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CTG sorteia prêmios entre frequentadores pilchados

20 de maio de 2010 5

Essa é pra matar. Hoje, retornando de Erechim, estava ouvindo a Rádio Planalto FM, de Passo Fundo. Lá pelas tentas, o locutor anunciava evento de um CTG, que iria sortear brindes entre os frequentadores que comparecessem pilchados. Algum leitor aqui ainda é do tempo em que era obrigação  de todo tradicionalista comparecer pilchado a um Centro de Tradições Gaúchas?

Bueno, então, que façam como o 35 CTG, em Porto Alegre. No domingo passado, em baile animado pelo Porca Véia e Grupo Cordeona, o ingresso era de R$ 10,00 para os pilchados e R$ 15,00 para quem estivesse de cola fina. Melhor assim.

Comentários (5)

  • Taylor diz: 21 de maio de 2010

    Não entendi a diferença!
    Desconto para pilchados o caro amigo concorda, brinde para pilchados o amigo não concorda?
    Acho justo e de igual proporção!
    Aliás, concordo com a conduta do CTG Terra Nativa de Novo Hamburgo, por exemplo, que só permite dançar no salão, os pilchados!
    Querem ir no CTG de cola fina, vão como turistas e fiquem sentados assistindo!
    Palmas a quem incentiva a pilcha!
    Abraço;

    Taylor Moraes.

  • Sergio Spier diz: 21 de maio de 2010

    Aliás os despilchados que frequentam os CTGs deveriam pagar muito mais, pois os CTGs são associações particulares, cuja a participação deve ser exclusiva para sócios, como qualquer outra sociedade, pois seus sócios pagam mensalidades para usufruir das suas dependências. Subtende-se que os frequentadores das entidades tradicionalistas, por sua natureza são adeptos ou simpatizantes pelo modo comportamental, estrutural e cultural, pois todas elas possuem normas de condutas e procedimentos (estatutos registrados dentro dos padrões exigidos por lei). Portanto os CTGs são entidades voltadas aos interesses dos seu quadro de associados, demais, são turistas, curiosos ou futuros simpatizantes pela causa.
    Portanto meu caro colunista, todo o frenquentador de CTG é do tempo que usar a indumentária gaúcha é referência para a prática do tradicionalismo sadio, e são centenas de milhares de adeptos. Acho que vsa. deveria aprofundar-se mais na busca de informações sobre este tema para não dar um tiro no pé como vem acontecendo.

    Outra coisa é a informação no seu blog de que Tchê Músic é uma variação da cultura tradionalista. Está equivocado. Tchê Music é uma variação da música comtemporânea no Brasil e também no Rio Grande do Sul, como ocorreu com Axé music na década de 90. Para isso deve-se o interlocutor realizar um resgate da musicalidade no RGS deste a introdução da Gaita com a colonização italiana, passando pelas músicas regionalistas (e sua folclorização) até as MPGs ( música popular gaúcha ).

    Abraços;

    Sergio Spier

  • Marco diz: 21 de maio de 2010

    Concordo, pois isso incentiva mais a pilcha.

  • Rogério Ayres diz: 21 de maio de 2010

    O caro colunista se diz defensor das tradições, mas tradições ñ vão sendo criadas no dia a dia, tradições são tradições, vem de muito tempo, penso que, quando uma entidade tradicionalista promove um evento, a pilcha deve ser obrigatória e para que a pessoa possa usufruir de toda a programação deverá estar devidamente encaixada nas normas do jogo, ou por acaso o nobre colunista já viu um jogador de futebol entrar com algum adereço espalhafatoso em campo, destoando das regras permitidas pela federação que regue os jogos de futebol? então esta questiúncula que volta e meia vem a tona nos meios de comunicação com relação as regras do tradicionalismo é mera especulação de quem não tem uma formação tradicionalista enraizada na verdadeira tradição, ou seja não, vivencia o dia do nosso Rio Grande véio, são tradicionalistas de final de semana, aqueles que vestem pilchas lá de vez em quando. O RIO GRANDE é muito mais que isso, ao realizarmos evento temos que ter o cuidado de sabermos que se o estamos fazendo numa casa tradicionalista temos que rezar a cartilha do tradicionalismo e não ficarmos somente pensando na parte financeira do evento. tenho dito e que as cabeças pensantes e falantes deste Rio Grande tenham sempre em mente insto “TRADIÇÃO NÃO ACEITA MODERNISMO” Ass: Rogério Ayres – São Francisco de Assis – Querência do Bugio

  • Luis Ferreira diz: 24 de maio de 2010

    Tche, me desculpe me meter nesta confusão, até porque não tenho o conhecimento profundo que os demais demonstram ter. Mesmo sendo homem de campo, e conhecendo meu lugar, sei que tradição é tradição. Mas lá no fundo de campo somos obrigados e aceitar as modernidades como computador, celular, maquinário moderno, e até encilhas, ferramentas e acessórios diferentes, tudo visando melhorar as condições de trabalho e aumentar a produtividade. Seu Rogério, o Senhor me parece ser entendido e não vou discutir o assunto, mas pelo que li o Paulo Klafeke (acho que assim) ex-vice de eventos do MTG, foi presidente de um rodeio na cidade dele e contratou os Tchê prá tocar porque atrai público. Não podemos ser radical ao extremo, caso contrário a casa cai de verdade e nossos netos não saberão nem que existiu o MTG. Ao jornalista Grizzotti um abraço e parabéns pelas pautas levantadas.

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