A história recente mostra que sanções econômicas atingem mais a população civil, já oprimida pelas ditaduras, do que o governante no poder e seus asseclas.
No Irã, apesar da pressão internacional, o presidente Mahmoud Ahmadinejad mantém seu tom desafiante. O programa nuclear iraniano também não parece ter sido atrasado por conta das sanções econômicas, como comprovou o recente relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que mostrou que o país dos aiatolás estaria muito perto de conseguir desenvolver a bomba atômica.
E na Coreia do Norte, o Conselho de Segurança da ONU estabeleceu duras sanções ao reino de Kim Jong-il, que só tornou mais esfomeada a população, enquanto seu presidente se delicia em seu palácio de torneiras de ouro e piscinas. As medidas não dissuadiram o governo de seu programa nuclear e, volta e meia, o regime realiza testes com mísseis balísticos.


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