande é grande mas cabe dentro de nós!

  • Cristiano diz: 11 de fevereiro de 2010

    É lamentável escutar tal absurdo, principalmente, vindo de um gaúcho. Graças ao meu esclarecimento, eu não gosto e não escuto as músicas deste cantor de 2a. Se ele não gosta da tradição e da música crioula, ele deveria, no mínimo, respeitar e não fazer tais comentários infelizes contra nossa cultura.

  • Evandro Leboutte diz: 9 de fevereiro de 2010

    Nei, teu comentário é repleto de frustração, ostracismo, falta de conhecimento e de muito mal gosto! Quem te vê sentado há anos na lancheria do parque na mesa próximo ao banheiro entende a tua falta de sensibilidade e coleguismo! Tens que nascer 100 vezes para chegar próximo ao talento de José Claudio Machado por exemplo! Talento consumido por classes A AB B C D.. e por todas as idades, inclusive pelo adolescente urbano esclarecido. GRAÇAS ao esclarecimento não tenho teus discos em casa!

  • Marcelo Ziani diz: 7 de fevereiro de 2010

    Como falou Grizotti…”quem é mesmo Nei Lisboa?”

  • Émerson André diz: 16 de fevereiro de 2010

    Impressionante, a ZH tá virando o site do Terra. O “se torna” para “é” faz com esse jornalista, SE é que o É, seja medíocre. Criar polêmica ao nada.

  • Pablo Oliveira diz: 16 de fevereiro de 2010

    Concordo que hão musicas tocadas em festivais que considero lixos verdadeiros, e mesmo assima inda são melhores que muitas que se vê em sucessos nacionais.
    Talvez ele, o Nei Lisboa, espere um convite dos sertanejos para cantar AMIGOS…

    Mas, ou na entrevista ele usou colocações equivocadas dando um teor diverso as suas afirmações ou ele de fato é muito infeliz com seu trabalho.

  • Mauro diz: 19 de fevereiro de 2010

    Concordo Simone, vc tem ideias muito coerentes e opinioes inteligentissimas. Soh achei q essas colocaçoes do Nei, alem de terem interpretaçoes diversas e serem criticas muito pesadas, (se levarmos em consideraçao o tamanho do problema diante d todas as dominaçoes q nos sao impostas em todas as outras culturas) parecem ter sido feitas muito especificamente à cultura gaucha. Acho que ele deveria generalizar para nao parecer algo pessoal e nao criar esse embaraço. No mais, concordo com vc,

  • Melina diz: 19 de fevereiro de 2010

    Lamento que existam “músicos” que, ao invés de aproveitarem o espaço na mídia para falar algo de construtivo, demonstrem preconceiro e ignorância. Pelo contrário, uma pessoa esclarecida respeita nossa cultura, mesmo que a música gaúcha não seja sua preferida. Uma pessoa inteligênte escuta o que lhe agrada, e não o que a mídia e o mercado impõem. Os modismos passam, e estes “músicos” sem procedência, ficam perdidos e precisam falar besteiras no jornal para voltarem para mídia.

  • valdir diz: 16 de fevereiro de 2010

    Com todo o esclarecimento que o Sr. Nei tem o mesmo não conseguiu suportar ser um musico de 2a. em sua própria terra. Gosto é gosto, não se discute e não se impoem regras. Pq ele não divulga mais sua musica em vez de ficar criticando o gosto alheio.

  • luciano goncalves teixeira diz: 16 de fevereiro de 2010

    intragavel, e o comentario desse nei lisboa, ele que venha para a semana farroupilha de arroio grande, te garanto que ele nunca mais vai fazer comentarios sem fundamentos sobre tradicionalismo, ele tem que participar de tradicionalismoe conhecer para comentar.

  • FAGNER TOMASI DA SILVA diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quem e Nei Lisboa . Para falar de nossas Tradições assim , pega sua mala e some daqui antes de falar bobagens .

  • ze caxias diz: 17 de fevereiro de 2010

    QUEM SABE MÚSICA PARA ESTE CIDADÃO É O REBOLATION, BICICLETINHA OU LOBO MAU QUE TÃO TOCANDO LÁ NA BAHIA.

  • Roberto diz: 16 de fevereiro de 2010

    Alguém perguntou “quem é Giovani Grizotti?” Pois é aquele gordinho que anda por aí com câmeras escondidas fazendo “jornalismo corajoso” e reportagens “polêmicas” para ganhar prêmios…Sempre escondido.

  • Renato Amarantes diz: 16 de fevereiro de 2010

    A música gaúcha é um lixo mesmo. Só os bairristas mais radicais e revoltados que conseguem ouvir essa porcaria.

    Mas também, eu pergunto: o que o Nei Lisboa representa para a música brasileira? Nada!!

  • Vera diz: 16 de fevereiro de 2010

    Eu sou fã do Nei e também gosto da música gaúcha, acho que o grande problema está em Porto Alegre e interior, pro interior muitas músicas fazem sentido uma coisa que talvez o portoalegrense não entenda. Salve Nei, salve a música gaúcha!!

  • Max Antunes diz: 16 de fevereiro de 2010

    A maioria dos comentários aqui mostram que os seguidores do dito “tradicionalismo gaúcho” são, de fato, além de reacionários… preconceituosos (e inocentemente cegos). O próprio Grizotti foi infeliz ao opinar perguntando “quem é Nei Lisboa?” Alguns ridiculamente fazem comparações absurdas… outros fazem pseudo afirmações sobre o que realmente não entendem: o mercado da música. Sou gaúcho, com orgulho… mas há tempos enxerguei o ranço que atormenta nossa cultura e confunde nossa história.

  • Rodrigo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Há muitos músicos nativistas de muito maior talento que Nei Lisboa. Acredito que sua declaração tenha sido feita pois ele não recebe o reconhecimento em seu estado que é dado a tantos grandes músicos tradicionalistas. Infelizmente, Nei, você não é tão bom. Viva com isso: a inveja mata.

  • José Mattos diz: 16 de fevereiro de 2010

    Pau neles, Nei Lisboa!
    A mediocridade tomou conta da nossa música gaúcha. A maioria está c/ a coisa mal resolvida. Só falam em cavalo, gineteada, quebrar queixo, meter espora e pelear. Se cultua uma revolução que supostamente perdemos e a que ganhamos(Revolução de 30), não se fala em nada. A mesmice tomou conta de nossos festivais. Chega dar sono ouvir sempre a mesma temática. A grande maioria tem o pensamento pequeno. Só olham o próprio umbigo. Só nós somos o Joãozinho-do-passo-certo.

  • Pedro Paulo diz: 5 de fevereiro de 2010

    Olha, sendo que ele fez sucesso , quando baseava suas musicas cantando coisas nossas do Rio grande,, Acho que ele , tem lá seu motivos , mas que poderia escolher uma expressão menos radical para se expor,,, PORÉM sou gaucho, escuto todas musicas gauchas, e mais que tiver de bom ,mas não incluo ele na minha lista de escuta.. Pessoa metida a intelctual,que acha que os outros nào são culto pro não concordar com ele,,, acho que foi infeliz…digo ignorante…ou.. ora deixa para lá ..é insignific

  • Jorge Pustuli diz: 16 de fevereiro de 2010

    Razão total ao Nei Lisboa. Um exemplo de quão arcaico se tornou o MTG pude presenciar neste final de semana em meu município durante a realização de um rodeio. Uma menina foi aclamada campeã do concurso de gaita e correu emocionada para buscar o seu troféu. Neste momento os organizadores se voltam para o apresentador, para que ele anuncie a todos que para receber o troféu deveria estar “devidamente trajada”. Ou seja, a maestria do seu talento foi ridicularizada aos olhos de todos. Isso é MTG.

  • Simone Moura diz: 16 de fevereiro de 2010

    Alíás, eu mesma vivi uma experiência no mínimo esclarecedora quando um grupos de alunos e alunas participaram de um festival de música regional aqui em Canoas. Ocorreu que uma das meninas do grupo foi impedida de subir ao palco porque seu instrumento era o contra-baixo. Será que os defnsores da patronagem cultural concordam que no Rio Grande mulheres não podem tocar contra-baixo? Gúchos e gaúchas de todas as querências, libertem-se. Lembrem que “povo que não tem virtude acaba por ser escravo.”

  • Pedro Martim Kokuszka diz: 16 de fevereiro de 2010

    O tradicionalismo é história, arte, culinária, música, folclore, poesia, festivais nativistas. Não concordo com o Ney pois o Brasil está sendo tomado por tantos modernismos baratos estrangeiros evidenciados pela nossa juventude. Parabens aos nobres valentes sulistas que ainda preservam a verdadeira cultura gaúcha. O que os modernistas pretendem é um absurdo. Deixemos o Ney com as frustrações no devido lugar. Acima de tudo nossa história.

  • Rodrigo Aipimandioca diz: 16 de fevereiro de 2010

    Nem enrolar fumo Nei Lisboa sabe mais.
    Nunca soube, sempre pedia para alguém fazer isso pra ele. Música também, nunca soube fazer. Apenas repetia o que alguem tinha feito….

  • Mauro Gaúcho Cambará diz: 17 de fevereiro de 2010

    Creio que o Nei Lisboa nem mereça algum comentário sobre suas teses, mas é quase impossível ler algo desse tipo e se omitir. Nasci em SC; me criei no RS. Poucas coisas me trazem tanto orgulho e paixão quanto o tradicionalismo gaúcho, o verdadeiro. O sentimento basta. Não é preciso usar botas e bombacha. Basta sentir a música gaúcha, admirar as tertúlias e os CTGs. Para alguém que precisou sair de sua terra p/ fazer tão pouco sucesso, é estranho falar mal de outra cultura. Ele se acha um músico?

  • ronan wittee diz: 17 de fevereiro de 2010

    Barbaridade!
    O Lisboa cutucou na ferida.
    Antes de se cair de pau,é bom e útil uma bela reflexão.
    Tradicionalismo também é a capacidade que tem uma cultura,de reinventar-se.
    Há boa música gaúcha sim e,até por isto,esta discussão é pertinente.
    Parabéns pela coragem,Lisboa!

  • Mariaodete Freitas diz: 7 de fevereiro de 2010

    Temos que repeitar,opinião, genero, gosto de cada um.Não podemos sder rigorosos, criticos.Não podemos ter preconceitos,foi a opinião dele, e não foi demagogo.:TEMOS QUE RESPEITAR CADA UM,PIOR É VIVER UMA FARSA PARA ENCANTAR ALGUNS!UM ABRAÇO

  • Ivo Fraga diz: 18 de fevereiro de 2010

    A idade não vem sozinha.Para alguns a sabedoria vem junto; para outros,nem tanto.Aos 50, NL imbuiu-se de autoridade para criticar o que não conhece.Escolheu só o que ele avalia ser “ruim”.Por certo não procurou escutar, conhecer o que foi e é feito de bom a excelente na música e na poesia apresentada nos festivais. Ainda há tempo para isto. Garanto que muitas letras e meloldias lhe servirão para estudo e inspiração.Faz esta “Caminhada” e curte.Nem bombachas nem botas compõem letras e músicas.

  • jose claudio diz: 16 de fevereiro de 2010

    ? quem e esse tal lisboa, não vale apena comentarios, deve ser um desses que gosta mesmo e de funk,vai aprender mais sobre cultura!

  • Silvio Raincke diz: 16 de fevereiro de 2010

    Nunca ouvi uma música de sucesso e nem frequentei apresentações deste tal “NEI LISBOA”. Tá certo EU RECONHEÇO QUE SOU UM GROSSO”, MAS QUANTO MAIS ME FARQUEJA, MAIS GROSSO EU FICO!!!

  • Rafael J diz: 19 de fevereiro de 2010

    A mesma mentalidade que enterrou a Metade Sul do estado, tanto econômica como culturalmente, está também afundando a música gaúcha, particularmente a “tradicionalista”. Vivem cultuando um passado que nunca existiu, por pura ignorância somada a um orgulho onanista e estéril. Não conseguem enxergar nada além do umbigo. E ainda não aceitam críticas…

  • Robilar Pereira de Souza diz: 16 de fevereiro de 2010

    “A vaca foi pro brejo e atolou..” eu admiro o nei e creio que ela seja alguem culto e esclarecido o suficiente dar sua opinião. entretanto abre caminho, tb, às outras opiniões. eu não sabia que os grilhões do Bom Fim são tão fortes a ponto de ele não ter uma idéia do homem que lá, bem longe do bom fim, trabalha de sol a sol na lavoura, não é tão esclarecido,mas subsiste numa realidade própria muito diferente do pessoal que vive em porto alegre em condições bem agradaveis. e as musicas g

  • Gelson Dazzi diz: 16 de fevereiro de 2010

    Este moço ai esta apagando, ai fez este comentario, maldoso e ofensivo a nossa cultura,!Foi por causa da cultura, que nao ouvimos suas musicas aqui em casa, aliasvc e de 3ºcategoria,te olha tche!!!!!!

  • Bernardo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Pô Ney! PODERIA TER FICADO SEM ESSA.

  • Mateus de Carvalho dos Santos diz: 16 de fevereiro de 2010

    O referido cantor está criticando a música gauchesca tradicional por ela ser… tradicional? É isso mesmo?
    Se o senhor Nei Lisboa aplicar seu critério para tudo quanto quiser criticar, entrará em colapso mental logo, logo – na verdade, eu acho que já entrou.
    Criticará a arte cristã por ser cristã, a música erudita por ser erudita, etc.
    Na entrevista ele deixou claras as suas intenções: quer fazer música para adolescentes esclarecidos – tão esclarecidos e tão adolescentes quanto ele mesmo.

  • David diz: 16 de fevereiro de 2010

    Acho que é posível compreender as palavras do Nei (a saber, um dos maiores nomes da música gaúcha!). Eu concordo em parte com o que ele expos, pois realmente a música gaúcha se tornou realmente intragável, apesar de admirar nomes como Joao de Almeida Neto e o “verdadeiro” nativismo. Tchê music? Piada… Não vamos apenas fazer tempestade em copo d`água…

  • William Costa diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quem é nei lisboa? Conheço vários artista gauchos porque gosto das musicas…. mas nei lisboa?

  • Carlos Omar Villela Gomes diz: 12 de fevereiro de 2010

    O Nei foi pro brejo e atolou…

  • Marcelo S. diz: 16 de fevereiro de 2010

    Não adianta ofender a pessoal porque ela faz uma crítica de uma atividade artística. O fato de eu achar péssima a música gauchesca não me faz considerar que quem gosta dela seja um frustrado, ou idiota. No entanto, neste estado (sou gaúcho hein!) nunca é possível criticar alguns ícones.

    A música é fraca mesmo e algumas exceções de talento não salvam o “lugar comum” que se ouve nos programas tradicionalistas. Assim como alguns baianos de talento não transformam o axé music em boa música.

  • flavio diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quantos discos de ouro, Platina, Diamente, esse tal de Lisboa ganhou???? Bah…que sujeitinho mediocre!!

  • Paulo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Muitos que fizeram comentários aqui, não entenderam o que o Ney quiz transmitir, leiam com mais atenção o seu artigo.
    Gostaria se fosse possível ouvir a opinião mais abalizada, por exemplo um historiador: a maioria confude tradicionalismo, folclore com história. Esse mito do Rio grande herói, não sei não, que o diga as Missões, Sepé Tiaraju e o lanceiros negros, sem contar Porto Alegre e adjacências (Revolução Farroupilha).

  • Adelmo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quem é Nei Lisboa?

  • valmor diz: 17 de fevereiro de 2010

    Mas péra ai indiada quem é mesmo esse tal de Nei Lisboa?????????????é muito ibope por causa de um sujeito desses só falta ele dizer que funk tem mais conteudo que a musica gaucha, mas é um loco mesmo este tal de NEI LISBOA.bah larguei demão então.

  • Simone Moura diz: 17 de fevereiro de 2010

    Penso que a opinião do Nei não está sendo compreendida. Ele não afirma que a música regional gaúcha é ruim, mas que TORNA-SE INTRAGÁVEL quando é TUTELADA por normas e tradições incoerentes com a contemporaneidade, recheadas de machismo e preconceitos injustificáveis. A polêmica, nesse caso, está sendo distorcida. Nei não está contestando a qualidade de nossa música, mas as relações ideológicas que sustentam essa relação de subserviência às regras cristalizadas pelo MTG e seus “donos”.

  • JFB diz: 17 de fevereiro de 2010

    O que é difícil de entender é que sempre tem os moderninhos querendo mudar o que é tradicional.
    Se é tradicional é tradicional; ninguém precisa gostar do tradicional, nem é obrigado a ser tradicional; mas o tradicional é tradicional e pronto.
    Tem seu rito, seu jeito, forma, etc…
    Saiu daí já é outra coisa. E ninguém é proibido de fazer outra coisa e pode fazer e fazer bem feito. O Nei Lisboa que vá fazer sua música bem feita e deixe o tradicional para os tradicionalistas que eles se entendem.

  • Leonardo Machado diz: 16 de fevereiro de 2010

    Caro amigo Nei, sinto he informar e vc não é mais um gaucho de verdade, pois se fosse respeitaria a nossa honrrosa cultura, pois somos o unico estado brasileiro q ainda tem as suas raizes aflorando nos nossos corações.
    Sou um assiduo frequentador de CTG`s, participei do nosso glorioso ENART 2009, e nunca se viu nada igual em nenhum outro estado brasileiro.

  • Ronie Denardi diz: 16 de fevereiro de 2010

    Ai Nei, solta a franga, quer aparecer? Onde tu estavas este tempo todo? Ouvindo a Beyoncé? Tu mão és gaúcho e ,se és, esqueceu o que o Rio Grande te deu até hoje. Se foi pouco, é porque tu és muito ruim. Abraços, mas muito de longe.

  • Ederson Fogliarini diz: 17 de fevereiro de 2010

    Para uma análise crítica oportuna, faz-se necessário não somente o conhecimento teorico e empírico daquilo que se disserta (o que, talvez, aquele “cantor” venha ter). Mais do que isso, são necessárias comparações a outras correntes musicais, in casu. Mas, afinal, que qualidade tem a tua música, além de falásias de barzinhos? Quais os valores preciosos são repassados `à intelectual juventude brasileira?` O que, de fato nos falta são valores cultuados, tb, no reg. e menos conversa de barzinhos.

  • Giovani Th. diz: 17 de fevereiro de 2010

    Eu já não gostava das músicas do sr Nei Lisboa;
    Vê-lo tecer uma crítica aos músicos e a toda uma corrente musical-cultural historicamente consolidada, é que é “intragável”.
    Talvez o nível de “esclarecimento” do sr. nei Lisboa seja similar ao que sua música representa à MPB.

  • Tobias Panassal diz: 16 de fevereiro de 2010

    Quando falta conteúdo no ser ele se obriga a agredir pessoas de fundamento que canta sua terra, origens e povo. Esse Nei é mais frustrado que não conseguiu nada lá em cima do país e vem azedar!!!!

  • Antônio Carlos Rosa de Melo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Eu gosto muito do tradicionalismo, mas existem alguns preconceitos, pois estamos em pleno século vinte um. Tais regras imposta pelo MTG são válidas para pessoas componentes do mesmo.. Fui a um rodeio e viu um membro do MTG criticar o uso de bombachas tipo uruguaia de forma generalizada, pois acho que devia falar dos que participam do mvimento, o povo em geral deve ser respeitado, isso é considerado um preconceito.

  • Simone Moura diz: 16 de fevereiro de 2010

    Nei Lisboa se coloca de forma muito clara e correta. Esramos cansados de engolir gaúchos e gaúchas de todas as querâncias revestidos de discursos machistas, falso moralistas e preconceituosos. A música nativista tem produções muito boas sim, mas estas não estão na grande mídia. O que nos impoem todos os dias é o lixo produzido por uma cultura que nem sequer existe atualmente, pois o universo cultural dos povos é dinâmico e não pode ser tutelados pelos donos de determinados segmentos.

  • Fabiane diz: 16 de fevereiro de 2010

    Concordo plenamente com o Nei Lisboa, sempre pensei assim tb, até que enfim alguém falou abertamente sobre tudo isso que se vê, mas ninguém tem coragem para falar!!!
    Esse tradicionalismo gaúcho é retrogrado!!!

  • Bento Pereira diz: 16 de fevereiro de 2010

    Nei Lisboa tem razao, no minimo, ao externar sua opiniao. Acho errado, Giovani, um cara da tua estatura responder atraves de “falacia logica” tentando descontar a OPINIAO via desconto de quem a emitiu: “Quem eh mesmo Nei Lisboa?”.

    Nei Lisboa eh um gigante da MPG.

    E tem todo o direito de criticar os pretensos “DONOS” da cultura gaucha e os resultados desse processo.

    Esse pessoal do nativismo foca mais no que NAO pode do que no que PODERIA ser feito.

  • Jaime diz: 16 de fevereiro de 2010

    Bom, concordo em parte com o que falou Nei Lisboa. Em primeiro lugar o trabaho dele é reconhecido em todo o país por músicos e crítica, mais do que qualquer um destes outros citados, alguns até bons. Tem também um público não numeroso mas fiel em todo o Brasil. Eu até gosto de algumas músicas nativistas,mas na sua maioria são realmente muito pobres, e não tem relação com a verdadeira cultura porto alegrense. Foram impingidas no século XX pelos MCS que desejavam estigmatizar a figura do gaucho.

  • Marcus diz: 16 de fevereiro de 2010

    Certamente a música gauchesca é algo tosco e ultrapassado, fruto da cultura da ignorância que infelizmente ainda impera por aqui.

  • Luiz Carlos Ferreira dos Santos diz: 16 de fevereiro de 2010

    Agora o Nei não deixa de ter razão em um ponto: tem gente que leva muita vantagem na mídia, principalmente na RBS TV, diga-se Galpão Crioulo onde só se apresenta artista com carta marcada. Porquê um artista como o Gilmar Martinelli nunca se apresentou no Galpão Crioulo ou o Jorge Guedes? Tem muito gato ensacado na música gaúcha que estão na hora de sair fora e abrir caminho pra gente com outro pensamento. É um absurdo o que o Nei falou, mas tem um fundo de verdade.

  • J. Pedro diz: 16 de fevereiro de 2010

    Eu nasci e me criei no interior do RS, e mais, na fronteira. As canções do regionalismo gaúcho não são mentirosas, talvez o Sr. Nei seja um homem urbano e desconheça as tradições do seu próprio Estado, senão não teria sido tão infeliz na sua colocação, desconhecer a veia poética contida nas nossas canções e o jeito grosso de dizer coisas lindas,são únicas, marca registrada da cultura de um povo ao qual acredito que este Sr. desconhece.”A história do RS é contada em lindas canções sim, Sr Nei”.

  • Marilia diz: 17 de fevereiro de 2010

    quem é esse cara mesmo, a porta da frente e serventia da casa, sou bairrista, amo o rio grande, a musica, o todo

  • Marilia diz: 17 de fevereiro de 2010

    um adolescente esclarecido como diz esse cara, deve escutar funk,

  • Simone Moura diz: 18 de fevereiro de 2010

    Mauro, quando me refiro a preconceito não digo que esses são inerentes à cultura gaúcha. Afirmo que são cultivados por um setor que se apropriou dessa cultura como forma de dominação ideológica e que impõe suas regras a todos nós, discriminando e desagregando. Quanto às apologias contidas em algumas músicas da MPB, creio que existem, mas não se trata de fazer comparações e sim de analisar o que é bom e o que é ruim, independentemente do tipo de música. Criticidade é salutar sempre, concorda?

  • FLAVIO TEIXEIRA EX-ARBITRO CBF E COLUNISTA DO VOZ DO APITO diz: 17 de fevereiro de 2010

    concordo plenamente com o nei lisboa,o nossa musica gaucha não avança,não se moderniza e é bairrista para todo o tipo de genero musical que não seja o gauchismo,pareçe ha igreja catolica que é contra a camisinha ,contra a proteção de doenças,as cabeças dos tradicionalistas ainda estão na revolução farroupilha,alias revolução que comemoramos uma derrota vergonhosa eu nunca vi disso.comemorar derrota,eles vivem do passado e o futuro hoje é uma micegenação musical como ha uma mistura de raças.

  • BAGUAL diz: 16 de fevereiro de 2010

    O que é mais bonito? um verso assim…”…PORQUE Ó JOÃO, DEIXASTE O GALPÃO E A LIDA CAMPEIRA, PRA SER NA CIDADE MAIS UM JOÃO SAUDADE SEM EIRA E NEM BEIRA”…
    ( DA MÚSICA JOÃO SAUDADE ) NÃO LEMBRO O NOME DO AUTOR.
    OU ALGO ASSIM…
    MEXE PRÁ CÁ, MEXE PRÁ LÁ, O FANDANGO TÁ BONITO E NÃO TEM HORA “´PRÁCABÁ” (REPETIDO A EXAUSTÃO)..DA FAMIGERADA TCHÊ MUSIC, TCHÊ GAROTOS..ARGH SÓ RITMO E LETRAS (LETRAS???) POBRES.

  • João diz: 5 de fevereiro de 2010

    Olha pessoal, não se deve confundir essa música gauchesca, que nada mais é do que um mero produto comercial, com a cultura gaúcha como um todo, seu valores, etc. Não admito que uma pessoa que ouça essas músicas gauchescas, que na minha opinião são uma porcaria,se considere mais ou menos gaúcho do que eu.

  • Igor diz: 16 de fevereiro de 2010

    os comentários falam por si, e provam que Nei está certo. Os “tradicionalistas” são intolerantes à críticas e à reflexão. Nota zero pra eles e palmas pro Nei e pra liberdade de expressão.

  • Roberto diz: 16 de fevereiro de 2010

    A de ser ter muito cuidado ao tratar de um assunto que mexe com o que o Gaucho mais respeita, que é sua terra, suas tradições e sua cultura. É verdade que falsos movimentos como o tchê music aviltam nossas tradições. Mas que este Sr que nunca consegui sair do Bairro Bom Fim com sua arte criticar nossa musica é profundamente lamentavel. Talvez se procuarsse ouvir sem prencoceito e parasse de achar que os outros é que tem preconceito, ele poderia ficar sem dizer esta grande bobagem

  • Bagual diz: 16 de fevereiro de 2010

    O problema é não generalizar, “a música gaúcha”
    Existem muitos cantores e compositores de talento que graças a Deus não se vendem ou não se venderam a mídia.
    Assim como no RS em outros estados também existe essa pobreza musical citada, não vou querer que um piá de 14, 15 anos saiba e goste da obra dum Noel Guarany, ou um Jaime caetano Braum, mas também não queiram me empurrar goela abaixo funk e rap pra eu bancar o “pseudo moderno”.

  • luigi diz: 17 de fevereiro de 2010

    esta cultura de CTG foi inventada. Não existiu historicamente. vocês todos são trouxas. e acham que são culturados. tenho pena deste estado decadente em todos os sentidos que é o RS

  • Pedro Czarnina diz: 16 de fevereiro de 2010

    Feliz a opnião do Nei Lisboa. Desde “Quando o verso vem pras casas” não aparece nada de agradável e palatável na música regional. Acho a crítica auspiciosa desafiando os compositores a produzirem algo de melhor, que saia do jargão cachaça, espora, mango e felicidade de ser peão de estância (iletrado). O desafio está em cantar algo de real, atual e vívido. Os regionalistas estão engessados assim como a sua música e as suas idéias.

  • joseeliaspachecoalves diz: 16 de fevereiro de 2010

    Como falou Grizotti…”quem é mesmo Nei Lisboa?”

  • cristiano diz: 16 de fevereiro de 2010

    nei lisboa disse tudo, ignorantada desse pasto pobre e inculto.

  • PEDRO GIRARDI diz: 16 de fevereiro de 2010

    eu acho que o ney que é um cantor de musicam. M P B …foi infeliz na sua declaração,,,se ele não gosta de musica regionalista e nativa t, tem milhares e milhares de pessoas que amam,,e não é só de gaúchos não,,,eu nasci em passo fundo hoje resido em curitiba que é uma cidade linda ..e dificel para uma musica entrar aqui ,,,esses dias foi feita uma pesquisa pelo jornal gazeta do povo do paraná qual a musica que o curitibano curte ??? foi vencedora estourada á sertaneja á qual inclui nativa….

  • Roberto diz: 16 de fevereiro de 2010

    O grande problema do gaúcho é justamente a FALTA DE AUTOCRÍTICA.Somos os melhores,somos uma elite,somos separados do Brasil.Balela.Esse “umbiguismo”(só olhamos para o nosso próprio umbigo) e esse “bombachismo” exagerado em nada nos ajudam.Pelo contrário,apenas nos afastam do CENTRO CULTURAL do resto do País.É como diz o Guri de Uruguaiana(ironizando):”TODO MUNDO SABE o que é flor de tuna,camoatim de mel campeito…”

  • Severino Rudes dos Santos Moreira diz: 11 de fevereiro de 2010

    Não me preocupo com o que diz Nei Lisboa. Afinal ele é um simples anônimo e provavelmente frustrado por nunca deixar de sê-lo. Preocupa-me é o fato de Cesar Oliveira e Rogério Melo fazerem até 10 shows por semana, Os Monarcas não terem uma data vaga até outubro de 2010, Nilton Ferreira e Carlos Omar terem trazido “uma carreta” de premios de um festival em São paulo, entre outros. Não estariam esses artistas mais aptos a responderem pela musica gaucha que. Afinal essse que citei TEM HISTÓRIA.

  • Daniel Correa diz: 17 de fevereiro de 2010

    O pessoal ta meio mal informado.
    O Nei Lisboa é gaucho de Caxias do Sul.

  • BAGUAL diz: 17 de fevereiro de 2010

    Nesse mundo a gente vê de tudo
    Tem quem fale demais,
    E outros não falam porque são mudos
    Se alguns gostam de correr,
    Outros gostam de voar
    Se alguns gostam de beber
    Outros gostam de fumar,
    Tem até casal de homem
    E também casal de mulher
    Mas isso é outro assunto,
    Não vou meter minha colher
    Se de doido e de médico
    Todo mundo tem um pouco
    Não se deve gastar açúcar
    Quando o café é pra louco.
    Deixa o cara bater matraca
    E ficar falando a toa
    Pois nem pra tirar a

  • VANESSA NEUMANN diz: 16 de fevereiro de 2010

    Só quem é gaúcho sabe o valor que tem nossas tradições, como é amar a terra que vivemos e a música gaúcha reflete isso. A valorização dos costumes de um povo que tem orgulho de sua história e de seu estado. Sou de Pelotas mas vivo em Piracicaba/SP a um ano e nunca esqueço de onde vim e me orgulho muito do meu estado e de nossas tradições. O Nei Lisboa poderia ter sido mais educado respeitando nossa cultura já que ele é uma pessoa “esclarecida“.

  • Ana diz: 18 de fevereiro de 2010

    Nei é gênio! Além de falar algo certíssimo, conseguiu se expressar de forma muito elegante ao dizer que a música tradicionalista gaúcha é uma da maiores porcarias que já inventaram.
    Absolutamente certo!
    Parabéns, Nei!

  • Daniel Pinto diz: 6 de fevereiro de 2010

    Faz tempo que existe muita porcaria de música que “se rotula” tradicionalista sim, não podemos discordar…mas agora subir num pedestal e chamar tudo de intragável é um gesto petulante, arrogante e que demonstra apenas desconhecimento. Será este senhor melhor que Jaime Caetano Braun, Edson Dutra, Marenco, Gujo Teixeira, Gilberto Monteiro…grandes músicos, poetas e instrumentistas desse nosso RS tão heterogêneo e ao mesmo tempo tão unido no sentimento musical?
    Cale-se Sr. músico de barzinho!

  • Gabriel diz: 18 de fevereiro de 2010

    Encontrou uma boa forma de aumentar o acessos ao blog, né, Giovani. Já que apoiar a tchê music não adiantou. Patético. Parabéns pelo totalitarismo guasca.

  • Mel diz: 19 de fevereiro de 2010

    Falar que a música gaúcha é intragável é demonstração de ignorância, desconhecimento. Não tem nem comparação a qualidade e riqueza das músicas de César Oliveira, Rogério Melo, Luíz Marenco, Marcelo Caminha, com a pobre MPB de Nei.

  • amaral diz: 16 de fevereiro de 2010

    eu sou admirador da obra de nei lisboa, mas não posso concordar com sua opiniao, pois, refletinto um pouco, quando uma sociedade de pessoas vivem no campo como gauchos por exemplo e natural que tenham habitos e linguagens,girias, e natural quecoloquem isto nas suas musicas e suas formas diversas de cultura

  • Rafael Cabeda diz: 16 de fevereiro de 2010

    Gosto de música gaúcha, mas por que os músicos desse estilo são tão preconceituosos? se vocês pararem pra pensar: um roqueiro ou pagodeiro aqui no RS pode adorar música gaúcha, mas pergunta pra um gaúchão macanudo o que ele acha de rock ou pagode? bah, que “coisa de fresco”! É preconceito puro. Conclusão: cada gaúcho apeia pelo lado que lhe der vontade. Se o cara não gosta de música gaúcha deixa ele! gosto de dançar com a china véia, mas aquelas nativistas de dormir acho o fim da picada. e daí?!

  • Bernardo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Pô Nei! Poderia ter ficado sem essa!

  • Paulo Pennaforte diz: 16 de fevereiro de 2010

    Apenas um reparo, o Nei é CATARINENSE, mas precisou do RS para fazer sucesso porque aqui na terra dele o bom mesmo é farra do boi e outras “culturas”. Ninguém o conhece aqui. Sempre fui fã do Nei, mas eu podia ter ido dormir sem essa manifestação dele.

  • Maria Mayer diz: 16 de fevereiro de 2010

    Respeito q/ Nei Lisboa nao goste da musica tradicional gaúcha. Como ele muitos gauchos nao gostam tb. Por outro lado tem pessoas que nao gostam de: rock, samba, pagode, rip rop, sertanejos, sertanojos ou ainda da eguinha pocotó, e tem quem goste.Agora alguem que se diz culto e nao respeita a pluraidade cultural e mais ofenda as pessoas que gostam, isto sim é INTRAGÁVEL.
    Sr Nei, o minimio que poides fazer e se desculpar com cultura.

  • Claro diz: 16 de fevereiro de 2010

    Sou de Uruguaiana, me criei ouvindo música nativista e ouço até hoje alguns músicos de qualidade inegável. Hoje grande parte das músicas canta coisas sem base histórica séria. Pra mim “Tchê Music” é igual ao “Rebolation”, LIXO. Acho que o MTG “engessou” a música gaúcha. Pra quem falou em “ENART Latinoamericano”, pelo regulamento não pode usar bumbo leguero nem contrabaixo (pandeiro pode), e zamba não é considerado ritmo gaúcho. A questão das roupas então…
    P.S.: Tenho todos os discos do Nei.

  • Patricia Nickhorn diz: 16 de fevereiro de 2010

    Este cara conseguiu o que queria, chamar a atenção e se promover mais. Gosto desde pequena da música da minha terra, que não tem nada de falso, fui criada em fazenda, e conheço muito bem a lida campeira, e conheço a história gaúcha,” SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA”…, é o hino do nosso estado pela luta que foi travada por um ideal que ainda existe dentro de muito gaúcho.Nossa tradição nasceu e cresceu junto com homens dignos, contando nossa história, nossos sonhos nossos ideais

  • astrogildo azevedo diz: 16 de fevereiro de 2010

    Grizotti é músico? É folclorista? É crítico de arte, de música? Tem formação? Toca algum instrumento? Afinal, quem é Grizotti???

  • Claudio Oliveira diz: 16 de fevereiro de 2010

    Esta nossa mania de desvalorizar o que temos em casa , é que não nos permite ter uma presença nacional de Acordo com nosso Potencial .Por ser sido Criado em Porto Alegre tenho mais afinidade com a Musica do Nei Lisboa , do que nossa musica Regional , mas acho o pior Cantor regional Gaucho Muito Melhor , que qualquer Victor e Léo da vida.Se acabarmos com a nossa musica regional esta turma toma Conta , e a palavra gaúcho será sinonimo de Goiano.

  • VALERIO diz: 16 de fevereiro de 2010

    SE O RIO GRANDE SEMPRE CULTIVOU A CORAGEM, MINHAS HOMENAGENS AO NEI LISBOA. OS AVANÇOS DIALETICOS SÓ SE FAZEM NO CONFLITO. O TEMPO DA CAVALARIA É MEDIEVAL E OS MOUROS HÁ MUITO FORAM EXPULSOS DA ESPANHA. NUM TEMPO DE MUNDO CONETADO, TER COMO TEMA ÚNICO APETRECHOS QUE NÃO MAIS SE FABRICAM, TER COMO ÚNICA VOCAÇÃO TECER LOAS A CARGAS DE LANÇA, TORNA TUDO UMA CONTRADITÓRIA FICÇÃO. TAL QUAL O CARNAVAL QUE HIPNOTIZA POBRES PARA O DESFRUTE DOS NÃO POBRES DE ESPIRITO.

  • Leandro Roque Bertoldi diz: 16 de fevereiro de 2010

    Sou do interior e moro em Porto Alegre faz algum tempo. O que o Nei Lisboa questiona é o que se dá pra notar na convivência do dia-a-dia na nossa capital: Os portoalegrenses se acham superiores as pessoas do interior e que tudo que é produzido (qualquer coisa) no interior é de baixa qualidade e por ignorantes. É uma pena que a realidade seja assim: “adolescentes urbanos esclarecidos” sabem mais sobre qualquer coisa do que “adolescentes colonos”. é uma visão – musical – pobre e refletiva do autor

  • Tef diz: 17 de fevereiro de 2010

    Gente, sempre gostei e gosto da música do Nei Lisboa. Principalmente do conteúdo de suas letras, sempre com mensagens inteligentes. Por isso, sem paixões exacerbadas, discordo com a generalização do comentário que ele fez. Nem toda a música gaúcha é reacionária. Existem exemplos de musica com conteúdo político apurado. O exemplo de Vitor Ramil poderia ter sido seguido por ele.

  • Mauro diz: 17 de fevereiro de 2010

    Simone, concordo com voce, mas nao acha que atacar o machismo e preconceitos da nossa cultura é um pouco de hipocrisia sendo que tem tanta apologia a drogas, prostituiçao e violencia, nas musicas “coerentes com a contemporaneidade”?

  • Carlos Augusto Azambuja diz: 16 de fevereiro de 2010

    Grande Nei Lisboa! Tem mais é que meter o dedo na ferida. Parabéns pela tua coragem! Todos os metidos a tradicionalistas que conheço, não sabem nem o motivo que gerou a Revolução Farroupilha e se acham os baluartes da cultura gaúcha. Eles tem é que ler mais sobre o RS para depois virem discutir.

  • Marcelo diz: 16 de fevereiro de 2010

    que é o Neil Lisboa???
    nao sei quem é, mas morte a ele…

  • Alicia diz: 16 de fevereiro de 2010

    É a opinião do Nei. Também é a opinião de muita gente, podem concordar ou não. Grizotti não sabe quem é Nei Lisboa?!?!… E QUEM É GRIZOTTI???

  • Paulo Pennaforte diz: 16 de fevereiro de 2010

    Talvez o fato do Nei ser Catarinense e ñ Gaúcho tenha atrapalhado sua percepção. A música gaúcha da minha infância,anos 50,até era em muitos momentos pobre e rude. Teixeirinha era um “caipira”, pouca gente c/ gosto mais requintado gostava daquilo, ele era bem povão, música p/ gente q. adora breganejos, axé e assiste BBB. Nos anos 80, nessa época q. o Nei destaca, a música nativista deu um salto de qualidade inegável. Jaime,nossa música ñ tem q. ter relação c/ cultura portoalegrense e sim do RS.

  • Rodrigo diz: 17 de fevereiro de 2010

    Só podia ser catarinense esse tal de Nei mesmo. A inveja é uma m…

  • luiz pacheco da luz diz: 16 de fevereiro de 2010

    Esse “tal” de nei lisboa meteu os pés pelas mãos. Não sabe do que falar: hora fala em “padecemos muito, ou fala da indumentária nos palcos…em adolescente urbano mediamente esclarecido” demúsica que é bom…nada. Vem pro “RIO GRANDE` de todos nós tomar uma aula de poesia e cultura, sai do centro, vem conhecer a sensibilidade dos Poetas nascidos do chão e que embora adquiram cultura não se desenraizam daqui. Se te botaram freio de pau, é porque não deve ser bom de boca mesmo.

  • Francisco diz: 16 de fevereiro de 2010

    O Nei é 1 pretencioso, musical e politicamente. Musicalmente, ele pega a pior música gaucha e toma como padrão. Errado! Seria o mesmo q tomar a música dele como padrão e qualidade da brasileira. Não é. O Nei é, sejamos bondosos, 3ª linha na música nacional. Longe, léguas de 1 Caeteno, Jobim, etc… Na política ele se comporta igual. Enquanto pede a saída da Yeda, sinicamente cala diante do mensalão do PT. Portanto, seus comentários seguem o padrão de suas músicas e do seu engajamento político.

  • Pablo Oliveira diz: 16 de fevereiro de 2010

    Talvez,
    O Nei tenha mesmo razão…

    Talvez tenhamos que passar às músicas inteligentes do eixo RIO-SP… Sendo que na minha concepção de homem “ESCLARECIDO”, funks, sertanojos e outros engodo ao estilo Klixo não são “MÚSICAS INTELIGETES”…
    Pensando bem… talvez eu nem seja tão esclarescido assim… posso ter minha mente obscurecida pelas idéias “retrógradas” do meu povo.

  • pedro Luis da Silva diz: 16 de fevereiro de 2010

    O velho Nei esta coberto de razão, desculpe mas tradição e PRINCIPALMENTE cultura não tem estatuto, normas ou regras. A musica gaucha infelizmente não se renova e não evolui. Uma triste coincidencia é que os CTG cresceram junto com o apequenamento de nossa economia, que nos ultimos 30 anos cresce como rabo de cavalo. HAA eu sou gaucho, sirvam nossas façanhas, que façanhas HEIN? Dalhe NEI, vamos sacudir este marasmo cultural e economico que esta nosso estado.

  • nelson paes diz: 17 de fevereiro de 2010

    Até quando seremos refens dessa máfia que escraviza a sociedade gaúcha?Sou fronteiro,conheço o pampa melhor do que qualquer desses patroes de ctg.O verdadeiro gaúcho não esta contido em nenhum encontro tradicionalista,onde usam botas,ponchos e botas lustrosas,o verdadeiro gaúcho se encontra no respeito as diversidades,tanto de comportamento quanto de pensamento.O livre pensar,e o direito de discordar parece que esta proibido no RS,basta ler os ataques pessoais que vi

  • Professora Melina diz: 19 de fevereiro de 2010

    Infeliz comentário Nei. Em minha experiência como educadora pude notar que alunos que frequentam CTG são mais esclarecidos, educados e críticos em relação aos modismos que a mídia impõem, pois possuem procedência. Quem vive a cultura “gaucha” sabe que ela não é engessada…critica, quem desconhece.

  • Zanotto diz: 6 de fevereiro de 2010

    o Belchior dos pampas, Nei Lisboa, assim como fez o do sudeste, achou uma maneira de reaparecer, conseguir um destaque. Conseguiu, parabéns Nei não sabe como a tua opinião importa aos gaúchos.

  • ayda molinelli diz: 18 de fevereiro de 2010

    não acho q os jovesn da capital não gostem de musica tradicionalista ou de usar bombacha um exemplo ta na semana farropilha com muitos jovesn bem decidido usando bombacha.
    eu sou jovem uso bombacha amo musica tradicionalista e amo a minha terra

  • João diz: 5 de fevereiro de 2010

    Giovani, com todo o respeito, vou responder a tua pergunta: Nei Lisboa é um respeitado músico gaúcho, e, uma pessoa que demonstrou extrema coragem ao externar sua opinião. Concordo plenamente com ele e conheço muitos que pensam como ele. Sou gaúcho, amo minha terra, defendo ela a qualquer custo, mas considero o tradicionalismo gaúcho algo muito forçado, pois muito do que se pratica nos CTGs já se comprovou historicamente que não existiu.
    Um abraço.

  • Carlos Eduardo Oliveira Ribeiro diz: 16 de fevereiro de 2010

    Sou gaúcho e moro em Rondonópolis – MT.
    Acho vergonhoso alguém que não respeite grandes poetas e ícones que contam uma das mais lindas histórias do mundo, a gaúcha. Devemos respeitar homens e mulheres com milhões de seguidores que cantam e levam através das palavras desses músicos e poetas o orgulho de ser gaúcho mundo a fora. Não é atoa que temos CTGs em todos os cantos do mundo. E não é para ouvir Nei Lisboa mas sim ouvir a música gaúcha. Lhe respeito Sr. Nei mas respeite nossa cultura.

  • Dilson diz: 16 de fevereiro de 2010

    Nesta República Riograndense, parte do Brasil, onde há democracia e liberdade de opinião, existem “vacas sagradas”? Vão correr a relho quem não gosta de “música gaúcha”? É o mesmo pensamento nos puxa para trás…idealizando algo que jamais existiu e cujo maior representante é a nossa miserável zona sul, que é miserável por responsabilidade dos seus líderes e não de govarnos.

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