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Posts de dezembro 2011

Alteração da realidade

29 de dezembro de 2011 1

A História é pródiga em imagens adulteradas, antes mesmo dos recursos tecnológicos. Com o avanço dos programas de edição de imagens, como o Photoshop, porém, tornou-se muito mais fácil forjar as cenas. Em regimes ditatoriais, a prática é usada para expurgar inimigos antigos ou para tentar maquiar a realidade. Depois que Stalin subiu ao poder na URSS,  foi sistemática a ação para eliminar parte da História. Uma das mais famosas está abaixo: a original mostra Lenin e Trotsky, frente ao Bolshoi em Moscou. Após o expurgo de Trotsky, a primeira versão seria retocada, o que eliminaria sua figura das fotografias.

Outro exemplo, bem mais recente, ocorreu com o regime do Irã, que alterou no computador a imagem do lançamento de mísseis – incluindo um a mais, que tinha falhado.

Em outro exemplo, a realidade não foi alterado por governos, mas por um jornal judaico ultra-ortodoxo chamado Der Tzitung, editado pela comunidade hassídica em Nova York. A publicação apagou a secretrária de Estado americana, Hillary Clinton, da famosa imagem na Casa Branca minutos após a morte de Osama bin Laden. O jornal não permite a publicação de fotos de mulheres em suas páginas – uma outra funcionária também foi apagada (veja abaixo).

Em tempo, Zero Hora não altera fotos eletronicamente.


Cristina fala sobre o câncer

28 de dezembro de 2011 0

Imagen TN

- Vou lutar pela presidência honorária do congresso dos que venceram o câncer.

Com bom humor, Cristina Kirchner falou há pouco sobre a doença, anunciada na noite de ontem. Após um encontro com governadores de províncias na Casa Rosada, a presidente foi aplaudida de pé ao entrar no salão para a entrevista coletiva. Ela agradeceu pelas mensagens de solidariedade que recebeu dos argentinos. Citou explicitamente o telefonema que recebeu de Hugo Chávez. Na chamada, o venezuelano brincou, dizendo que estava pensando em realizar um congresso de presidentes de venceram o câncer.


Argentina espera declaração de Cristina

28 de dezembro de 2011 0

O país vizinho está na expectativa da primeira declaração da presidente Cristina Kirchner após o anúncio de que tem câncer. Em instantes, ela terá seu primeiro compromisso público, um encontro com governadores de províncias. A expectativa é de que, após o encontro, Cristina comente sua doença durante um ato no Salão das Mulheres Argentinas.

Notícia da doença ocorre em meio a dias difíceis

28 de dezembro de 2011 3

O anúncio do câncer de Cristina Kirchner pegou de surpresa os argentinos que nesta noite ainda discutiam a suspeita levantada pelas Nações Unidas de que a Casa Rosada maquia as estatísticas sobre inflação, pobreza e Produto Interno Bruto – o assunto não é novidade, mas é uma das primeiras vezes em que um organismo internacional cobra da Argentina esse assunto. Nós mesmos, na ZH, preparávamos para esta quarta-feira uma ampla reportagem sobre os dados adulterados pelo governo de Cristina para que parecessem favoráveis à mandatária. Para ficarmos em um: a inflação, segundo o governo, é de 10% ao ano, enquanto dados de organismos privados falam em 25%.

Esse era o assunto do dia nas rodas de conversa e cafés de Buenos Aires. Mas o anúncio da doença de Cristina, feito pelo porta-voz da Casa Rosada, mudou o tom do debate. Evidência da surpresa e do impacto da notícia é a capa do Clarín, o principal jornal do país, que Cristina considera inimigo público número 1. A edição na internet do periódico dedica ampla cobertura sobre o tipo de câncer e o futuro político do país.


Nesta noite, a notícia de sua doença já repercute pelo mundo. O jornal El Mundo traz o título: “Cristina Fernández será operada em janeiro de um tumor na tireoide” e destaca que a notícia chega algumas semanas depois de ela assumir o segundo mandato. O El País, também espanhol, diz “Cristina Fernández padece de câncer na tireoide”. E traz uma reportagem sobre o vice-presidente, que ficará no cargo durante a recuperação da presidente: Amado Boudou. Aqui, um parênteses. Boudou é ex-ministro da Economia, foi escolhido vice pela lealdade à presidente. Também é conhecido pelos argentinos por seu comportamento despojado e suas aparições roqueiras. Durante a campanha de sua fórmula para as eleições presidenciais, não faltaram oportunidades para que o ex-ministro exibisse seus dotes musicais, geralmente vestindo calça jeans e camiseta , tocando guitarra ao lado de sua banda de rock “La Mancha de Rolando”.

Voltando à repercussão, o jornal chileno La Tercera também traz o assunto como destaque de capa: “presidente argentina Cristina Fernández será operada de câncer”. A rede CNN dedica sua capa de América Latina ao assunto.

O anúncio da doença ocorre em dias decisivos para o governo. Cristina vinha sendo duramente criticada interna e em nível internacional por levar a cabo polêmicos projetos – com o da estatização da empresa de papel-jornal, a briga com o Clarín e o La Nación e a invasão de uma emissora de TV. Também ocorre em meio a um pacotaço de medidas aprovadas no Congresso que levou alguns analistas a chamá-la de “rolo compressor”.

Conheci Cristina Kirchner em 2003, durante as eleições que levaram seu marido Néstor à presidência. Na ocasião, já narrei aqui, ela era apenas uma senadora atraente e pouco conhecida em Buenos Aires. Elegante, era o toque delicado na campanha do pouco simpático Kirchner. Os anos se encarregariam de mostrar que ela personificaria o poder do que os argentinos passaram a chamar de casal K. Voltei a encontrá-la na primeira visita internacional de Dilma Rousseff, como presidente eleita. Foi um contato mais próximo, durante algumas horas em que Dilma esteve com Cristina. Já sem Néstor, ela encarnava a dama de ferro do país.



Vídeo: o anúncio do câncer de Cristina

28 de dezembro de 2011 0

Veja o vídeo, em cadeia de rádio e TV, no qual o porta-voz do governo argentino anuncia a doença de Cristina Kirchner. Clique aqui



Mulheres comandarão a terceira revolução no Egito

23 de dezembro de 2011 2

O mais bestial do ser humano se revelou nesta semana no Egito, no caso da jovem que ficou conhecida como a “menina do sutiã azul”, assunto de reportagem de ZH desta sexta-feira. O Egito está passando pela terceira revolução: a primeira derrubou Mubarak, a segunda, às vésperas da eleição, não conseguiu grandes avanços. Seriam agora as mulheres a conduzir o país para a democracia? O vídeo abaixo chocou o mundo. As imagens são fortes.

Um ditador que reinou sobre a população faminta

19 de dezembro de 2011 8



Foto: HO / KCNA via KNS / AFP



A morte de Kim Jong-il abre um período de incertezas sobre o futuro do regime mais fechado do planeta _ a última ditadura comunista de fato, um dinossauro da Guerra Fria. Nem a nomeação de seu filho Kim Jong-un, pouco conhecido por aqui, é capaz de tranquilizar.

As incertezas são mais pelo que o mundo não sabe sobre a Coreia do Norte do que pelo que sabe. Pouquíssimas informações passam pela cortina de ferro comunista. Algumas que vazam pela fronteira mais militarizada do globo são bizarras: por exemplo, a fama de que Kim gostava de nadar em piscinas gigantescas em seu palácio, enquanto sua população morria (morre!) de fome.

A desintegração da União Soviética fez secar as artérias que levavam ajuda financeira à Coreia do Norte. Por isso, calcula-se que 1 milhão de pessoas tenham morrido debilitadas nos anos 90 _ uma tragédia que as sanções econômicas impostas pelo Ocidente só fez aumentar nos anos 2000. Apenas a China mantém relações econômicas com os norte-coreanos.

O último governo stalinista comanda um país empobrecido, submetido por décadas a lavagem cerebral dos asseclas de Kim. A internet e o telefone celular são restritos, e muitos habitantes até hoje não sabem, por exemplo, que o homem chegou à Lua.

Kim Jong-Il caracterizou sua vida e governo pelo uso da propaganda, um culto exacerbado de sua personalidade, pela capacidade de manter o controle do exército e dos campos de trabalho para permanecer no poder, tal como já havia feito seu pai. O dirigente calou aqueles que previam o fim de sua dinastia após a desintegração da União Soviética e continuou a ser, para a população, o “Querido Líder”, como é chamado por seus povo.

Apesar de ridicularizado pelo Ocidente de forma constante por suas roupas e excentricidades  – George W. Bush chegou a chamá-lo de “pigmeu” -, Kim Jong-Il tinha grande capacidade como estrategista. Porém, nos últimos anos, seus arroubos belicistas eram mais erráticos do que se poderia esperar de um militar. Sempre que estava ameaçado, o ditador deflagrava algum teste com míssil.

Um dos pontos de tensão: Coreia do Sul e Coreia do Norte estão tecnicamente em guerra. O conflito entre as duas nações que dividem a Península Coreana, entre 1950 e 1953, nunca terminou oficialmente. Não houve um acordo de paz, apenas um armistício. A fronteira é a mais militarizada do mundo – com a presença de centenas de soldados americanos do lado sul-coreano.

E talvez o mais preocupante: a Coreia do Norte detém um arsenal atômico. E só isso nas mãos do clã que controla o país com mão-de-ferro já seria suficiente para colocar o mundo em alerta.

Os EUA vão embora, mas os problemas ficam

18 de dezembro de 2011 0

Depois de vários anúncios, início da retirada, saída dos primeiros militares, neste domingo finalmente, os últimos militares americanos deixaram o Iraque. Mas os problemas ficam. Veja alguns levantados pela agência de notícias France Presse:

- Disputas territoriais
Os curdos aceitaram a autonomia e deixaram de pedir independência, mas continuam se opondo ao poder central de Bagdá pelo controle de uma faixa de 650 km de comprimento com importantes reservas de hidrocarbonetos que cruza quatro províncias.

- Rebeldes, Al-Qaeda
A insurreição sunita perdeu influência, após os EUA aliarem-se a alguns líderes tribais, mas continua havendo atentados, execuções e sequestros. Por outro lado, o “Estado Islâmico do Iraque”, que inclui grupos vinculados à Al-Qaeda, realizaram graves atentados.

- Tensões religiosas
Muitos iraquianos lamentam que os Estados Unidos tenha introduzido uma dimensão confessional que não existia no Iraque de Saddam Hussein, derrubado após a invasão de 2003 liderada por Washington. O atual governo, dominado por xiitas, acusa ex-partidários sunitas de Saddam Hussein de organizar conspirações e os reprime severamente.

- Crise na Síria
A Síria tem 600 km de fronteira com o Iraque. Se o regime de Bashar al Assad cair, a possível chegada de milhares de refugiados ao Iraque poderia agravar os conflitos internos. Além disso, Bagdá depende muito da importação de alimentos provenientes da Síria.

- Influência iraniana
O Irã foi acusado de influenciar o governo e as milícias xiitas responsáveis por atentados antiamericanos. Washington os acusa de querer formar “um governo no governo”, como faz o Hezbollah libanês.

- Instituições fracas e corrupção
O Iraque não tem ministro do Interior há dois anos, por não ter conseguido um compromisso entre os diferentes grupos políticos. As instituições são fracas e o Iraque é considerado um dos países mais corruptos do mundo pela Transparência Internacional, uma ONG com sede em Berlim.
Algumas províncias reclamam um estatuto de autonomia como o do Curdistão. Segundo seu chefe de Estado Maior, as forças armadas serão incapazes de defender as fronteiras e o espaço aéreo iraquiano pelo menos até 2020.

- Petróleo
O Iraque não tem uma lei que rege a produção de hidrocarbonetos, primeira fonte de receitas do país.

- Problemas sociais
Um quarto da população é considerada pobre. A condição da mulher degradou-se sensivelmente desde 2003. O Iraque conta com 1,75 milhão de deslocados internos e refugiados.

- Separatistas curdos
O PKK turco e o PJAK iraniano têm bases no norte iraquiano. Os exércitos turco e iraniano realizam operações militares contra eles.

- Conflito com o Kuwait
As relações entre os dois países continuam sendo tensas durante a invasão iraquiana de 1990 e a guerra do Golfo de 1991. O Iraque acusa o Kuwait de bloquear sua saída para o mar, construindo um porto que cria obstáculos para suas exportações de petróleo.

O legado da Guerra do Iraque

16 de dezembro de 2011 0

Um rápido balanço dos oito anos e nove meses que durou o conflito no Iraque.


Direito de pergunta: e as armas de destruição em massa?

15 de dezembro de 2011 33

Nesta manhã, em Bagdá, a troca de bandeiras nos palácios de Saddam convertidos em bases militares americanas marca o fim de quase nove anos de guerra. O “Mission Accomplished” de Obama foi ontem, em Fort Bragg, na Carolina do Norte, sede da toda poderosa 82 Divisão Aerotransportada, unidade das forças armadas americanas que foi fundamental para esmagar a resistência (pequena, vale lembrar!) das fileiras de Saddam Hussein nas primeiras semanas de invasão.

- A guerra terminou – anunciou Obama, diante de centenas de militares em festa.

Não há como não perceber a contradição entre o Obama em Fort Bragg e o de quatro anos atrás, quando era um dos mais ferrenhos críticos da Guerra do Iraque. Os discursos épicos da campanha de 2008 contra o conflito converteram-se ontem em uma oratória oportunista, voltada para as eleições do ano que vem e de olho nos votos dos republicanos – ou pelo menos dos democratas que o acham à esquerda demais do partido.

- Os exército dos EUA é a maior força de combate jamais conhecida – disse.

Entre o discurso de Bush, em 2003, e o de Obama, ontem, de 104 mil a 113 mil iraquianos morreram e 4.484 americanos perderam a vida. Saddam caiu, foi julgado e morto pela lei iraquiana. Mas as armas de destruição em massa, alegação inicial para os EUA passarem por cima da comunidade internacional para invadir o Iraque, nunca foram encontradas.




Algo de ruim paira sobre a Europa

13 de dezembro de 2011 1


Em um dia, dois ataques. A Europa viveu uma terça-feira de violência incomum. Nesta noite (horário de Brasília), um homem abriu fogo contra imigrantes africanos em um mercado de Florença, na Itália. Pelo menos duas pessoas de origem senegalesa foram mortas. O atentado aconteceu no centro da cidade, uma das mais turísticas do país, no mercado de San Lorenzo. O homem foi identificado e se matou ao ser cercado pela polícia.

Horas antes, na Bélgica, um ataque semelhante: um homem matou pelo menos cinco pessoas e deixou 123 feridos. Ele agiu do alto de um prédio, com granadas e armas de fogo em Liège, uma das principais cidades do país. Segundo policiais, o autor do crime, que também morreu no ataque, já tinha passagem pela prisão por envolvimento com drogas, armas e abusos sexuais.

Os ataques de hoje lembram a ação de Anders Breivik, o extremista que matou 77 na Noruega este ano.

Até pouco tempo atrás, essas situações ocorriam em sua maioria nos EUA, em universidades. Mas aos poucos tem se tornado comum também em locais até então pacíficos, como a tranquila Noruega, um dos mais elevados índices de desenvolvimento humano.


Confissões de um ícone do jornalismo

10 de dezembro de 2011 2

Jon Lee prepara-se para acompanhar uma patrulha pelas ruas de Bagdá. Foto: Arquivo Pessoal


Há muito tempo admiro Jon Lee Anderson, desde meus 15 anos, acho, quando comecei a pensar em fazer jornalismo. Dizer que me identifico com ele pode soar até falsa de modéstia. Mas é isso: admiração profissional. Orgulho-me de ter dividido com ele coberturas como no Líbano, Haiti e Trípoli, embora nunca tenhamos nos encontrado durante essas viagens. Seus livros, os devoro há muito tempo. A Queda de Bagdá é uma bíblia do bom jornalismo, humano acima de tudo.

Em uma viagem à Argentina, comprei El Dictador, los demonios y otras crónicas (acho que não está disponível no Brasil). Em janeiro deste ano, em férias em Santa Catarina, lendo o livro descobri que tinha algo em comum com Jon: o fato de brincarmos de desafiar amigos a adivinhar países e capitais.

Nesta semana, pensávamos em fazer uma reportagem sobre o Iraque que os EUA deixam para trás. Por isso, mandei um e-mail para Jon, com quem nunca havia falado. Pasmem!!!! Ele me respondeu em quatro minutos. E a mensagem ainda tinha uma pergunta gentil:

- Não nos encontramos na Líbia?

Não acreditei!!! Imediatamente, começamos uma troca de mensagens e marcamos uma conversa por telefone na manhã de quinta-feira. Desde sua casa em Dorset, ele concedeu uma entrevista que foi quase um bate-papo de velhos conhecidos. Em cerca de uma hora de conversa, ele confessou coisas que nunca colocou em seus livros ou falou para pessoas mais próximas. Dividimos os anseios da profissão, o principal deles talvez, em terras estrangeiras, em meio à guerra, a saudade de casa, da família e como compartilhamos momentos de solidão. Na sexta-feira, pedi algumas fotos para ilustrar a reportagem. Reproduzo-as aqui.

Foi um papo inesquecível que vocês podem ler nas páginas 16 e 17 deste domingo em ZH.


O momento de um bombardeio na Líbia. Jon é o da extrema direita. Agarrado a sua perna, está o motorista do grupo. Foto: Arquivo Pessoal


Na Guiana, Jon desembarcou para uma série de reportagens. Foto: Arquivo Pessoal




Vinte anos depois, a sombra do autoritarismo ainda persiste

08 de dezembro de 2011 0

Na reportagem de hoje de Zero Hora, mostramos como, 20 anos depois do fim do império soviético, as antigas repúblicas que orbitavam em torno de Moscou ainda flertam com o autoritarismo. A começar pela Rússia do primeiro-ministro Vladimir Putin, que venceu no domingo eleições fraudulentas. No vídeo abaixo, converso com o fotógrafo de ZH Ricardo “Kadão” Chaves, que cobriu, junto com o repórter Marcelo Rech, a dissolução do bloco soviético no início dos anos 90.


Os mitos, boatos e verdades sobre a morte de Adolf Hitler

03 de dezembro de 2011 1

Um livro recém-lançado na Grã-Bretanha reacende um velho boato: segundo a versão, Adolf Hitler não teria se matado no bunker em abril de 1945. Teria fugido para a Argentina. A tese que alimenta teorias conspiratórias não bate com a versão de nenhum dos mais respeitados biógrafos do ditador, consultados por Zero Hora. Leia a reportagem completa em ZH dominical. Recomendo. Está didática e agradável de ler. Quem gosta de História vai adorar! Abaixo, um vídeo mostra um pouco da ideia.



Político socialista é atingido por gravador no congresso de Madri

01 de dezembro de 2011 1

Candidato derrotado nas eleições da Espanha em novembro, o socialista Alfredo Rubalcaba foi atingido pelo gravador de um repórter. O choque foi causado pela tentativa desastrada de um jornalista de superar a barreira de colegas que já cercava Rubalcaba.
Veja o vídeo: