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Posts de junho 2011

Vídeo: Nicolas Sarkozy agredido

30 de junho de 2011 0

Nicolas Sarkozy foi hoje puxado pelo casaco por um desconhecido durante uma visita ao sudoeste de França. O presidente, puxado pelo ombro, acabou se desequilibrando e batendo contra a barra metálica de proteção. O homem foi controlado pela segurança presidencial e detido. Veja o vídeo:

Barack "Dick" Obama?

30 de junho de 2011 0

Um dos assuntos que mais estão bombando no Twitter no mundo é a polêmica envolvendo o analista político da MSNBC Mark Halperin, que usou o termo vulgar “dick” (pênis, para ficarmos com uma palavra publicável) para se referir ao presidente Barack Obama, ao vivo na TV. Sites dizem que Halpertin recebeu uma advertência da emissora. Ele chegou a pedir desculpas, mas, aí, o estrago já estava feito. Veja o vídeo (em inglês)

Decisão do Tribunal contra Kadafi tem pouco efeito prático

27 de junho de 2011 1

Efetivamente, a decisão do Tribunal Penal Internacional, de emitir ordem de prisão contra o ditador líbio Muamar Kadafi e assessores, tem pouco – na verdade, quase nenhum – efeito prático. A medida, tomada nesta segunda-feira pelo promotor do TPI Luis Moreno-Ocampo, atinge, além de Kadafi, seu filho Saif al-Islam e o chefe da inteligência Abdullah al-Sanoussi. Eles são acusados de crimes contra a humanidade pela repressão nos primeiros dias de revolta no país.

A decisão aumenta a pressão para a saída do ditador, mas tem pouco efeito. Haja vista que medida semelhante foi tomada contra o ditador do Sudão, Omar al-Bashir, que continua livre, leve e solto. Viaja para onde quer no exterior e hoje mesmo chega à China.

De certa forma, como diz o governo italiano, a medida do Tribunal de Haia legitima a ação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas, como não tem uma polícia própria, o TPI depende das forças de segurança de países membros. Com o mandado, os 116 estados-membros da corte são obrigados a prender Kadafi e os outros dois acusados na condição de criminosos de guerra, caso tenham a oportunidade. Mas o ditador já afirmou que não deixará a Líbia.
Logo, Kadafi, que está há 40 anos no poder, deve continuar um pouco mais. Até que os rebeldes tenham força para tirá-lo do poder – ou a comunidade internacional decida ir além dos bombardeios periféricos à Trípoli.

O que é notícia no mundo no fim de semana

26 de junho de 2011 0

O brasileiro José Graziano da Silva foi eleito neste domingo diretor-geral da FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, e vai suceder ao senegalês Jacques Diouf. Ele é o primeiro latino-americano a ocupar o posto, ganhou do espanhol Miguel Angel Moratinos, por uma votação apertada de 92 a 88.
É, sem dúvida, uma forma de reconhecimento internacional ao Brasil. Engenheiro agronônomo, economista, professor e escritor, Graciano já ocupou o cargo de diretor regional da FAO, foi ministro fda segurança alimentar e combate à fome entre 2003 e 2004, no primeiro mandato do governo Lula.

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Hoje, nos EUA, foi dia de celebração pela legalização do casamento gay em Nova York, aprovada na sexta-feira. Milhares de pessoas tomaram a Quinta Avenida e as ruas do Village na parada do Orgulho Gay. E muitos agradecimentos ao governador Andrew Cuomo, ele que também desfilou, ao lado da namorada, junto com o prefeito Michael Bloomberg. Nova York é o sexto estado americano a legalizar o casamento gay e também o maior e mais influente. A partir do dia 5, casais homossexuais que quiserem casar já podem dar entrada nos paíes em NY.

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Na Venezuela, um fim de semana de rumores sobre a saúde do presidente Hugo Chávez, que ainda está em Cuba, onde passou por uma cirurgia que ninguém sabe muito bem para que foi. Mas os rumores de que ele estaria com câncer de próstata cresceram. Hoje, aliados de Chávez vieram a público dizer que os inimigos parem de sonhar com sua morte. Chávez não é visto em público desde a operação, no dia 10 de junho, para remover um inchaço pélvico. A longa ausência gerou especulações. O governo insiste que Chávez está bem e que não voltará à Venezuela até estar pronto.

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Ao menos 25 pessoas morreram neste domingo na Nigéria, em um ataque atribuído pela polícia local ao grupo islâmico extremista Boko Haram. Dois homens em uma moto, supostos membros do Boko Haram, lançaram bombas e dispararam várias vezes contra pelo menos um bar a céu aberto muito frequentado num subúrbio da cidade de Maiduguri, de maioria islâmica, disseram fontes locais. Dezenas de pessoas ficaram feridas com o ataque.

Borno, onde ocorreram as mortes, é um dos estados nigerianos que decidiram adotar a “sharia”, a lei islâmica, que condena o consumo de álcool. No entanto, jardins em que é vendida cerveja, ainda que escondidos, seguem sendo bastante frequentados na região. O nome Boko Haram, na língua hausa, falada no norte da Nigéria, significa “a educação ocidental é pecaminosa”.

Piratas da internet ou criminosos comuns?

25 de junho de 2011 0

Por trás dessa onda de ataques a sites governamentais na internet está um grupo chamado LulzSec (Lulz Security). Claro que não é um grupo unificado. Há ramificações na Grão-Bretanha, nos EUA… E certamente, no Brasil, alguém, ou alguns, estão usando o nome, que já ficou famoso para chamar a atenção. O LulzSec, o original, chamou a atenção mundial pela primeira vez há dois meses, com a invasão da rede on-line do PlayStation, da Sony, e o vazamento dos dados de milhões de usuários. O game, de alcance global, passou dias fora do ar. Na semana passada, o grupo assumiu um ataque ao site da CIA e ao FBI.

O nome Lulz vem de LOL (“laugh out loud”, rir alto), uma gíria de internet usada, em geral, após brincadeiras on-line e pegadinhas. Anterior e mais conhecido, o grupo Anonymous nasceu como coletivo hacker há cerca de três anos.

O LulzSecBrazil, versão tupiniquim, exibe uma mensagem (acima) que incita os usuários de internet a participarem dos ataques a sites ligados ao governo brasileiro. O mesmo grupo assumiu, por meio de sua página, a autoria dos ataques aos sites da Presidência da República e do Ministério dos Esportes.

União Europeia dá passo atrás na livre circulação

24 de junho de 2011 3

Pelo acordo Schengen, pessoas que ingressam em um país da União Europeia têm livre circulação pelo bloco, sem que seja necessário apresentar passaporte para ingressar em outra nação. É um dos maiores ganhos da união econômica. Quem viaja pela Europa, sabe a tranquilidade que essa união nos permite, como turistas.
Agora, porém, por causa do crescente fluxo de imigrantes em razão das guerras na Líbia e a crise na Síria, a Europa foi obrigada a dar um passo atrás nessa liberalização. A Comissão Europeia, o órgão executivo da UE, aprovou a restrição da liberdade de circulação de forma temporária para circunstâncias excepcionais. Na prática, isso significa que, diante de uma ameaça de onda migratória, refugiados da Líbia, por exemplo, cada país poderá fazer valer suas fronteiras nacionais, com postos e checagem de imigração.
É claro que é um retrocesso e mostra a preocupação dos europeus com as crises em seus vizinhos. Hoje, por exemplo, o exército da Síria do ditador Bashar al Assad avançou sobre cidades comandadas pela oposição, obrigando muitos sírios a fugir para a Turquia, às portas da Europa. Mas é um mecanismo de salvaguarda para lidar com circunstâncias excepcionais que ponham em perigo o funcionamento geral de cooperação do Espaço Schengen, que é justamente onde vigora a livre circulação.
É importante destacar que essas medidas não têm nada a ver com turistas, nem com o acesso de turistas à União Europeia. Para esses, continua valendo o princípio da livre circulação. A medida diz respeito apenas ao risco de ondas migratórias provocadas por crises internacionais.

Na onda de Obama, Europa também vai retirar tropas do Afeganistão

23 de junho de 2011 1

Debandada? Depois que o presidente Barack Obama anunciou ontem o início da retirada das tropas americanas do Afeganistão, líderes europeus decidiram fazer o mesmo. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciou hoje seu plano de retirada gradual dos militares do país, nos moldes do calendário de Obama. A França tem 4 mil homens em território afegão. O ministro da Defesa da Alemanha, Guido Westerwelle, disse que seu país também vai reduzir o efetivo: são hoje, 4,8 mil militares no norte afegão. Polônia também seguirá a onda Obama. Já a Grã-Bretanha, tradicional aliado americano, vai estudar a proposta dos EUA, mas não afirmou se seguirá o mesmo calendário.

"A maré da guerra está recuando"

22 de junho de 2011 1

Dos 15 minutos em que Barack Obama falou aos EUA — e ao mundo — nesta noite, uma frase resumiria o discurso: “A maré da guerra está recuando”. Pincei essa sentença lá dos cinco minutos finais do pronunciamento porque julgo emblemática. O anúncio do retorno de 33 mil militares (o número era uma especulação durante todo o dia) marca de fato um recuo do governo americano em uma guerra que completa 10 anos no segundo semestre. Obama fez um pronunciamento focado no multilateralismo — mais ações internacionais ao estilo da que ocorre na Líbia, em que uma grande coalizão foi formada, e menos ao jeito George W. Bush de guerrear: unilateral, patrolando a comunidade internacional, como foi o Iraque.

O anúncio encerra semanas de especulações sobre o futuro da presença militar dos EUA no Afeganistão, onde há 100 mil militares americanos. Comandantes vinham alertando o presidente a não fazer uma retirada exagerada, sob pena de reverter os avanços dos últimos meses. Por isso, só serão trazidos para casa inicialmente 10 mil homens. Os outros 23 mil, no ano que vem.

Durante o pronunciamento, o presidente precisou equilibrar seu discurso para não desagradar uma população cansada de guerra e tampouco os falcões do Capitólio e do próprio Pentágono, que acham que um retorno imediato poderia comprometer os 10 anos no front – e o golpe dado na rede Al-Qaeda e nos talibãs. O argumento usado, porém, foi imbatível:

— Estados Unidos, é hora de focar a construção da nação aqui em casa — afirmou.

Se ao anunciar a retirada Obama compra briga com os generais e com os parlamentares republicanos, ganha o aval do público — pesquisa do instituto Pew divulgada na terça-feira mostrava que 56% dos americanos eram favoráveis ao retorno das tropas. A Casa Branca sabe que precisa reduzir seus gastos com a guerra (hoje, o conflito no Afeganistão custa mais de US$ 110 bilhões por ano). Também precisa estancar a perda de vidas americanas, sob pena de o governo ser castigado pelo eleitorado nas eleições de 2012. E Obama, não esqueçam, está em campanha.

O começo do fim de uma guerra

22 de junho de 2011 0

O pronunciamento do presidente Barack Obama está marcado para as 20h em uma base militar próximo a Nova York, 21h pelo horário de Brasília. Será anunciada a retirada gradual dos EUA do Afeganistão. Isso está certo. A dúvida é quanto ao número de militares que serão retirados. Mesmo pressionado durante todo o dia, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, evitou antecipar os números.

O tenente-general Douglas Lute, principal consultor militar de Obama, defende a retirada de um total de 15 mil soldados até o final deste ano e de outros 15 mil no fim de 2012. Já o vice-presidente Joe Biden defende a saída de 30 mil entre julho deste ano e julho de 2012. Hoje, são cerca de 100 mil militares. Teme-se uma frustração, se o número anunciado for menor do que esse. Na minha opinião, não deve ser – vai girar em torno de 30 mil até 2012, até porque Obama está em campanha pela reeleição e o pronunciamento de hoje já é parte certamente da estratégia de campanha para a eleição do ano que vem, que é juntamente quando devem ser retirados todo esse contingente, seria o auge da saída. Não será um discurso fácil, porque Obama tem que agradar tanto os militares, que querem voltar para casa, quanto o Congresso, onde os conservadores, especialmente republicanos, que acham que os EUA ainda não podem sair…

Notícias de um ditador e dois ex

20 de junho de 2011 0

Em meio à violência na Síria, o ditador Bashar al-Assad, prometeu hoje mudanças. Segundo ele, a Síria está em um “ponto de inflexão”, após “dias difíceis”. Em discurso na Universidade de Damasco, que foi televisionado para todo o país.
Assad afirmou que está em andamento na Síria um “diálogo nacional”, que poderia levar a uma nova Constituição. Ele levantou a possibilidade de haver eleições e do fim do predomínio do Partido Baath, porém advertiu que a economia está à beira do colapso.

As reformas não devem ser suficientes para aplacar a revolta popular que há várias semanas toma conta do país e que tem sido esmagada com violência pelo regime de Assad.

Ao mesmo tempo, cresce a pressão da União Europeia por sanções ao regime sírio. Uma resolução na ONU deve ser discutida esta semana no Conselho de Segurança, em Nova York, mas o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, já disse que não vai apoiar a medida. Não é novidade: Síria e Rússia são aliados.

Outro ditador árabe, o ex-presidente da Tunísia Zine el Abidine Ben Ali e sua mulher, Leila Trabelsi, foram condenados hoje a 35 anos de prisão. Eles estão foragidos desde o dia 14 de janeiro, quando buscaram refúgio na Arábia Saudita. Logo, foram julgados à revelia e não estavam presentes no tribunal. A sentença foi emitida com base nas acusações de roubo e posse ilegal de dinheiro e joias, e além da prisão a decisão inclui o pagamento de uma multa de US$ 65 milhões.

No Egito, houve a confirmação de que o ex-ditador Hosni Mubarak, 83 anos, apeado do poder nessas revolta deste ano, está com câncer no estômago. A informação é oficial, veio do advogado dele, Farid Al Dib. Mubarak está internado em um hospital desde 13 de abril, sofreu uma parada cardíaca durante um interrogatório e está com julgamento marcado para daqui a dois meses.

As notícias do domingo no mundo

20 de junho de 2011 0

Um dos assuntos da semana que começa deve ser a discussão na ONU da resolução do Conselho de Segurança que condena a Síria por causa da repressão aos protestos por democracia. Em entrevista que será publicada nesta segunda-feira pelo Financial Times, o presidente russo Dmitri Medvedev já deixa claro que seu governo não irá apoiar a medida. O que, na prática, significa que a resolução já nasce morta.

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Neste domingo, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) admitiu sua responsabilidade pelo ataque aéreo que matou civis em Trípoli, na Líbia. Tudo indica, segundo a Otan, que houve uma falha no sistema de armamento, conforme declarou o comandante da operação, general, Charles Bouchard. O alvo inicial era uma instalação militar, mas hoje, após o ataque, autoridades líbias levaram repórteres a uma área residencial, onde foi possível constatar corpos sendo retirados de um prédio civil.

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A China é castigada pelas chuvas, especialmente o sul e o leste do país. Mais de cem pessoas morreram e outras 78 estão desaparecidas. Cerca de 500 mil pessoas foram retiradas de áreas rurais devastadas nos últimos dias.

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Na Europa, dia de protestos contra a crise econômica. Na Espanha, seis grandes marchas tomaram as ruas de Madri, todas convergindo para as proximidades da sede do congresso. Foi pacífica a manifestação. Eles protestam contra o pacto do euro, os politicos e o sistema financeiro. A Espanha que está nesse contexto de crise, junto com Irlanda, Itália e Grécia, que ameaça uma nova crise global, assunto que Zero Hora tratou neste domingo em quatro páginas especiais.

Um passeio pela Berlim das bicicletas

19 de junho de 2011 13

Desde que voltei de Berlim, onde fiquei três semanas, tenho refletido sobre o trânsito no Brasil e, especialmente, em Porto Alegre. Viajei para a Alemanha, no mês passado, disposto a entender como funcionam as leis de tráfego na cidade, que tem 750 quilômetros de ciclovias. As pessoas se deslocam de bicicleta para o trabalho, para a balada, para a feira, etc. Faz parte da vida dos cidadãos. Numa manhã, enquanto estava lá, saí com alguns colegas jornalistas que faziam o curso no Instituto Goethe comigo para pedalar. Foi uma das experiências mais incríveis da minha vida. O resultado é o vídeo abaixo:

Mulheres pelo direito de dirigir

17 de junho de 2011 1

Se você ainda não viu as imagens das mulheres sauditas desafiando as autoridades e saindo para dirigir, confira abaixo. Elas atenderam timidamente à convocação dos organizadores da campanha Women2drive. No total, 42 mulheres enfrentaram a proibição. Nenhuma foi presa, o que parece ser uma indicação de abertura das autoridades. A Arábia Saudita é o único país do mundo onde mulheres não têm direito de dirigir.


A União Europeia em xeque?

15 de junho de 2011 0

Distantes, mas contra os mesmos objetivos. Manifestantes na Grécia e na Espanha fizeram tremer hoje as economias europeias. Na Grécia, o primeiro-ministro Giorgos Papandreou chegou a afirmar que está disposto a renunciar, abrindo espaço para um governo de união nacional com o partido opositor Nova Democracia (ND). Seria cortar na própria carne em troca da aprovação do polêmico – mas necessário – plano de austeridade que está sendo discutido.

É uma tentativa quase  desesperada de salvar a Grécia da bancarrota. No plano estão incluídos cortes orçamentários necessários para evitar um calote da dívida.

Manifestantes realizaram um grande protesto contra esse pacote, saindo às ruas de Atenas. Houve confrontos graves com o uso de bombas incendiárias contra a polícia na frente do parlamento. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo.

O país está paralisado. As principais ruas do centro foram fechadas para o tráfego de carros e pedestres.

O governo precisa fazer uma série de cortes para continuar recebendo o financiamento do fundo de resgate da União Europeia e do FMI, um pacote de 110 bilhões de euros que está ajudando o país a evitar dar calote em suas dívidas.

Na Espanha, com menor intensidade, mas também dia de protestos. Cerca de 2 mil manifestantes cercaram o parlamento catalão em Barcelona para gritar contra o plano regional de corte de gastos. O presidente da região da Catalunha, Artur Mas, estava entre as várias autoridades que só conseguiram chegar ao Parlamento em um helicóptero da polícia, pois os manifestantes estavam bloqueando os portões.

Vários membros da assembleia foram atingidos com jatos de tinta enquanto passavam pelos cordões de isolamento da polícia, em meio aos protestos. Alguns foram empurrados enquanto tentavam entrar.

Rio superaquecido próximo a vulcão preocupa autoridades

09 de junho de 2011 0

Dezenas de voos nacionais e internacionais foram nesta quinta-feira suspensos na Argentina, Chile e Uruguai devido à nuvem de cinzas libertada pelo vulcão chileno Puyehue, que cobre Buenos Aires. Só na capital argentina, 300 voos foram cancelados nos dois aeroportos, Ezeiza, e o Aeroparque, onde todas as operações foram suspensas desde o início do dia. A nuvem estava a 9 mil metros da altitude, e é formada por partículas podem causar danos nas turbinas dos aviões. Na capital argentina é possível observar partículas de cinzas sobre os automóveis estacionados, o que não ocorre até o momento aqui no sul do Brasil. O servico meteorológico argentino, informa o jornal Clarin, em sua capa na internet, espera que os ventos mudem e que amanha a situacao se normalize.

A companhia aérea LAN também comunicou a suspensão dos voos, não só na Argentina, mas também no Chile e no Uruguai. E na região turística de Bariloche, o aeroporto continua fechado, e deve ficar assim até domingo.

No Uruguai, aeroporto internacional de Carrasco, de Montevideu, também não opera hoje.

O último relatório do Serviço Nacional de Geologia e Mineração (Sergageomin) destacou que a atividade sísmica “possuem uma tendência à estabilidade”, embora tenha advertido que o “processo eruptivo continua e é possível que volte a apresentar um aumento com episódios similares aos já ocorridos ou superiores em intensidade”.

O aumento da temperatura de um rio próximo gera preocupação. que as águas do rio Nilahue chegaram a uma temperatura 45°C, arrastando material sólido, muito denso.

Por aqui, é importante manter o alerta. O cancelamento dos voos provoca, clarom transtornos a quem ia pegar aviao no Salgado Filho e em Caxias, mas é preciso tranquilidade. Não deve haver maiores preocupações. Há duas semanas, passei por isso na Alemanha por causa do vulcão islandês. O espaco aéreo do norte da Alemanha – hamburgo – e de Berlim foi fechado durante algumas horas. Por lá já passou… E agora nós enfrentamos esse problema.

Depois dessa nuvem, é a segunda esta semana, pode vir outra uma vez que segue a erupção do vulcão chileno pelos próximos dias.