Se você não viu a reportagem sobre o Haiti no Teledomingo, clique aqui
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ler maisEste vídeo mandei quando ainda estava em Porto Príncipe, com a qualidade prejudicada, claro, pela dificuldade de acesso à internet. Republico aqui.
ler maisEste é o terceiro e último vídeo que fiz no Haiti. Confira aqui
ler maisDesde que voltei do Haiti, na semana passada, queria ter escrito aqui no blog um post de desabafo, uma espécie de expiação de tudo o que vi e senti lá. Não consegui. Mas na sexta-feira às 19h, o editor de Mundo de ZH Luciano Peres me telefonou. Eu começaria minhas férias, e a proposta poderia [...]
ler maisVeja aqui o segundo vídeo da série que gravei no Haiti.
ler maisVeja o vídeo com os bastidores da cobertura da RBS no Haiti. Confira aqui
ler maisConfira o flagrante dos agentes da Polícia Nacional Haitiana surrando os haitianos que tentavam deixar a fronteira, pela República Domincana. Fiz a foto no momento em que nossa passagem foi autorizada. Ao passarmos, para abrir caminho para o carro, os policiais atacaram os haitianos.
Fotos: Rodrigo Lopes
Iniciando nosso regresso a Santo Domingo, as imagens que vemos na fronteira são impressionantes. A fronteira é um portão de grades, apenas, e alguns populares que tentam atravessar são impedidos pela polícia. A truculência policial é imensa e não sabemos se isso é uma medida oficial ou não. Até o momento, a fronteira estava aparentemente [...]
ler maisMesmo depois de cobrir guerras, presenciar a fúria do Katrina e sentir uma Honduras em convulsão política, o que vi aqui no Haiti, nestes últimos dias, me parece incomparável.
Por onde passávamos, havia corpos, pessoas abandonadas sob os escombros. A cidade de Porto Príncipe é sinônimo de devastação. O centro da cidade deve ser construído [...]
A segunda-feira começou como mais um dia de sepultamento das vítimas do terremoto, com um sentimento maior de desesperança em achar outros sobreviventes. Existe uma cultura aqui de que estrangeiros não podem tocar os corpos dos haitianos. Por isso, o Brasil contratou cidadãos do Haiti para fazer o recolhimento dos cadáveres.
Os esforços da [...]
O dia começou com uma entrevista do general Floriano Peixoto (foto), comandante das forças de paz da ONU aqui no Haiti. Natural de Minas Gerais, ele passou a ser, na prática, a maior autoridade aqui. Não se sabe, por exemplo, de onde o presidente René Préval despacha. O número 1 da ONU morreu. O segundo [...]
ler maisCena que eu ainda não havia visto por aqui: cortejo fúnebre. Aliás, o mais comum aqui é abrirem uma cova comum e jogarem dezenas de corpos dentro. Ou os corpos ficarem expostos na rua (coisa que já diminuiu bastante). Por isso, a cena singela de um cortejo fúnebre — um ser humano tendo um enterro [...]
ler maisNo retorno para a base, uma surpresa: um mercado aberto. Paramos, e no portão de grade, homens armados impediam a entrada. O dono abriu apenas para estrangeiros. Nos identificamos e entramos. Lá dentro, um oásis ocidental: refrigerante, água, chocolates, pasta de dentes, tudo aquilo que a gente só passa a dar valor quando não se [...]
ler maisTivemos acesso ao Hotel Montana, onde ficavam os alojamentos dos funcionários das Nações Unidas — muitos deles mortos em seus escritórios no hotel próximo, o Cristopher. Ambos foram um dia grandes hotéis de Pétionville, nas montanhas que circundam a cidade. Ao chegarmos lá, uma boa notícia: os bombeiros do Distrito Federal, que chegaram ao local, [...]
ler maisAinda não havia entrado em um hospital haitiano. Por isso, aproveitei a tarde para ir até o Hospital Universitário da Paz. No pátio barracas. Uma imagem triste, mas suportável. Porém, ao cruzar o portão, havia haitianos pelos chão, enfaixados, com os rostos cobertos, membros amputados, gritos de desespero, toda a sorte de horrores. Achei que [...]
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