Depois de supreender ao cantar Al Green este ano, o presidente Barack Obama atacou de blues durante evento na Casa Branca. Ao lado de Mick Jagger, B.B. King e Budy Guy, ele cantou Sweet Home Chicago. Não desafinou, como se pode ver no vídeo abaixo:
Depois de supreender ao cantar Al Green este ano, o presidente Barack Obama atacou de blues durante evento na Casa Branca. Ao lado de Mick Jagger, B.B. King e Budy Guy, ele cantou Sweet Home Chicago. Não desafinou, como se pode ver no vídeo abaixo:
Os 50 segundos de duração do vídeo "A prisão de Vladimir Putin: reportagem do tribunal", postado no YouTube em 13 de fevereiro, já chamaram a atenção de mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo.
O governo cubano negou a Yoani Sánchez, pela 19ª vez, a autorização para deixar o país. A blogueira postou há pouco a mensagem no Twitter:
“Não há surpresas. Voltaram a me negar a permissão de saída. É a 19ª vez que violam meu direito de entrar e sair de meu país”.
Quem viu as cenas de violência no estádio egípcio pode, diante de um primeiro olhar, ter pensado se tratar de uma briga entre torcidas, infelizmente uma cena comum lá fora e aqui, no Brasil. Não é. A violência em Port Said está ligada à tensão no país que viveu há um ano a revolução que derrubou o ditador Hosni Mubarak.
Não por acaso, os torcedores violentos dos dois principais times do Cairo, o Zamalek e Al-Ahly (este último, que jogou com o Inter em 2006 em Tóquio), estavam na linha de frente da batalha na Praça Tahrir contra o regime. Apesar da rivalidade, as torcidas organizadas dos dois clubes têm como inimigo comum a polícia, que reprimia na Praça Tahrir e nos estádios. Por isso, atuaram em conjunto nas batalhas pela derrubada de Mubarak.
Membros dos Ultras do Al Ahly, maior organizada do time, relataram que havia entre 10 mil e 15 mil torcedores nos combates na praça. Com a queda de Mubarak, a repressão dos policiais aos fanáticos diminuiu. Houve relaxamento nas revistas dos estádios. Isso aumentou o número de casos de violência nas arquibancadas em 2011.
O fato de a presidente Dilma Rousseff ter citado a questão dos direitos humanos ontem em Cuba não exime a interpretação de que, na verdade, ela evitou o assunto. Falou sobre direitos humanos de forma genérica, enquanto o que dissidentes e críticos do regime cubano esperavam era que ela tocasse explícitamente no assunto com relação à ilha dos irmãos Castro. A forma genérica com que se manifestou foi criticada por alguns dos principais jornais do mundo.
Que a presidente não se pronunciaria sobre o tema até as pedras do Malecón de Havana sabiam. Baseada em um princípio frágil de neutralidade, a diplomacia brasileira evita se manifestar sobre um assunto ou tomar posição - algo que é covarde para uma nação que almeja se tornar player do xadrez político internacional.
Dilma silenciou sobre Cuba. E decepcionou a dissidência, como destacaram alguns dos principais internacionais. A maioria das publicações destacou o caráter exclusivamente econômico da viagem. O argentino La Nación escreveu: "Em Cuba, Dilma evita o assunto mais sensível". O Clarín e o El País também salientaram em título a ausência do tema - o jornal madrilenho lembrou que o ex-presidente Lula assumira tom semelhante, ao não citar a morte do preso político Orlando Zapata - outro dissidente morreu às vésperas da viagem brasileira este ano, em greve de fome, e passou batido pela pauta presidencial.
Ao término da viagem, a presidente preferiu alfinetar os americanos, que mantêm na ilha a base de Guantánamo, palco de torturas e prisões à revelia da lei - logo, também, local de violações de direitos humanos, que o presidente Barack Obama prometeu, e não cumpriu, fechar.
Dois pesos, duas medidas. Para quem sofreu na pele as agruras de uma ditadura, Dilma tinha o dever de criticar, sim, Guantánamo. Mas também não se omitir quanto ao que acontece nos porões do castrismo.
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