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Posts do dia 23 junho 2009

Como funciona o metrô de Washington

23 de junho de 2009 0

O sistema de metrô de Washington é um dos mais seguros do mundo. E, como em qualquer grande cidade americana, é usado por milhares de pessoas todos os dias. Funciona perfeitamente e em raras exceções fica superlotado. Pode-se dizer que uma destas raras exceções ocorreu no dia 20 de janeiro deste ano, na posse do presidente Barack Obama.

O acidente desta segunda-feira ocorreu na linha vermelha, que inclusive passa ao lado da Casa Branca. Mas o local do choque fica bem distante da residência do presidente. Fica, na verdade, no estado vizinho de Maryland, em um ponto onde normalmente os trens circulam em alta velocidade.

Eram 17h no horário de Washington, hora de pico, quando muita gente está usando o metrô para deixar a capital com destino a suas casas, nas cidades vizinhas.

Para se ter uma ideia, o serviço de transporte coletivo é unificado. Ou seja, os passageiros podem se deslocar livremente entre qualquer linha de ônibus, qualquer linha de metrô, ou entre uma linha de metrô para uma de ônibus. Cerca de metade dos trabalhadores usa o metrô para se locomover para o local de trabalho.

O sistema começou a operar em 1976, é um metrô em grande parte subterrâneo, inclusive corta por baixo do leito o rio Potomac, que une Washington ao Estado da Virgínia. 

O choque ocorreu quando os trens estavam sobre a terra. O sistema é extenso e eficiente e é administrado pela Washington Metro. É composto por quatro linhas diferentes. São 170 quilômetros de trilhos e um total de 80 estações. Não apenas na capital Washington DC, mas também em cidades que circundam a capital.

O acidente desta segunda-feira é o terceiro na história dos trens de Washington nos últimos 15 anos. O último havia sido em novembro de 2004, quando uma composição também na linha vermelha descarrilou e se chocou com outro trem na estação de Woodley Park. Cerca de 20 pessoas ficaram feridas. Antes, em 1982, três pessoas morreram num acidente semelhante.

Postado por Rodrigo Lopes

Um novo México mais perto de nós

23 de junho de 2009 0

A Argentina está em alerta com o avanço dos casos de gripe A (H1N1). O assunto pôs em segundo plano a eleição do próximo domingo que irá renovar boa parte do Senado federal – e que pode ser interpretada como um julgamento político do casal Kirchner.

Os principais jornais do país, Clarín e La Nación, trazem grandes reportagens sobre o assunto nesta terça-feira – o Clarín, por exemplo, criou uma área especial em sua versão na internet com todos os detalhes sobre a doença. Por enquanto, o vírus está limitado a Buenos Aires, região metropolitana e La Plata.

Conter o avanço para o interior, onde o atendimento médico é mais precário e a situação sanitária mais vulnerável, é o objetivo do governo neste momento. Uma reunião nesta terça-feira pela manhã irá definir os rumos do combate à gripe. Mas algumas medidas já estavam definidas desde a noite desta segunda-feira: médicos aposentados e residentes serão chamados ao trabalho.

O temor do governo se justifica sobretudo com o início do inverno, quando milhares de turistas deixam as principais cidades rumo ao interior, como Bariloche – para onde, aliás, migram também muitos gaúchos. Este fluxo de ida e vinda favorece a transmissão do vírus.

Se antes, no início da pandemia (quando ainda era chamada “gripe suína”, o H1N1 no México parecia uma preocupação distante, agora, é necessário redobrar a atenção por aqui. A Argentina é o principal destino turístico brasileiro. E o Aeroporto Salgado Filho, o portão de entrada do Mercosul.

Postado por Rodrigo Lopes